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Você está aqui: Página Inicial Centrais de conteúdos Publicações Revistas em braille para o público em geral Revista Pontinhos - txt Anexos Pontinhos 371 - Outubro/Dezembro - 2019
Info

Pontinhos 371 - Outubro/Dezembro - 2019

Arquivo TXT
Atualizado em 31/10/2025 11h49

text/plain Pontinhos-371_28x30.txt — 41 KB

Conteúdo do arquivo

<T->
          PONTINHOS

          Ano LX, n.o 371,
          outubro/dezembro de 2019
          Ministrio da Educao
          Instituto Benjamin Constant
          Publicao Trimestral de 
          Educao, Cultura e 
          Recreao
          Editada e Impressa na
          Diviso de Imprensa Braille
          Fundada em 1959 por
          Renato M. G. Malcher

          Av. Pasteur, 350/368
          Urca -- Rio de Janeiro-RJ
          CEP: 22290-250
          E-mail: ~,pontinhos@ibc.~
          gov.br~,
          Site: ~,http:www.ibc.~
          gov.br~,

          Livros Impressos em Braille: uma Questo de 
          Direito
          Governo Federal: Ordem 
          e Progresso
<p>
          Diretor-Geral do IBC
          Joo Ricardo Melo
          Figueiredo

          Comisso Editorial: Carla
          Maria de Souza, Geni Pinto de Abreu, Heverton de Souza Bezerra da Silva, Hyla de Camargo V. F. Lima, 
          Joo Batista Alvarenga, Maria Ceclia G. Coelho e
          Rachel Ventura Espinheira
          Colaborao: Daniele de Souza Pereira e Regina
          Celia Caropreso
          Reviso e Copidesk:
          Carla Dawidman

          Transcrio autorizada pela alnea *d*, inciso I, art. 46, da Lei n.o 9.610, de 19/02/1998.
          Distribuio gratuita.
<p>
                           I
          Arquivo da revista
          disponvel para impresso
          em Braille: 
          ~,http:www.ibc.gov.br~
          publicacoesrevistas~,

          Nossas redes sociais:
          Facebook: ~,https:www.~
          facebook.comibcrevistas~,
          Instagram: ~,https:www.~
          instagram.comrevistas{-~
          rbc{-pontinhos~,
<p>
<p>
                        III
<R+>
 Pontinhos: revista
  infantojuvenil para cegos / MEC/Instituto Benjamin Constant. Diviso de
  Imprensa Braille. n. 1 (1959) -- Rio de Janeiro:
  Diviso de Imprensa Braille, 1959 --. V.
<R->
  Trimestral
  Impresso em braille
  ISSN 2595-1017

  1. Infantojuvenil --
 Cego. 2. Pessoa cega. 3. Cultura -- Cego.
 4. Revista -- Peridico. I. Pontinhos. II. Revista infantojuvenil para cegos. III. Ministrio da
 Educao. IV. Instituto Benjamin Constant.
<F->
                 CDD-028.#ejhga
<F+>

<R+>
 Bibliotecrio -- Edilmar Alcantara dos S. Junior -- CRB/7 6872
<R->
<p>
<p>
                           V                       
 Sumrio

 Editorial ::::::::::::::: 1

 Seo Infantil	
 Rimas ao gosto 
  popular :::::::::::::::: 4
 Trava-Lnguas :::::::::: 5
 Cordel :::::::::::::::::: 7

 Histrias para Ler e 
  Contar		
 Coragem ::::::::::::::::: 11
 A lenda da serpente ::::: 12
 Como adquirir a 
  verdadeira sabedoria ::: 13
 Os vasos preciosos :::::: 16

 Seo Juvenil	
 Quebra-Cuca :::::::::::: 19
 Voc Sabia? :::::::::::: 24
 Vamos Rir? ::::::::::::: 27

 Historiando	
 Histria do Natal :::::: 31
<p>
 Leitura Interessante	
 Meu desejo de Natal :::: 37
 Palavras que nossas avs 
  usavam e no usamos 
  mais ::::::::::::::::::: 42
	
 Cuidando do Corpo e da
  Mente
 Piolho :::::::::::::::::: 45

 Leio, Logo Escrevo :::: 52

 Tirinhas :::::::::::::::: 57
	
 Espao do Leitor ::::::: 61

<Tpontinhos 371>
<t+1>
 Editorial
 Sexagenria com alma de 
  criana

  Educar Recreando, Instruir Divertindo, Convencer Esclarecendo". O lema criado pelo professor Renato da Gama Malcher ao lanar a 
irm caula da Revista Brasileira para Cegos, em 1959, , ainda hoje, objetivo desta publicao.
  Sempre muito preocupado com os alunos, desejando incentivar o gosto pela leitura cada vez mais precoce, o professor Malcher 
considerou importante a criao de um veculo infantojuvenil, o que estimularia os jovens cegos a utilizarem o Sistema Braille cada 
vez mais cedo.
  O nome, que  referncia aos pontos do j citado sistema, foi conquistando espao. Hoje, o Instituto Benjamin Constant orgulha-se 
de distribuir esta publicao para todo o territrio nacional. Algumas escolas esto entre os assinantes do peridico, que j teve 
vrios formatos e foi organizado por diferentes pessoas.
  Os tempos mudam, e o pblico tambm. Assim, nossa revista no poderia manter-se exatamente igual, j que as crianas e jovens de 
hoje tm outros desejos, outros interesses. Contendo desafios, poemas populares, textos de origem variada, inclusive com-
 posies de alunos do Instituto, a meta  trazer cultura, informao, divertimento e re-
 flexo sobre temas importantes para todos, conforme o lema que sempre norteou a trajetria da Pontinhos.
  Porm, nada melhor para manter-se sempre jovem do que ouvir seus leitores. A revista mantm um canal aberto -- via e-mail, 
telefone ou correio -- a fim de que os leitores possam opinar sobre os temas publicados, contribuindo para atender melhor o pblico-
 -alvo, o que tem trazido elogios de todas as regies do pas.
  S uma coisa no pode acontecer: o abandono do Sistema Braille. A Pontinhos, assim como sua irm mais velha,  smbolo de um 
sistema que representa a identidade do indivduo cego e deve ser lida, comentada, divulgada e apreciada em seu sistema de origem.
  Por isso, caro leitor, no se iniba! No se constranja em ler sua revista no nibus, na praa ou onde quer que seja! Saiba que ela 
foi criada para que se diga ao mundo que o jovem cego tem direito e deseja informar-se, instruir-se e que o Braille , sim, o seu 
mtodo de leitura por excelncia, ainda que complementado por outros.
  Curta nossa revista, pois uma sexagenria como esta tem muita histria para contar.

               oooooooooooo

 Seo Infantil

  Desta vez, escolhemos para voc algumas quadrinhas populares.

