Grupos de pesquisa vinculados ao Centro de Estudos e Pesquisas do IBC
O conjunto de dados apresenta a relação de grupos de pesquisa em atividade no Centro de Estudos e Pesquisas do IBC (Cepeq–IBC).
Existentes em 2025 e permanecem ativos em 2026 | Página do grupo no Diretório do CNPq | Descrição do grupo e/ou de suas atividades | Líder do grupo na maior parte do ano |
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Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Ensino de Ciências e Infância na Deficiência Visual (GEPECI) | O objetivo do nosso grupo desenvolver pesquisas sobre os processos de ensino de ciências para crianças nos anos iniciais do Ensino fundamental. São temas de nosso interesse: a formação de conceitos científicos na infância, a compreensão dos fenômenos científicos, pela criança com deficiência visual, a ludicidade na formação de conceitos científicos nos anos iniciais, o ensino por investigação, a argumentação científica e o pensamento infantil. Para incentivar as investigações e produções sobre os temas, pretendemos fomentar seminários, produção de artigos científicos e participação em eventos científicos da área. | Angelica Ferreira Beta Monteiro | |
Grupo de Pesquisa sobre Literatura Tátil e suas interfaces na Deficiência Visual | Investigar a importância do Livro Tátil para a formação de leitores com deficiência visual, objetivando promover a acessibilidade literária, assim como estimular a inclusão e o desenvolvimento cognitivo/sensorial desses leitores. As atividades e pesquisas envolverão a criação, adaptação e análise de diferentes tipos de livros táteis, a avaliação de sua eficácia na leitura e aprendizagem, e a criação de materiais acessíveis. O objetivo é compreender como o livro tátil pode enriquecer a experiência literária de crianças do jovem e do adulto com deficiência visual, favorecendo sua autonomia e o prazer pela leitura. | Fabiane Bravo de Martins Bastos | |
Grupo de Estudos e Pesquisa na Surdocegueira do Núcleo de Atendimento Educacional para pessoas com surdocegueira GEPESC/NAEPS | O grupo é uma nova versão do Grupo de Estudos e Pesquisa na Surdocegueira (GEPESC), agora vinculado ao Núcleo de Atendimento à Pessoa com Surdocegueira (NAEPS). O objetivo principal é fomentar a pesquisa sobre o tema em nossa instituição. Dentre os objetivos específicos o GEPESC/NAEPS se propõe a: promover ações que impactam positivamente as pessoas com surdocegueira; apresentar projetos que promovam melhor acessibilidade aos estudantes internos ou extenos com surdocegueira; produzir materiais adaptados que atendam as especificidades da pessoa com surdocegueira; ministrar cursos de formação continuada na área para público interno e externo; planejar eventos sobre o tema. | Marcia Noronha de Mello | |
Grupo de Estudos e Pesquisa em Adaptação | Desenvolvimento de pesquisas relacionadas à adaptação de materiais para o Sistema Braille | Hylea de Camargo Vale Assis | |
Grupo de pesquisa em educação e educação física na área da deficiência visual | O presente grupo tem por objetivo Avaliar o perfil social, educacional, de saúde e desportivo de alunos cegos ou com baixa visão do Instituto Benjamin Constant. | Sérgio Henrique Almeida da Silva Junior | |
Cotidianos Escolares e Educação Especial: Corpo, Currículo e Inclusão | Análise de publicações acadêmicas em periódicos científicos que discutam e relacionem em seu bojo as temáticas Currículo, Educação Física e Deficiência visual, buscando mapear e apresentar os pontos e contrapontos do que tem sido discutido e publicado no cenário acadêmico | Arlindo Fernando Paiva de Carvalho Junior | |
Práticas Educativas na Deficiência Múltipla associada à Deficiência Visual | Desenvolver investigações de temáticas sobre práticas educativas na área da deficiência múltipla relacionada à deficiência visual. A pesquisa explora a bibliografia já existente ligada à área educacional de modo a selecionar estudos que abordem demandas do cotidiano escolar, separando-as daquelas relacionadas à aspectos clínicos ou que não se referem à deficiência múltipla. A partir disso será possível divulgar o que já existe sobre o tema, além de preencher lacunas existentes com a elaboração de novos trabalhos. A ideia é fornecer subsídios à prática educativa e promover o diálogo entre os agentes que constituem a equipe de trabalho desses alunos. | Ivan Finamore Araujo | |
