Revista-Pontinhos-363-verso-final-3.txt
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25/11/2022 17h12
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<t->
PONTINHOS
Ano LVIII, n.o 363,
outubro/dezembro de 2017
Ministrio da Educao
Instituto Benjamin Constant
Publicao Trimestral de
Educao, Cultura e
Recreao
Editada e Impressa na
Diviso de Imprensa Braille
Fundada em 1959 por
Renato M. G. Malcher
Av. Pasteur, 350/368
Urca -- Rio de Janeiro-RJ
CEP: 22290-240
Tel.: (55) (21) 3478-
-4457/3478-4531
E-mail: ~,pontinhos@ibc.~
gov.br~,
Site: ~,http:www.ibc.~
gov.br~,
<p>
Diretor-Geral do IBC
Joo Ricardo Melo
Figueiredo
Comisso Editorial
Carla Maria de Souza
Daniele de Souza Pereira
Heverton de Souza Bezerra da Silva
Joo Batista Alvarenga
Regina Celia Caropreso
Reviso
Hylea de Camargo Vale
Fernandes Lima
Paulo Felicssimo Ferreira
Livros Impressos em Braille: uma Questo de
Direito
Governo Federal: Ordem e Progresso
<p>
I
Transcrio autorizada
pela alnea *d*, inciso I,
art. 46, da Lei n.o 9.610 de 19/02/1998.
Distribuio gratuita
segundo a Portaria
Ministerial n.o 504,
17 de setembro de 1949.
Arquivo da revista disponvel
para impresso em Braille:
~,http:www.ibc.gov.~
brpublicacoesrevistas~,
<p>
<p>
III
Sumrio
<F->
Seo Infantil
Cantigas de Roda ::::::: 1
Trava-Lnguas :::::::::: 2
Cordel :::::::::::::::::: 3
Histrias para Ler e
Contar
O primeiro passo :::::::: 4
O menino chamado
Lus :::::::::::::::::: 9
Garota corajosa ::::::::: 16
Leio, Logo Escrevo :::: 19
Seo Juvenil
Quebra-Cuca :::::::::::: 21
Voc Sabia? :::::::::::: 25
Vamos Rir? ::::::::::::: 31
<p>
Historiando
Lutas milenares ::::::::: 34
Leitura Interessante
A semente da verdade :::: 41
Cuidando do Corpo e da
Mente
Gravidez na
adolescncia ::::::::::: 46
Leio, Logo Escrevo :::: 52
Tirinhas :::::::::::::::: 57
Espao do Leitor ::::::: 64
<F+>
<Tpontinhos 363>
<t+1>
Seo Infantil
Cantigas de Roda
<F->
Trem de ferro
O trem de ferro
Quando sai de Pernambuco
Vai fazendo xique, xique
At chegar no Cear
O trem de ferro
Quando sai de Pernambuco
Vai fazendo xique, xique
Com vontade de parar
Rebola pai, rebola me,
rebola filha
Eu tambm sou da famlia
Tambm quero rebolar
Minha me me ps na escola
Pra aprender o b--b
A querida professora
Me ensinou a estudar
Sete e sete so quatorze
Com mais sete vinte e um
Tenho sete amiguinhos
E no brigo com nenhum
<F+>
::::::::::::::::::::::::
Trava-Lnguas
Em rpido rapto, um rpido rato raptou trs ratos sem deixar
rastros.
Sabendo o que sei e sabendo o que sabes e o que no sabes e o que
no sabemos, ambos saberemos se somos sbios, sabidos ou simplesmente
saberemos se somos sabedores.
Os naturistas so naturalmente naturais por natureza.
Sobrou salso, salmo, sabo e confuso no cho do salo.
Setecentos testes testificam setenta teses.
Os povos de Pindamonhangaba, Paraty, Pirassununga, Pirapora e
Paraopeba so praticamente parentes do povo de Portugal.
<p>
Vocabulrio
<R+>
Testificar: v. Comprovar, atestar.
<R->
::::::::::::::::::::::::
Cordel
Cordel-Reabilitao
<s->
<R+>
A reabilitao um setor da escola que mexe com a vida da gente
Colocou no meu dia a dia um jeito de viver contente
Quando criana, no se sabe o que vai acontecer.
Naquele lugar encantado que aprendemos a crescer.
A menina brincalhona jamais poderia pensar
Que um dia como o de hoje viesse disso falar
<p>
Aprendi com toda a turma um monte de atividade
De manh, tarde e noite, viver com responsabilidade.
Agradeo aos professores que agiram comigo assim
Encaro todos os problemas e consigo ser feliz enfim.
<R->
<s+>
<R+>
Autora: Maria das Graas Santos Dias, aluna atendida pelo
Departamento de Estudos e Pesquisas Mdicas e de Reabilitao-DMR, do
Instituto Benjamin Constant.
Fonte: Livro *Cordel: contos e encantos*.
<R->
oooooooooooo
Histrias para Ler e Contar
O primeiro passo
-- Puxa, me! Queria tanto participar de uma comemorao na escola.
Ou de uma pea de teatro ou de um campeonato, sei l...
Marta ficou surpresa, quase deixou cair a tigela que estava lavando:
-- Mas, Vitria, voc nunca se interessou por essas coisas!
-- , me. Mas acho que estou perdendo a vergonha. Imagina a cena:
euzinha toda vestida de azul e branco, homenageando a escola. E no
meu peito uma faixa com o nome da minha classe. Estou carregando,
levantando o trofu bem alto, para todos verem. Meus colegas batem
palmas e gritam o meu nome: Vitria!. Que foi, me?! Para de me
abraar, pra que tanto beijo?! s um sonho, t s brincando de
imaginar. Ainda no ganhei nenhum trofu, no.