 Rimas ao gosto popular

<R+>
<F->
<S->
Eu tenho um colar de prolas
Enfiado pra te dar:
As prolas so os meus beijos
O fio  o meu penar.

A caixa que no tem tampa
Fica sempre destampada
D-me um sorriso dos teus
Porque no quero mais nada.
<p>
No baile em que danam todos
Algum fica sem danar
Melhor  no ir ao baile
Do que estar l sem l estar.

Vale a pena ser discreto?
No sei bem se vale a pena
O melhor  estar quieto
E ter a cara serena.

No digas mal de ningum
Que  de ti que dizes mal
Quando dizes mal de algum,
Tudo no mundo  igual.
<S+>
<F+>
<R->

               oooooooooooo

 Trava-Lnguas
 Patati Patat

<R+>
<F->
<S->
Trava-lnguas  uma brincadeira,
Divertida e fcil de brincar,
 s enrolar a lngua
Fazendo ela danar.
O rato roeu a roupa do rei de Roma
Em Roma a roupa do rei o rato roeu.
Aranha arranha a rata,
A rata arranha a aranha,
A aranha e a rata arranham a ratazana
Um prato de trigo para um tigre
Dois pratos de trigo para dois tigres
Trs pratos de trigo para trs tigres
Trava-lnguas  uma brincadeira,
Divertida e fcil de brincar,
 s enrolar a lngua
Fazendo ela danar.
Um ninho de mafagafos com
Sete mafagafinhos, quem
Desmafaguifar um ninho
De mafagafos, bom
Desmafaguifador ser
O tempo perguntou pro tempo
Quanto tempo o tempo tem
O tempo respondeu pro tempo
Tenho o tempo que o tempo tem.
<p>
O pelo no peito do p de Pedro
 preto.
Trava-lnguas  uma brincadeira,
Divertida e fcil de brincar,
 s enrolar a lngua 
Fazendo ela danar.
<S+>
<F+>
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

 Cordel de Natal
 Mavi

<R+>
<F->
<S->
Na histria da humanidade,
Nas noites de plena orao,
Cumpriu-se a grande verdade...
No cu *eclodiu* um claro!

Menina de *tenra* idade...
Por Deus foi abenoada!
Um anjo da Divindade
Boa Nova lhe anunciava!
<p>
-- Maria, minha doce menina!
Tu fostes por Deus escolhida...
Dars a luz  alegria,
Salvao para os nossos dias!

Maria muito assustada
Aquilo no pode entender,
Pois era to *imaculada*
No conhecia o prazer!

Correu com a grande notcia
Ao seu namorado Jos,
Que ao v-la to *aturdida*,
Lhe disse: -- Sigamos com f!
Os dias se foram passando,
Nas bnos da consagrao!
Maria trazia em seu ventre
Menino de grande misso!

Na noite da felicidade
*Alaram* seus olhos ao alm!
No cu mais uma claridade,
Brilhava a estrela de Belm!

No seio duma manjedoura
Num campo de perfume *frugal*
Nascia o grande Menino
Cumpria-se o primeiro Natal!

Com Ele toda a simplicidade
E isto j era um sinal!
Mostrava  humanidade,
Cobia?... seria fatal!

Em meio aos anjos da noite,
Na festa de plena luz
Seus pais escolheram Seu nome,
Chamaram-lhe: Menino Jesus!

E logo a primeira visita:
De longe, e um tanto cansados
Reis magos trouxeram relquias
Os trs estavam maravilhados!

Assim cumpriu-se a vontade
Da Grande Fora, a maior!
Caminhos para a humanidade
Lies, que as saibamos de cor!
<p>
A data aqui se renova,
Nas trovas que a vida nos faz!
Que o esprito da Eterna Criana
Nos mostre os caminhos da paz!
<S+>
<F+>

 Vocabulrio

 Alaram: v. Ergueram, levantaram.
 Aturdida: adj. Pessoa cuja mente e os sentidos esto atordoados; tonta. 
 Eclodiu: v. Tornou-se subitamente visvel, apareceu, surgiu.
 Frugal: adj. Que diz respeito a frutos.
 Imaculada: adj. Totalmente limpa, pura, sem manchas.
 Tenra: adj. Jovem.
<R->

               oooooooooooo
<p>
 Histrias para Ler e Contar
 Coragem

  Diz uma antiga fbula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato. Um mgico teve pena dele e o transformou em gato. 
  Mas a ele ficou com medo do co, por isso o mgico o transformou em co. 
  Ento, ele comeou a temer a pantera e o mgico o transformou em pantera. 
  Foi quando ele se encheu de medo do caador. A essas alturas, o mgico desistiu. Transformou-o em camundongo novamente e disse: 
  -- Nada que eu faa por voc vai ajud-lo, porque voc tem a coragem de um camundongo. 
   preciso coragem para rom-
 per com o projeto que nos  imposto. Mas saiba que a coragem no  a ausncia do medo, e sim a capacidade de avanar apesar do medo.

