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pontinhos_edicao_351.txt

Atualizado em 25/11/2022 16h51

text/plain pontinhos_edicao_351.txt — 50 KB

Conteúdo do arquivo

<t->
          PONTINHOS

          Ano LV, n.o 351, 
          Outubro/Dezembro de 2014
          Ministrio da Educao
          Instituto Benjamin Constant 
          Publicao Trimestral de 
          Educao, Cultura e 
          Recreao
          Editada na Diviso de 
          Pesquisa, Documentao e Informao
          Impressa na Diviso de   
          Imprensa Braille
          Fundada em 1959 por 
          Renato M. G. Malcher
          
          Av. Pasteur, 350/368 -- Urca
          Rio de Janeiro-RJ
          CEP: 22290-240
          Tel.: (55) (21) 3478-4458
          E-mail: ~,pontinhos@ibc.~
          gov.br~,
          Site: ~,http:www.ibc.~
          gov.br~,
<p>
          Livros Impressos em Braille: uma Questo de 
          Direito
          Pas Rico  Pas 
          sem Pobreza
<p>
                            I
          Diretora-Geral do IBC
          Maria Odete Santos Duarte

          Comisso Editorial
          Ana Paula Pacheco da Silva
          Joo Batista Alvarenga
          Leonardo Raja Gabaglia

          Reviso
          Victor Luiz da Silveira

          Colaborao
          Eduarda Bayma Milfont
          Marlene Maria da Cunha

<p>
          Transcrio conforme as 
          Normas Tcnicas para a 
          Produo de Textos em Braille, MEC/SEESP, 2006. Distribuio gratuita consoante a Portaria 
          Ministerial n.o 504, 17 de Setembro de 1949.

          Arquivo da revista disponvel para impresso em Braille: ~,http:www.ibc.gov.~
          br?itemid=381~,
<p>
<F->
                        III
Sumrio

Seo Infantil
Cantigas de Roda ::::::: 1
Trava-Lnguas :::::::::: 5
Cordel :::::::::::::::::: 7

Histrias para Ler e 
  Contar 
O Pato Poliglota :::::: 9
Nascer sabendo :::::::::: 11

Leio, logo escrevo :::::: 14

Seo Juvenil 
Quebra-Cuca :::::::::::: 17

Voc Sabia? :::::::::::: 27

Vamos Rir? ::::::::::::: 37

Historiando 
Diretas j! ::::::::::::: 40

Leitura Interessante
As trs perguntas ::::::: 45

Cuidando do Corpo e 
  da Mente
Os jovens e as drogas ::: 53

Tome Nota
Letras :::::::::::::::::: 60

Leio, logo escrevo :::::: 64

Espao do Leitor ::::::: 65

Vocabulrio ::::::::::::: 67
<F+>
<Tpontinhos 351>
<t+1>
<R+>
<S->
 Seo Infantil
 Cantigas de Roda
  
 A barata diz que tem

 A barata diz que tem 7 saias de fil
  mentira da barata, ela tem  uma s
 Ha, ha, ha, ho, ho, ho
 Ela tem  uma s
 Ha, ha, ha, ho, ho, ho
 Ela tem  uma s

 A barata diz que tem um sapato de fivela
  mentira da barata, o sapato  da me dela
 Ha, ha, ha, ho, ho, ho
 O sapato  da me dela
 Ha, ha, ha, ho, ho, ho
 O sapato  da me dela

 A barata diz que tem um anel de formatura
  mentira da barata, ela tem  casca dura
 Ha, ha, ha, ho, ho, ho
 Ela tem  casca dura
 Ha, ha, ha, ho, ho, ho
 Ela tem  casca dura

 A barata diz que tem
 Uma saia de cetim
  mentira da barata, ela tem  de capim
 Ha, ha, ha, ho, ho, ho
 Ela tem  de capim
 Ha, ha, ha, ho, ho, ho
 Ela tem  de capim

 A barata diz que tem um sapato de veludo
  mentira da barata, ela tem o p peludo
 Ha, ha, ha, ho, ho, ho
 Ela tem o p peludo
 Ha, ha, ha, ho, ho, ho
 Ela tem o p peludo

 A barata diz que tem sete saias de balo,
  mentira da barata, no tem no, nem dinheiro pra sabo
 Ha, ha, ha, ho, ho, ho
 Nem dinheiro pra sabo
 Ha, ha, ha, ho, ho, ho
 Nem dinheiro pra sabo

 A barata diz que tem um vestido de babado
  mentira da barata, o vestido t rasgado
 Ha, ha, ha, ho, ho, ho
 O vestido t rasgado
 Ha, ha, ha, ho, ho, ho
 O vestido t rasgado

 A barata sempre diz que viaja de avio,
  mentira da barata, ela vai  de "buso"
 Ha, ha, ha, ho, ho, ho
 Ela vai  de "buso"
 Ha, ha, ha, ho, ho, ho
 Ela vai  de "buso"   

Fonte: ~,http:www.~
  vagalume.com.brsucessos-~
  da-minha-escolinha~
  a-barata-diz-que-tem.html~,

 No atire o pau no gato

 No atire o pau no gato (to)
 Porque isso (so)
 No se faz (faz faz)
  gatinho (nho)
  nosso amigo (go)
 No devemos maltratar
 Os Animais
 Miau!!!
  
Fonte: ~,http:letras.mus.~
  brcantigas-populares~
  870902~,
  
Lavar os dentes
  
 Um copo com gua
 Uma escova e pasta
 Pra lavar os dentes
  o que me basta
  
 Esfrego, esfrego, esfrego
 Muito esfregadinho
<p>
 Com os dentes lavados
 Que rico cheirinho

(Bis)

Fonte: ~,http:letras.mus.~
  brcantigas-populares~
  989746~,

               ::::::::::::::::::::::::

Trava-Lnguas

 O original no se desoriginaliza.
 O original no se desoriginaliza.
 O original no se desoriginaliza.
 Se desoriginalizssemo-lo original no seria!

 No sei se  fato ou se  fita,
 No sei se  fita ou fato.
 O fato  que voc me fita
 E fita mesmo de fato.
<p>
 
 O tempo perguntou ao tempo qual  o tempo que o tempo tem.
 O tempo respondeu ao tempo que no tem tempo para dizer ao tempo que 
o tempo do tempo  o tempo que o tempo tem.

 (Verbo Tagarelar no Futuro do Pretrito)

 Eu tagarelaria
 Tu tagarelarias
 Ele tagarelaria
 Ns tagarelaramos
 Vs tagarelareis
 Eles tagarelariam

 Larga a tia, largatixa!
 Lagartixa, larga a tia!
<p>
 S no dia em que a sua tia
 Chamar a largatixa de lagartixa.