-- Caramba, mesmo! -- Marta disse, com os olhos marejados acho
que acabei me envolvendo com o seu sonho, parecia to real... Mas
vamos deixar os sonhos para depois, agora preciso fazer o almoo. No
v se atrasar pra escola. V j arrumar o seu material.
-- Vestir o uniforme, pentear o cabelo, arrumar o material... Que
saco, me! Voc tem sempre que me lembrar das coisas chatas.
Enquanto a filha se arrumava para ir escola, Marta ficou
pensativa por uns instantes. Na cozinha, andou pra l e pra c.
Enfim, tomou uma deciso. Ligou para Celeste, coordenadora do colgio:
-- Oi, Celeste, aqui a me da Vitria. Preciso muito falar com
voc, podemos marcar uma reunio? um assunto delicado demais para
ser tratado por telefone.
-- Claro, Marta. A Vitria est com algum problema com os estudos,
ou com os colegas?
-- Por sorte, no! Ela uma tima aluna, no mesmo? disse
Marta, transbordando de orgulho.
-- Sim, com certeza. Uma das melhores alunas aqui do colgio. Vamos
fazer assim: aproveite a hora da entrada da Vitria e d uma
passadinha aqui na minha sala, a poderemos conversar tranquilamente.
Ao chegar escola, Marta foi logo disfarando e dizendo a Vitria:
-- V indo, filhota, pra sala de aula. Estou apertada, quero passar
no banheiro. At mais tarde, e boa aula.
Na sala da coordenadora, Marta contou a Celeste o que a filha havia
confessado:
-- isso... Ela quer muito participar de um evento comemorativo.
Celeste ficou bastante empolgada com a iniciativa da Vitria. Como
estava bem perto do Dia da Bandeira, a coordenadora e a me
combinaram um desfile no qual a menina seria a figura principal.
-- Obrigada, Celeste. A Vitria vai transbordar de alegria.
-- Ah, e ns tambm! Celeste disse, com o corao apertado.
Duas semanas depois, no Dia da Bandeira, Celeste, muito emocionada,
falou no microfone:
-- Ateno, alunos e professores! Neste dia to especial, com
imenso orgulho que daremos incio nossa comemorao, com o desfile
dos alunos da quarta srie C.
Dito e feito. Quando o desfile teve incio, todos na plateia
comearam a gritar:
-- Vitria, Vitria, Vitria!
A menina foi a primeira a entrar na quadra.
Vitria desfilava, orgulhosa, na dianteira dos colegas. Sorridente,
com seu uniforme azul e branco, fazia fora para conter a emoo.
Presa na sua cadeira de rodas, a alegre e colorida bandeira do
Brasil. Com a mo direita, de vez em quando Vitria acenava, com
orgulho, para os pais, os professores e todos os que estavam l.
<R+>
Fonte: Revista *Cincia hoje das crianas* -- n.o 250.
<R->
::::::::::::::::::::::::
O menino chamado Lus
H muitos anos, em um pas longe daqui, nasceu um menino muito
esperto chamado Lus.
Nesse tempo, a vida era muito diferente: as pessoas andavam de
charrete puxada a cavalo, no tinha telefone, nem luz eltrica;
computador, nem pensar! Ento todo mundo usava carta para se
comunicar.
O pai de Lus fazia sela para as pessoas andarem a cavalo. Era um
trabalho muito importante, e ele tinha muitos clientes.
Quando tinha mais ou menos trs anos, Lus pegou um instrumento
pontiagudo que o pai usava para furar o couro das selas e, sem
querer, se machucou com ele. Machucou-se bem no olho e ficou cego.
claro que toda a famlia ficou muito triste com o que tinha
acontecido. Mas, se voc pensa que por isso Lus deixou de ser uma
criana esperta, curiosa, bagunceira e alegre, est muito enganado.
Inteligente, ele acompanhava tudo o que lhe explicavam, guardava tudo
o que lhe ensinavam.
Um dia, disseram para os pais dele que, na capital, havia uma
escola s para crianas como Lus e l ele poderia aprender muitas
coisas e ter uma profisso.
-- Mas eu no quero ficar longe do meu filho! -- choramingava a me.
-- E vo cuidar dele como ns cuidamos? -- perguntava o pai.
Porm, depois de muito discutir e vendo que poderia ser bom para o
filho, o casal concordou em mand-lo, apesar das saudades que iriam
sentir da alegria dele em casa.
Lus adorou a ideia de ir escola, porque era louco por estudar.
Aprendeu muitas coisas; mas, na hora de ler e escrever, no ficava
satisfeito. As letras eram de madeira, cheias de curvas, imitando o
alfabeto daqueles que enxergam, e as curvas no ajudavam na leitura
com o tato.
-- Um dia, vou criar um jeito de a gente ler e escrever mais
rpido, com mais independncia -- dizia para os colegas.
Descobriu, ento, que havia um cdigo feito para os soldados lerem
mensagens no escuro, sem chamar a ateno dos inimigos.
-- Que ideia boa! Esse cdigo pode me ajudar a criar o que eu
quero. Se eles conseguem ler no escuro, leem com os dedos -- pensou.
E estudou, trabalhou, experimentou, at que... Encontrou!
-- Vejam! Consegui! Vou mostrar a vocs como funciona o que
inventei -- disse aos colegas.
Os mais espertos no demoraram muito a pegar o jeito. Lus tinha
criado um sistema com pontos para que pudessem escrever e ler. Tinha
pontuao e tudo! Dava para estudar
<p>
matemtica, msica... era genial!
Os alunos da escola vibraram, pois era muito mais eficiente do que
o sistema anterior; os professores, nem todos gostaram, pois era um
jeito esquisito de escrever; a direo chiou:
-- Aqui no se usa isso. Voc s um garoto de dezesseis anos. No
pode achar que vai nos ensinar a dar aula.