               ::::::::::::::::::::::::

 A lenda da serpente

  Conta a lenda que uma vez uma serpente comeou a perseguir um vaga-lume. Este, fugia rpido, com medo da feroz *predadora*, e a 
serpente nem pensava em desistir. Fugiu um dia e ela no desistia, dois dias e nada...
  No terceiro dia, j sem foras, o vaga-lume parou e disse  serpente:
  -- Posso lhe fazer trs perguntas?
  -- No costumo abrir esse *precedente* a ningum, mas j que vou te devorar mesmo, pode perguntar...
  -- Perteno a sua cadeia alimentar?
  -- No.
  -- Eu te fiz algum mal?
  -- No.
  -- Ento, por que voc quer acabar comigo?
  -- Porque no suporto ver voc brilhar...
  Tm pessoas que se dizem amigas, mas o que querem mesmo  acabar com o seu sucesso.
      
<R+>
 Vocabulrio

 Precedente: adj. Exceo, ato fora da regra geral.
 Predadora: adj. O ser que caa e destri totalmente outro organismo, principalmente com o intuito de se alimentar. 
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

 Como adquirir a verdadeira 
  sabedoria

  Um jovem visitou um grande sbio para lhe perguntar como 
<p>
deveria viver para adquirir sabedoria.
  O ancio, ao invs de responder, props um desafio:
  -- Encha uma colher de azeite e percorra todos os cantos deste lugar, mas no deixe derramar uma gota sequer.
  Aps ter concordado, o jovem saiu com a colher na mo, andando a passos pequenos, olhando fixamente para ela e segurando-a com 
muita firmeza. Ao voltar, orgulhoso por ter conseguido cumprir a tarefa, mostrou a colher ao ancio, que perguntou:
  -- Voc viu as belssimas rvores que havia no caminho? Sentiu o aroma das maravilhosas flores do jardim? Escutou o canto dos 
pssaros?
  Sem entender muito o porqu disso tudo, o jovem respondeu que no e o ancio disse:
  -- Assim voc nunca encontrar sabedoria na vida. Vivendo apenas para cumprir suas obrigaes sem *usufruir* das maravilhas do mundo, 
nunca ser sbio.
  Em seguida, pediu para o jovem repetir a tarefa, mas desta vez observando tudo pelo caminho. E l foi o rapaz com a colher na mo, 
olhando e se encantando com tudo. Esqueceu da colher e passou a observar as rvores, cheirar as flores e ouvir os pssaros. Ao voltar, 
o ancio perguntou se ele viu tudo e o jovem *extasiado* disse que sim. O velho sbio pediu para ver a colher e o jovem percebeu que 
tinha derramado todo o contedo pelo caminho.
  Disse-lhe o ancio:
  -- Assim voc nunca encontrar sabedoria na vida. Vivendo para as alegrias do mundo sem cumprir suas obrigaes, nunca ser sbio. 
Para 
<p>
alcanar a sabedoria ter que cumprir suas obrigaes sem perder a alegria de viver. Somente assim conhecer a verdadeira sabedoria.

<R+>
 Vocabulrio

 Extasiado: adj. Encantado.
 Usufruir: v. Estar na posse ou no gozo de, aproveitar.
<R->

 Os Vasos Preciosos
 Malba Tahan

  Havia um prncipe *cioso* de suas riquezas, que possua vinte vasos de imenso valor.
  Certo dia, um empregado, sem querer, quebrou um de seus vasos e, enfurecido, o prncipe determinou que ele fosse levado  forca.
  Na vspera do enforcamento que ia acontecer, apesar dos inmeros pedidos de *clemn- 
<p>
cia* da famlia do rapaz, chegou  cidade um velho sbio muito famoso a quem o prncipe recebeu com toda *pompa*.
  -- Soube que Vossa Alteza possui vasos preciosos. Poder-me-ia dar a honra de v-
 -los? -- pediu o velho sbio.
  -- Por certo que sim -- respondeu o prncipe orgulhoso e conduziu o homem  sala onde ficavam as relquias.
  -- Infelizmente, agora so apenas dezenove pois um empregado *relapso* deixou que um se quebrasse. Por isso mesmo ser enforcado 
amanh -- ex-
 plicou o prncipe.
  O velho olhou os vasos por um instante, depois, num gesto brusco e inevitvel, puxou a toalha que havia debaixo deles, fazendo com 
que todos fossem ao cho de uma s vez.
<p>
  -- O que significa isso?! -- fez o prncipe dividido entre o espanto e a fria.
  -- Alteza, antes que mais dezenove pessoas jovens, cujas famlias delas dependem e que lhe so leais percam a vida, cada uma por um 
vaso que a meu ver, no poderia valer a vida de um homem,  melhor que eu que j sou velho e cuja vida nada mais vale, perca a minha 
salvando as outras todas ao mesmo tempo -- fez o ancio com a calma de quem explica algo a uma criana.
  O prncipe entendeu a mensagem. Mandou soltar o empregado, suspendendo a punio terrvel e passou a dar importncia quilo que 
realmente tem valor na vida.

<R+>
 Vocabulrio

 Cioso: adj. Cuidadoso.
 Clemncia: s. f. Benevolncia, complacncia.
 Pompa: s. f. Luxo.
 Relapso: adj. Que no realiza as obrigaes ou as desenvolve de modo insatisfatrio, relaxado.
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               oooooooooooo

 Seo Juvenil
 Quebra-Cuca

<R+>
 1- Nas equaes matemticas a seguir, voc deve escolher a operao (diviso, multi-
  plicao, adio ou subtrao) correta para tornar a equao verdadeira.
 a) 6...3=2
 b) 8...2=16
 c) 3...6=9
 d) 12...2=10
  
 2- Na sequncia 3, 6, 12, 24, 48... o prximo nmero :
 a) 84
 b) 50
 c) 95
 d) 96
  
 3- O coletivo de ces :
 a) alcateia
 b) coleiras
 c) grupo canino
 d) matilha
  
 4- O coletivo de chaves :
 a) molho
 b) chaveiro
 c) molheiro
 d) cacho
  
 5- O maior planeta do Sistema Solar :
 a) Mercrio
 b) Vnus
 c) Terra
 d) Jpiter 
  
 6- Antnimo  o contrrio de uma palavra. Verdadeiro ou falso?
 a) verdadeiro
 b) falso
  