Fonte: ~,http:www.~
  qdivertido.com.br~
  verfolclore.php?codigo=22~,

               ::::::::::::::::::::::::

Cordel
 Navegantes da Literatura
  
 Meus queridos amiguinhos
 Venho aqui lhes convidar
 Pra divertida aventura
 Que agora vai comear
 Pelas pginas dos livros
 Vamos todos viajar

 Todo o conhecimento
 Nos livros ns encontramos
 E no navio da leitura
 Bem juntinhos navegamos
 Em busca desse tesouro
 De braos dados ns vamos
<p>
 Nas letrinhas e figuras
 Vemos todo o universo
 Seja l qual for a pgina
 Escrita em prosa ou verso
 Podemos seguir em frente
 Ou fazer caminho inverso

 Quem l fica mais esperto
 No vira cabea dura
 Respeitando o aprendizado
 Com lealdade e bravura
 Torna-se o capito
 Dessa nau literatura

 Vamos ler todos os dias
 No h limites enfim
 A leitura  pra voc
 E com certeza  pra mim
 Uma histria que comea
 Mas que nunca chega ao fim
<S+>
<R->  

Fonte: ~,http:tarciocosta.~
  com.br~,

               oooooooooooo

<p>
 Histrias para Ler e Contar
 O Pato Poliglota
    
  A menina ficou muito alegre quando ganhou o cachorro de presente. 
Ela no suspeitava que ia dar confuso.
  Acontece que j havia um gato na casa. E os bichos juntos 
brigaram feito co e gato.
  A menina no demorou a descobrir que o desentendimento entre os 
dois se devia ao fato de falarem lnguas diferentes.
  Procurou um meio de modificar a situao. Quem procura, acha. 
Descobriu a Escola do Pato Poliglota, onde se ensinavam muitas 
lnguas.
  O Pato Poliglota era capaz de conversar com os perus em glu-glu 
com rara perfeio.
  Falava o piu-piu to bem com os pintinhos que Dona Galinha quis 
tomar umas lies e, assim, se entender ainda melhor com os filhos.
  O Pato Poliglota falava correntemente o qu-qu (sua lngua 
original), o ron-ron, o miau, o au-au, o glu-glu, o piu-piu, o m, 
alm de se fazer entender em outras tantas lnguas.
  Conversava com os sapos, em noites de serenata, como se fosse um 
deles.
  Muito estudioso, havia feito um curso na mesma escola da serra 
tico-tico, para poder papear com as cigarras.
  A menina matriculou cachorro e gato na Escola do Pato Poliglota.
  O resultado foi assombroso. Em pouco tempo o gato falava o au-au 
(com sotaque) e o cachorro falava o miau (um pouco rouco).
  Da pra frente se entretinham em longos papos, a ponto de haver 
uma pontinha de cimes na menina.
  Ela, ento, se matriculou tambm na Escola do Pato Poliglota, 
onde aprendeu as lnguas dos seus dois amigos.
  Hoje -- que engraado! -- cada qual pode falar sua prpria lngua 
sem problemas, pois os outros vo entender perfeitamente.
  
<R+>
Fonte: *O Pato Poliglota*. COELHO, Ronaldo Simes. So Paulo: Editora 
tica S.A, 1994.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

Nascer sabendo
  
  Eu ficava olhando as outras crianas e pensava que tinham nascido 
sabendo tudo: nadar, pular corda, escrever, ler, danar.
  Acho que sou uma boboca, nariz de pipoca!
  Quando eu nasci, no sabia andar, no ? S que era pequenininha 
e no ligava.
  Depois  que fiquei assim. Se no sabia uma coisa, pensava que 
era defeito meu.
  Um dia, estava pelejando para abotoar a blusa e consegui.
  Mame perguntou quem tinha me ajudado.
  Quando eu falei vesti sozinha, ela fez uma cara tima.
  Papai fez uma cara igual, quando lhe pedi que batesse corda para 
mim.
  Ele batia, e eu entrava, e saa, e girava, e pulava num p s, e 
dizia: agora  de abacaxi,  de rei-rainha,  passa-zero.
  Papai me olhava. Ficou espantado ao ver que meu irmo, menor do 
que eu, j fazia as mesmas coisas.
  C pra ns, eu tambm estava surpresa. Havia poucos dias que no 
sabia pular corda e, de tanto errar, estava acertando tudo, at mais 
de trinta vezes.
   bom a gente no nascer sabendo. Como  gostoso aprender! Andar 
de bicicleta, nadar, tudo!
  Outro dia, aconteceu uma coisa engraada. H uma poro de livros 
aqui em casa. De uns eu gosto mais, de outros eu gosto 
menos.
  Dos que eu gosto, estou sempre pedindo pro papai e pra mame 
lerem para mim.
  Pois nesse dia eu  que li para eles.
  Vocs precisavam de ver a cara deles!
  Eu cheguei a bater palmas.
<p>
  Sabem o que estou pensando? Mame  boboca, e o papai, nariz de 
pipoca.
  
<R+>
Fonte: *Nascer sabendo*. COELHO, Ronaldo Simes. So Paulo: FTD, 1999.
<R->

               oooooooooooo

Leio, logo escrevo
<R+>
  com alegria que comeamos a receber e selecionar textos dos alunos 
da primeira e da segunda fases do IBC. Esta nova coluna  uma 
parceria entre o Departamento de Educao e a Coordenao da 
Pontinhos e tem o objetivo de incentivar o prazer de escrever. Ela 
ser dividida na Seo Infantil e na Juvenil. Quem disse que os 
leitores que no so alunos do Instituto esto de fora? Jamais! Vocs 
tambm podem enviar seus textos, que podero ser selecionados e 
publicados na coluna Espao do Leitor, seja na *Pontinhos* ou na 
*RBC*,
conforme o contedo.
<R->

Primeira fase

<R+>
Nome: Juliana Galdino Proena
 Data de nascimento: 16/01/2000
 Local de nascimento: Rio de 
  Janeiro, RJ
 Turma: 503
<R->

O meu aniversrio

  No dia do meu aniversrio eu fico muito feliz.  um dia especial.
  Eu gosto de ganhar muitas coisas. Quando as pessoas da minha 
famlia me do parabns, eu fico toda prosa. Isso  muito bom.  
quase a mesma coisa quando  o dia das crianas.
  Alm disso eu gosto de brincar, festa surpresa, entre outras coisas. 

<R+>
Nome: Giovana Pereira 
  Ferreira Costa
 Data de nascimento: 29/04/2004
 Local do nascimento: Rio de Janeiro, RJ
 Turma: 201
<R->

Meu cachorro Bidu

  O nome do meu cachorro  Bidu. O meu cachorrinho veio para a minha 
casa muito pequeno. Ele  um cachorrinho muito levado, inteligente, 
carinhoso e sapeca.
  Quando eu e minha me chegamos em casa, ele faz muita festa e fica 
muito feliz. Ele no gosta de ficar sozinho; quando ele fica muito 
tempo 
<p>
 sozinho, ele faz muita besteira e minha me fica brava. Eu 
defendo muito o meu co. O Bidu  meu heri.

               oooooooooooo

 Seo Juvenil
 Quebra-Cuca

 Caa-palavras
  
 Desafio 1 

  Localize as seguintes palavras: manga, tatu, lobo, 
foca, cama, futebol, TV, gaivota, raio, papel, jaqueta, pneu, 
secador, transporte e oceano. Lembre-se de que a busca pode ser 
tanto na vertical quanto na horizontal.
<p>  
 khhfcmnzturrpyq
 rgqsstskrbsozqb 
 zdpxqgffawvlhgc
 buxlcsqenmwsogx
 nfpapeldshmjcuc
 spnxukldpayveuf
 rcevmgoaovpdazu
 lauokfbbrogcngt
 nmpexoohtwbooae 
 tatvfcsoejsmkib
 wmqfiasecadorvo
 hcbnrjixzkhfhol
 ldbuuauhsfznktu
 gemvhqtatuqvsav
 nzaacupfapqdqoj
 rwnrzelagccraio
 trgfrtxkzkisywv
 rkahuajawrnweyr
  