Mas no adiantou muito. Mesmo no sendo oficial, o sistema era
divulgado entre os alunos e, como vinha gente de outros pases para a
escola, ele foi se espalhando por outros pases tambm. Quem sabia
ensinava aos cegos de sua terra natal.
O sistema de Lus Braille (este era o nome de nosso heri) foi
parar em outros pases prximos, nos Estados
<p>
Unidos, no Brasil... Os
cegos que tinham passado pela escola trocavam cartas usando o
sistema, transcreviam livros...
Assim, a escola teve de ceder e aceitar o Sistema Braille como
mtodo oficial de leitura e escrita para pessoas cegas. At hoje,
esse mtodo usado no mundo inteiro e to bom que, mesmo a
informtica que o jovem Lus no conheceu, pode ser adaptada a ele.
Lus tinha um problema: a cegueira. Mas buscou meios de conviver
com ela e nunca deixou de acreditar que podia melhorar sua vida. Ele
lutou por isso, pensou, trabalhou, esforou-se para conseguir o que
desejava.
No adiantaria nada se ele simplesmente tivesse desistido de tudo,
se achasse infeliz e
<p>
vivesse reclamando.
O instrumento que furou seu olho foi a inspirao para que ele
fizesse o puno que usamos para escrever. Tudo o que no era bom ele
transformou em coisa positiva.
Isso nos mostra que a soluo dos problemas no fugir deles ou
agir como se no existissem, e sim buscar um caminho inteligente para
resolv-los.
Tentando solucionar seus problemas, Braille encontrou soluo para
todos ns.
<R+>
Autora: Carla Maria de Souza, professora do Instituto Benjamin
Constant e Membro da Comisso Editorial.
<R->
<p>
Vocabulrio
<R+>
Divulgar: v. Tornar pblico, fazer com que algo seja do conhecimento
de muita gente.
Revisado por Paulo Felicssimo Ferreira
<R->
::::::::::::::::::::::::
Garota corajosa
Zalec ria tanto que j estava com dor de barriga. As piadinhas que
faziam com sua colega estavam cada vez melhores. Tanta risada dava
com os amigos, que nem percebeu que uma garota gordinha chorava em um
canto da sala de aula.
Depois foi a vez de rir do menino que usava culos, em seguida do
que vestia roupa cor-de-rosa. Tambm gozaram da menina de perna fina
e da que jogava futebol. No escapava ningum.
-- a melhor escola do mundo. Todo dia rio sem parar disse o
prncipe na sala de aula.
A gordinha, ento, quebrou o silncio.
-- Para voc, fcil rir da cara dos outros. Ningum tem coragem
de zoar o filho do rei. Mas fique sabendo que voc bem esquisito. E
que, a cada vez que goza da cara dos outros, mostra ser uma pessoa de
pssimo corao.
O clima na sala de aula ficou tenso. Com certeza Zalec contaria
para o rei, e a menina teria graves problemas. Mas no foi o que
aconteceu. O prncipe foi embora em silncio naquele dia. Ser que a
colega tinha razo?
*Bullying*
Viram em que situao
Zalec se envolveu? Acho que todo mundo j
passou por algo parecido. Na escola, no clube ou no prdio, sempre
rola um momento em que um grupo de amigos se une para rir
de uma
pessoa. Rir de algum, ou fazer comentrios maldosos, *bullying*: uma
atitude muito perversa. Usar as caractersticas de algum para
faz-la se sentir mal tem consequncias desagradveis.
E no s para quem alvo das brincadeiras, mas tambm para os
engraadinhos. Se voc est sofrendo com esse tipo de zoeira sem
graa, converse com um adulto. E se costuma ser o autor das
piadinhas, est na hora de parar um pouco e pensar se gostaria que o
mesmo acontecesse com voc.
uma delcia rir com os amigos, mas triste rir dos amigos. A
diferena entre
<p>
com e dos pode fazer de voc uma pessoa muito
melhor.
<R+>
Fonte: Revista *Recreio* -- n.o 910.
<R->
oooooooooooo
<R+>
Leio, Logo Escrevo -- textos dos alunos do IBC
Primeira fase
Nomes: Ptala Felipe e Yasmin Cavalcanti Lima
Turma: 403
<R->
Nosso primeiro piquenique
Numa quarta-feira, nossa turma fez seu primeiro piquenique.
Estavam l as professoras Carla e Regina, o professor Bruno e ns
(Ptala,
Stephanie, Mayara e
Yasmin). Foi pena que o Joel e a Camila
faltaram.
Ns nos sentamos na grama, perto da pista de corrida, e
forramos o cho com uma toalha para comer. O lanche era: sanduche de
queijo, bolo de chocolate, torta salgada, batata frita. Tomamos suco
de uva e de pssego.
Estava sol e ns estvamos muito alegres. Cantamos,
conversamos e comemos bastante.
Antes de ir embora, colocamos nosso lixo no saquinho para
jogar na lixeira.
Piquenique legal porque a gente lancha todo mundo junto e
ao ar livre e a gente se diverte.
Foi muito bom nosso primeiro piquenique!
Revisado pela Comisso
Editorial
oooooooooooo
<p>
Seo Juvenil
Quebra-Cuca
Caa-Palavras
Localize as seguintes palavras relacionadas cozinha: panela,
garfo, copo, faca, saleiro, esponja, prato.
Lembre-se de que a busca deve ser feita horizontal e
verticalmente.
<F->
k p a n e l a i v c
s u n o w o l o
a e s p o n j a a p
l d r i n u m o i o
e r i f a c a e x y
i j b v s p v f x g
r y i e i i o u g a
o y u j g s z v v r
o n w y l i o f f
p r a t o t k k h o
<F+>
::::::::::::::::::::::::
<p>
Desafios
<R+>
1. Elimine as letras p, e, l, m da palavra a seguir e descubra o nome
da camada que protege a Terra da radiao solar:
polmzmlneipo
2. Relacione a 1 coluna com a 2 coluna:
<R->
1 coluna
1. Atmosfera
2. Hidrosfera
3. Litosfera
2 coluna
a- gua
b- terra firme
c- ar
<R+>
3. Desembaralhe as letras e saiba de quem Casco, Cebolinha e Xaveco,
personagens de A turma da Mnica, esto fugindo.