Cotidiano da Baixa visão | Investigar a influência da baixa visão na cognição e na linguagem, observando, por meio do cotidiano escolar do Instituto Benjamin Constant e as redes de conhecimentos constituídas neste “limbo” entre a cegueira e a vidência. | João Ricardo Melo Figueiredo | |
História da Deficiência Visual no Brasil: perspectivas | Investigação de trajetórias, histórias e vidas de alunos e alunas do IBC em toda a sua temporalidade, compreendendo aspectos mais específicos aos mais gerais | Gabriel Bertozzi de Oliveira e Sousa Leão | |
Trabalho, Arte, Educação | Em consonância com o referencial teórico do materialismo histórico-dialético, dos pressupostos da teoria histórico-cultural e da pedagogia histórico-crítica, teceremos estudos a fim de apreender a educação estética das pessoas com deficiência visual na Educação Básica, Técnica e Tecnológica. Dessa forma, os encontros quinzenais do grupo intencionam estabelecer diálogos com as práticas pedagógicas, almejando considerar as produções estéticas ali engendradas em sua dimensão ontológica tanto para a elaboração de estratégias apropriadas aos educandos com deficiência visual quanto para o desenvolvimento da formação omnilateral rumo à superação dos limites que as relações sociais alienantes da sociabilidade do capital impõem à vida humana. | Luciana Bernardinello | |
Grupo de Pesquisa sobre o Sistema Braille (GPESBRA) | O grupo tem como objetivo principal estudar e pesquisar sobre o uso do braille na educação das pessoas com deficiência visual, deficiência visual associada a outras deficiências e surdocegos. Esse objetivo principal se desmembra e outros objetivos como: relacionar a importância do braille na autonomia do indivíduo cego e do grupo social; refletir a didática do braille no contexto da escola especializada e também da escola que se propõe inclusiva; pesquisar as alterações sofridas pelo sistema braille ao longo dos anos e compreender como está vigorando o uso do braille no contexto atual brasileiro. | Raffaela de Menezes Lupetina | |
Grupo de Pesquisa Tecnologia Educacional e Deficiência Visual - GPTec | Avaliação do Impacto do uso de diferentes tecnologias acessíveis nos processos de aprendizagem e inserção social de estudantes com deficiência visual, surdocegueira e deficiência múltipla. | Bianca Della Líbera da Silva | |
Recursos multissensoriais e tecnológicos para pessoas com deficiência visual | Desenvolvimento de recursos pedagógicos que utilizem diferentes canais sensoriais e promova integração das disciplinas Biologia, Física e Química no ensino dos alunos cegos e com baixa visão, criando condições de igualdade de aprendizagem. | Vagner Santos da Cruz | |
NEPPC-DV - Núcleo de estudos e pesquisas sobre políticas públicas e produção científica em deficiência visual | Analisar o desenvolvimento da produção científica na área da educação de pessoas com deficiência visual a partir do ano de 1990, especificamente em aspectos quantitativos e qualitativos que indiquem ritmos e tendências dessa produção. | Ricardo Leão Ribeiro Wanzeller | |
Alfabetização, Linguagem e Processos de Aprendizagem na Deficiência Visual | Construção e disseminação de conhecimentos acerca de fundamentos, metodologias e práticas de alfabetização em deficiência visual, visando à compreensão de suas especificidades e ao aprimoramento do trabalho pedagógico na sala de aula face à inclusão escolar | Fabiana Alvarenga Rangel | |
Grupo de Pesquisas Linguísticas e Literárias no Contexto da Deficiência Visual | O grupo de pesquisa agrega trabalhos sobre o processo de ensino-aprendizagem de língua e literaturas de expressão portuguesa, voltado a pessoas com deficiência visual, com ênfase no desenvolvimento do aluno e na instrumentalização do professor da rede regular de ensino. Desse modo, o grupo tem como foco a produção de materiais didáticos e paradidáticos, métodos, práticas e recursos acessíveis para pessoas cegas e com baixa visão. | Victor Luiz da Silveira | |
Ciência ao alcance das mãos | Desenvolvimento de recursos, materiais e metodologias adequados para o ensino de alunos com DV nas áreas de Química, Biologia e Matemática | Aires da Conceição Silva | |