 7- Quem nasce no Chile :
 a) chilense
 b) chileiro
 c) chileno
 d) chilano
  
 8- Quantas letras tm o alfabeto atual?
 a) 25
 b) 26
 c) 19
 d) 30
  
 9- Feriado comemorado no dia 15 de novembro:
 a) dia da Bandeira
 b) dia da Independncia
 c) dia do Trabalho
 d) dia da Proclamao da Repblica
  
 10- O pai do Pedro  filho do meu pai. O que eu sou do Pedro?
 a) tio 
 b) primo
<p>
 c) irmo
 d) av
  
 11- O trecho "J raiou a liberdade no horizonte do Brasil" foi retirado do hino:
 a) Nacional
 b) da Independncia 
 c)  Bandeira
 d)  Proclamao da Repblica
  
 12- Um ano bissexto tem: 
 a) 365 dias
 b) 363 dias
 c) 366 dias
 d) 367 dias 
  
 13- Nmero de estados que formam a Regio Sudeste do Brasil:
 a) 3
 b) 4 
 c) 5
 d) 6
<p>
 Respostas

 1- a) 63=2
 b) 82=16
 c) 3+6=9
 d) 12-2=10

 2- Letra d. A sequncia 3, 6, 12, 24, 48... segue um padro onde cada nmero  multiplicado por 2. Observe:
 3"2=6
 6"2=12
 12"2=24
 24"2=48
 48"2=96

 3- Letra d.
 4- Letra a.
 5- Letra d.
 6- Letra a.
 7- Letra c.
 8- Letra b.
 9- Letra d.
 10- Letra a.
<p>
 11- Letra b.
 12- Letra c.
 13- Letra b.
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               oooooooooooo

 Voc sabia?

  O Japo  um pas com territrio menor do que o Rio de Janeiro. Entretanto,  uma nao muito mais rica do que o Brasil, pas que 
tem dimenses continentais, mas que continua atrasado em muitas questes econmicas e sociais.
  Os relmpagos matam mais do que outros fenmenos naturais, como vulces, furaces e terremotos.
  O Oceano Atlntico  mais salgado que o Oceano Pacfico.
  O Sol libera mais energia em um segundo do que todas as fontes de energia que a humanidade j consumiu em toda a sua existncia.
  A velocidade das preguias pode aumentar at cinco vezes na gua se comparada  terra. E como elas tm um metabolismo bem mais 
lento, as preguias podem segurar a respirao por at 40 minutos se estiverem submersas!
  Se voc cresceu achando que o sabor doce era sentido apenas na ponta da lngua, o salgado nas laterais e o amargo perto da garganta, 
voc aprendeu errado. Ainda que cada rea tenha, sim, mais papilas especficas para cada sabor, a diferena  muitssimo pequena em 
relao a outras reas. Na prtica, voc pode sentir os sabores em qualquer ponto da lngua.

<R+>
 Fonte: ~,https:www.~
  sitedecuriosidades.~
  comcuriosidade~
  curiosidades-do-mundo.html~,
<R->

 O que causa o soluo?

  O soluo  uma contrao involuntria do diafragma e outros msculos do trax, seguido do fechamento da glote e vibrao das 
cordas vocais, sendo por isso produzido um rudo caracterstico. Este espasmo  desencadeado por uma irritao de algum nervo, como 
o nervo vago ou o nervo frnico, ou de parte do crebro que controla os msculos respiratrios, e pode acontecer por diversos 
motivos: dilatao do estmago por excesso de comida ou bebidas gasosas; consumo de bebidas alcolicas; doenas gastrointestinais; 
inflamaes respiratrias ou abdominais, como bronquite, esofagite e outras.
  Na maioria das vezes, a causa do soluo no  grave, mas se for persistente por mais de dois dias, ou se estiver acompanhado de 
outros sintomas que indiquem doenas como pneumonia ou doenas cerebrais,  necessrio consultar o clnico geral para investigar a 
causa.
  
<R+>
 Fonte: ~,https:www.~
  tuasaude.como-que-~
  causa-o-soluco~,
<R->

               oooooooooooo

 Vamos rir?

  O garoto fala com sua me:
  -- Ei, me, voc pode me dar 10 pratas?
  A me responde:
  -- Certamente que no!
  -- Se a senhora me der 10 pratas, eu conto o que papai disse para a moa l na loja do *shopping*...
  De orelhas em p, morta de curiosidade, a me pega 10 pratas e imediatamente lhe d. E pergunta:
  -- Muito bem! O que ele disse?
  -- Ele disse: Ei, moa, voc pode me informar onde fica a seo de brinquedos?"
  
  A me pergunta ao filho:
  -- Se eu tenho cinco moedas e te dou trs, com quantas eu fico?
  O garoto responde:
  -- No sei...
  A me questiona:
  -- Como no sabe? No te ensinaram isso na escola?
  E explica o garoto:
  --  que l na escola s fazemos contas com mas e laranjas...
  
  Uma garotinha estava completamente concentrada  frente do teclado do computador do seu pai, usando um editor de textos.
  Como seu pai ficou a observar, ela ento lhe explicou 
<p>
que estava escrevendo um conto.
  Ele se interessou:
  -- Ah, bom. E sobre o que  este conto?
  -- No sei -- ela respondeu. -- Eu ainda no sei ler...
  
  Uma jovem senhora, acompanhada da filha pequena, pegou um nibus que a levaria ao centro da cidade.
  Para economizar dinheiro, j que criana com menos de cinco anos no pagava tarifa, orientou a menina para dizer que tinha apenas 
quatro anos e meio.
  -- Quantos anos voc tm, minha pequena? -- perguntou o condutor.
  -- Quatro anos e meio -- ela respondeu.
  -- E quando ir completar cinco? -- perguntou outra vez o condutor.
  -- Logo -- ela respondeu. -- Assim que a gente descer do nibus...
  