<p>
c -- h -- r o r -- c -- o -- a
o -- r -- a -- b -- v
4. Desembaralhe as letras de cada conjunto para saber os tipos de
filme que a Maria Cebolinha, personagem de A turma da Mnica, no
gosta de assistir.
1: fcio
2: drmaa
3: torerr
4: avetrnua
5. Coloque as letras com nmeros mpares em ordem crescente e
descubra qual sal mineral pode ser encontrado nas mas.
11=r 13=o 1=f 7=f 2=a 8=b 3= 5=s 9=o 4=e 6=g
6. Coloque os nmeros em ordem crescente e descubra o
<p>
nome da cincia
que estuda o Universo.
3=no 2=tro 5=a 1=as 4=mi
7. Elimine as letras c, o, t para descobrir a estao em que as
macieiras florescem.
c o p o i c v o r t c o t m a t e r
-- a
Respostas
1. Oznio
2. Atmosfera ar
Hidrosfera gua
Litosfera terra firme
3. Cachorro bravo
4. 1: fico; 2: drama;
3: terror; 4: aventura
5. Fsforo
6. Astronomia
7. Primavera
<R->
oooooooooooo
<p>
Voc Sabia?
O que faz com que tudo tenha
sombra?
Na verdade, no so os objetos que possuem sombra. Trata-se
apenas de uma regio que no atingida pela luz por existir um
obstculo na frente. o caso do nosso corpo: a luz no consegue
ultrapass-lo e fica impedida
de atingir algum ponto, onde se forma a
sombra.
Por que a luz solar
essencial para os seres
humanos?
Porque ela gera calor e estmulos para o corpo. Por exemplo:
ajuda a regular o sono, traz alegria e disposio. Alm disso, a luz
do sol responsvel por ativar a vitamina D em nosso organismo. Essa
vitamina muito importante: trabalha na fixao do clcio nos ossos
sem o clcio, eles ficam desgastados.
<R+>
Fonte: Revista *Recreio* -- n.O 908.
Mestres da sobrevivncia
Para se livrar de predadores, alguns animais adotam comportamentos
bem
diferentes
<R->
Superfamoso
O camaleo fera na arte de se misturar paisagem em que vive
(frica e alguns locais da Europa). Tantas mudanas de visual
acontecem graas capacidade do bicho de controlar a concentrao de
pigmentos nas clulas da prpria pele. Assim, o camaleo pode ficar
verde ou alaranjado, por exemplo. Alm de ser uma defesa contra
predadores, o mecanismo faz com que o animal se aproxime de presas
sem ser notado.
1,2,3... Transformar!
Basta o tatu-bola se ver diante de um momento de perigo para a
transformao acontecer: ele se fecha e ganha formato de bola.
desse jeito que protege as partes mais moles do corpo. O tatu-bola
habita as regies de caatinga e cerrado do Brasil. No h registros
de outro bicho que se comporte assim na natureza.
Um graveto esquisito
O bicho-pau mede at 22 centmetros e mora em florestas e
plantaes da Amrica do Sul, servindo de alimento para aves e
lagartos. Mas, antes que vire jantar, ele usa o prprio visual para
se defender. Afinal, tem cor de graveto e pode se camuflar entre
eles: fica parado e passa facilmente por um galho fininho. Nesse
momento, se precisar se mover, anda devagar, dando a impresso de ser
conduzido pelo vento.
Corpo mgico
Pequena em relao s outras corujas, a mocho-de-faces-brancas
tem, em mdia, 20 centmetros de comprimento com as asas abertas e
ainda possui olhos grandes, que chamam a ateno dos predadores. Por
isso, se est ameaada, retrai as penas, alonga o corpo e deixa os
olhos levemente abertos. Dessa forma, camufla-se entre os troncos. Se
for preciso assustar um adversrio nas florestas africanas onde vive,
essa coruja levanta as asas, causando a impresso de ser maior.
*X-men* animal
Voc conhece o potto? Esse primata de at 40 centmetros de
comprimento vive em algumas florestas tropicais africanas, no topo de
rvores. Ali, consegue alimentos (frutas e insetos) e se esconde de
predadores. Se for visto, comea a transformao: da regio do
pescoo surge um tipo de escudo espinhoso, coberto por uma camada de
pele sensvel e pelos grossos. Assim, ele tem uma chance de se
defender.
Cad o rabo?
Sabe como a lagartixa evita ser a prxima refeio de outros
bichos? Ela solta um pedao da prpria cauda! A parte perdida
continua se mexendo sozinha por um tempo, distraindo o predador.
Cerca de trs semanas mais tarde, o rabo se regenera, s que mais
grosso ou torto. A lagartixa pode repetir a ttica em outros momentos.
E o *Oscar* vai para...
O gamb! Esse mamfero mestre em se fingir de morto -- uma
caracterstica conhecida como tanatose. Ao se sentir ameaado, ele
no apenas deita, como se tivesse morrido, mas diminui a respirao e
os batimentos cardacos. Alm disso, exala um cheiro ruim, que faz o
predador pensar que o corpo est apodrecendo.
<R+>
Fonte: Revista *Recreio* -- n.o 902.
<R->
Vocabulrio
<R+>
Caatinga: s. f. Tipo de vegetao caracterstica do Nordeste
Brasileiro, em que predominam pequenas rvores espinhosas que perdem
as folhas ao longo da estao seca.
Cerrado: s. m. Vegetao caracterstica do Planalto Central
brasileiro, com rvores espalhadas, geralmente pequenas, retorcidas,
de cascas grossas e razes profundas.