 Desafio 2

  Localize as seguintes capitais brasileiras: Aracaju, Natal, Belm, Cuiab, 
<p>
Salvador, Braslia, 
 Goinia, Teresina, 
Vitria, 
Palmas, Macei, Manaus, Macap, Recife e Curitiba. Lembre-se de que a 
busca deve ser feita na horizontal, vertical e diagonal (nas duas 
direes).
  Em tinta, os caa-palavras sempre se apresentam em caixa alta; se 
fizssemos assim em Braille, o jogo no s sairia do formato como 
tambm perderia toda a graa. Por isso, so transcritos com letras 
minsculas.
<p> 
 fjktkyvngzwarsb 
 teqrpiubhlnvoeo
 qhcgtrecifeuleu
 ucuiecamylnka 
 jprtztpfwfmwgsi
 ciianiseretfzpq
 azteacosyuxdori
 apisvuchlglvxhs
 iebamihlwousaxl
 lsalnaegoiniaa
 vnvmbcamanaust
 snxanqasamlapa
 ashdhivdpukumtn
 rjnozzxufvaoua
 bysrhaaracajuks
  
               ::::::::::::::::::::::::
      
 Jogo dos erros de portugus
 Qual a forma correta?
      
1) Iogurte ou iorgute?
  Resposta: Iogurte.
 2) Lantejola ou lantejoula?
  Resposta: Lantejoula.
 3) Crescente ou crecente?
  Resposta: Crescente.
<p>
 4) Mortandela ou mortadela?
  Resposta: Mortadela.
 5) Rinxa ou rixa?
  Resposta: Rixa.
 6) Descaso ou discaso?
  Resposta: Descaso.
 7) Feicho ou fecho?
  Resposta: Fecho.
 8) Salchicha ou salsicha?
  Resposta: Salsicha.
<R+>
 9) Trfego areo ou trfico 
  areo?
<R->
  Resposta: Trfego areo.
<R+>
 10) Esteritipo ou esteretipo?
<R->
  Resposta: Esteretipo.
 11) Disjuntor ou dijuntor?
  Resposta: Disjuntor.
<R+>
 12) Acumputura ou acupun-
  tura?
<R->
  Resposta: Acupuntura.
<R+>
 13) Vossa Eminncia ou Vossa Iminncia?
<R->
  Resposta: Vossa Eminncia.
<R+>
<p>
 14) Retificar o motor ou 
  ratificar o motor? 
<R->
  Resposta: Retificar o 
  motor.
<R+>
 15) Quadricpide ou quadricpite?
<R->
  Resposta: Quadricpite.

<R+>
Fonte: ~,http:~
  educarparacrescer.abril.~
  com.brcomo-se-escreve~
  index.shtml~,
<R->

Jogo do hfen

1) Tio-av ou tio av?
  Resposta: Tio-av. Usa-se o hfen quando duas palavras com 
identidade e significado prprios se juntam e formam um terceiro 
significado.

<R+>
2) Guarda-noturno ou guarda 
  noturno?
<R->
  Resposta: Guarda-noturno. Usa-se o hfen quando duas palavras 
com identidade e 
<p>
 significado prprios se juntam e formam um terceiro 
significado.

<R+>
3) Conta gotas ou conta-
  -gotas?
<R->
  Resposta: Conta-gotas. 
 Usa-se o hfen quando duas palavras com 
identidade e significado prprios se juntam e formam um terceiro 
significado.
  
<R+>
4) Bem me quer ou bem-me-quer?
<R->
  Resposta: Bem-me-quer. 
 Usa-se o hfen em todos os nomes 
compostos de espcies de animais e vegetais.
  Ateno: Exceto quando denominam espcies vegetais e animais ou 
em casos consagrados, as locues no so escritas com hfen. Exemplo: 
Mo de obra, dia a dia, caf da manh, p de moleque. Cheque as 
excees nos dicionrios atualizados conforme o novo Acordo 
Ortogrfico.
  Exceo: Quando se perde a noo de que a palavra  composta por 
duas outras, no h hfen. Exemplo: Paraquedas, paraquedista, 
paraquedismo, passatempo, rodap.

<R+>
5) Mal-intencionado ou mal intencionado?
<R->
  Resposta: Mal-intencionado. Usa-se o hfen se o primeiro 
elemento de uma palavra composta for "mal" e o segundo se iniciar com 
uma vogal ou com a letra h. Caso contrrio, o prefixo "mal" deve se unir ao 
segundo elemento numa nica palavra, como no caso de 
malvisto, 
malquisto e malcheiroso.

<R+>
6) Bem-afortunado ou bem afortunado?
<R->
  Resposta: Bem-afortunado. Usa-se o hfen sempre que o prefixo 
"bem" formar com o segundo elemento um adjetivo ou substantivo.
  Ateno: Se o segundo elemento for um derivado de "fazer" ou 
"querer", no se usa hfen e os componentes se juntam. Exemplo: Benfeito, 
benfeitor, benfazejo, benfeitoria, benquerer, benquisto, benquerena, 
etc.

<R+>
7) Pseudo organizado ou pseudo-organizado?
<R->
  Resposta: Pseudo-organizado. Usa-se o hfen quando o primeiro 
elemento terminar com a mesma vogal com que o segundo elemento se 
inicia. 
  Exceo: Nas palavras compostas formadas pelos prefixos "re, 
pre, pro" e "co", os elementos se juntam. No se usa o hfen mesmo 
quando h o encontro de vogais iguais. Exemplo: Coordenar, reescrever, 
cooptar, preexistncia, reencontrar, proativo etc.

<R+>
8) Seminconsciente ou 
  semi-inconsciente?
<R->
  Resposta: Semi-inconsciente. Usa-se o hfen quando o primeiro 
elemento terminar com a mesma vogal com que o segundo elemento se 
inicia. 
  Exceo: Nas palavras compostas formadas pelos prefixos "re, 
pre, pro" e "co", os elementos se juntam. No se usa o hfen mesmo 
quando h o encontro de vogais iguais. Exemplo: Coordenar, reescrever, 
cooptar, preexistncia, reencontrar, proativo etc.

<R+>
9) Interresistente ou 
  inter-resistente?
<R->
  Resposta: Inter-resistente. Usa-se o hfen quando o primeiro 
elemento for "hiper, 
<p>
 inter" e "super" e o segundo comear com a 
letra r.

Fonte: ~,http:~
  educarparacrescer.abril.~
  com.brregras-hifen~
  index.shtml~,

               oooooooooooo

 Voc Sabia?
<R+>
 Conhea os dinossauros que habitaram o Brasil (Parte II)
<R->

 *Staurikosaurus pricei*
    
  Foi um dos primeiros dinossauros e o primeiro a ser descrito no 
Brasil, em 1970. O estauricossauro era um pequeno terpode, com 1 
metro de altura e 2,5 metros de comprimento, que viveu no Brasil 
durante o perodo Trissico, cerca de 227 milhes de anos atrs. 
Carnvoro, ele pesava apenas 30 quilos. Os fsseis do dinossauro 
foram encontrados no Rio Grande do Sul (RS), em Santa Maria. O nome 
*Staurikosaurus* significa lagarto cruzeiro do sul, em referncia  
constelao de estrelas de nome homnimo, enquanto o nome da 
espcie, *pricei*, homenageia o paleontlogo brasileiro que o descobriu 
no ano de 1936: Llewellyn Ivor Price.
  