GEPOM - Grupo de Estudo e Pesquisa de Orientação e Mobilidade Área da Educação e Saúde | Verificação na literatura educacional e da saúde (fisioterapia, educação física e terapia ocupacional) os conteúdos sobre Orientação e Mobilidade de pessoas com deficiência visual no âmbito nacional | Regina Kátia Cerqueira Ribeiro | |
Computação Aplicada ao Desenvolvimento de Soluções Tecnológicas Acessíveis (COAS) | Realizar pesquisas voltadas para o uso e o desenvolvimento de metodologias, produtos e serviços tecnológicos acessíveis que possibilitem a inclusão e a ampliação das habilidades da pessoa com deficiência, em especial, da pessoa com deficiência visual, visando a garantia da sua autonomia e independência. | Joyce Miranda dos Santos | |
Grupo de Pesquisa Corpo e Acessibilidade na Deficiência Visual (GPCADV) | O grupo tem como objetivo principal desenvolver pesquisas que reflitam e problematizem questões de acessibilidade na área da deficiência visual e pesquisas que dialoguem sobre a relação do corpo para a pessoa com deficiência visual. Para isso serão realizados levantamentos bibliográficos sobre a temática, reuniões (remotas) dos integrantes do grupo de pesquisa propondo leituras e discussões acerca de referenciais teóricos na área da deficiência visual e produção de artigos científicos como resultado dessas atividades. | Flavia Daniela dos Santos Moreira | |
Inter-relações entre Corpo, Deficiência Visual/Surdocegueira, Expressão e Arte | Investigação das inter-relações entre corpo e deficiência visual, assim como entre corpo e surdocegueira nos âmbitos perceptivos, sensoriais, psicomotores, cognitivos, comportamentais e criativos | Arheta Ferreira de Andrade | |
Grupo de Pesquisa em Micropolíticas Inclusivas em Educação e Saúde de Pessoas com Deficiência Visual - GPMES | O Grupo de Pesquisa em Micropolíticas Inclusivas em Educação, Saúde e Cultura de Pessoas com Deficiência Visual (GPMES) busca desenvolver pesquisas no âmbito do Departamento de Estudos, Pesquisas Médicas e de Reabilitação (DMR), do Instituto Benjamin Constant (IBC), articulando os campos da Educação, da Saúde e da Cultura no contexto das pessoas com deficiência visual e surdocegueira. O grupo dedica-se à produção de conhecimento sobre processos de inclusão, acessibilidade, participação social, formação humana, práticas culturais e experiências estéticas, considerando as múltiplas dimensões da vida das pessoas com deficiência visual. As linhas de pesquisa dialogam entre si e investigam dimensões objetivas e subjetivas das experiências de pessoas com baixa visão, cegueira e surdocegueira, congênita ou adquirida, articulando educação, saúde e cultura na promoção da autonomia, da cidadania, da inclusão e da participação social. | Caue de Camargo dos Santos | |
O ensino e a aprendizagem de matemática e ciências da natureza para alunos com deficiência visual | Desenvolver estudos e pesquisas acerca do uso de recursos e metodologias acessíveis no ensino e a aprendizagem de Ciências e Matemática de pessoas com deficiência visual (DV). Tendo vista contribuir para a formação de professores mais bem preparados para atuar com alunos com DV, objetiva-se ainda o desenvolvimento e a consolidação de culturas, políticas e práticas inclusivas na Educação Especial, em diálogo e articulação contínua com a Educação Inclusiva. Como campo de pesquisa e atuação, apontase o Departamento de Educação, com alunos da Educação Básica e o Departamento de PósGraduação, com alunos do Ensino Superior e dos cursos de capacitação ofertados pela Divisão de Extensão e Aperfeiçoamento | Fabio Garcia Bernardo | |
Grupo de Pesquisa sobre Audiodescrição (GPEAD) | dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/752637 | A audiodescrição é um recurso de acessibilidade comunicacional, que através das palavras, possibilita a construção imagética por pessoas cegas, com baixa visão e surdocegas. O ato de descrever imagens faz parte do trabalho dos professores de escolas especializadas como o Instituto Benjamin Constant tanto no contexto de sala de aula e em atividades externas. A partir do ano de 2020 essa prática cresceu nas mídias sociais com o ensino remoto imposto pela pandemia mundial e o isolamento social. | Nadir da Silva Machado |
