Ir para o Conteúdo 1 Ir para a Página Inicial 2 Ir para o menu de Navegação 3 Ir para a Busca 4 Ir para o Mapa do site 5
Abrir menu principal de navegação
IBC
Termos mais buscados
  • imposto de renda
  • inss
  • assinatura
  • cnh social
  • mei
Termos mais buscados
  • imposto de renda
  • inss
  • assinatura
  • Acesso à Informação
    • Institucional
      • Apresentação
      • Agenda da Autoridade
      • Documentos importantes
      • Competências
      • Estrutura organizacional
      • Horário de funcionamento
      • Quem é quem
      • Localização
      • Marca Institucional
    • Ações e programas
      • Indicadores de resultado
      • Iniciativas por área finalística
      • Programas financiados pelo FAT
      • Renúncia de receitas
    • Agenda da Autoridade
    • Auditorias
      • Auditorias/ações governamentais e proteção de dados
      • Auditorias anuais
      • Auditorias/Relatórios de Gestão
      • Relatório anual de atividades de auditoria interna (RAINT)
    • Comissão de Ética
    • Convênios e Transferências
    • Dados Abertos do IBC
    • Informações classificadas
    • Licitação e contratos
    • Painel Lei de Acesso à Informação (LAI)
    • Participação Social
      • Carta de Serviços ao Cidadão
      • Consultas públicas / pesquisas de opinião
      • Interação com a sociedade
    • Perguntas Frequentes
    • Receitas e Despesas
    • Relatórios (Documentos Institucionais)
    • Seleções e Concursos
    • Servidores
    • Serviço de Informação ao Cidadão (SIC)
  • Assuntos
    • Comunicados
      • Boletins de Serviço
      • Plano Contingencial de Enfrentamento à Covid-19 (confira a 4ª edição, atualizada)
    • Debates Institucional
      • Ações de Debates - Relatórios, Atas e demais documentos discutidos e/ou produzidos
    • Notícias
  • Calendários
    • Calendário acadêmico
      • Educação Básica
      • Mestrado
      • Especialização
      • Residência
      • Programa de Reabilitação
    • Calendário da Formação Continuada (fluxo dinâmico)
      • Programação dos cursos de Extensão
    • Calendário das Reuniões Ordinárias do Conselho Diretor
      • Calendário das Reuniões Ordinárias do Conselho Diretor
    • Calendário Institucional
      • Calendário Institucional - 2025
  • Canais de Atendimento
    • Fale Conosco
    • Fala.BR
  • Centrais de conteúdos
    • Fique por dentro
    • Podcasts
      • Conexão Jovem IBC
      • Fala CEaD-IBC!
      • Muito a contar
      • PODfalar, RBC!
      • PODVER: o podcast da audiodescrição
      • Ser Social /IBC
      • CLB - Entre Pontos
      • Garotas Cientistas do IBC e do IFRJ
    • Projetos
      • Cegueira e Baixa Visão
      • Memória IBC (site antigo)
      • Memória IBC
    • Publicações
      • Documentos institucionais
      • Fluxograma (Licitação e Dispensa)
      • Portarias de Pessoal (designações e contratos temporários)
      • Portarias Normativas
      • Publicações Infantojuvenis acessíveis
      • Publicações técnico-científicas
      • Regimentos das comissões e demais colegiados
      • Revista em tinta ampliada para o público em geral
      • Revistas em braille para o público em geral
      • Plano Contingencial do IBC para Enfrentamento da Covid–19
      • IBC no Diário Oficial da União (DOU) - Seções 2 e 3
    • IBC 170 anos
      • Por dentro do IBC
      • Você sabia...
      • Linha do tempo
      • Depoimentos
      • Programação
      • Nova logomarca
    • Redes Sociais
      • Youtube
      • Instagram
      • Facebook
      • Flickr
    • 200 anos do Sistema Braille
      • 200 anos do Sistema Braille
    • Site antigo
  • Composição
    • Competências
    • Gabinete da Direção-Geral
    • Departamentos do IBC
      • Departamento de Administração (DADM)
      • Departamento de Educação (DED)
      • Departamento de Estudos, Pesquisas Médicas e de Reabilitação (DMR)
      • Departamento de Planejamento (DPLAN)
      • Departamento de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão (DPPE)
      • Departamento Técnico-Especializado (DTE)
      • Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT)
  • Ensino
    • Docentes
    • Educação Básica
      • Educação Básica no IBC (visão geral)
      • Educação Infantil
      • Ensino Fundamental
      • Ensino Médio
    • Educação Superior
      • Pós-Graduação Lato Sensu
      • Pós-Graduação Stricto Sensu
      • Programa de Residência Docente (PRDIBC)
      • Universidade Aberta do Brasil - UAB
  • Extensão
    • Acompanhamento de egressos
    • Certificados
    • Cursos
    • Estágio e emprego
    • Eventos de extensão
    • Política de Extensão do IBC
    • Prestação de serviço voluntário
    • Prestação de serviços vinculados às ações de extensão
    • Programas
    • Projetos
    • Visitas
    • Projetos DEA/DPPE
      • Projeto Apoio a instituições para formação continuada na temática da deficiência visual
      • Cursos de extensão
  • Eventos
    • Eventos institucionais e comemorativos
    • Eventos educativos, tecnológicos e científicos
    • Eventos artísticos, culturais e escolares
  • Formação de turmas
    • Formação de turmas 2026
    • Formação de turmas 2025
    • Formação de turmas 2024
  • Memória
    • Projeto Memória IBC
    • Projeto Memória IBC (site antigo)
  • Núcleos de atendimento especializado
    • Núcleo de Atendimento e Pesquisa em Educação Inclusiva e Arte (NEART)
    • Núcleo de Atendimento Educacional à Pessoa com Surdocegueira (NAEPS)
    • Núcleo de Apoio à Inclusão no Trabalho (NAIT)
  • Pesquisa e Tecnologia
    • Centro de Estudos e Pesquisas do IBC
      • Grupos de pesquisa vinculados ao Centro de Estudos e Pesquisas do IBC
      • Pesquisas cadastradas no Centro de Estudos e Pesquisas do IBC
      • Desenvolvimento de pesquisa no IBC
      • Boletins
    • Materiais especializados
      • Livros falados
      • Livros em braille
      • Livros ampliados
      • Materiais didáticos grafotáteis e ampliados
      • Materiais tridimensionais
      • Referências para produção de materiais em braille
      • Revistas em braille
    • Publicações técnico-científicas
  • Processos Eletrônicos - SUAP/IBC
  • Seleções e Concursos
    • Concursos públicos
      • 2025
      • 2024
      • 2023
      • 2021
      • 2018
      • 2016
      • 2014
      • 2012
    • Processos Seletivos (contratações, cursos, estágios, voluntariado, publicações, apresentações e participações em eventos etc)
      • 2026
      • 2025
      • 2024
      • 2023
      • 2022
      • 2021
      • 2020
      • 2019
      • 2017
      • 2016
  • Serviços
    • Atendimento clínico e cirúrgico em oftalmologia
    • Bibliotecas
      • Acervo Infantojuvenil
      • Biblioteca Especializada José Alvares de Azevedo (BEJAA)
      • Biblioteca Louis Braille
    • Clube do Livro em Braille - CLB
    • Distribuição de material especializado
    • Orientações sobre acessibilidade
  • Sistemas
    • Glpi
    • Gmail (aluno)
    • Gmail (servidor)
    • SUAP
  • GOV.BR
    • Serviços
      • Buscar serviços por
        • Categorias
        • Órgãos
        • Estados
      • Serviços por público alvo
        • Cidadãos
        • Empresas
        • Órgãos e Entidades Públicas
        • Demais segmentos (ONGs, organizações sociais, etc)
        • Servidor Público
    • Temas em Destaque
      • Orçamento Nacional
      • Redes de Atendimento do Governo Federal
      • Proteção de Dados Pessoais
      • Serviços para Imigrantes
      • Política e Orçamento Educacionais
      • Educação Profissional e Tecnológica
      • Educação Profissional para Jovens e Adultos
      • Trabalho e Emprego
      • Serviços para Pessoas com Deficiência
      • Combate à Discriminação Racial
      • Política de Proteção Social
      • Política para Mulheres
      • Saúde Reprodutiva da Mulher
      • Cuidados na Primeira Infância
      • Habitação Popular
      • Controle de Poluição e Resíduos Sólidos
    • Notícias
      • Serviços para o cidadão
      • Saúde
      • Agricultura e Pecuária
      • Cidadania e Assistência Social
      • Ciência e Tecnologia
      • Comunicação
      • Cultura e Esporte
      • Economia e Gestão Pública
      • Educação e Pesquisa
      • Energia
      • Forças Armadas e Defesa Civil
      • Infraestrutura
      • Justiça e Segurança
      • Meio Ambiente
      • Trabalho e Previdência
      • Turismo
    • Galeria de Aplicativos
    • Acompanhe o Planalto
    • Navegação
      • Acessibilidade
      • Mapa do Site
      • Termo de Uso e Aviso de Privacidade
    • Consultar minhas solicitações
    • Órgãos do Governo
    • Por dentro do Gov.br
      • Dúvidas Frequentes em relação ao Portal gov.br
      • Dúvidas Frequentes da conta gov.br
      • Ajuda para Navegar o Portal
      • Conheça os elementos do Portal
      • Política de e-participação
      • Termos de Uso
      • Governo Digital
      • Guia de Edição de Serviços do Portal Gov.br
    • Canais do Executivo Federal
    • Dados do Governo Federal
      • Dados Abertos
      • Painel Estatístico de Pessoal
      • Painel de Compras do Governo Federal
      • Acesso à Informação
    • Empresas e Negócios
Links Úteis
  • Galeria de Aplicativos
  • Participe
  • Galeria de Aplicativos
  • Participe
Redes sociais
  • Facebook
  • Instagram
  • YouTube
Você está aqui: Página Inicial Centrais de conteúdos Publicações Revistas em braille para o público em geral Revista Pontinhos - txt Anexos Revista-Pontinhos-363-verso-final-3.txt
Info

