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Confira nova mudança nos critérios para a participação na Perspectiva do Paciente
A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) divulgou, nessa segunda-feira (9), a atualização das orientações para participação da Perspectiva do Paciente, com ajustes que diversificam o público que pode participar da ação. As mudanças já estão disponíveis no site da Comissão.
Acesse aqui as novas orientações da Perspectiva do Paciente.
A atualização aprimora os critérios de elegibilidade e torna mais claras as categorias de inscrição e as exigências de participação. A partir de agora, o inscrito deverá selecionar no formulário se pertence à categoria de pessoa com a condição de saúde ou de familiar ou cuidador de alguém com a condição de saúde. Essas categorias buscam valorizar tanto o relato de quem vivencia a condição de saúde quanto o de quem acompanha de perto o uso das tecnologias avaliadas e seus impactos no cotidiano.
A partir de agora poderão participar pessoas com a condição de saúde e/ou com experiência com a tecnologia em avaliação, bem como seus familiares e/ou cuidadores. Os representantes serão selecionados por meio de sorteio que priorizará grupos de inscritos com experiência com a tecnologia em avaliação.
Conheça a iniciativa
A Perspectiva do Paciente é uma ação de participação social da Conitec que permite a apresentação de relatos sobre a experiência com determinada condição de saúde e com a tecnologia em avaliação. A iniciativa possibilita que pessoa com a condição de saúde ou um familiar ou cuidador de alguém com a condição de saúde contribuam com informações relevantes para o processo de deliberação da Comissão, a partir de sua vivência direta. A inscrição ocorre por meio de chamada pública específica, disponibilizada no site da Comissão, mediante login no portal gov.br.
Confira as chamadas públicas abertas e participe.
Com um papel estratégico na Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS), a Perspectiva do Paciente agrega ao processo de análise de tecnologias com a perspectiva de quem vivencia os efeitos e resultados das tecnologias avaliadas. Esses relatos fornecem elementos sobre aspectos da vida real, como qualidade de vida, benefícios percebidos e desafios enfrentados durante o tratamento e pode contribuir para decisões mais equitativas, transparentes e alinhadas às necessidades da população usuária do SUS.