GEPOM - Grupo de Estudo e Pesquisa de Orientação e Mobilidade Área da Educação e Saúde | Verificação na literatura educacional e da saúde (fisioterapia, educação física e terapia ocupacional) os conteúdos sobre Orientação e Mobilidade de pessoas com deficiência visual no âmbito nacional | Regina Kátia Cerqueira Ribeiro | |
Computação Aplicada ao Desenvolvimento de Soluções Tecnológicas Acessíveis (COAS) | Realizar pesquisas voltadas para o uso e o desenvolvimento de metodologias, produtos e serviços tecnológicos acessíveis que possibilitem a inclusão e a ampliação das habilidades da pessoa com deficiência, em especial, da pessoa com deficiência visual, visando a garantia da sua autonomia e independência. | Joyce Miranda dos Santos | |
Grupo de Pesquisa Corpo e Acessibilidade na Deficiência Visual (GPCADV) | O grupo tem como objetivo principal desenvolver pesquisas que reflitam e problematizem questões de acessibilidade na área da deficiência visual e pesquisas que dialoguem sobre a relação do corpo para a pessoa com deficiência visual. Para isso serão realizados levantamentos bibliográficos sobre a temática, reuniões (remotas) dos integrantes do grupo de pesquisa propondo leituras e discussões acerca de referenciais teóricos na área da deficiência visual e produção de artigos científicos como resultado dessas atividades. | Flavia Daniela dos Santos Moreira | |
Inter-relações entre Corpo, Deficiência Visual/Surdocegueira, Expressão e Arte | Investigação das inter-relações entre corpo e deficiência visual, assim como entre corpo e surdocegueira nos âmbitos perceptivos, sensoriais, psicomotores, cognitivos, comportamentais e criativos | Arheta Ferreira de Andrade | |
Grupo de Pesquisa em Micropolíticas Inclusivas em Educação e Saúde de Pessoas com Deficiência Visual - GPMES | O Grupo de Pesquisa em Micropolíticas Inclusivas em Educação, Saúde e Cultura de Pessoas com Deficiência Visual (GPMES) busca desenvolver pesquisas no âmbito do Departamento de Estudos, Pesquisas Médicas e de Reabilitação (DMR), do Instituto Benjamin Constant (IBC), articulando os campos da Educação, da Saúde e da Cultura no contexto das pessoas com deficiência visual e surdocegueira. O grupo dedica-se à produção de conhecimento sobre processos de inclusão, acessibilidade, participação social, formação humana, práticas culturais e experiências estéticas, considerando as múltiplas dimensões da vida das pessoas com deficiência visual. As linhas de pesquisa dialogam entre si e investigam dimensões objetivas e subjetivas das experiências de pessoas com baixa visão, cegueira e surdocegueira, congênita ou adquirida, articulando educação, saúde e cultura na promoção da autonomia, da cidadania, da inclusão e da participação social. | Caue de Camargo dos Santos | |
O ensino e a aprendizagem de matemática e ciências da natureza para alunos com deficiência visual | Desenvolver estudos e pesquisas acerca do uso de recursos e metodologias acessíveis no ensino e a aprendizagem de Ciências e Matemática de pessoas com deficiência visual (DV). Tendo vista contribuir para a formação de professores mais bem preparados para atuar com alunos com DV, objetiva-se ainda o desenvolvimento e a consolidação de culturas, políticas e práticas inclusivas na Educação Especial, em diálogo e articulação contínua com a Educação Inclusiva. Como campo de pesquisa e atuação, apontase o Departamento de Educação, com alunos da Educação Básica e o Departamento de PósGraduação, com alunos do Ensino Superior e dos cursos de capacitação ofertados pela Divisão de Extensão e Aperfeiçoamento | Fabio Garcia Bernardo | |
Grupo de Pesquisa sobre Audiodescrição (GPEAD) | A audiodescrição é um recurso de acessibilidade comunicacional, que através das palavras, possibilita a construção imagética por pessoas cegas, com baixa visão e surdocegas. O ato de descrever imagens faz parte do trabalho dos professores de escolas especializadas como o Instituto Benjamin Constant tanto no contexto de sala de aula e em atividades externas. A partir do ano de 2020 essa prática cresceu nas mídias sociais com o ensino remoto imposto pela pandemia mundial e o isolamento social. | Nadir da Silva Machado |