Revista-Pontinhos-363-verso-final-3.txt

Atualizado em 25/11/2022 17h12

text/plain Revista-Pontinhos-363-verso-final-3.txt — 42 KB

Conteúdo do arquivo

<t->
          PONTINHOS
          
          Ano LVIII, n.o 363, 
          outubro/dezembro de 2017
          Ministrio da Educao
          Instituto Benjamin Constant 
          Publicao Trimestral de 
          Educao, Cultura e 
          Recreao
          Editada e Impressa na 
          Diviso de Imprensa Braille
          Fundada em 1959 por
          Renato M. G. Malcher
          
          Av. Pasteur, 350/368 
          Urca -- Rio de Janeiro-RJ
          CEP: 22290-240
          Tel.: (55) (21) 3478-
          -4457/3478-4531
          E-mail: ~,pontinhos@ibc.~
          gov.br~,
          Site: ~,http:www.ibc.~
          gov.br~,
<p>
          Diretor-Geral do IBC
          Joo Ricardo Melo 
          Figueiredo

          Comisso Editorial
          Carla Maria de Souza
          Daniele de Souza Pereira
          Heverton de Souza Bezerra da Silva
          Joo Batista Alvarenga
          Regina Celia Caropreso
          
          Reviso
          Hylea de Camargo Vale 
          Fernandes Lima
          Paulo Felicssimo Ferreira
  
          Livros Impressos em Braille: uma Questo de 
          Direito 
          Governo Federal: Ordem e Progresso
<p>
                            I
          Transcrio autorizada 
          pela alnea *d*, inciso I, 
          art. 46, da Lei n.o 9.610 de 19/02/1998.

          Distribuio gratuita 
          segundo a Portaria 
          Ministerial n.o 504, 
          17 de setembro de 1949.

          Arquivo da revista disponvel 
          para impresso em Braille: 
          ~,http:www.ibc.gov.~
          brpublicacoesrevistas~,
<p>
<p>
                         III  
Sumrio	

<F->
Seo Infantil	
Cantigas de Roda ::::::: 1
Trava-Lnguas :::::::::: 2
Cordel :::::::::::::::::: 3

Histrias para Ler e 
  Contar	
O primeiro passo :::::::: 4
O menino chamado 
  Lus :::::::::::::::::: 9
Garota corajosa ::::::::: 16 

Leio, Logo Escrevo :::: 19
	
Seo Juvenil	
Quebra-Cuca :::::::::::: 21

Voc Sabia? :::::::::::: 25

Vamos Rir? ::::::::::::: 31
<p>
Historiando	
Lutas milenares ::::::::: 34

Leitura Interessante	
A semente da verdade :::: 41
	
Cuidando do Corpo e da 
  Mente	
Gravidez na 
  adolescncia ::::::::::: 46

Leio, Logo Escrevo :::: 52
	
Tirinhas :::::::::::::::: 57
	
Espao do Leitor ::::::: 64
<F+>
<Tpontinhos 363>
<t+1>
Seo Infantil
 Cantigas de Roda
 
<F->
Trem de ferro

O trem de ferro 
Quando sai de Pernambuco
Vai fazendo xique, xique
At chegar no Cear

O trem de ferro 
Quando sai de Pernambuco
Vai fazendo xique, xique
Com vontade de parar

Rebola pai, rebola me, 
  rebola filha
Eu tambm sou da famlia
Tambm quero rebolar

Minha me me ps na escola
Pra aprender o b--b
A querida professora
Me ensinou a estudar

Sete e sete so quatorze
Com mais sete vinte e um
Tenho sete amiguinhos 
E no brigo com nenhum
<F+>

               ::::::::::::::::::::::::

Trava-Lnguas
  
  Em rpido rapto, um rpido rato raptou trs ratos sem deixar 
rastros.
  Sabendo o que sei e sabendo o que sabes e o que no sabes e o que 
no sabemos, ambos saberemos se somos sbios, sabidos ou simplesmente 
saberemos se somos sabedores.
  Os naturistas so naturalmente naturais por natureza.
  Sobrou salso, salmo, sabo e confuso no cho do salo.
  Setecentos testes testificam setenta teses.
  Os povos de Pindamonhangaba, Paraty, Pirassununga, Pirapora e 
Paraopeba so praticamente parentes do povo de Portugal.
<p>
Vocabulrio

<R+>
Testificar: v. Comprovar, atestar.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

Cordel
 Cordel-Reabilitao

<s->
<R+>
A reabilitao  um setor da escola que mexe com a vida da gente
 Colocou no meu dia a dia um jeito de viver contente
 Quando criana, no se sabe o que vai acontecer.
 Naquele lugar encantado  que aprendemos a crescer.

A menina brincalhona jamais poderia pensar
 Que um dia como o de hoje viesse disso falar
<p>
 Aprendi com toda a turma um monte de atividade
 De manh,  tarde e  noite, viver com responsabilidade.

Agradeo aos professores que agiram comigo assim
 Encaro todos os problemas e consigo ser feliz enfim.
<R->
<s+>

<R+>
Autora: Maria das Graas Santos Dias, aluna atendida pelo 
Departamento de Estudos e Pesquisas Mdicas e de Reabilitao-DMR, do 
Instituto Benjamin Constant.
 Fonte: Livro *Cordel: contos e encantos*.
<R->

