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Leucemia
SUS incorpora novo tratamento para Leucemia Mieloide Aguda
Uma nova alternativa terapêutica no Sistema Único de Saúde (SUS) para o tratamento da Leucemia Mieloide Aguda (LMA) vai beneficiar pacientes adultos recém-diagnosticados que não possuem condições clínicas para suportar a quimioterapia intensiva tradicional. A medida foi publicada publicada por meio de portaria no Diário Oficial da União.
A decisão baseia-se nas evidências científicas avaliadas pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) no SUS. Os estudos demonstraram que a combinação dos medicamentos venetoclax e azacitidina apresenta eficácia superior no controle da doença, além de proporcionar ganho significativo na sobrevida global e na qualidade de vida dos pacientes com fragilidades ou idade avançada.
A Leucemia Mieloide Aguda, que se origina na mdelua óssea, é um tipo agressivo de câncer no sangue que avança rapidamente, exigindo intervenção médica imediata. Até então, indivíduos inelegíveis (idosos e/ou fragilidade clínica, entre outras condições) ao protocolo padrão de alta intensidade contavam com opções terapêuticas limitadas na rede pública. Com a nova portaria, o tratamento passa a integrar a cobertura do SUS de forma padronizada.
De acordo com o fluxo regulamentar estabelecido pela legislação federal, o Ministério da Saúde tem o prazo legal de até 180 dias para efetivar a distribuição e a oferta da terapia nos hospitais habilitados em oncologia (Cacons e Unacons). O fornecimento e o acompanhamento clínico seguirão as diretrizes que serão atualizadas nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da oncologia hematológica.
SUS incorpora novo tratamento para Leucemia Mieloide Aguda
Decisão é baseada nas evidências científicas avaliadas pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS
Uma nova alternativa terapêutica no Sistema Único de Saúde (SUS) para o tratamento da Leucemia Mieloide Aguda (LMA) vai beneficiar pacientes adultos recém-diagnosticados que não possuem condições clínicas para suportar a quimioterapia intensiva tradicional. A medida foi publicada publicada por meio de portaria no Diário Oficial da União.
A decisão baseia-se nas evidências científicas avaliadas pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) no SUS. Os estudos demonstraram que a combinação dos medicamentos venetoclax e azacitidina apresenta eficácia superior no controle da doença, além de proporcionar ganho significativo na sobrevida global e na qualidade de vida dos pacientes com fragilidades ou idade avançada.
A Leucemia Mieloide Aguda é um tipo agressivo de câncer no sangue que avança rapidamente, exigindo intervenção médica imediata. Até então, indivíduos inelegíveis ao protocolo padrão de alta intensidade contavam com opções terapêuticas limitadas na rede pública. Com a nova portaria, o tratamento passa a integrar a cobertura do SUS de forma padronizada.
De acordo com o fluxo regulamentar estabelecido pela legislação federal, o Ministério da Saúde tem o prazo legal de até 180 dias para efetivar a distribuição e a oferta da terapia nos hospitais habilitados em oncologia (Cacons e Unacons). O fornecimento e o acompanhamento clínico seguirão as diretrizes que serão atualizadas nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da oncologia hematológica.