Predador: s. m. Animal que destri com violncia outro
animal,
geralmente para se alimentar.
Primata: s. m. Espcime dos primatas, ordem de mamferos que inclui o
homem e os macacos.
<R->
oooooooooooo
Vamos Rir?
Era meia-noite, um homem passava em frente ao cemitrio e
percebeu que uma mulher o acompanhava:
-- A senhora no tem medo de passar em frente ao cemitrio a
essa hora da noite?
-- Eu s tinha medo quando estava viva!
Joozinho traz para o pai o recibo da mensalidade escolar.
-- Meu Deus! Como caro estudar nesse colgio.
Joozinho responde:
-- E olhe, pai, eu sou o que menos estuda na minha classe.
No mdico:
-- Doutor, minha filha est h dois dias na piscina! O que ela tem?
-- Nada demais!
O que , o que ?
O que o fim do ano e o Rio Grande do Norte tem em comum?
R: Natal.
Voc sabe por que as mes no sentem frio?
<p>
R: Porque elas esto cobertas de razo!
O que o baterista foi fazer no mdico?
R: Uma bateria de exames.
Qual a palavra que tem oito letras e, se tirar quatro, ainda
fica com oito?
R: Biscoito.
Qual o suco mais demorado de se fazer?
R: O suculento.
O que ? O que ? No pode faltar no p?
R: O acento agudo.
O que se joga, mas tambm se usa?
R: O tnis.
O que acontece com a vaca quando faz muito exerccio?
R: Ela fica malhada.
Por que a agulha sempre tem problemas?
R: Porque ela s se mete em furadas.
oooooooooooo
Historiando
Lutas milenares
<R+>
<s->
Voc pratica alguma arte marcial? Carat, *Kung Fu*, Jud e vrias
outras esto includas nesta histria! Conhea a origem de tudo isso.
<s+>
<R->
difcil saber quando as lutas chamadas de artes marciais
apareceram. Elas foram criadas ao longo do tempo, conforme a evoluo
da sociedade e as necessidades de defesa que o ser humano passou a
ter. O que se sabe que, cerca de 5 milhes de anos atrs, quando
nossos ancestrais comearam a se defender de perigos e a usar
ferramentas (pedao de pau ou pedra), teve incio a arte de combate.
O tempo fez com que cada civilizao antiga, como gregos,
africanos e maias, desenvolvessem as prprias formas de defesa o
arco e flecha, por exemplo, surgiu entre os ndios da Amrica. Esses
mtodos foram sendo aperfeioados e passados para outras geraes.
Mas a origem do que conhecemos hoje como artes marciais est na
China. Por l, elas so chamadas de *WuShu*, palavra chinesa que
significa arte da guerra.
O termo arte marcial apareceu na Roma antiga e est ligado a
Marte, deus da guerra.
Apesar de terem surgido em situaes de combate, a prtica no se
limita apenas a aprender a lutar. O que se ensina tambm inclui: a
busca pela harmonia, paz e no violncia entre pessoas, alm da base
para uma vida melhor em sociedade (com ideias como respeitar os mais
velhos). E tem mais: ao canalizar sua energia na prtica esportiva, a
pessoa se torna mais tranquila e ganha confiana para encarar os
desafios do dia a dia.
Um dos principais benefcios das artes marciais o treino da
respirao. Mas essa prtica tambm exige concentrao (para no ser
atingido pelo adversrio), trabalha a coordenao motora (devem ser
usados pernas e braos no momento certo) e melhora o raciocnio (
preciso criar estratgias para vencer uma luta).
<R+>
As principais artes marciais at se parecem, mas esto longe de serem
iguais:
<R->
Carat -- Origem: Japo
Est focado em chutes e socos. medida que o atleta avana de
nvel e troca de faixa (vai da branca para iniciantes at a preta
para os mais avanados), aprende mais golpes, como rasteiras. Alm do
treino e da qualidade tcnica dos chutes e socos, para passar de
fase, preciso saber os *katas*, um tipo de coreografia com os ataques
necessrios.
Jud Origem: Japo
O objetivo derrubar o adversrio e imobiliz-lo, terminando
com uma chave de brao (estrangulamento). Chutes e socos so usados
apenas em treinos e no so vlidos nas competies. Conforme o
atleta progride, troca de faixa: o iniciante usa a branca e o mais
avanado tambm usa a cor branca ou a vermelha.
<p>
*Kung Fu* -- Origem: China
Os golpes com os ps e as mos so marcantes. A inspirao veio
de bichos, como a fora do tigre e a rapidez da guia. Dependendo do
nvel do praticante, o treino envolve armas como o *gun* (basto).
*Muay Thai* -- Origem:
Tailndia
conhecida como arte das Oito Armas, por causa da ao combinada
de punhos, cotovelos, joelhos, canelas e ps. As tcnicas so
parecidas com as do boxe: os golpes do *Muay Thai* tm como finalidade
derrubar o adversrio e so bastante certeiros!
*Taekwondo* -- Origem:
Coreia
H golpes com pernas e braos. Em competies, no vale agarrar o
adversrio. O sistema de pontos conta com acessrios eletrnicos no
colete e nas meias, pois a intensidade do golpe levada em
considerao: quando um atleta recebe um chute, os objetos se
comunicam.
*Tai Chi Chuan* Origem:
China
uma prtica fsica e mental, que herdou milnios de cultura e
pesquisa emprica sobre movimento corporal, sade, circulao de
energia e meditao. O *Tai Chi Chuan* pode ser um meio de lev-lo a um
modo de viver mais integral e a um estado de esprito mais feliz, a
um contato mais prximo consigo e a ter mais vitalidade e sade.