               oooooooooooo

Histrias para Ler e Contar
 O primeiro passo
  	
  -- Puxa, me! Queria tanto participar de uma comemorao na escola. 
Ou de uma pea de teatro ou de um campeonato, sei l...
  Marta ficou surpresa, quase deixou cair a tigela que estava lavando:
  -- Mas, Vitria, voc nunca se interessou por essas coisas!
  -- , me. Mas acho que estou perdendo a vergonha. Imagina a cena: 
euzinha toda vestida de azul e branco, homenageando a escola. E no 
meu peito uma faixa com o nome da minha classe. Estou carregando, 
levantando o trofu bem alto, para todos verem. Meus colegas batem 
palmas e gritam o meu nome: Vitria!. Que foi, me?! Para de me 
abraar, pra que tanto beijo?!  s um sonho, t s brincando de 
imaginar. Ainda no ganhei nenhum trofu, no.
  -- Caramba,  mesmo! -- Marta disse, com os olhos marejados  acho 
que acabei me envolvendo com o seu sonho, parecia to real... Mas 
vamos deixar os sonhos para depois, agora preciso fazer o almoo. No 
v se atrasar pra escola. V j arrumar o seu material.
  -- Vestir o uniforme, pentear o cabelo, arrumar o material... Que 
saco, me! Voc tem sempre que me lembrar das coisas chatas.
  Enquanto a filha se arrumava para ir  escola, Marta ficou 
pensativa por uns instantes. Na cozinha, andou pra l e pra c. 
Enfim, tomou uma deciso. Ligou para Celeste, coordenadora do colgio:
  -- Oi, Celeste, aqui  a me da Vitria. Preciso muito falar com 
voc, podemos marcar uma reunio?  um assunto delicado demais para 
ser tratado por telefone.
  -- Claro, Marta. A Vitria est com algum problema com os estudos, 
ou com os colegas?
  -- Por sorte, no! Ela  uma tima aluna, no  mesmo?  disse 
Marta, transbordando de orgulho.
  -- Sim, com certeza. Uma das melhores alunas aqui do colgio. Vamos 
fazer assim: aproveite a hora da entrada da Vitria e d uma 
passadinha aqui na minha sala, a poderemos conversar tranquilamente.
  Ao chegar  escola, Marta foi logo disfarando e dizendo a Vitria:
  -- V indo, filhota, pra sala de aula. Estou apertada, quero passar 
no banheiro. At mais tarde, e boa aula.
  Na sala da coordenadora, Marta contou a Celeste o que a filha havia 
confessado:
  --  isso... Ela quer muito participar de um evento comemorativo.
  Celeste ficou bastante empolgada com a iniciativa da Vitria. Como 
estava bem perto do Dia da Bandeira, a coordenadora e a me 
combinaram um desfile no qual a menina seria a figura principal.
  -- Obrigada, Celeste. A Vitria vai transbordar de alegria.
  -- Ah, e ns tambm!  Celeste disse, com o corao apertado.
  Duas semanas depois, no Dia da Bandeira, Celeste, muito emocionada, 
falou no microfone:
  -- Ateno, alunos e professores! Neste dia to especial,  com 
imenso orgulho que daremos incio  nossa comemorao, com o desfile 
dos alunos da quarta srie C.
  Dito e feito. Quando o desfile teve incio, todos na plateia 
comearam a gritar:
  -- Vitria, Vitria, Vitria!
  A menina foi a primeira a entrar na quadra.
  Vitria desfilava, orgulhosa, na dianteira dos colegas. Sorridente, 
com seu uniforme azul e branco, fazia fora para conter a emoo. 
Presa na sua cadeira de rodas, a alegre e colorida bandeira do 
Brasil. Com a mo direita, de vez em quando Vitria acenava, com 
orgulho, para os pais, os professores e todos os que estavam l.
  
<R+>
Fonte: Revista *Cincia hoje das crianas* -- n.o 250.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

O menino chamado Lus
  
  H muitos anos, em um pas longe daqui, nasceu um menino muito 
esperto chamado Lus.
  Nesse tempo, a vida era muito diferente: as pessoas andavam de 
charrete puxada a cavalo, no tinha telefone, nem luz eltrica; 
computador, nem pensar! Ento todo mundo usava carta para se 
comunicar.
  O pai de Lus fazia sela para as pessoas andarem a cavalo. Era um 
trabalho muito importante, e ele tinha muitos clientes.
  Quando tinha mais ou menos trs anos, Lus pegou um instrumento 
pontiagudo que o pai usava para furar o couro das selas e, sem 
querer, se machucou com ele. Machucou-se bem no olho e ficou cego.
   claro que toda a famlia ficou muito triste com o que tinha 
acontecido. Mas, se voc pensa que por isso Lus deixou de ser uma 
criana esperta, curiosa, bagunceira e alegre, est muito enganado. 
Inteligente, ele acompanhava tudo o que lhe explicavam, guardava tudo 
o que lhe ensinavam.
  Um dia, disseram para os pais dele que, na capital, havia uma 
escola s para crianas como Lus e l ele poderia aprender muitas 
coisas e ter uma profisso.
  -- Mas eu no quero ficar longe do meu filho! -- choramingava a me.
  -- E vo cuidar dele como ns cuidamos? -- perguntava o pai.
  Porm, depois de muito discutir e vendo que poderia ser bom para o 
filho, o casal concordou em mand-lo, apesar das saudades que iriam 
sentir da alegria dele em casa.
  Lus adorou a ideia de ir  escola, porque era louco por estudar. 
Aprendeu muitas coisas; mas, na hora de ler e escrever, no ficava 
satisfeito. As letras eram de madeira, cheias de curvas, imitando o 
alfabeto daqueles que enxergam, e as curvas no ajudavam na leitura 
com o tato.
  -- Um dia, vou criar um jeito de a gente ler e escrever mais 
rpido, com mais independncia -- dizia para os colegas.
  Descobriu, ento, que havia um cdigo feito para os soldados lerem 
mensagens no escuro, sem chamar a ateno dos inimigos.
  -- Que ideia boa! Esse cdigo pode me ajudar a criar o que eu 
quero. Se eles conseguem ler no escuro, leem com os dedos -- pensou.
  E estudou, trabalhou, experimentou, at que... Encontrou!
  -- Vejam! Consegui! Vou mostrar a vocs como funciona o que 
inventei -- disse aos colegas.
  Os mais espertos no demoraram muito a pegar o jeito. Lus tinha 
criado um sistema com pontos para que pudessem escrever e ler. Tinha 
pontuao e tudo! Dava para estudar 
<p>
 matemtica, msica... era genial!
  Os alunos da escola vibraram, pois era muito mais eficiente do que 
o sistema anterior; os professores, nem todos gostaram, pois era um 
jeito esquisito de escrever; a direo chiou:
  -- Aqui no se usa isso. Voc  s um garoto de dezesseis anos. No 
pode achar que vai nos ensinar a dar aula.
  Mas no adiantou muito. Mesmo no sendo oficial, o sistema era 
divulgado entre os alunos e, como vinha gente de outros pases para a 
escola, ele foi se espalhando por outros pases tambm. Quem sabia 
ensinava aos cegos de sua terra natal.
  O sistema de Lus Braille (este era o nome de nosso heri) foi 
parar em outros pases prximos, nos Estados 
<p>
 Unidos, no Brasil... Os 
cegos que tinham passado pela escola trocavam cartas usando o 
sistema, transcreviam livros...
  Assim, a escola teve de ceder e aceitar o Sistema Braille como 
mtodo oficial de leitura e escrita para pessoas cegas. At hoje, 
esse mtodo  usado no mundo inteiro e  to bom que, mesmo a 
informtica que o jovem Lus no conheceu, pode ser adaptada a ele.
  Lus tinha um problema: a cegueira. Mas buscou meios de conviver 
com ela e nunca deixou de acreditar que podia melhorar sua vida. Ele 
lutou por isso, pensou, trabalhou, esforou-se para conseguir o que 
desejava.
  No adiantaria nada se ele simplesmente tivesse desistido de tudo, 
se achasse infeliz e 
<p>
 vivesse reclamando.
  O instrumento que furou seu olho foi a inspirao para que ele 
fizesse o puno que usamos para escrever. Tudo o que no era bom ele 
transformou em coisa positiva.
  Isso nos mostra que a soluo dos problemas no  fugir deles ou 
agir como se no existissem, e sim buscar um caminho inteligente para 
resolv-los.
  Tentando solucionar seus problemas, Braille encontrou soluo para 
todos ns.
  
<R+>
Autora: Carla Maria de Souza, professora do Instituto Benjamin 
Constant e Membro da Comisso Editorial.
<R->
<p>
Vocabulrio

<R+>
Divulgar: v. Tornar pblico, fazer com que algo seja do conhecimento 
de muita gente.

Revisado por Paulo Felicssimo Ferreira
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

Garota corajosa
  
  Zalec ria tanto que j estava com dor de barriga. As piadinhas que 
faziam com sua colega estavam cada vez melhores. Tanta risada dava 
com os amigos, que nem percebeu que uma garota gordinha chorava em um 
canto da sala de aula.
  Depois foi a vez de rir do menino que usava culos, em seguida do 
que vestia roupa cor-de-rosa. Tambm gozaram da menina de perna fina 
e da que jogava futebol. No escapava ningum.
  --  a melhor escola do mundo. Todo dia rio sem parar  disse o 
prncipe na sala de aula.
  A gordinha, ento, quebrou o silncio.
  -- Para voc,  fcil rir da cara dos outros. Ningum tem coragem 
de zoar o filho do rei. Mas fique sabendo que voc  bem esquisito. E 
que, a cada vez que goza da cara dos outros, mostra ser uma pessoa de 
pssimo corao.
  O clima na sala de aula ficou tenso. Com certeza Zalec contaria 
para o rei, e a menina teria graves problemas. Mas no foi o que 
aconteceu. O prncipe foi embora em silncio naquele dia. Ser que a 
colega tinha razo?
  