*Saturnalia tupiniquim*  
  
  Esse dinossauro viveu no perodo Trissico, cerca de 225 milhes de 
anos atrs. Provavelmente carnvoro, ele media 70 centmetros de 
altura e 2 metros de comprimento, e pesava 50 quilos. Seus fsseis 
foram encontrados no RS, na cidade de Santa 
 Maria. No entanto, novas 
descobertas foram feitas, durante o perodo de carnaval, que deu 
origem ao nome da espcie, descrita em 1999. Acredita-se que o 
Carnaval tenha origem na festa do solstcio do inverno romano, 
Saturno, enquanto a palavra tupiniquim veio do portugus e guarani. 
As caractersticas misturadas de sauropodomorpha e terpode, alm da 
sua natureza primitiva, tornam difcil classificar o *Saturnalia*.

*Amazonsaurus maranhensis*
    
  O *Amazonsaurus* pertence  superfamlia de saurpodes, 
chamada *Diplodocoidea*, e viveu na Amrica do Sul h 100 milhes de 
anos, no perodo Cretceo. Com 3 metros de altura e 10 metros de 
comprimento, esse dinossauro herbvoro pesava cerca de 10 toneladas. 
 O *Amazonsaurus maranhensis* foi descrito em 2003, e o nome lembra a 
regio onde os fsseis foram encontrados, na Regio Amaznica, no 
 Maranho.
  
*Gondwanatitan faustoi*
    
  O *Gondwanatitan faustoi*  um dinossauro saurpode que viveu no 
perodo Cretceo, h 70 milhes de anos. O dinossauro herbvoro 
pesava 10 toneladas e tinha em torno de 2 metros de altura e 8 metros 
de comprimento. O Tit de Gondwana recebeu esse nome por ter vivido 
no continente cretceo Gondwana (que engloba os continentes atuais da 
Amrica do Sul, frica, Antrtica, Austrlia, ndia e Madagascar). 
Como de costume, o nome da espcie, descrita em 1999, faz referncia 
a um dos coletores dos fsseis, o paleontlogo do Museu Nacional, 
Fausto Cunha. Os fsseis foram encontrados na regio de lvares 
Machado, So Paulo.
  
*Pycnonemosaurus nevesi*
    
  O *Pycnonemosaurus*  um dinossauro carnvoro que viveu na Chapada 
dos Guimares, no perodo Cretceo, h 70 milhes de anos. Seu 
tamanho estimado  de 3,5 metros de altura e 9 metros de comprimento, 
e o peso de 2 toneladas. O *Pycnonemosaurus* provavelmente se 
alimentava de dinossauros maiores que ele, como o *Maxakalisaurus*, 
saurpode que viveu na mesma regio. A espcie foi descrita em 2002 e 
o nome, da palavra pycnos (do Grego, denso, grosso) e nemus (do 
Latim, vegetao, floresta), fazem referncia a Mato Grosso, local 
onde os fsseis foram encontrados.
  
*Irritator challengeri*
  
  O *Irritator*, do grupo *Spinosauridae*, viveu no perodo Cretceo, 
h 100 milhes de anos. Com 3 metros de altura e 8 metros de 
comprimento, esse dinossauro carnvoro pesava cerca de 2 toneladas. O 
nome irritante foi dado em 1996 e se refere  dificuldade de 
recuperar o nico fssil conhecido, um crnio de cerca de 80 
centmetros que havia sido vendido ilegalmente, e alterado, por 
traficantes de fsseis. J o nome da espcie, 
 *challengeri*, faz 
referncia ao personagem do professor Challenger, criado pelo 
escritor Arthur Conan Doyle, no romance O Mundo 
 Perdido.
<p>
*Angaturama limai*
    
  Esse dinossauro do grupo *Spinosauridae* viveu no perodo Cretceo, 
h 110 milhes de anos. Com 2,5 metros de altura, 6 metros de 
comprimento e cerca de 700 quilos, esse carnvoro teve parte do seu 
crnio encontrado em rochas sedimentares na Chapada do Araripe, no 
 Cear. A palavra 
 *Angaturama*, na cultura tupi, significa esprito 
protetor. Identificado em 1996, semanas depois do *Irritator 
challengeri*, o *Angaturama limai*  considerado hoje, por alguns 
autores, como sendo da mesma espcie do *Irritator challengeri*. Se 
isso for comprovado, o nome *Irritator Challengeri* ter prioridade, 
pois foi registrado antes.
<p>  
*Santanaraptor placidus*
    
  O *Santanaraptor placidus* foi um dinossauro pequeno que viveu 110 
milhes de anos atrs, no perodo Cretceo. Esse dinossauro carnvoro 
de apenas 80 centmetros de altura, 2 metros de comprimento e pesando 
20 quilos  considerado um parente distante do famoso *Tyrannosaurus 
rex* americano. O nome dado ao dinossauro, em 1999, faz referncia  
Formao Santana, na regio da Bacia do 
 Araripe, no Cear, onde foi 
encontrado o fssil. Por ser um predador, surgiu o *raptor*, do latim, 
e, por fim, o nome especfico, 
 *placidus*,  uma homenagem ao Professor 
Plcido Cidade Nuvens, da 
Universidade 
 Regional do Cariri (CE).
<p>  
*Teyuwasu barberenai*
    
  O *Teyuwasu barberenai* viveu no perodo Trissico, h 223 milhes 
de anos. O tamanho estimado desse dinossauro bpede  de 60 
centmetros de altura, 1,5 metro de comprimento e peso de 5 quilos. 
Seus fsseis foram encontrados no Rio Grande do Sul, nos anos de 1938 
e 1942, mas s em 1999 que ele foi identificado. O nome do gnero 
(Teyuwasu), em tupi-
 -guarani, significa lagarto grande, e o da espcie 
(barberenai)  uma homenagem ao paleontlogo gacho M. C. Barberena.
  
*Guaibasaurus candelariensis*
    
  *Guaibassauro*  um gnero de dinossauro basal que viveu no perodo 
Trissico, h 225 milhes de anos. Carnvoro, ele tinha 80 
centmetros de altura, 1,8 metro de comprimento e pesava 75 quilos. 
O nome foi dado em homenagem ao Rio Guaba, devido ao Projeto 
Pr-Guaba, que d apoio cientfico  pesquisa de fsseis do perodo 
Trissico. J o nome especfico, 
 *candelariensis*, faz referncia  
cidade de Candelria, no Rio Grande do Sul, que fica prxima do local 
onde os fsseis foram encontrados. A espcie foi identificada em 1999.
  
*Mirischia asymmetrica*
    
  O *Mirischia asymmetrica*  um dinossauro carnvoro de apenas 50 
centmetros de altura e cerca de 2 metros de comprimento. Ele viveu 
no perodo Cretceo, h 110 milhes de anos. A espcie encontrada no 
Araripe, Cear, 
<p>
 e apresentada em 2004, ainda  pouca conhecida.
  
Fonte: ~,http:noticias.~
  terra.com.breducacao~
  dinossauros-do-brasil~,
  
               oooooooooooo
 
 Vamos Rir?