  As crianas saem da classe, e falam entre elas:
  -- Escuta, como voc foi na prova?
  -- Deixei tudo em branco.
  -- E vocs dois?
  -- A gente tambm.
  -- Meu Deus! O professor vai pensar que a gente copiou!
  
  Por que o elefante no usa creme Nvea?
  Porque sua patinha no cabe na lata.
  
  O que , o que ? Tem no meio do ovo.
  A letra *v*.
  O que , o que ? Fica no incio da rua, no fim do mar e no meio da cara.
  A letra *r*.
  O que , o que ? Tem cinco dedos, mas no tem unha.
  A luva.
  O que , o que ? Tem mais de dez cabeas e no sabe pensar.
  Uma caixa de fsforos.
  O que , o que ? Enche uma casa, mas no enche uma mo.
  Um boto.
  O que , o que ? O animal que no vale mais nada.
  O javali.
  O que , o que ? Faz virar a cabea de um homem.
  O pescoo.

               oooooooooooo

 Historiando
 Histria do Natal

  O Natal  a comemorao do nascimento de Jesus Cristo. Na antiguidade, o Natal era comemorado em vrias datas diferentes, pois no 
se sabia com exatido a data do nascimento de Jesus. Foi somente no sculo IV que o 25 de dezembro foi estabelecido como dia oficial 
de comemorao. Na Roma Antiga, o 25 de dezembro era quando os romanos comemoravam o incio do inverno. Portanto, acredita-se que 
haja uma relao deste fato com a oficializao da comemorao do Natal.
  As antigas comemoraes costumavam durar at 12 dias, pois este foi o tempo que levaram os trs reis Magos para chegarem at a 
cidade de Belm e entregarem os presentes (ouro, mirra e incenso) ao menino Jesus. Atualmente, as pessoas costumam montar as rvores 
e outras decoraes natalinas no comeo de dezembro e desmont-las at 12 dias aps o Natal.
  Do ponto de vista cronolgico, o Natal  uma data de grande importncia para o 
<p>
 Ocidente, pois marca o ano 1 da nossa Histria.

 O Papai Noel: origem e 
  tradio

  Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d. C. O bispo, 
homem de bom corao, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas prximas s chamins das casas. Foi 
transformado em santo (So Nicolau) pela Igreja Catlica, aps vrias pessoas relatarem milagres atribudos a ele.
  A associao da imagem de So Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos, 
ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.
  At o final do sculo XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom ou verde-escura. Em 1886, o 
cartunista alemo Thomas Nast criou uma nova imagem para o bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, 
criada por Nast foi apresentada na revista *Harper's Weeklys* nesse mesmo ano.
  Em 1931, uma campanha publicitria da Coca-Cola mostrou o Papai Noel com o mesmo figurino criado por Nast, que tambm eram as 
cores do refrigerante. A campanha publicitria fez um grande sucesso, ajudando a espalhar a nova imagem do Papai Noel pelo mundo.
<p>
 A rvore de Natal e o 
  Prespio

  Em quase todos os pases do mundo, as pessoas montam rvores de Natal para decorar casas e outros ambientes. Em conjunto com as 
decoraes natalinas, as rvores proporcionam um clima especial neste perodo.
  Acredita-se que essa tradio comeou em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Certa noite, enquanto caminhava pela floresta, 
Lutero ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do cu ajudaram a compor a imagem que Lutero 
reproduziu com galhos de rvore em sua casa. Alm das estrelas, algodo e outros enfeites, ele utilizou velas acesas para mostrar 
aos seus familiares a bela cena que havia presenciado na floresta.
  Esta tradio foi trazida para o continente americano por alguns alemes, que vieram morar na Amrica durante o perodo colonial. 
No Brasil, pas de maioria crist, as rvores de Natal esto presentes em diversos lugares, pois, alm de decorar, simbolizam alegria, 
paz e esperana.
  O prespio tambm representa uma importante decorao natalina. Ele mostra o cenrio do nascimento de Jesus, ou seja, uma 
manjedoura, os animais, os reis Magos e os pais do menino. Esta tradio de montar prespios teve incio com So Francisco de Assis, 
no sculo XIII.  
  
<R+>
 Fonte: ~,https:www.~
  suapesquisa.com~
  historiadonatal.htm~,
<R->
<p>
 Nota da Comisso

  Martinho Lutero (1483-1546): Monge agostiniano e professor de teologia. Era alemo e tornou-se uma das figuras centrais da Reforma 
Protestante.