*Bullying*
  	
  Viram em que situao 
 Zalec se envolveu? Acho que todo mundo j 
passou por algo parecido. Na escola, no clube ou no prdio, sempre 
rola um momento em que um grupo de amigos se une para rir 
de uma 
pessoa. Rir de algum, ou fazer comentrios maldosos,  *bullying*: uma 
atitude muito perversa. Usar as caractersticas de algum para 
faz-la se sentir mal tem consequncias desagradveis.
  E no  s para quem  alvo das brincadeiras, mas tambm para os 
engraadinhos. Se voc est sofrendo com esse tipo de zoeira sem 
graa, converse com um adulto. E se costuma ser o autor das 
piadinhas, est na hora de parar um pouco e pensar se gostaria que o 
mesmo acontecesse com voc.
   uma delcia rir com os amigos, mas  triste rir dos amigos. A 
diferena entre 
<p>
 com e dos pode fazer de voc uma pessoa muito 
melhor.
  
<R+>
Fonte: Revista *Recreio* -- n.o 910.
<R->

               oooooooooooo

<R+>
Leio, Logo Escrevo -- textos dos alunos do IBC
 Primeira fase

Nomes: Ptala Felipe e Yasmin Cavalcanti Lima
 Turma: 403
<R->

Nosso primeiro piquenique
  	
  Numa quarta-feira, nossa turma fez seu primeiro piquenique. 
  Estavam l as professoras Carla e Regina, o professor Bruno e ns 
(Ptala, 
 Stephanie, Mayara e 
 Yasmin). Foi pena que o Joel e a Camila 
faltaram.
  Ns nos sentamos na grama, perto da pista de corrida, e 
forramos o cho com uma toalha para comer. O lanche era: sanduche de 
queijo, bolo de chocolate, torta salgada, batata frita. Tomamos suco 
de uva e de pssego.
  Estava sol e ns estvamos muito alegres. Cantamos, 
conversamos e comemos bastante.
  Antes de ir embora, colocamos nosso lixo no saquinho para 
jogar na lixeira.
  Piquenique  legal porque a gente lancha todo mundo junto e  
ao ar livre e a gente se diverte.
  Foi muito bom nosso primeiro piquenique!

Revisado pela Comisso 
  Editorial

               oooooooooooo

<p>
Seo Juvenil
 Quebra-Cuca
 Caa-Palavras

  Localize as seguintes palavras relacionadas  cozinha: panela, 
garfo, copo, faca, saleiro, esponja, prato.
  Lembre-se de que a busca deve ser feita horizontal e 
verticalmente.

<F->
k p a n e l a i v c
s u n   o w o l o
a e s p o n j a a p
l d r i n u m o i o
e r i f a c a e x y
i j b v s p v f x g
r y i e i i o u g a
o y u j g s z v v r
o n w y l i  o f f
p r a t o t k k h o
<F+>

               ::::::::::::::::::::::::

<p>  
Desafios
  
<R+>
1. Elimine as letras p, e, l, m da palavra a seguir e descubra o nome 
da camada que protege a Terra da radiao solar:
 polmzmlneipo

2. Relacione a 1 coluna com a 2 coluna:
<R->
 1 coluna       
 1. Atmosfera    
 2. Hidrosfera   
 3. Litosfera    

2 coluna
 a- gua
 b- terra firme
 c- ar

<R+>
3. Desembaralhe as letras e saiba de quem Casco, Cebolinha e Xaveco, 
personagens de A turma da Mnica, esto fugindo.
<p>
 c -- h -- r  o  r -- c -- o -- a         
 o -- r -- a -- b -- v

4. Desembaralhe as letras de cada conjunto para saber os tipos de 
filme que a Maria Cebolinha, personagem de A turma da Mnica, no 
gosta de assistir.
 1: fcio 
 2: drmaa 
 3: torerr 
 4: avetrnua

5. Coloque as letras com nmeros mpares em ordem crescente e 
descubra qual sal mineral pode ser encontrado nas mas.
 11=r 13=o 1=f 7=f 2=a 8=b 3= 5=s 9=o 4=e 6=g 

6. Coloque os nmeros em ordem crescente e descubra o 
<p>
  nome da cincia 
que estuda o Universo.
 3=no 2=tro 5=a 1=as 4=mi  

7. Elimine as letras c, o, t para descobrir a estao em que as 
macieiras florescem.
c  o  p  o  i  c  v  o  r  t  c  o  t  m  a  t  e  r 
-- a

Respostas
 1. Oznio
 2. Atmosfera  ar
  Hidrosfera  gua
  Litosfera  terra firme 
 3. Cachorro bravo
 4. 1: fico; 2: drama; 
  3: terror; 4: aventura
 5. Fsforo
 6. Astronomia
 7. Primavera
<R->

               oooooooooooo

<p>
Voc Sabia?
 O que faz com que tudo tenha 
  sombra?
  	
  Na verdade, no so os objetos que possuem sombra. Trata-se 
apenas de uma regio que no  atingida pela luz por existir um 
obstculo na frente.  o caso do nosso corpo: a luz no consegue 
ultrapass-lo e fica impedida 
de atingir algum ponto, onde se forma a 
sombra.
 
Por que a luz solar  
  essencial para os seres 
  humanos?
  	
  Porque ela gera calor e estmulos para o corpo. Por exemplo: 
ajuda a regular o sono, traz alegria e disposio. Alm disso, a luz 
do sol  responsvel por ativar a vitamina D em nosso organismo. Essa 
vitamina  muito importante: trabalha na fixao do clcio nos ossos 
 sem o clcio, eles ficam desgastados.
  
<R+>
Fonte: Revista *Recreio* -- n.O 908.
  
Mestres da sobrevivncia 
 Para se livrar de predadores, alguns animais adotam comportamentos 
bem 
  diferentes
<R->
  
Superfamoso
      
  O camaleo  fera na arte de se misturar  paisagem em que vive 
(frica e alguns locais da Europa). Tantas mudanas de visual 
acontecem graas  capacidade do bicho de controlar a concentrao de 
pigmentos nas clulas da prpria pele. Assim, o camaleo pode ficar 
verde ou alaranjado, por exemplo. Alm de ser uma defesa contra 
predadores, o mecanismo faz com que o animal se aproxime de presas 
sem ser notado.
  
1,2,3... Transformar!

  Basta o tatu-bola se ver diante de um momento de perigo para a 
transformao acontecer: ele se fecha e ganha formato de bola.  
desse jeito que protege as partes mais moles do corpo. O tatu-bola
habita as regies de caatinga e cerrado do Brasil. No h registros 
de outro bicho que se comporte assim na natureza.
  
Um graveto esquisito 

  O bicho-pau mede at 22 centmetros e mora em florestas e 
plantaes da Amrica do Sul, servindo de alimento para aves e 
lagartos. Mas, antes que vire jantar, ele usa o prprio visual para 
se defender. Afinal, tem cor de graveto e pode se camuflar entre 
eles: fica parado e passa facilmente por um galho fininho. Nesse 
momento, se precisar se mover, anda devagar, dando a impresso de ser 
conduzido pelo vento.
  
Corpo mgico 
      
  Pequena em relao s outras corujas, a mocho-de-faces-brancas 
tem, em mdia, 20 centmetros de comprimento com as asas abertas  e 
ainda possui olhos grandes, que chamam a ateno dos predadores. Por 
isso, se est ameaada, retrai as penas, alonga o corpo e deixa os 
olhos levemente abertos. Dessa forma, camufla-se entre os troncos. Se 
for preciso assustar um adversrio nas florestas africanas onde vive, 
essa coruja levanta as asas, causando a impresso de ser maior.

*X-men* animal 
      
  Voc conhece o potto? Esse primata de at 40 centmetros de 
comprimento vive em algumas florestas tropicais africanas, no topo de 
rvores. Ali, consegue alimentos (frutas e insetos) e se esconde de 
predadores. Se for visto, comea a transformao: da regio do 
pescoo surge um tipo de escudo espinhoso, coberto por uma camada de 
pele sensvel e pelos grossos. Assim, ele tem uma chance de se 
defender.
  