  Era uma vez, numa terra muito distante, uma princesa linda, 
independente e cheia de autoestima.
  Ela se deparou com uma r enquanto contemplava a natureza e pensava 
em como o maravilhoso lago do seu castelo era relaxante e ecolgico.
  Ento, a r pulou para o seu colo e disse: 
  -- Linda princesa, eu j fui um prncipe muito bonito. Uma bruxa 
m lanou-me um encanto e transformei-me nesta r asquerosa. Um beijo 
teu, no entanto, h de me transformar de novo num belo prncipe e 
poderemos casar e constituir lar feliz no teu lindo castelo. A tua 
me poderia vir morar conosco, e tu poderias preparar o meu jantar, 
lavar as minhas roupas, criar os nossos filhos e seramos felizes 
para sempre.
  Naquela noite, enquanto saboreava pernas de r *saute*, acompanhadas 
de um cremoso molho acebolado e de um finssimo vinho 
branco, a 
princesa sorria, pensando consigo 
 mesma:
  -- Eu, hein?... Nem morta!
  
Luiz Fernando Verssimo

Fonte: ~,http:pensador.~
  uol.com.brtextos{-para{-~
  levantar{-auto{-estima~,
      
  Pedrinho e a me sobem no nibus. Ao ler a placa avisando que 
menores de 10 anos no pagam passagem, a mulher cochicha:
  -- Pedrinho, se o cobrador perguntar, diga que tem 10 anos, t?!
  E no d outra:
  -- Quantos anos voc tem, menino?
  -- Dez -- responde 
 Pedrinho.
  -- E quando voc faz 11?
  -- Quando eu descer do nibus.
      
O que , o que ?

  A semelhana entre o trem e uma pessoa direita?
  R: Os dois andam na linha.
  O prato favorito dos gulosos?
  R: O prato cheio.
  O bicho que no  caro?
  R: Barata.
  O tipo de cachorro que no morde e no late?
  R: O cachorro-quente.
  A parte do corpo mais importante para o poeta?
  R: A veia potica.
  A semelhana entre o folio e o sapo?
  R: Ambos adoram pular.
      
               oooooooooooo

 Historiando
 Diretas j!

  Em 1983, o governo militar estava nas ltimas. Aumentavam a 
inflao, a recesso e o desemprego. A moratria e os acordos com o 
FMI paralisaram a economia. As foras democrticas do pas se 
lanaram, ento, num grande movimento para apressar a 
redemocratizao: a campanha das Diretas j.
  No segundo semestre de 1983, as oposies se uniram e promoveram 
grandes comcios pela aprovao da Emenda Dante de Oliveira, que 
restabelecia o voto direto para presidente da Repblica (as eleies 
para governador j tinham sido restabelecidas). Em um desses 
comcios, na cidade do Rio de Janeiro, um milho de pessoas foi  
Candelria exigir o voto direto. No ltimo comcio, em 16 de abril  
de 1984, na cidade de So Paulo, o nmero chegou a um milho e meio 
de manifestantes. A campanha foi o maior movimento cvico e popular 
da histria do pas, havendo registro de quase 40 comcios, de norte 
a sul do Brasil.
  Mas aprovar uma emenda constitucional no era tarefa fcil; no 
bastava obter maioria simples, eram necessrios dois teros dos votos 
do plenrio. A emenda conseguiu a maioria, mas acabou derrotada, 
frustrando enormemente a sociedade brasileira. Mas os nmeros da 
votao no deixavam dvida: o regime militar tinha se tornado 
extremamente impopular e no teria como se manter por muito tempo.
  A partir da, os partidos polticos de oposio passaram a conduzir 
a transio para a democracia. O PMDB lanou Tancredo Neves para a 
sucesso presidencial. O PDS lanou a candidatura do empresrio Paulo 
Maluf, ex-governador do estado de So 
 Paulo, que no contava com o 
apoio do general Figueiredo. Muitos parlamentares do partido do 
governo tomaram a deciso de apoiar o candidato do PMDB, abandonando 
o regime.
  Assim, formou-se uma chapa denominada de Aliana Democrtica, com 
Tancredo 
 Neves para presidente e Jos Sarney como vice-presidente. Em 
15 de janeiro de 1985, Tancredo foi eleito no 
<p>
 Colgio Eleitoral. A 
ditadura estava derrotada.

Nova Repblica

  Na noite de 14 de maro de 1985, vspera da posse, ocorreu uma 
tragdia. Tancredo foi acometido de uma misteriosa doena, cuja causa 
no foi informada de imediato, o que deu margem a diversos rumores, 
inclusive o de que ele teria sido vtima de um atentado. O impasse 
no era fcil de resolver, pois, no impedimento de Tancredo, e tendo 
expirado o mandato de Figueiredo, a presidncia devia ser assumida 
pelo presidente da Cmara, Ulysses Guimares. Se assumisse a 
presidncia, e no caso de falecimento de Tancredo, a funo 
constitucional de Ulysses seria a de convocar novas eleies.
  Que tipo de eleies ele convocaria? Eleies diretas no podia 
convocar sem a aprovao de uma emenda constitucional. Eleies 
indiretas? Dificilmente. Com grande prudncia, Ulysses articulou a 
posse do vice-presidente eleito, que substituiu um presidente que 
sequer havia sido empossado no cargo. Na verdade, Ulysses Guimares 
quis garantir que a redemocratizao no corresse risco e por isso 
trabalhou para empossar Sarney.
  Comeava assim a chamada Nova Repblica, que despertava grandes 
esperanas na populao brasileira. Tancredo Neves faleceu no dia 21 
de abril, dia de Tiradentes, de uma infeco causada por crise aguda 
no aparelho digestrio. 
<p>
 Esta  a verso oficial de sua morte.

<R+>
Fonte: VAINFAS, Ronaldo *et al. Histria: o mundo por um fio: do 
sculo XX ao XXI*, volume 3. So Paulo: Saraiva, 2010.
<R->
   