<p>
Luta na telona
Nascido em So Francisco (Estados Unidos), em 1940, o ator Bruce
Lee considerado um dos responsveis por espalhar as artes marciais
pelo mundo. Quando criana, ele viveu em Hong Kong (China), onde
treinava *Kung Fu* e *Tai Chi Chuan*. Aos 18 anos, de volta aos Estados
Unidos, comeou a ensinar artes marciais. Esteve em dezenas de
filmes, como *O Voo do Drago* (1972). Bruce Lee morreu em 1973.
<R+>
Fonte, com alteraes:
Revista *Recreio* -- n.o 908.
Vocabulrio
Ancestral: s. 2 g. Pessoa da qual outras descendem; antepassado.
Emprico: adj. Que provm de experincia prtica ou de observao;
sem comprovao cientfica.
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oooooooooooo
Leitura Interessante
A semente da verdade
O imperador precisava achar um sucessor. Sem filhos, nem
parentes prximos, ele decidiu chamar todas as crianas do reino.
Thai foi uma delas. Ele era um timo menino. Dedicava-se ao
jardim de sua casa, e cada planta tocada por ele crescia viosa e
forte.
No dia marcado, dirigiu-se at o palcio, onde havia milhares
de pequenos sditos. O imperador disse:
-- Crianas, preciso escolher o meu sucessor entre vocs. Vou
lhes dar uma tarefa. Aqui esto algumas sementes, e quero que vocs
as cultivem. O trono ser daquele que me trouxer, daqui a um ano, a
planta mais bonita.
Thai era um excelente jardineiro e com certeza faria muito bem
o que o imperador pediu. Porm, por mais que se esforasse, a semente
no brotava. O menino fez tudo o que podia, mas seus esforos no
adiantaram.
At o dia de apresentar a planta ao imperador, a semente de
Thai no havia brotado, e o menino estava to preocupado que no
queria enfrentar as outras crianas; porm, seu av disse:
-- Voc honesto. V at o imperador e diga a verdade. Sua
dedicao foi mxima, mas a semente no brotou. No se envergonhe,
querido, apenas explique o que voc fez, pois devemos sempre agir com
honestidade, buscando a felicidade, sem que a nossa alegria faa
algum infeliz.
Thai obedeceu ao av e foi ao palcio. Entretanto, ao chegar
l, ficou assustado, pois era a nica criana que no levava consigo
uma belssima planta.
O imperador chamava as crianas e examinava os vasos. No
sorria nem demonstrava contentamento.
Thai estava muito nervoso, pois, se o imperador no havia at
agora aprovado aquelas plantas maravilhosas, o que no diria de seu
vaso sem nada?
Thai foi ficando para trs e, quando se deu conta, era o ltimo
da fila. Mas sua vez chegou e ele no poderia mais adiar o encontro
com o imperador.
-- Vejamos, meu jovem, o que tem a para mim?
Thai no pde mais evitar as lgrimas. Com a cabea baixa,
mostrou o vaso ao imperador e disse:
-- Senhor, sou um jardineiro, e uma das minhas virtudes a
perseverana, mas, por mais que eu tenha me esforado, a semente no
brotou. Meu av ajudou a pensar sobre o que fazer, e optei por dizer
a verdade, contar meu esforo e pedir-lhe perdo.
-- No se envergonhe, criana, voc fez o certo. A sua grande
virtude foi dizer a verdade, pois eu havia queimado todas as sementes
e nenhuma poderia germinar. Portanto, voc foi o nico que, de fato,
plantou a semente da verdade.
Algumas vezes a verdade no to bonita quanto uma flor, mas
precisamos encar-la
<p>
com coragem para vencer os grandes desafios.
<R+>
Fonte: *A semente da verdade*, editora Educar DPASCHOAL, 2005.
Vocabulrio
Optar: v. Escolher, decidir-se por algo entre vrias possibilidades.
Perseverana: s. f. Constncia; persistncia.
Sdito: s. m. Pessoa submetida autoridade de um rei, rainha ou
outro soberano; vassalo.
Viosa: adv. Com frescura; com exuberncia.
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Cuidando do Corpo e da
Mente
Gravidez na adolescncia
A adolescncia, idade compreendida, segundo a Organizao
Mundial da Sade, entre 10 e 19 anos, uma poca de vrias
descobertas. O pico nos nveis hormonais, por exemplo, pode levar
ao incio da vida sexual, que pode acontecer de forma desprotegida.
grande a parcela da populao jovem que ignora a existncia
de mtodos contraceptivos ou, simplesmente, conhece-os, mas no os
adota. Com isso, observa-se o aumento de doenas sexualmente
transmissveis, alm da gravidez indesejada nessa faixa etria.
Dados de 2011 mostram que o pas teve 2.913.160 nascimentos,
sendo 533.103 nascidos de meninas com idade entre 15 e 19 anos e
27.785 nascidos de meninas entre 10 e 14 anos. Vale salientar
ainda
que cerca de 30% das meninas que engravidam na adolescncia acabam
tendo outro filho no primeiro ano ps-
-parto.
A gravidez na adolescncia pode ter diversas causas. Algumas
meninas relatam, inclusive, que a gravidez foi desejada. Entretanto,
independentemente das causas e desejos de cada adolescente, fato
que a gravidez precoce um problema de sade pblica, uma vez
que causa riscos sade da me, do beb e tem impacto
socioeconmico, pois muitas das grvidas abandonam os estudos e
apresentam maior dificuldade para conseguir emprego.
Apesar do que muitos pensam, os adolescentes dos dias atuais
possuem conhecimento sobre a existncia de mtodos contraceptivos,
uma vez que informaes so fornecidas nas escolas, televiso e at
mesmo pela internet. Entretanto, a maioria no sabe prevenir-se de
forma adequada, no compreendendo o funcionamento de cada mtodo,
utilizando-o de maneira errnea ou, simplesmente, abandonando seu uso
por questes pessoais.