Cad o rabo?
      
  Sabe como a lagartixa evita ser a prxima refeio de outros 
bichos? Ela solta um pedao da prpria cauda! A parte perdida 
continua se mexendo sozinha por um tempo, distraindo o predador. 
Cerca de trs semanas mais tarde, o rabo se regenera, s que mais 
grosso ou torto. A lagartixa pode repetir a ttica em outros momentos.
  
E o *Oscar* vai para... 
      
  O gamb! Esse mamfero  mestre em se fingir de morto -- uma 
caracterstica conhecida como tanatose. Ao se sentir ameaado, ele 
no apenas deita, como se tivesse morrido, mas diminui a respirao e 
os batimentos cardacos. Alm disso, exala um cheiro ruim, que faz o 
predador pensar que o corpo est apodrecendo.
  
<R+>
Fonte: Revista *Recreio* -- n.o 902.
<R->
  
Vocabulrio

<R+>
Caatinga: s. f. Tipo de vegetao caracterstica do Nordeste 
Brasileiro, em que predominam pequenas rvores espinhosas que perdem 
as folhas ao longo da estao seca.
 Cerrado: s. m. Vegetao caracterstica do Planalto Central 
brasileiro, com rvores espalhadas, geralmente pequenas, retorcidas, 
de cascas grossas e razes profundas.
 Predador: s. m. Animal que destri com violncia outro 
animal, 
geralmente para se alimentar.
 Primata: s. m. Espcime dos primatas, ordem de mamferos que inclui o 
homem e os macacos.
<R->

               oooooooooooo

Vamos Rir?
      
  Era meia-noite, um homem passava em frente ao cemitrio e 
percebeu que uma mulher o acompanhava:
  -- A senhora no tem medo de passar em frente ao cemitrio a 
essa hora da noite?
  -- Eu s tinha medo quando estava viva!
  Joozinho traz para o pai o recibo da mensalidade escolar.
  -- Meu Deus! Como  caro estudar nesse colgio.
  Joozinho responde:
  -- E olhe, pai, eu sou o que menos estuda na minha classe.
  No mdico:
  -- Doutor, minha filha est h dois dias na piscina! O que ela tem?
  -- Nada demais!

O que , o que ?
      
  O que o fim do ano e o Rio Grande do Norte tem em comum?
  R: Natal.
  Voc sabe por que as mes no sentem frio?
<p>
  R: Porque elas esto cobertas de razo!
  O que o baterista foi fazer no mdico?
  R: Uma bateria de exames.
  Qual a palavra que tem oito letras e, se tirar quatro, ainda 
fica com oito?
  R: Biscoito.
  Qual  o suco mais demorado de se fazer?
  R: O suculento.
  O que ? O que ? No pode faltar no p?
  R: O acento agudo.
  O que se joga, mas tambm se usa?
  R: O tnis.
  O que acontece com a vaca quando faz muito exerccio?
  R: Ela fica malhada.
  Por que a agulha sempre tem problemas? 
  R: Porque ela s se mete em furadas.
  	
               oooooooooooo

Historiando
 Lutas milenares
<R+>
<s->
 Voc pratica alguma arte marcial? Carat, *Kung Fu*, Jud e vrias 
outras esto includas nesta histria! Conhea a origem de tudo isso.
<s+>
<R->
  
   difcil saber quando as lutas chamadas de artes marciais 
apareceram. Elas foram criadas ao longo do tempo, conforme a evoluo 
da sociedade e as necessidades de defesa que o ser humano passou a 
ter. O que se sabe  que, cerca de 5 milhes de anos atrs, quando 
nossos ancestrais comearam a se defender de perigos e a usar 
ferramentas (pedao de pau ou pedra), teve incio a arte de combate.
  O tempo fez com que cada civilizao antiga, como gregos, 
africanos e maias, desenvolvessem as prprias formas de defesa  o 
arco e flecha, por exemplo, surgiu entre os ndios da Amrica. Esses 
mtodos foram sendo aperfeioados e passados para outras geraes. 
Mas a origem do que conhecemos hoje como artes marciais est na 
China. Por l, elas so chamadas de *WuShu*, palavra chinesa que 
significa arte da guerra.
  O termo arte marcial apareceu na Roma antiga e est ligado a 
Marte, deus da guerra.
  Apesar de terem surgido em situaes de combate, a prtica no se 
limita apenas a aprender a lutar. O que se ensina tambm inclui: a 
busca pela harmonia, paz e no violncia entre pessoas, alm da base 
para uma vida melhor em sociedade (com ideias como respeitar os mais 
velhos). E tem mais: ao canalizar sua energia na prtica esportiva, a 
pessoa se torna mais tranquila e ganha confiana para encarar os 
desafios do dia a dia.
  Um dos principais benefcios das artes marciais  o treino da 
respirao. Mas essa prtica tambm exige concentrao (para no ser 
atingido pelo adversrio), trabalha a coordenao motora (devem ser 
usados pernas e braos no momento certo) e melhora o raciocnio ( 
preciso criar estratgias para vencer uma luta).

<R+>
As principais artes marciais at se parecem, mas esto longe de serem 
iguais:
<R->

Carat -- Origem: Japo
  	
  Est focado em chutes e socos.  medida que o atleta avana de 
nvel e troca de faixa (vai da branca para iniciantes at a preta 
para os mais avanados), aprende mais golpes, como rasteiras. Alm do 
treino e da qualidade tcnica dos chutes e socos, para passar de 
fase,  preciso saber os *katas*, um tipo de coreografia com os ataques 
necessrios.
  
Jud  Origem: Japo
  	
  O objetivo  derrubar o adversrio e imobiliz-lo, terminando 
com uma chave de brao (estrangulamento). Chutes e socos so usados 
apenas em treinos e no so vlidos nas competies. Conforme o 
atleta progride, troca de faixa: o iniciante usa a branca e o mais 
avanado tambm usa a cor branca ou a vermelha.
<p> 
*Kung Fu* -- Origem: China
  	
  Os golpes com os ps e as mos so marcantes. A inspirao veio 
de bichos, como a fora do tigre e a rapidez da guia. Dependendo do 
nvel do praticante, o treino envolve armas como o *gun* (basto).

*Muay Thai* -- Origem: 
  Tailndia

   conhecida como arte das Oito Armas, por causa da ao combinada 
de punhos, cotovelos, joelhos, canelas e ps. As tcnicas so 
parecidas com as do boxe: os golpes do *Muay Thai* tm como finalidade  
derrubar o adversrio  e so bastante certeiros!
  
*Taekwondo* -- Origem: 
  Coreia
  
  H golpes com pernas e braos. Em competies, no vale agarrar o 
adversrio. O sistema de pontos conta com acessrios eletrnicos no 
colete e nas meias, pois a intensidade do golpe  levada em 
considerao: quando um atleta recebe um chute, os objetos se 
comunicam.

*Tai Chi Chuan*  Origem: 
  China
      
   uma prtica fsica e mental, que herdou milnios de cultura e 
pesquisa emprica sobre movimento corporal, sade, circulao de 
energia e meditao. O *Tai Chi Chuan* pode ser um meio de lev-lo a um 
modo de viver mais integral e a um estado de esprito mais feliz, a 
um contato mais prximo consigo e a ter mais vitalidade e sade.
<p>  
Luta na telona	
  
  Nascido em So Francisco (Estados Unidos), em 1940, o ator Bruce 
Lee  considerado um dos responsveis por espalhar as artes marciais 
pelo mundo. Quando criana, ele viveu em Hong Kong (China), onde 
treinava *Kung Fu* e *Tai Chi Chuan*. Aos 18 anos, de volta aos Estados 
Unidos, comeou a ensinar artes marciais. Esteve em dezenas de 
filmes, como *O Voo do Drago* (1972). Bruce Lee morreu em 1973.
  
<R+>
Fonte, com alteraes: 
  Revista *Recreio* -- n.o 908.