               oooooooooooo

 Leitura Interessante
 As trs perguntas
  
  Era uma vez um menino chamado Nikolai, que, s vezes, no sabia 
muito bem como agir.
  -- Quero ser uma boa pessoa -- ele dizia aos amigos --, mas nem 
sempre sei a melhor maneira de fazer isso.
  Os amigos de Nikolai o entendiam e queriam ajud-lo.
  -- Se eu conseguisse encontrar as respostas para minhas trs 
perguntas -- Nikolai continuava --, eu sempre saberia o que fazer.
  Qual  o melhor momento para fazer as coisas?
  Quem  mais importante?
  Qual  a coisa certa a ser feita?
  Os amigos de Nikolai refletiram sobre a primeira pergunta.
  Ento Snia, a gara, falou:
  -- Para saber o melhor momento de fazer as coisas,  preciso 
planejar com antecedncia.
  Gogol, o macaco, que andava procurando entre as folhas alguma 
coisa para comer, disse:
  -- Voc saber quando fazer as coisas se observar e prestar 
muita ateno.
  Pushkin, o cachorro, que estava descansando, revirou-se e disse:
  -- Voc no pode prestar ateno em tudo sozinho. Precisa de 
companheiros para vigiar e ajud-lo a resolver quando fazer as 
coisas. Por exemplo: Gogol, um coco vai cair na sua cabea.
  Nikolai pensou por um instante. Depois fez sua segunda pergunta:
  -- Quem  mais importante?
  -- Quem est mais perto do cu -- disse Snia, rodopiando rumo 
ao cu.
  -- Quem sabe curar os doentes -- disse Gogol, esfregando o 
cocoruto machucado.
  -- Quem faz as leis -- rosnou Pushkin.
  Nikolai pensou um pouco mais. Depois fez a terceira pergunta:
  -- Qual  a coisa certa a ser feita?
  -- Voar -- disse Snia.
  -- Divertir-se o tempo todo -- riu Gogol.
  -- Brigar -- latiu Pushkin na mesma hora.
  O menino refletiu longamente. Gostava de seus amigos. Sabia que 
todos tentavam fazer o possvel para ajud-lo a responder a suas 
perguntas. Mas suas respostas no pareciam corretas.
  Ento, teve uma ideia.
  J sei, ele pensou. Vou perguntar a Leo, a tartaruga. Ela j 
viveu muito tempo. Com certeza sabe responder s minhas perguntas.
  Nikolai subiu ao alto da montanha, onde a velha tartaruga 
morava sozinha.
  Ao chegar, o menino encontrou-a cavoucando um jardim. A 
tartaruga era muito velha, e cavoucar era um servio difcil para ela.
  -- Tenho trs perguntas para responder e vim pedir sua ajuda -- 
disse Nikolai. -- Qual  o melhor momento para fazer as coisas? Quem 
 mais importante? Qual  a coisa certa a ser feita?
  Leo ouviu com ateno e 
<p>
 sorriu. Depois continuou 
 cavoucando.
  -- Voc deve estar cansada -- disse Nikolai, finalmente. -- 
Deixe-me ajud-la.
  A tartaruga agradeceu e lhe entregou a p. E, como aquele 
trabalho era mais fcil para o menino do que para uma velha 
tartaruga, Nikolai cavoucou at todas as covas estarem prontas.
  No entanto, assim que ele terminou, soprou uma ventania e a 
chuva despencou das nuvens escuras.
  Enquanto caminhavam s pressas para se abrigar na casa da 
tartaruga, Nikolai ouviu um grito de socorro.
  O menino desceu correndo por uma trilha e encontrou uma panda, 
com a perna machucada por uma rvore que tinha cado.
  Com todo o cuidado, Nikolai levou a panda at a casa de Leo e, 
com um pedao de bambu, fez uma tala para a perna dela.
  A tempestade continuava, batendo nas portas e janelas. A panda 
acordou.
  -- Onde estou? -- perguntou. -- Onde est minha filha?
  O menino saiu correndo. O rugido da tempestade era 
ensurdecedor. Lutando contra o vendaval e a chuva, ele avanava pela 
floresta. L encontrou a filhinha da panda, deitada no cho, tremendo 
de frio.
  A pequena panda estava encharcada e assustada, mas viva. 
Nikolai levou-a para a casa da tartaruga, enxugou-a e a aqueceu. 
Ento, colocou-a nos braos da me.
  Ao ver o que Nikolai tinha feito, a tartaruga sorriu.
  Na manh seguinte, o sol estava quente, os passarinhos cantavam 
e tudo no mundo ia bem. A perna da panda tinha melhorado e ela 
agradeceu a Nikolai por ajud-la e por salvar sua filhinha da 
tempestade.
  Naquele instante, Snia, Gogol e Pushkin chegaram para ver como 
iam as coisas.
  Nikolai sentia uma paz muito grande em seu interior. Tinha 
amigos maravilhosos. Tinha salvado a panda e sua filhinha da 
tempestade. Mas tambm estava decepcionado, pois no havia encontrado 
as respostas que procurava. Ento perguntou novamente a Leo.
  A velha tartaruga olhou para o menino.
  -- Muito bem, voc encontrou a resposta para suas perguntas! -- 
ela disse.
  -- Como assim? -- perguntou o menino.
  -- Ontem, se voc no tivesse ficado para me ajudar a cavoucar o 
jardim, no teria ouvido os gritos da panda pedindo socorro. 
Portanto, o melhor momento foi aquele em que voc me ajudou a 
cavoucar o jardim. Naquele momento, quem foi mais importante fui eu, 
e a coisa mais certa a se fazer foi me ajudar. Depois, quando voc 
encontrou a panda machucada, o momento mais importante foi aquele em 
que voc tratou da perna dela e salvou sua filhinha. Quem era mais 
importante era a panda e sua filha. E a coisa mais importante a fazer 
foi cuidar delas e salv-las. Ento, lembre-se de que h s um 
momento mais importante, e esse momento  agora. Quem  mais 
importante  quem est com voc. E a coisa mais certa a ser feita  
fazer o bem a quem est a seu lado. Isso responde, querido menino, s 
perguntas sobre o que  mais impor-
<p>
 tante no mundo. Por isso estamos 
aqui.
  
<R+>
Fonte: *As trs perguntas: baseado numa histria de Leon Tolstoi*. 
MUTH, Jon J. So Paulo: 
  Martins Fontes, 2004.
<R->

               oooooooooooo

 Cuidando do Corpo e da 
  Mente
 Os jovens e as drogas
    
  A adolescncia  uma fase do desenvolvimento humano em que 
ocorrem muitas mudanas;  uma fase conflituosa da vida devido s 
transformaes fsicas e emocionais vividas. Surge a curiosidade, os 
questionamentos, a vontade de conhecer, de experimentar o novo mesmo 
sabendo dos riscos, e um sentimento de ser capaz de tomar as prprias 
decises.  o momento em que o adolescente procura sua identidade, 
no mais se baseando nas orientaes dos pais, mas tambm nas 
relaes que constri principalmente com o grupo de amigos.
  Para a grande maioria dos jovens, ter experincias novas 
(lugares, msicas, amigos e tambm drogas) no necessariamente trar 
problemas permanentes, e muitos se tornaro adultos saudveis. Mas h 
jovens que passam a ter problemas a partir dessas experincias e, por 
conta disso, a adolescncia  um perodo de risco para o envolvimento 
com as drogas. Ao menos em parte, os riscos podem ser atribudos s 
prprias caractersticas da adolescncia tais como: necessidade de 
aceitao pelo grupo de amigos; desejo de experimentar comportamentos 
vistos como de adultos; sensao de onipotncia (comigo isso no 
acontece); grandes mudanas comportamentais, gerando insegurana; 
aumento da impulsividade.
  A curiosidade natural dos adolescentes  um dos fatores de maior 
influncia na experimentao de lcool e outras drogas, assim como a 
opinio dos amigos. Essa curiosidade o faz buscar novas sensaes e 
prazeres: o adolescente vive o presente e, em sua busca por 
realizaes imediatas, o efeito das drogas vai ao encontro disto, 
proporcionando prazer imediato.
  O modismo  outro aspecto importante relacionado ao uso de 
substncias entre adolescentes, pois reflete a tendncia do momento, 
e os adolescentes so particularmente vulnerveis a estas 
influncias. Afinal, esto saindo da infncia e comeando a sentir o 
prazer da liberdade nas pequenas coisas, desde a escolha de suas 
prprias roupas e atividades de lazer, at a definio de qual ser 
seu estilo.
  