Muitas mulheres afirmam no utilizar a camisinha por objeo do
parceiro ou, ainda, por terem um relacionamento estvel com um nico
homem e, por isso, no veem a necessidade do uso de mtodos
anticoncepcionais. Alm disso, entre os adolescentes, comum o
pensamento de que uma gestao nunca aconteceria com eles.
Esse pensamento imaturo tambm contribui para a no adeso de mtodos
contraceptivos.
importante destacar que, apesar de ocorrer em diferentes
grupos, a gravidez na adolescncia est associada diretamente com
baixa renda, baixa escolaridade e pouca perspectiva de
futuro. Diversos estudos comprovam essa relao, inclusive dados
governamentais.
Muitas pessoas acreditam que o problema da gravidez na
adolescncia est exclusivamente no fato de muitas mes e pais nessa
idade no apresentarem maturidade e renda suficiente para criar uma
nova vida. Entretanto, o problema vai alm dos fatores psicolgicos e
econmicos.
A mulher grvida precocemente pode apresentar srios problemas
durante a gestao, inclusive risco de morte. Entre os fatores
biolgicos que merecem destaque, podemos citar os riscos de
prematuridade do beb e baixo peso, morte pr-natal,
anemia, aborto natural, pr-eclmpsia e eclmpsia, risco de ruptura
do colo do tero e depresso ps-parto.
Dados do Ministrio da Sade mostraram um total de 274 mortes
relacionadas com a gravidez em adolescentes em 2004. Essas mortes,
alm das causas obsttricas, podem estar relacionadas com a tentativa
de aborto, comum em adolescentes grvidas. Alm da morte das mes,
observa-se que a morte infantil maior em crianas nascidas de
adolescentes com menos de 15 anos, quando comparadas com as mulheres
com idade entre 25 e 29 anos.
Apesar de todos os riscos, fundamental informar que a maioria
dos problemas decorrentes da gestao em mulheres muito
jovens poderia ser evitada com um pr-natal eficiente. Entretanto,
pesquisas descrevem que mulheres que engravidam muito novas
geralmente tentam esconder a gravidez e simplesmente no realizam o
pr-natal no momento adequado. Alm disso, comum a tentativa de
interrupo da gestao, o que retarda ainda mais a procura por
assistncia mdica especializada.
<R+>
Fonte:
~,http:brasilescola.uol.~
com.brbiologiagravidez-~
adolescencia.htm~,
Vocabulrio
Eclmpsia: s. f. Sria complicao da gravidez, caracterizada por
convulses.
Errnea: adv. Incorreta.
Mtodos contraceptivos: Mtodos que evitam a gravidez indesejada e
devem ser escolhidos com a ajuda de um mdico e em comum acordo entre
o casal.
Objeo: s. f. Oposio.
Obsttrico: adj. Relativo obstetrcia, ramo da medicina que trata
da gravidez, do parto e do perodo imediatamente aps o parto.
Pr-eclmpsia: s. f. Presena de presso arterial alta em mulher
grvida.
Retardar: v. Transferir para depois; deixar para mais tarde; adiar.
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Leio, Logo Escrevo -- textos dos alunos do IBC
Segunda fase
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Nome: Eduarda Pontes de
Souza
Turma: 702
Se eu fosse um anjo,
Estaria aqui pra te guardar.
Mas, como sou humano,
Estou aqui pra te amar.
<p>
No sou poeta;
Poeta no posso ser.
Poeta pensa muito,
E eu s penso em voc!
Nome: Guilbert Pinho
Turma: 701
Frase preferida: Desenhista
sempre.
<R+>
s vezes quero sumir e nunca mais voltar.
J que no posso fazer o que eu quero,
Resolvi deixar pra l.
Ser que sou bobo?
No sei; s o tempo vai
dizer.
J que no consigo resolver,
melhor eu desistir de voc.
Nome: Marcos Vincius Amaral Coelho
Data de Nascimento: 05/01/2000
Local de Nascimento: Rio de Janeiro-RJ
Turma: 702
Frase preferida: Peo a Deus sempre que eu tenha fora interior para
suportar todas as dores do mundo, cada dia mais disposto para crescer
e aprender o que amor e o que amar.
<R->
Menina
Se tudo fosse como pensamos,
Pelo menos com as boas
coisas,
Eu seria mais feliz.
Vai passando o tempo,
Perde-se no espao.
Feito um lao,
Me ato a voc.
Flor que exala meigo perfume
Faz bater depressa meu
corao.
Ah, menina!
Seu rosto de anjo me fascina!
<p>
Seu olhar to puro e doce,
Suas mos to fofas e
gostosas...
Ah, menina!
Seu rosto de anjo me fascina!
H tempos procurei uma luz
que me guiasse nessa vasta
escurido
E no amor encontrei.
Bela como seu sorriso
Suave como sua expresso...
Ah, menina!
Seu rosto de anjo me fascina!
Sua voz to calma e
angelical,
Seus toques to suaves e
inofensivos fazem fluir
dentro de mim a paz
que voc
me traz...
Ah, menina!
Seu rosto de anjo me fascina!
<p>
Assim, perdido, pareo um
simples menino
Apaixonado por voc
Tenho a sensao de estar
permeado,
Puro, acabado,
Abandonado em seus braos,
Braos fofos e delicados.
Um aconchego para um menino
apaixonado.
Vai passando o tempo,
Perde-se no espao.
Feito um lao,
Me ato a voc.
Flor que exala meigo perfume
Faz bater depressa meu
corao.
Ah, menina!
Seu rosto de anjo me fascina!
Seu olhar to puro e doce,
Suas mos to fofas e
gostosas...
<p>
Ah, menina!
Seu rosto de anjo me fascina!