Vocabulrio

Ancestral: s. 2 g. Pessoa da qual outras descendem; antepassado.
 Emprico: adj. Que provm de experincia prtica ou de observao; 
sem comprovao cientfica.
<R->

               oooooooooooo

Leitura Interessante
 A semente da verdade
  
  O imperador precisava achar um sucessor. Sem filhos, nem 
parentes prximos, ele decidiu chamar todas as crianas do reino.
  Thai foi uma delas. Ele era um timo menino. Dedicava-se ao 
jardim de sua casa, e cada planta tocada por ele crescia viosa e 
forte.
  No dia marcado, dirigiu-se at o palcio, onde havia milhares 
de pequenos sditos. O imperador disse:
  -- Crianas, preciso escolher o meu sucessor entre vocs. Vou 
lhes dar uma tarefa. Aqui esto algumas sementes, e quero que vocs 
as cultivem. O trono ser daquele que me trouxer, daqui a um ano, a 
planta mais bonita.
  Thai era um excelente jardineiro e com certeza faria muito bem 
o que o imperador pediu. Porm, por mais que se esforasse, a semente 
no brotava. O menino fez tudo o que podia, mas seus esforos no 
adiantaram.
  At o dia de apresentar a planta ao imperador, a semente de 
Thai no havia brotado, e o menino estava to preocupado que no 
queria enfrentar as outras crianas; porm, seu av disse:
  -- Voc  honesto. V at o imperador e diga a verdade. Sua 
dedicao foi mxima, mas a semente no brotou. No se envergonhe, 
querido, apenas explique o que voc fez, pois devemos sempre agir com 
honestidade, buscando a felicidade, sem que a nossa alegria faa 
algum infeliz.
  Thai obedeceu ao av e foi ao palcio. Entretanto, ao chegar 
l, ficou assustado, pois era a nica criana que no levava consigo 
uma belssima planta.
  O imperador chamava as crianas e examinava os vasos. No 
sorria nem demonstrava contentamento.
  Thai estava muito nervoso, pois, se o imperador no havia at 
agora aprovado aquelas plantas maravilhosas, o que no diria de seu 
vaso sem nada?
  Thai foi ficando para trs e, quando se deu conta, era o ltimo 
da fila. Mas sua vez chegou e ele no poderia mais adiar o encontro 
com o imperador.
  -- Vejamos, meu jovem, o que tem a para mim?
  Thai no pde mais evitar as lgrimas. Com a cabea baixa, 
mostrou o vaso ao imperador e disse:
  -- Senhor, sou um jardineiro, e uma das minhas virtudes  a 
perseverana, mas, por mais que eu tenha me esforado, a semente no 
brotou. Meu av ajudou a pensar sobre o que fazer, e optei por dizer 
a verdade, contar meu esforo e pedir-lhe perdo.
  -- No se envergonhe, criana, voc fez o certo. A sua grande 
virtude foi dizer a verdade, pois eu havia queimado todas as sementes 
e nenhuma poderia germinar. Portanto, voc foi o nico que, de fato, 
plantou a semente da verdade.
  Algumas vezes a verdade no  to bonita quanto uma flor, mas 
precisamos encar-la 
<p>
 com coragem para vencer os grandes desafios.
      
<R+>
Fonte: *A semente da verdade*, editora Educar DPASCHOAL, 2005.

Vocabulrio
  
Optar: v. Escolher, decidir-se por algo entre vrias possibilidades.
 Perseverana: s. f. Constncia; persistncia.
 Sdito: s. m. Pessoa submetida  autoridade de um rei, rainha ou 
outro soberano; vassalo.
 Viosa: adv. Com frescura; com exuberncia.
<R->

               oooooooooooo

<p>
Cuidando do Corpo e da 
  Mente
 Gravidez na adolescncia
  
  A adolescncia, idade compreendida, segundo a Organizao 
Mundial da Sade, entre 10 e 19 anos,  uma poca de vrias 
descobertas. O pico nos nveis hormonais, por exemplo, pode levar 
ao incio da vida sexual, que pode acontecer de forma desprotegida.
   grande a parcela da populao jovem que ignora a existncia 
de mtodos contraceptivos ou, simplesmente, conhece-os, mas no os 
adota. Com isso, observa-se o aumento de doenas sexualmente 
transmissveis, alm da gravidez indesejada nessa faixa etria.
  Dados de 2011 mostram que o pas teve 2.913.160 nascimentos, 
sendo 533.103 nascidos de meninas com idade entre 15 e 19 anos e 
27.785 nascidos de meninas entre 10 e 14 anos. Vale salientar 
ainda 
que cerca de 30% das meninas que engravidam na adolescncia acabam 
tendo outro filho no primeiro ano ps-
 -parto.
  A gravidez na adolescncia pode ter diversas causas. Algumas 
meninas relatam, inclusive, que a gravidez foi desejada. Entretanto, 
independentemente das causas e desejos de cada adolescente, fato  
que a gravidez precoce  um problema de sade pblica, uma vez 
que causa riscos  sade da me, do beb e tem impacto 
socioeconmico, pois muitas das grvidas abandonam os estudos e 
apresentam maior dificuldade para conseguir emprego.
  Apesar do que muitos pensam, os adolescentes dos dias atuais 
possuem conhecimento sobre a existncia de mtodos contraceptivos, 
uma vez que informaes so fornecidas nas escolas, televiso e at 
mesmo pela internet. Entretanto, a maioria no sabe prevenir-se de 
forma adequada, no compreendendo o funcionamento de cada mtodo, 
utilizando-o de maneira errnea ou, simplesmente, abandonando seu uso 
por questes pessoais.
  Muitas mulheres afirmam no utilizar a camisinha por objeo do 
parceiro ou, ainda, por terem um relacionamento estvel com um nico 
homem e, por isso, no veem a necessidade do uso de mtodos 
anticoncepcionais. Alm disso, entre os adolescentes,  comum o 
pensamento de que uma gestao nunca aconteceria com eles. 
Esse pensamento imaturo tambm contribui para a no adeso de mtodos 
contraceptivos.
   importante destacar que, apesar de ocorrer em diferentes 
grupos, a gravidez na adolescncia est associada diretamente com 
baixa renda, baixa escolaridade e pouca perspectiva de 
futuro. Diversos estudos comprovam essa relao, inclusive dados 
governamentais.
  Muitas pessoas acreditam que o problema da gravidez na 
adolescncia est exclusivamente no fato de muitas mes e pais nessa 
idade no apresentarem maturidade e renda suficiente para criar uma 
nova vida. Entretanto, o problema vai alm dos fatores psicolgicos e 
econmicos.
  A mulher grvida precocemente pode apresentar srios problemas 
durante a gestao, inclusive risco de morte. Entre os fatores 
biolgicos que merecem destaque, podemos citar os riscos de 
prematuridade do beb e baixo peso, morte pr-natal, 
anemia, aborto natural, pr-eclmpsia e eclmpsia, risco de ruptura 
do colo do tero e depresso ps-parto.
  Dados do Ministrio da Sade mostraram um total de 274 mortes 
relacionadas com a gravidez em adolescentes em 2004. Essas mortes, 
alm das causas obsttricas, podem estar relacionadas com a tentativa 
de aborto, comum em adolescentes grvidas. Alm da morte das mes, 
observa-se que a morte infantil  maior em crianas nascidas de 
adolescentes com menos de 15 anos, quando comparadas com as mulheres 
com idade entre 25 e 29 anos.
  Apesar de todos os riscos,  fundamental informar que a maioria 
dos problemas decorrentes da gestao em mulheres muito 
jovens poderia ser evitada com um pr-natal eficiente. Entretanto,
pesquisas descrevem que mulheres que engravidam muito novas 
geralmente tentam esconder a gravidez e simplesmente no realizam o 
pr-natal no momento adequado. Alm disso,  comum a tentativa de 
interrupo da gestao, o que retarda ainda mais a procura por 
assistncia mdica especializada.

<R+>
Fonte: 
  ~,http:brasilescola.uol.~
  com.brbiologiagravidez-~
  adolescencia.htm~,

Vocabulrio

Eclmpsia: s. f. Sria complicao da gravidez, caracterizada por 
convulses.
 Errnea: adv. Incorreta.
 Mtodos contraceptivos: Mtodos que evitam a gravidez indesejada e 
devem ser escolhidos com a ajuda de um mdico e em comum acordo entre 
o casal.
 Objeo: s. f. Oposio.
 Obsttrico: adj. Relativo  obstetrcia, ramo da medicina que trata 
da gravidez, do parto e do perodo imediatamente aps o parto.
 Pr-eclmpsia: s. f. Presena de presso arterial alta em mulher 
grvida.
 Retardar: v. Transferir para depois; deixar para mais tarde; adiar.
<R->

               oooooooooooo

<R+>
Leio, Logo Escrevo -- textos dos alunos do IBC
 Segunda fase
<R->

Nome: Eduarda Pontes de 
  Souza
 Turma: 702

Se eu fosse um anjo, 
 Estaria aqui pra te guardar. 
 Mas, como sou humano,
 Estou aqui pra te amar.
<p>
No sou poeta;
 Poeta no posso ser.
 Poeta pensa muito,
 E eu s penso em voc!
 