<R+>
O papel da famlia na 
  formao do adolescente
<R->
  
  A famlia, por sua vez, pode atuar como um fator de risco ou 
protetor para o uso de substncias psicoativas. Filhos de dependentes 
de lcool e drogas apresentam risco quatro vezes maior de tambm se 
tornarem dependentes. Mas o desenvolvimento da dependncia ir 
depender da interao de aspectos genticos, de caractersticas de 
personalidade e de fatores ambientais, que podero ser protetores ou 
at mesmo de risco para o uso de drogas.
   de fundamental importncia o papel da famlia na formao do 
adolescente.  funo da famlia fazer com que a criana aprenda a 
lidar com limites e frustraes.
  Crianas que crescem em um ambiente com limites e regras claras 
geralmente so mais seguras e sabem o que podem e o que no podem 
fazer. Quando se deparam com um limite, sabem lidar com a frustrao.
  Crianas criadas sem regras claras buscam testar os limites 
dentro de casa, adotando um comportamento desafiador com os pais e, 
posteriormente, ao entrar na adolescncia, repetem esse mesmo 
comportamento desafiador fora de casa. Alm disso, por no estarem 
acostumados a regras e limites, no aceitam quando estes lhe so 
impostos.
  Alguns estudiosos afirmam que adolescentes desafiadores e que no 
sabem lidar com frustraes, apresentam maior risco para o uso de 
drogas. Por outro lado, o monitoramento por parte dos pais, e um bom 
relacionamento entre eles,  um importante fator de proteo em 
relao ao uso de drogas.
  
Fatores internos
    
  Dentre os fatores internos que podem facilitar o uso de lcool e 
drogas pelos adolescentes destacam-se: insatisfao, insegurana e 
sintomas depressivos.
  Os jovens precisam sentir que so bons em alguma atividade, sendo 
que este destaque representar sua identidade e sua funo dentro do 
grupo. O adolescente que no consegue se destacar, seja nos esportes, 
nos estudos, nos relacionamentos sociais, dentre outros, ou que se 
sente inseguro quanto ao seu desempenho, pode buscar nas drogas a sua 
identificao, alm de ser empurrado para experimentar atividades nas 
quais ele se sinta mais seguro.
  Os sintomas depressivos na adolescncia so por um lado normais, 
em virtude das grandes mudanas biolgicas e psquicas, mas muitas 
vezes podem apresentar fator de risco. O jovem que est triste, 
ansioso ou desanimado pode buscar atividades ou coisas que o ajudem a 
se sentir melhor. Neste sentido, as drogas podem proporcionar, de 
forma imediata, uma melhora ou alvio a esses sintomas. Quanto mais 
impulsivo e menos tolerante  frustrao for o adolescente, maior 
ser esse risco.
  
<R+>
Fonte: ~,www.oestadoce.~
  com.brnoticiaos-jovens-~
  e-drogas~,
<R->
  
               oooooooooooo

<p>
 Tome Nota
 Letras
  
   o estudo da lngua portuguesa e de idiomas estrangeiros e de 
suas respectivas literaturas. O profissional de Letras pesquisa e 
ensina o portugus e idiomas estrangeiros e a literatura brasileira e 
de outros povos. Em geral, ele se especializa em uma lngua moderna, 
como ingls, espanhol, francs e alemo, mas tambm pode dedicar-se a 
lnguas clssicas, como latim e grego. Essa  uma rea em que  
preciso estudar sempre, a fim de manter o domnio dos idiomas e estar 
atualizado com as novas expresses idiomticas. O principal campo de 
trabalho para o licenciado est nas escolas de ensinos fundamental e 
mdio ou de idiomas. Mas tambm h espao em editoras, para fazer a 
preparao de originais e para revisar e traduzir textos, e nas reas 
de interpretao e secretariado bilngue.
   
 Mercado de trabalho
    
  H grande procura pelo aperfeioamento do aprendizado em lngua 
portuguesa, em suas modalidades oral e escrita, bem como pela 
aprendizagem de lnguas estrangeiras em geral, diz Adriana Nogueira 
Accioly Nbrega, coordenadora do curso na PUC-Rio. Isso aquece o 
mercado. Escolas, pblicas e privadas, so os principais empregadores 
do licenciado. E o ensino do espanhol j  oferecido por muitas 
escolas desde o ensino fundamental. Esto aquecidas, tambm, a 
produo de texto tcnico e acadmico e a traduo para legendagem de 
filmes e *softwares*. As regies Sul e Sudeste concentram as maiores 
oportunidades, mas o 
 Norte, Nordeste e Centro-
 -Oeste carecem de um 
nmero grande de profissionais.
  Salrio inicial: R$1.567,00  o piso para o magistrio, por 40 
horas semanais (fonte: MEC)
  
 Curso
  
  Anlise literria, produo de textos, traduo e pesquisa sobre 
a evoluo e o uso dos idiomas ocupam boa parte da carga horria. 
Entre as matrias tericas esto teoria literria, semntica e 
fonologia, alm de lngua portuguesa e literaturas portuguesa e 
brasileira. Em algumas universidades, o aluno opta logo no vestibular 
por um ou mais idiomas; em outras, ele escolhe aps o ciclo bsico. 
H escolas que oferecem as duas formaes, a de bacharel e a de 
licenciado -- titulao obrigatria para dar aulas. Essa ltima exige 
o estgio obrigatrio.
  
O que voc pode fazer
    
  Carreira acadmica -- Realizar pesquisas em reas como estudos 
literrios.
  Editorao -- Trabalhar na preparao de textos, da seleo dos 
originais  traduo e padronizao.
  Ensino -- Lecionar em classes de ensinos fundamental, mdio e 
superior (este, com ps-graduao) ou em escolas de idiomas em 
empresas, treinar a fluncia de funcionrios em idiomas estrangeiros.
  Reviso -- Fazer a reviso ortogrfica e gramatical de textos.
  Traduo -- Verter textos do portugus para lnguas 
<p>
 estrangeiras, 
ou vice-versa, em editoras, agncias de publicidade.
   
<R+>
Fonte: ~,http:~
  guiadoestudante.abril.~
  com.brprofissoesciencias-~
  humanas-sociaisletras-~
  686491.shtml~,
<R->

               oooooooooooo

 Leio, logo escrevo
<R+>
 Como j mencionamos na Seo Infantil, aqui esto os primeiros 
textos dos alunos da segunda fase do IBC.

Segunda fase

 Nome: Joo Marcos Isaas de Souza
 Data de nascimento: 11/02/1999
 Local de nascimento: 
  Campinas-SP
 Turma: 702
<R->

A vida

<R+>
<S->
 Vida, o que essa palavra significa?
 Vida  a alegria,  a paz
 Vida  amor.

 Uns vivem a vida em perigo
 Outros vivem a vida na calma
 A vida  corrida, muitas coisas para fazer
 E pouco tempo pra correr.

 A vida de cada um  importante,
 Por isso, vamos viver a vida enquanto ainda a temos;
 Porque ela  uma s...
<S+>
<R->

               oooooooooooo

 Espao do Leitor
 O Natal de Paulinho

  Paulinho estava feliz da vida! Havia sido aprovado; a famlia 
estava toda reunida 
<p>
 para o Natal e a virada do ano.
  Ele havia ganhado muitos brinquedos e coisas gostosas, porm o 
brinquedo de que mais gostou foi um cavalinho de pau.
  No dia 24 de dezembro,  noite, foi com os pais visitar um 
orfanato e encontrou um menino chamado Renato aos soluos. Cheio de 
compaixo perguntou-lhe:
  -- Por que voc chora tanto?
  Renato lhe respondeu:
  -- Sou um pobre rfo. At agora no ganhei nenhum presente de 
Natal e nem sei se vou ganhar.
  -- Ganhou sim, meu amiguinho. Est l em casa o seu presente.
  Voltou  casa, pegou o cavalinho de pau, levou-o ao orfanato e o 
entregou a Renato, que no coube em si de tanto contentamento.
  Maior foi a alegria de Paulinho por fazer feliz o menino. 
  Como Paulinho, aprendamos que ser feliz  fazer feliz a algum. 
Se praticarmos o bem com amor, ser grande a paz interior.  dando 
que se recebe. Paulinho no pensou s em si mesmo, deixou que o amor 
falasse mais alto.
  