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 Leitura Interessante

 Meu desejo de Natal
 Shyrlene Campos

  Ela se levantava bem cedo, possua as perninhas frgeis, fora retirada da favela para auxiliar numa casa como bab. Aguardava o 
despertar da casa, da senhora que ao menor rudo do beb e do garotinho de dois anos, gritava:
  -- Marlene! Marlene! Olha as crianas!...
<p>
  E l ia ela no seu dia a dia de muitos deveres e poucas alegrias. No frequentava escolas, nos parques de diverso no se alegrava 
com o passeio. Ficava sempre de fora a olhar o piscar das luzes coloridas enquanto caa dentro de sua alma uma chuva mida de 
tristeza.
  Nada de pipocas, nada de balas, era um triste vigiar, constante e cansativo. As noites eram cheias de pranto, sufocado pelo 
travesseiro velho e sujo no quartinho apertado e cheio de *despojos*, mas pensava que era melhor aquela casa do que a orfandade na 
favela.
  Ela esperava...	
  Quem sabe se um dia as coisas no mudariam? Qualquer choro das crianas eram *reprimendas*, qualquer tombo resultava em belisces. 
Tinha um medo constante de errar, um 
<p>
grande medo de tudo e de todos.
  Chegou o Natal, muitas pessoas na sala, um jantar bonito com velas, luzes e a ordem: No entre na sala.
  Risos, abraos, doces, os homens alegres pela *ingesto* de bebidas, a conversa na sala diminuindo e o cansao dominando.
  Quem sabe no ganharia uma boneca? Ela cuidava de meninos, por isso ela sempre brincava com eles e seus carrinhos. Como gostaria 
de uma boneca... Dormiu com inquietao no corao.
  O primeiro Natal naquela casa receberia presente sim, eram ricos... e dormiu...
  Despertou com muito rudo das crianas, no a haviam chamado como sempre faziam. O pai se divertia com os meninos a montar uma 
pista de carro e ela se achegou, espiando desconfiada. Papis, resto de festa, de bebida, de comida e a ordem de sempre: Marlene, 
v aprontar as mamadeiras. 
  No ganharia ela um presente de Natal? Nada? E a senhora chegou na cozinha. Bonita, com um embrulho na mo:
  -- Eis aqui um vestido novo para voc. No ter brinquedos para no descuidar de suas obrigaes. Cuidado com os brinquedos dos 
meninos, so caros, e se voc os quebrar, vai ter comigo!
  Ela pegou o embrulho, o peitinho apertado de dor, e a senhora perguntou:
  -- Gostou?
  -- Gostei. Obrigada -- ela respondeu.
  E l foi ela para seu quartinho quente e pequeno. Pegou o vestidinho, enrolou-o, e como se fosse uma boneca o embalou. Embalou de 
mentira a boneca que no recebera.

  Quantas vezes nem as nossas migalhas repartimos! Vivemos como se no mundo no houvesse sentimento, amor, sensibilidade. 
Estraalhamos sonhos e nem nos damos conta da dor que causamos.
  Busquemos, por meio de nossos esforos, despertar e ex-
 pandir em nossas almas o amor fraterno, e que saibamos compreender no s a dor dos que *carecem* de recursos, mas dos que carecem 
de compreenso, proteo e amor.

<R+>
 Vocabulrio
 
 Carecem: v. Tm necessidade, precisam.
 Despojos: s. m. Tudo aquilo que sobra; restos, fragmentos.
 Ingesto: s. m. Absoro por meio da alimentao.
<p>
 Reprimenda: s. f. Forte reprovao; excesso de censura, repreenso.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

 Palavras que nossas avs 
  usavam e no usamos mais

  Leia a frase: O sacripanta deu um tabefe na sirigaita enquanto o janota armava o maior quiproqu. Achou as palavras estranhas?
  No  s uma questo de grias. Nem de modismos. Algumas palavras da nossa lngua simplesmente deixaram de ser usadas com o passar 
das dcadas, e expresses comuns nos tempos das nossas avs, ou mesmo dos nossos pais, so completamente desconhecidas pelas novas 
geraes.
  Com o tempo, novas palavras vo surgindo, assim como novos 
<p>
significados para palavras antigas, o que acaba deixando nosso idioma com algumas diferenas entre pocas. E pala-
 vras, to coloquiais h alguns anos, foram engavetadas e esquecidas.
  S para citar alguns exemplos, e os seus significados:
  Tabefe: tapa, bofetada. Dei-lhe um tabefe para que ele nunca mais se esquea de ser bem-educado.
  Sacripanta: patife, pilantra, mau-carter. Aquela fulana  uma autntica sacripanta.
  Basbaque: pessoa ingnua, simplrio, tolo. Eles do mesmo a impresso de serem uns grandes basbaques!
  Chumbrega: de m qualidade, ordinrio. Esse material  chumbrega.
<p>
  Sirigaita: mulher espevitada, pretensiosa. Pelo jeito que ela age, deve ser uma sirigaita.
  Alcunha: apelido, codinome. As pessoas me conhecem pela alcunha de Foguinho.
  Janota: pessoa bem-vestida. Pedro  muito janota.
  Petiz: criana. O meu sonho de petiz era ser bombeiro.
  Pachorra: calma excessiva, pacincia. Sua pachorra me irrita.
  Garrucha: espingarda, bacamarte. Paulo sacou a garrucha e atirou.
  Quiproqu: confuso, balbrdia, mal-entendido. Esta semana tive um pequeno quiproqu com o presidente da junta.
  Balela: mentira, conversa fiada, boato. Muitos eleitores acreditam nas balelas de alguns polticos.
<p>
  Supimpa: excelente, muito bom, timo. Os meus votos  que 2019 seja um ano supimpa!
  
<R+>
 Fonte: ~,https:vejasp.~
  abril.com.brblog~
  memoriapalavras-que-~
  nossos-avos-usavam-e-nao-~
  usamos-mais~,
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 Cuidando do Corpo e da 
  Mente
 Piolho