Revisado pela Comisso
Editorial
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Tirinhas
Mutts
O cachorro Duque e o gato Chuchu so os personagens principais do
livro Mutts Os Vira-latas, primeira verso brasileira que rene
aventuras dos dois amigos nas tiras criadas em 1994 por Patrick
McDonnell. Por meio de histrias de amizade e da defesa dos animais,
o cartunista conquistou espao em 700 jornais, espalhados por 20
pases do mundo e recebeu elogios de veteranos como Charles Schulz,
criador de
<p>
Charlie Brown.
A tira gira em torno do relacionamento entre Chuchu e seu
vizinho, Duque. A amizade deles est focada nas diferenas entre ces
e gatos como animais de estimao. Duque um animal amigvel, gosta
da companhia de humanos e adora brincar no quintal. Chuchu
normalmente mostra-se indiferente em relao aos humanos, a no ser
quando alimentado, e prefere ficar dentro de casa, brincando
sozinho.
Duque vive com Ozzie, um solteiro. Eles adoram a companhia um
do outro e costumam passear juntos. Duque uiva de solido quando
Ozzie no est em casa e passa a maior parte de seu tempo livre com
Chuchu, seja dentro de casa, seja errando pela cidade, visitando
outros animais domsticos. Ele adora comer, tanto a comida dos
humanos quanto sua rao de cachorro.
Chuchu vive na casa vizinha de Duque com seus donos humanos
Millie e Frank e um peixinho chamado Sid. Chuchu um tanto recluso e
muitas vezes prefere ficar dentro de casa e tirar uma soneca, ou
brincar com sua meia cor-de-
-rosa ao invs de ir l fora brincar com
Duque. Chuchu no gosta de andar de carro e
come comida humana sempre
que tem oportunidade.
<R+>
Fontes, com alteraes:
~,http:revistacrescer.~
globo.comRevista~
Crescer0,,EMI73420-~
17326,00`.html~,
~,http:papirodigital.~
comquadrinhosmutts-~
os-vira-latas-de-~
patrick-mcdonnell~,
<p>
Vocabulrio
Cartunista: s. 2 g. Pessoa que cria e desenha cartuns, desenhos
humorsticos de carter crtico.
Recluso: adj. Afastado do convvio, isolado.
<R->
<R+>
_`[{tirinha "Mutts" em trs quadrinhos; adaptada a seguir_`]
1`) Chuchu e Duque olham para Ozzie, que est sentado lendo jornal.
Chuchu pergunta: Quem esse a?
Duque responde: Esse o meu Ozzie.
2`) Chuchu pergunta: O que um Ozzie?
Duque responde: Ele o cara que me alimenta, me d petiscos, coa a
minha barriga, me leva pra passear... o meu Ozzie.
3`) Chuchu pergunta: Onde que eu arranjo um?
<p>
Duque responde: difcil, esse a j meu.
_`[{tirinha "Mutts" em trs quadrinhos; adaptada a seguir_`]
1`) Millie abre a porta para Chuchu e Duque. Ela diz: Oooh, Frank,
veja s! O Chuchu trouxe um amiguinho. Que lindo!
2`) Duque pergunta: Quem ela?
Chuchu responde: A amvel senhora que mora aqui comigo.
3`) Frank, em p, grita: Millie! O que esses dois pulguentos esto
fazendo aqui dentro?!
Duque, olhando para Frank, pergunta: Quem esse?!
Chuchu responde: No fao a menor ideia.
<p>
_`[{tirinha "Mutts" em quatro quadrinhos; adaptada a seguir_`]
1`) Chuchu e Duque conversam embaixo de uma rvore. Chuchu pergunta: Como
voc consegue?
Duque responde: O qu?
2`) Chuchu diz: Aprender truques! Eu simplesmente no consigo aprender
nada! Sou muito desligado.
3`) Duque diz: Ah, no deve ser tanto assim.
4`) Chuchu pergunta: Assim o qu?
_`[{tirinha "Mutts" em sete quadrinhos; adaptada a seguir_`]
1`) Duque e Chuchu correm em direo ao telefone que est tocando:
Ring, Ring, Ring.
O gato bate na mesinha, que vira, derrubando o telefone: Bam.
Duque grita: Cuidado!
<p>
2`) Duque e Chuchu olham para o telefone, de onde sai uma voz: Al?
Al?! Tem algum a? No? Ok! A pessoa desliga: Click.
3`) O telefone permanece cado no cho, dando sinal para fazer
ligao: Bzzzzzzz...
Chuchu olha para Duque e diz: Voc o matou.
4`) Olhando para o telefone, Chuchu diz: Uh-Oh, Duque! Voc
destruiu o tagarela!
Duque pergunta: O que isso, Chuchu?
5`) Chuchu diz: A senhora com quem eu moro aperta esses botes e
depois fica falando nessa coisa durante horas! Enquanto fala, Chuchu
tecla no telefone: Beep, Boop, Beep.
6`) Chuchu ordena a Duque: Fala!
<p>
7`) Duque rosna. Do outro lado da linha, um rapaz ouve: Rowf e, em
seguida, diz: Ei, Ralph! pra voc!
Adaptado e Revisado pela Comisso Editorial
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Espao do Leitor
Oi, pessoal. Meu nome Matheus, tenho 19 anos, moro em So Paulo,
capital. Gostaria de divulgar o meu canal do *YouTube*, *link*:
~,http:youtube.com~
matheuslopesrocha~,
No meu canal, fao *cover* de voz e violo de msicas dos mais
diversos gneros. Espero que gostem e se inscrevam. Obrigado.
Oi, meu nome Natlia. Quero fazer novas amigas virtuais pelo
e-mail, que : ~,nataliamartinsbermudes@~
gmail.com~,
Um abrao a todos!
Vocabulrio
<R+>
*Cover* (ingls): Pessoa ou grupo de pessoas que se
apresenta imitando
um artista ou conjunto musical famoso.
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xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo
Fim da Obra
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Transcrio: Diogo Silva Mller Dunley
Reviso Braille: Joo
Batista Alvarenga e Elvis Filgueiras Ramos
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