<R+>
Colaborao da leitora Luzia Paulinelli  Bambu-MG
<R->

               oooooooooooo

 Vocabulrio
  
<R+>
 -- A
 Acometido: adj. Que apresenta ou sofre os sintomas ou efeitos de 
uma doena.
 Acupuntura: s. f. Med. Terapia chinesa mundialmente conhecida que 
consiste em inserir agulhas muito finas em pontos precisos do 
  paciente.
 Articulou: v. Combinou, coordenou medidas com algum para 
determinado fim.
 Asquerosa: adj. Nojenta, repugnante.
 Assombroso: adj. Espantoso, assustador.
  
 -- B
 Bacharel: s. m. Aquele que concluiu os estudos em uma faculdade ou 
universidade.
 Bilngue: adj. Relativo a quem domina duas lnguas. 
 Bpede: adj. Relativo ao animal que se desloca utilizando dois ps.
 Bravura: s. f. Coragem, valentia.
  
 -- C
 Cavoucar: v. Abrir buracos, cavar.
 Cocoruto: s. m. Alto ou topo da cabea.
<p>
 Comcios: s. m. pl. Reunies de cidados, geralmente ao ar
livre, para discutir assuntos eleitorais, 
polticos ou de interesse geral.
 Contemplava: v. Olhava com ateno, admirava.
 Crise aguda no aparelho digestrio: dor abdominal intensa, de 
incio repentino, que pode ser causada por uma doena infecciosa do 
aparelho digestrio.

 -- D
 Descaso: s. m. Falta de ateno ou de cuidado, desprezo.
 Desoriginaliza: v. Perde a originalidade, deixa de ser original.
 Desentendimento: s. m. Falta de entendimento, compreenso ou acordo.
 Dinossauro basal: Paleont. Dinossauro que d origem a outras 
espcies.
 Disjuntor: s. m. Interruptor que controla a liberao da energia 
eltrica.

 -- E
 Empossado: adj. Relativo a quem tomou posse de um cargo.
 Engloba: v. Inclui, envolve, abrange.
 Ensurdecedor: adj. Que faz ensurdecer, muito barulhento.
 Esteretipo: s. m. Ideia, conceito ou modelo que se estabelece como 
padro.
 Entretinham: v. Distraiam, divertiam.
 Expirado: v. Fig. Terminado, finalizado, encerrado.

 -- F
 FMI: Sigla de Fundo Monetrio Internacional, fundo que presta 
assistncia a economias em dificuldade.
<p>
 Fonologia: s. f. Parte da Gramtica que estuda os sons da fala 
(fonemas).
 Folio: s. m. Quem gosta de folias, festas, farras.

 -- H
 Homnimo: adj. Que tem o mesmo nome.
 
 -- I
 Impopular: adj. Que no  popular; que desagrada ao povo. 
 Inter-resistente: adj. Fs. Referente  alavanca cuja resistncia 
fica entre o ponto de apoio (fulcro) e a fora aplicada.
 
 -- L
 Lantejoula: s. f. Pequeno crculo brilhante que serve para enfeitar 
roupas.
 Legendagem: s. f. Conjunto de legendas de programa ou filme.
<p>
 Locues: s. f. pl. Gram. Conjunto de palavras equivalente a uma s, 
em nvel de sentido e de funo gramatical.

 -- M
 Modalidades: s. f. pl. Diferentes modos ou tipos.
 Modismo: s. m. Aquilo que est na moda e, portanto,  passageiro, 
efmero.
 Moratria: s. f. Adiamento do prazo de vencimento de uma dvida.

 -- N
 Nau: s. f. Embarcao de grande porte e de longo curso.
  
 -- O
 Onipotncia: s. f. Poder absoluto.
  
 -- P
 Papear: v. Bater papo, 
  conversar.
 Pelejando: v. Lutando, insistindo, esforando-se.
 Perodo Cretceo: Paleont. Perodo da Era Mesozica, quando 
surgiram os primeiros mamferos e plantas.
 Perodo Trissico: Paleont. Perodo da Era Mesozica, caracterizado 
pela presena dos grandes surios (lagartos), aquticos e terrestres.
 Poliglota: adj. Relativo quele que fala vrias lnguas.
 PMDB: Sigla de Partido do Movimento Democrtico Brasileiro.
 Prosa: s. f. Nome que se d  forma de um texto escrito em 
pargrafos.
 Pseudo-organizado: adj. Que no  verdadeiramente organizado.
<p>  
 -- Q
 Quadricpite: s. m. Anat. Msculo da parte anterior da coxa que, 
acima, se divide em quatro partes que se unem abaixo por um tendo 
comum.

 -- R
 Ratificar: v. Confirmar, validar, autenticar.
 Recesso: s. f. Econ. Reduo do ndice de crescimento econmico em 
um ou vrios pases, acarretando a queda de produo e, 
consequentemente, o desemprego.
 Redemocratizao: s. f. Ao de tornar novamente democrtico.
 Retificar: v. Mec. Desmontar, limpar e remontar um motor, ajustando 
ou substituindo peas.
 Rixa: s. f. Disputa, briga.
 Rugido: s. m. Fig. Som grave e spero, estrondo.
  
 -- S
 Saurpodes: s. m. pl. Grandes dinossauros quadrpedes e herbvoros 
dos perodos Jurssico e Cretceo. 
 Sauropodomorpha: s. m. 
  Paleont. Grupo de dinossauros herbvoros com 
pescoo longo, e que se tornaram os maiores dos animais que j 
caminharam sobre a Terra.
 *Saute*: adj. Em culinria, diz-se do alimento que  ligeiramente 
frito, que salta na frigideira.
 Sedimentares: adj. pl. Geol. Rochas produzidas por deposio de 
sedimentos, isto , lama, partculas e restos de animais e vegetais.
 Semntica: s. f. Estudo dos significados das palavras de uma lngua.
 Semi-inconsciente: adj. Quase inconsciente.
<p>
 *Softwares*: s. m. pl. Inform. Parte lgica do computador, programas.
 Substncias psicoativas: Med. Substncias qumicas que agem 
principalmente no sistema nervoso central.
  
 -- T
 Tagarelar: v. Falar em excesso, geralmente sobre assuntos pouco 
importantes.
 Teoria literria: consiste no estudo de todo o processo que envolve 
as obras literrias, isto , o autor, o leitor e o texto literrio.
 Terpode: s. m. Grupo de dinossauros bpedes, carnvoros e 
onvoros, que utilizavam as patas anteriores para capturar, dominar e 
matar suas presas.
 Tupiniquim: s 2g. Referente a quem nasceu ou habita o Brasil.
<p>  
 -- V
 Vendaval: s. m. Vento forte, de tempestade.
 Veia potica: Expresso referente  inspirao para escrever poesia.
 Vossa Eminncia: pron. Pronome de tratamento referente a cardeais, 
isto , bispos conselheiros e colaboradores do Papa.
 Vulnerveis: adj. pl. Que tm poucas defesas, fracos.
 Verter: v. Traduzir.
<R->

               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo

 Fim da Obra

<R+>
 Transcrio: Diogo Silva Mller Dunley
 Reviso: Joo Batista 
  Alvarenga e Chyene Kelen
<R->
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