Nome: Guilbert Pinho
 Turma: 701
 Frase preferida: Desenhista 
  sempre.

<R+>
s vezes quero sumir e nunca mais voltar.
 J que no posso fazer o que eu quero,
 Resolvi deixar pra l.
 Ser que sou bobo?
 No sei; s o tempo vai 
  dizer. 
 J que no consigo resolver,
  melhor eu desistir de voc.

Nome: Marcos Vincius Amaral Coelho
 Data de Nascimento: 05/01/2000
 Local de Nascimento: Rio de Janeiro-RJ
 Turma: 702
 Frase preferida: Peo a Deus sempre que eu tenha fora interior para 
suportar todas as dores do mundo, cada dia mais disposto para crescer 
e aprender o que  amor e o que  amar.
<R->

Menina

Se tudo fosse como pensamos,
 Pelo menos com as boas 
  coisas,
 Eu seria mais feliz.

 Vai passando o tempo,
 Perde-se no espao.
 Feito um lao,
 Me ato a voc.

Flor que exala meigo perfume
 Faz bater depressa meu 
  corao.

Ah, menina!
 Seu rosto de anjo me fascina!
<p>
 Seu olhar to puro e doce,
 Suas mos to fofas e 
  gostosas...

Ah, menina!
 Seu rosto de anjo me fascina!

H tempos procurei uma luz 
  que me guiasse nessa vasta 
  escurido
 E no amor encontrei.
 Bela como seu sorriso
 Suave como sua expresso...

 Ah, menina!
 Seu rosto de anjo me fascina!

Sua voz to calma e 
  angelical,
 Seus toques to suaves e 
  inofensivos fazem fluir 
  dentro de mim a paz 
que voc 
  me traz...

 Ah, menina!
 Seu rosto de anjo me fascina!
<p>
 Assim, perdido, pareo um 
  simples menino
 Apaixonado por voc
 Tenho a sensao de estar 
  permeado,
 Puro, acabado,
 Abandonado em seus braos,
 Braos fofos e delicados.
 Um aconchego para um menino 
  apaixonado.

Vai passando o tempo,
 Perde-se no espao.
 Feito um lao,
 Me ato a voc.

 Flor que exala meigo perfume
 Faz bater depressa meu 
  corao.

Ah, menina!
 Seu rosto de anjo me fascina!

Seu olhar to puro e doce,
 Suas mos to fofas e 
  gostosas...
<p>
 Ah, menina!
 Seu rosto de anjo me fascina!
  
Revisado pela Comisso 
  Editorial

               oooooooooooo

Tirinhas
 Mutts
  
  O cachorro Duque e o gato Chuchu so os personagens principais do 
livro Mutts  Os Vira-latas, primeira verso brasileira que rene 
aventuras dos dois amigos nas tiras criadas em 1994 por Patrick 
McDonnell. Por meio de histrias de amizade e da defesa dos animais, 
o cartunista conquistou espao em 700 jornais, espalhados por 20 
pases do mundo e recebeu elogios de veteranos como Charles Schulz, 
criador de 
<p>
 Charlie Brown.
  A tira gira em torno do relacionamento entre Chuchu e seu 
vizinho, Duque. A amizade deles est focada nas diferenas entre ces 
e gatos como animais de estimao. Duque  um animal amigvel, gosta 
da companhia de humanos e adora brincar no quintal. Chuchu 
normalmente mostra-se indiferente em relao aos humanos, a no ser 
quando  alimentado, e prefere ficar dentro de casa, brincando 
sozinho.
  Duque vive com Ozzie, um solteiro. Eles adoram a companhia um 
do outro e costumam passear juntos. Duque uiva de solido quando 
Ozzie no est em casa e passa a maior parte de seu tempo livre com 
Chuchu, seja dentro de casa, seja errando pela cidade, visitando 
outros animais domsticos. Ele adora comer, tanto a comida dos 
humanos quanto sua rao de cachorro.
  Chuchu vive na casa vizinha  de Duque com seus donos humanos 
Millie e Frank e um peixinho chamado Sid. Chuchu  um tanto recluso e 
muitas vezes prefere ficar dentro de casa e tirar uma soneca, ou 
brincar com sua meia cor-de-
 -rosa ao invs de ir l fora brincar com 
Duque. Chuchu no gosta de andar de carro e 
come comida humana sempre 
que tem oportunidade.
  
<R+>
Fontes, com alteraes: 
~,http:revistacrescer.~
  globo.comRevista~
  Crescer0,,EMI73420-~
  17326,00`.html~,
 ~,http:papirodigital.~
  comquadrinhosmutts-~
  os-vira-latas-de-~
  patrick-mcdonnell~,
<p>
Vocabulrio

Cartunista: s. 2 g. Pessoa que cria e desenha cartuns, desenhos 
humorsticos de carter crtico.
 Recluso: adj. Afastado do convvio, isolado.
<R->
  
<R+>
_`[{tirinha "Mutts" em trs quadrinhos; adaptada a seguir_`]
 1`) Chuchu e Duque olham para Ozzie, que est sentado lendo jornal. 
Chuchu pergunta: Quem  esse a? 
  Duque responde: Esse  o meu Ozzie.
 2`) Chuchu pergunta: O que  um Ozzie? 
  Duque responde: Ele  o cara que me alimenta, me d petiscos, coa a 
minha barriga, me leva pra passear...  o meu Ozzie.
 3`) Chuchu pergunta: Onde  que eu arranjo um? 
<p>
  Duque responde:  difcil, esse a j  meu. 
  
_`[{tirinha "Mutts" em trs quadrinhos; adaptada a seguir_`]
 1`) Millie abre a porta para Chuchu e Duque. Ela diz: Oooh, Frank, 
veja s! O Chuchu trouxe um amiguinho. Que lindo!
 2`) Duque pergunta: Quem  ela?
  Chuchu responde: A amvel senhora que mora aqui comigo.
 3`) Frank, em p, grita: Millie! O que esses dois pulguentos esto 
fazendo aqui dentro?! 
  Duque, olhando para Frank, pergunta: Quem  esse?!
  Chuchu responde: No fao a menor ideia.
<p>  
_`[{tirinha "Mutts" em quatro quadrinhos; adaptada a seguir_`]
 1`) Chuchu e Duque conversam embaixo de uma rvore. Chuchu pergunta: Como 
voc consegue? 
  Duque responde: O qu?
 2`) Chuchu diz: Aprender truques! Eu simplesmente no consigo aprender 
nada! Sou muito desligado.
 3`) Duque diz: Ah, no deve ser tanto assim.
 4`) Chuchu pergunta: Assim o qu?

_`[{tirinha "Mutts" em sete quadrinhos; adaptada a seguir_`]
 1`) Duque e Chuchu correm em direo ao telefone que est tocando: 
Ring, Ring, Ring. 
  O gato bate na mesinha, que vira, derrubando o telefone: Bam. 
Duque grita: Cuidado!
<p>
 2`) Duque e Chuchu olham para o telefone, de onde sai uma voz: Al? 
Al?! Tem algum a? No? Ok! A pessoa desliga: Click.
 3`) O telefone permanece cado no cho, dando sinal para fazer 
ligao: Bzzzzzzz... 
  Chuchu olha para Duque e diz: Voc o matou.
 4`) Olhando para o telefone, Chuchu diz: Uh-Oh, Duque! Voc 
destruiu o tagarela! 
  Duque pergunta: O que  isso, Chuchu?
 5`) Chuchu diz: A senhora com quem eu moro aperta esses botes e 
depois fica falando nessa coisa durante horas! Enquanto fala, Chuchu 
tecla no telefone: Beep, Boop, Beep.
 6`) Chuchu ordena a Duque: Fala!
<p>
 7`) Duque rosna. Do outro lado da linha, um rapaz ouve: Rowf e, em 
seguida, diz: Ei, Ralph!  pra voc!