  Quase toda criana teve ou ter piolho na cabea. Assim tem sido desde a antiguidade. Apesar de comuns, h muitos mitos sobre 
esses bichos to pequenos e incmodos. O texto a seguir ajudar a esclarecer as dvidas sobre *pediculose capilar*, nome da infestao 
causada por piolhos na cabea.
<p>
  Os piolhos constituem uma ordem de insetos da qual fazem parte mais de trs mil espcies. No possuem asas e se alimentam do 
sangue do hos-
 pedeiro. Os que atacam o 
 couro cabeludo dos seres humanos fazem parte da espcie 
 *Pediculus humanus capitis*.
  O piolho adulto tem cerca de 2 a 3 mm (tamanho de um gro de gergelim), seis patas e sua cor varia de marrom a branco-acinzentado. 
A fmea vive de 3 a 4 semanas e, quando adulta, coloca at dez ovos por dia. Os ovos se fixam na raiz dos cabelos por meio de uma 
substncia parecida com uma cola, produzida pelo prprio piolho. Os ovos viveis se camuflam no cabelo da pessoa infectada; o 
invlucro dos ovos vazios, as lndeas, so mais visveis porque so brancas. Muitos chamam de lndeas tanto os ovos viveis 
<p>
quanto os invlucros dos ovos vazios.
  Os ovos so incubados pelo calor do corpo humano e *eclodem* em 8 a 9 dias, em geral. A *ninfa* deixa o ovo e passa por trs estgios 
at se tornar adulta (entre 9 a 12 dias). Cerca de 1,5 dia aps se tornar adulta, a fmea pode se reproduzir. Se a infestao no 
for tratada, o ciclo se repetir a cada trs semanas.
  Os piolhos se alimentam injetando no couro-cabeludo um pouco de saliva, que tem pro-
 priedades vasodilatadoras e anticoagulantes, permitindo que o piolho sugue uma pequena quantidade de sangue a cada poucas horas.
  O piolho no pula nem salta, ele se arrasta, por isso s  transmitido por meio de contato direto entre a pessoa infectada e a no 
infectada. A transmisso devida a com-
 partilhamento de objetos pessoais, como escova de cabelo e roupa de cama,  mais rara. Porm, 
ao pentear o cabelo seco  possvel produzir ele-
 tricidade esttica que pode *ejetar* os insetos a at 1 metro de distncia.
  O principal sintoma da pediculose  o prurido (coceira) na cabea. Ele  causado pela sensibilizao gerada pelos componentes da 
saliva, e pode demorar algumas semanas depois do incio da infestao para surgir.
  O diagnstico pode ser feito por meio da identificao de lndeas e piolhos a olho nu ou com auxlio de um pente-fino.
   difcil prevenir a infestao, pois crianas costumam ter contato ntimo. Oriente seu filho a no compartilhar objetos pessoais, 
como pentes, escovas de cabelo e chapus, e trate rapidamente as crianas infectadas. Ao contrrio do que se pensa, piolho no  
sinnimo de falta de higiene, por isso lavar a cabea diariamente tambm  bobagem, visto que eles podem sobreviver at 20 minutos 
*submersos*.
  O melhor jeito de evitar a pediculose  observar sempre a cabea das crianas, identific-la e trat-la rapidamente, para impedir 
outras infestaes. Para tratar a infestao, no siga receitas caseiras, que alm de ineficazes podem fazer mal  sade.
  Evite usar sacos plsticos para tampar a cabea, principalmente em crianas pequenas, que podem se sufocar. Tambm no use 
pesticidas: alm de txicos, no matam os ovos.
   mais fcil identificar e tratar os piolhos quando o cabelo  curto, mas o comprimento do cabelo no influi no risco de 
infestao nem em seu tratamento.
  A famlia toda deve ser examinada. Se parentes dividirem a cama, devem ser tratados mesmo que no tenham piolhos. Apesar da 
transmisso por objetos ser mais rara, limpe todos os itens de uso pessoal que tenham entrado em contato com a cabea da pessoa 
infectada em 24 a 48 horas antes do incio do tratamento (os piolhos morrem em menos de 48 horas sem se alimentar de sangue).
  As crianas infectadas no precisam faltar  escola, pois a contaminao entre colegas de classe, apenas por *coabitarem* o mesmo 
ambiente, no  comum.
  Hoje em dia j existem diversos medicamentos disponveis para tratar pediculose, inclusive orais. Sua indicao vai depender da 
quantidade de piolhos e do tipo de infestao. Converse com seu mdico.
  Depois do tratamento, continue examinando a cabea das crianas por duas ou trs semanas para se certificar que a infestao foi 
de fato controlada.
  
<R+>
 Fonte: American Academy of Pediatrics
 ~,https:drauziovarella.~
  uol.com.brpediatria~
  piolhos-perguntas-e-~
  respostas~,

 Vocabulrio
 
 Coabitarem: v. Habitar, ou morar, conjuntamente, no mesmo local.
 Eclodem: v. Partem a casca do ovo ao sair.
 Ejetar: v. Expelir, projetar.
<p>
 Ninfa: s. f. (Zoologia) Uma das metamorfoses dos insetos, caracterizada por imobilidade completa.
 Submersos: adj. Cobertos pelas guas, mergulhados.
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<R+>
 Leio, logo escrevo
 Textos dos alunos do IBC -- Segundo segmento
 
 Minhas canes preferidas 
 Autora: Juliana Aparecida Ferreira Gonzaga
 Turma: 801

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<S->
Eu tenho canes que marcaram a minha vida 
mas eu vou dizer agora qual  a minha cano preferida.
Tem canes que so grandes 
mas eu prefiro mesmo as canes de Paula Fernandes.
Mas tambm tem canes que o povo todo j curtiu 
dentre elas esto citadas as canes de Preta Gil.
Mas tem uma cantora que se voc quiser o nome eu te falo, 
eu gosto de ouvir as msicas de Ivete Sangalo.
Cada um tem o seu cantor preferido, 
eu tambm gosto das msicas de Toni Garrido.
Mas tambm tem aquelas canes que ningum aguenta mais 
eu sou muito f dos artistas do Pagode IJ.
Tem uma cantora que est na minha vida por onde quer que eu ande. 
Essa cantora tem o nome de Sandy.
Tem uma cantora que eu no suporto, o nome dela  Simone.
Mas a cantora que eu gosto muito  a Alcione.
<p>
Mas eu sei que ela no est sozinha 
porque eu sou f dela desde bebezinha.
<S+>
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               ::::::::::::::::::::::::

 A Msica e eu -- 
  Inspiraes estudantis 
 Autora: Joyce Carvalho Borges
 Turma: 902
 Idade: 18 anos

<F->
<S->  
Amo ouvir msica
Ela faz parte da minha vida
Ela alegra o meu dia
 ela que me inspira
  
Quando ouo aquela cano
Me bate uma inspirao
Que brilha na minha imaginao
Que bate no meu corao
  
A msica distrai minha mente
 a msica que me deixa leve
<p>
 a msica que me alegra totalmente
Quando estou triste
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               ::::::::::::::::::::::::