Adaptado e Revisado pela Comisso Editorial
<R->

               oooooooooooo

Espao do Leitor
  
  Oi, pessoal. Meu nome  Matheus, tenho 19 anos, moro em So Paulo, 
capital. Gostaria de divulgar o meu canal do *YouTube*, *link*: 
~,http:youtube.com~
 matheuslopesrocha~,
  No meu canal, fao *cover* de voz e violo de msicas dos mais 
diversos gneros. Espero que gostem e se inscrevam. Obrigado.
  
  Oi, meu nome  Natlia. Quero fazer novas amigas virtuais pelo 
e-mail, que : ~,nataliamartinsbermudes@~
 gmail.com~, 
  Um abrao a todos!
  
Vocabulrio

<R+>
*Cover* (ingls): Pessoa ou grupo de pessoas que se 
apresenta imitando 
um artista ou conjunto musical famoso.
<R->

               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo

Fim da Obra
  
<R+>
 Transcrio: Diogo Silva Mller Dunley 
 Reviso Braille: Joo 
  Batista Alvarenga e Elvis Filgueiras Ramos
<R->   
  • Acesso à Informação
    • Institucional
      • Apresentação
      • Agenda da Autoridade
      • Documentos importantes
      • Competências
      • Estrutura organizacional
      • Horário de funcionamento
      • Quem é quem
      • Localização
      • Marca Institucional
    • Ações e programas
      • Indicadores de resultado
      • Iniciativas por área finalística
      • Programas financiados pelo FAT
      • Renúncia de receitas
    • Agenda da Autoridade
    • Auditorias
      • Auditorias/ações governamentais e proteção de dados
      • Auditorias anuais
      • Auditorias/Relatórios de Gestão
      • Relatório anual de atividades de auditoria interna (RAINT)
    • Comissão de Ética
    • Convênios e Transferências
    • Dados Abertos do IBC
    • Informações classificadas
    • Licitação e contratos
    • Painel Lei de Acesso à Informação (LAI)
    • Participação Social
      • Carta de Serviços ao Cidadão
      • Consultas públicas / pesquisas de opinião
      • Interação com a sociedade
    • Perguntas Frequentes
    • Receitas e Despesas
    • Relatórios (Documentos Institucionais)
    • Seleções e Concursos
    • Servidores
    • Serviço de Informação ao Cidadão (SIC)
  • Assuntos
    • Comunicados
      • Boletins de Serviço
      • Plano Contingencial de Enfrentamento à Covid-19 (confira a 4ª edição, atualizada)
    • Debates Institucional
      • Ações de Debates - Relatórios, Atas e demais documentos discutidos e/ou produzidos
    • Notícias
  • Calendários
    • Calendário acadêmico
      • Educação Básica
      • Mestrado
      • Especialização
      • Residência
      • Programa de Reabilitação
    • Calendário da Formação Continuada (fluxo dinâmico)
      • Programação dos cursos de Extensão
    • Calendário das Reuniões Ordinárias do Conselho Diretor
      • Calendário das Reuniões Ordinárias do Conselho Diretor
    • Calendário Institucional
      • Calendário Institucional - 2025
  • Canais de Atendimento
    • Fale Conosco
    • Fala.BR
  • Centrais de conteúdos
    • Fique por dentro
    • Podcasts
      • Conexão Jovem IBC
      • Fala CEaD-IBC!
      • Muito a contar
      • PODfalar, RBC!
      • PODVER: o podcast da audiodescrição
      • Ser Social /IBC
      • CLB - Entre Pontos
      • Garotas Cientistas do IBC e do IFRJ
    • Projetos
      • Cegueira e Baixa Visão
      • Memória IBC (site antigo)
      • Memória IBC
    • Publicações
      • Documentos institucionais
      • Fluxograma (Licitação e Dispensa)
      • Portarias de Pessoal (designações e contratos temporários)
      • Portarias Normativas
      • Publicações Infantojuvenis acessíveis
      • Publicações técnico-científicas
      • Regimentos das comissões e demais colegiados
      • Revista em tinta ampliada para o público em geral
      • Revistas em braille para o público em geral
      • Plano Contingencial do IBC para Enfrentamento da Covid–19
      • IBC no Diário Oficial da União (DOU) - Seções 2 e 3
    • IBC 170 anos
      • Por dentro do IBC
      • Você sabia...
      • Linha do tempo
      • Depoimentos
      • Programação
      • Nova logomarca
    • Redes Sociais
      • Youtube
      • Instagram
      • Facebook
      • Flickr
    • 200 anos do Sistema Braille
      • 200 anos do Sistema Braille
    • Site antigo
  • Composição
    • Competências
    • Gabinete da Direção-Geral
    • Departamentos do IBC
      • Departamento de Administração (DADM)
      • Departamento de Educação (DED)
      • Departamento de Estudos, Pesquisas Médicas e de Reabilitação (DMR)
      • Departamento de Planejamento (DPLAN)
      • Departamento de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão (DPPE)
      • Departamento Técnico-Especializado (DTE)
      • Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT)
  • Ensino
    • Docentes
    • Educação Básica
      • Educação Básica no IBC (visão geral)
      • Educação Infantil
      • Ensino Fundamental
      • Ensino Médio
    • Educação Superior
      • Pós-Graduação Lato Sensu
      • Pós-Graduação Stricto Sensu
      • Programa de Residência Docente (PRDIBC)
      • Universidade Aberta do Brasil - UAB
  • Extensão
    • Acompanhamento de egressos
    • Certificados
    • Cursos
    • Estágio e emprego
    • Eventos de extensão
    • Política de Extensão do IBC
    • Prestação de serviço voluntário
    • Prestação de serviços vinculados às ações de extensão
    • Programas
    • Projetos
    • Visitas
    • Projetos DEA/DPPE
      • Projeto Apoio a instituições para formação continuada na temática da deficiência visual
      • Cursos de extensão
  • Eventos
    • Eventos institucionais e comemorativos
    • Eventos educativos, tecnológicos e científicos
    • Eventos artísticos, culturais e escolares
  • Formação de turmas
    • Formação de turmas 2026
    • Formação de turmas 2025
    • Formação de turmas 2024
  • Memória
    • Projeto Memória IBC
    • Projeto Memória IBC (site antigo)
  • Núcleos de atendimento especializado
    • Núcleo de Atendimento e Pesquisa em Educação Inclusiva e Arte (NEART)
    • Núcleo de Atendimento Educacional à Pessoa com Surdocegueira (NAEPS)
    • Núcleo de Apoio à Inclusão no Trabalho (NAIT)
  • Pesquisa e Tecnologia
    • Centro de Estudos e Pesquisas do IBC
      • Grupos de pesquisa vinculados ao Centro de Estudos e Pesquisas do IBC
      • Pesquisas cadastradas no Centro de Estudos e Pesquisas do IBC
      • Desenvolvimento de pesquisa no IBC
      • Boletins
    • Materiais especializados
      • Livros falados
      • Livros em braille
      • Livros ampliados
      • Materiais didáticos grafotáteis e ampliados
      • Materiais tridimensionais
      • Referências para produção de materiais em braille
      • Revistas em braille
    • Publicações técnico-científicas
  • Processos Eletrônicos - SUAP/IBC
  • Seleções e Concursos
    • Concursos públicos
      • 2025
      • 2024
      • 2023
      • 2021
      • 2018
      • 2016
      • 2014
      • 2012
    • Processos Seletivos (contratações, cursos, estágios, voluntariado, publicações, apresentações e participações em eventos etc)
      • 2026
      • 2025
      • 2024
      • 2023
      • 2022
      • 2021
      • 2020
      • 2019
      • 2017
      • 2016
  • Serviços
    • Atendimento clínico e cirúrgico em oftalmologia
    • Bibliotecas
      • Acervo Infantojuvenil
      • Biblioteca Especializada José Alvares de Azevedo (BEJAA)
      • Biblioteca Louis Braille
    • Clube do Livro em Braille - CLB
    • Distribuição de material especializado
    • Orientações sobre acessibilidade
  • Sistemas
    • Glpi
    • Gmail (aluno)
    • Gmail (servidor)
    • SUAP
Redefinir Cookies
Redes sociais
  • Facebook
  • Instagram
  • YouTube
Acesso àInformação
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons Atribuição-SemDerivações 3.0 Não Adaptada.
Voltar ao topo da página
Fale Agora Refazer a busca