 A Msica e Eu 
 Autor: Fillip Marthins de Souza Paulino
 Turma: 902

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<S->
A msica  como o vento suave
As vezes e de vez em quando triste, romntica
E as vezes acelerada
E tambm parecida com os seres humanos de diferentes cores.
A diferena  que a msica no tem cor, no tem cheiro mas tem como senti-la.
Quando danamos e at ouvimos 
Tem vrios estilos como os seres humanos tem estilos pra qualquer tipo de gostos
Tem *rock* pra quem gosta de msica pesada
*Funk* pra quem gosta de uma msica danante
Samba pra quem gosta de sambar
E tambm tem msica romntica
Pra danar bem coladinho com quem voc ama.
A msica significa 
E est em tudo
Est no corpo
Est em instrumentos como guitarra, bateria, baixo e at em equipamentos eletrnicos como mesas de som
Msica est no corpo e tambm na alma de quem ouve.
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  Textos classificados no Concurso Literrio do Instituto Benjamin Constant de 2017

               oooooooooooo
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 Tirinhas
 Tirinhas da Mafalda

  Mafalda foi criada pelo cartunista argentino Quino; suas tirinhas foram publicadas de 1964 a 1973, usufruindo de uma altssima 
popularidade na Amrica Latina e Europa. As histrias apresentam uma menina preocupada com a humanidade e com a paz mundial, que se 
rebela com o estado atual do mundo.

  Personagens
  Mafalda: A personagem principal  uma menina de seis anos de idade que odeia sopa, adora os Beatles e o desenho Pica-Pau. Ela se 
comporta como uma tpica menina na sua idade, mas tem uma viso questionadora do mundo, principalmente no contexto dos anos 60, e em 
comparao a outros personagens.
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  Miguelito: Amigo de Mafalda e um pouco mais jovem que os outros, Miguelito  um personagem egocntrico por ser filho nico, mas 
dono de um grande corao. Sempre entende os conselhos de Mafalda de maneira *literal*. 
  Manolito: Filho de um comerciante, mais preocupado com os negcios e o dinheiro do que com outra coisa. No gosta dos Beatles e 
 um estudante que tira notas baixas, menos em matemtica, por causa das contas que aprende no mercado do pai. Representa o 
*conservadorismo* capitalista na obra, apenas pensando no lucro do armazm de seu pai. Tambm adora a inflao, pois assim acha que 
est lucrando.

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 Vocabulrio

 Conservadorismo: s. m. Defesa da manuteno dos valores tradicionais da moral, dos costumes, da autoridade estabelecida.
 Literal: adj.2g. Que  feito, interpretado, entendido ou reproduzido ao p da letra,  risca.

_`[{tirinha em trs quadrinhos; adaptada a seguir_`]
 1 Mafalda l o jornal e conversa com Miguelito. Ela diz: Esto dizendo que no futuro a humanidade vai sofrer uma fome imensa.
 2 Miguelito faz cara de espanto e exclama: Ugh!
 3 Miguelito diz: Sinto uma dor futurista. Tem po com manteiga a?

_`[{tirinha em quatro quadrinhos; adaptada a seguir_`]
 1 Mafalda e sua me conversam. A menina pergunta: Me, com quantos anos a gente fica velha?
<p>
 2 A me responde: Depende, Mafalda. Na verdade no  uma questo de anos, mas de manter o esprito jovem.
 3 Mafalda reflete.
 4 E pergunta: Tudo bem, mas e o esprito... Com que idade ele comea a precisar de maquiagem?

_`[{tirinha em quatro quadrinhos; adaptada a seguir_`]
 1 Na sala de aula, a professora pergunta: Quem no entendeu, levante a mo. 
 2 Manolito levanta a mo.
 3 Mafalda olha fixo para Manolito e a professora pergunta: O que voc no entendeu, Manolito?
 4 Manolito, em p, responde: Nada, desde maro at agora.
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               oooooooooooo
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 Espao do Leitor
 Boby

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<S->
O Boby  um amor de cachorro!
Jossemara, a sua predileta pro passeio e pro socorro.
Folgado, gracioso e cativante,
no colo dela, d pra sentir o seu coraozinho palpitante.

Quando ele pertencia a mim,
l em casa eu era o seu preferido.
Mas foi melhor assim,
porque sei que o Boby  muito querido.

s vezes, eu o pegava nos braos,
e pedia aos meninos que fingissem me bater.
Esta "coisa pequena" rosnava grosso, bravo!
E a gente se divertia a valer.
<p>
Devo confessar aqui,
que o Boby eu no consegui educar.
Ento tambm no meu travesseiro,
o amigo fazia coc e xixi!
E vinha-me uma raiva passageira!
Pois um dos lugares mais fofinhos era ali,
onde ele podia "batizar".

Hoje em dia, quando dele me aproximo,
percebo que sou uma pessoa qualquer.
No fico sentido!
Ele tem agrados e mimos,
e  protegido,
como se vivesse na arca de No.

Colaborao do leitor Joo 
  Batista Alvarenga
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               ::::::::::::::::::::::::
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  Nesta edio da Revista Pontinhos, voc est recebendo um Livro Falado produzido pelo Instituto Benjamin Constant, para uso 
exclusivo de pessoas com deficincia visual, de acordo com a Lei n.o 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.  terminantemente proibida a 
utilizao deste produto para reproduo e comercializao.

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 Ttulo do livro falado: *Clssicos de Ouro*. 
  Autor: Vrios autores.
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Fim da Obra
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    • Institucional
      • Apresentação
      • Agenda da Autoridade
      • Documentos importantes
      • Competências
      • Estrutura organizacional
      • Horário de funcionamento
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      • Localização
      • Marca Institucional
    • Ações e programas
      • Indicadores de resultado
      • Iniciativas por área finalística
      • Programas financiados pelo FAT
      • Renúncia de receitas
    • Agenda da Autoridade
    • Auditorias
      • Auditorias/ações governamentais e proteção de dados
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