Pontinhos-370----28-X-30.txt
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25/11/2022 17h10
Pontinhos-370----28-X-30.txt
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Conteúdo do arquivo
<T->
PONTINHOS
Ano LX, n.o 370,
julho/setembro de 2019
Ministrio da Educao
Instituto Benjamin Constant
Publicao Trimestral de
Educao, Cultura e
Recreao
Editada e Impressa na
Diviso de Imprensa Braille
Fundada em 1959 por
Renato M. G. Malcher
Av. Pasteur, 350/368
Urca -- Rio de Janeiro-RJ
CEP: 22290-250
E-mail:
~,revistasbraille@ibc.~
gov.br~,
Site: ~,http:www.ibc.~
gov.br~,
Livros Impressos em Braille: uma Questo de
Direito
Governo Federal: Brasil
Ptria Amada
<p>
Diretor-Geral do IBC
Joo Ricardo Melo
Figueiredo
Comisso Editorial: Carla
Maria de Souza, Heverton de Souza Bezerra da Silva e
Joo Batista Alvarenga
Colaborao: Daniele de Souza Pereira e Regina
Celia Caropreso
Reviso e Copidesk:
Carla Dawidman
Transcrio autorizada pela alnea *d*, inciso I, art. 46, da Lei n.o 9.610, de 19/02/1998.
Distribuio gratuita.
Arquivo da revista
disponvel para impresso
em Braille:
~,http:www.ibc.gov.br~
publicacoesrevistas~,
<p>
I
<R+>
Pontinhos: revista
infantojuvenil para cegos / MEC/Instituto Benjamin Constant. Diviso de
Imprensa Braille. n. 1 (1959) -- Rio de Janeiro:
Diviso de Imprensa Braille, 1959 --. V.
<R->
Trimestral
Impresso em braile
ISSN 2595-1017
1. Infantojuvenil --
Cego. 2. Pessoa cega. 3. Cultura -- Cego.
4. Revista -- Peridico. I. Pontinhos. II. Revista infantojuvenil para cegos. III. Ministrio da
Educao. IV. Instituto Benjamin Constant.
<F->
CDD-028.#ejhga
<F+>
<R+>
Bibliotecrio -- Edilmar Alcantara dos S. Junior -- CRB/7 6872
<R->
<p>
<p>
III
Sumrio
Seo Infantil
Cantigas de Roda ::::::: 1
Trava-Lnguas :::::::::: 3
Cordel :::::::::::::::::: 3
Histrias para Ler e
Contar
Pique-esconde ::::::::::: 6
Dormir fora de casa ::::: 8
Lenda das rosas ::::::::: 10
A menina e o vampiro :::: 15
Leio, Logo Escrevo :::: 19
Seo Juvenil
Quebra-Cuca :::::::::::: 22
Voc Sabia?
O segredo do camaleo ::: 27
O mundo dos ratos ::::: 29
As grandes famlias das
moscas domsticas :::::: 30
Curiosidade sobre o
calendrio ::::::::::::: 31
<p>
Vamos Rir? ::::::::::::: 33
Historiando
Museu Nacional do Rio
de Janeiro :::::::::::: 36
Leitura Interessante
A Carta da Terra --
Como surgiu e o que
este documento ::::::::: 43
Fascinante histria do
McDonald's ::::::::::: 46
Cuidando do Corpo e da
Mente
Coma com conscincia :::: 53
Leio, Logo Escrevo :::: 58
Tirinhas :::::::::::::::: 60
Espao do Leitor ::::::: 66
<Tpontinhos 370>
<t+1>
Seo Infantil
Cantigas de Roda
A barraquinha
<S->
Vem, vem, vem Sinhazinha
Vem, vem, vem Sinhazinha
Vem, vem para provar
Vem, vem, vem Sinhazinha
Na barraquinha comprar
P de moleque queimado
Cana, aipim, batatinha
quanta coisa gostosa
Para voc Sinhazinha.
::::::::::::::::::::
Vai abbora
<R+>
Vai abbora vai melo de melo vai melancia
Vai jambo sinh, vai jambo sinh, vai doce, vai cocadinha
<p>
Quem quiser aprender a danar, vai na casa do Juquinha
Ele pula, ele dana, ele faz requebradinha.
<R->
::::::::::::::::::::
Vamos maninha
<R+>
Vamos maninha vamos,
L na praia passear
Vamos ver a barca nova que do cu caiu no mar
Nossa Senhora est dentro,
Os anjinhos a remar
Rema rema remador, que este barco do Senhor
O barquinho j vai longe
E os anjinhos a remar
Rema rema remador, que este barco do Senhor (bis).
<R->
oooooooooo
<p>
Trava-Lnguas
Fia, fio a fio, fino fio, frio a frio.
A naja egpcia gigante age e reage hoje, j.
Ao longe *ululam* ces lugubremente lua.
A vaca malhada foi molhada por outra vaca molhada e malhada.
Vocabulrio
<R+>
Ulular: v. Uivar.
<R->
oooooooooo
<S+>
Cordel
O cordel que voc vai ler pode ajudar a esclarecer algumas dvidas
de ortografia. O autor encontrou um jeito divertido de fazer voc prestar
<p>
ateno ao que escreve e ao que l. Ser que voc consegue
encontrar o erro antes de ele mostrar?
<R+>
Matemtica *nis* no sabe *mais* Portugus *nis
distri*
<R->
Autor: Janduhi Dantas
<R+>
<S->
*Espasso* de beleza
Escrito desse jeitinho
ficou a maior feiura
Esse espasso de beleza
s gente feia procura!
Botar em vez de *ss*
*c* cedilhado a cura.
Aluga-se uma casa, dois quartos, sala, cozinha e *banhero*.
Tel.: 8723...
(gua e *luiz* j incluso)
Quem alugar essa casa
espero seja feliz:
tem gua, no tem banheiro,
<p>
no tem luz, mas tem *Luiz*...
Me deram de graa a casa
pra eu morar e eu no quis!
Corto cabelo e pinto
Escrever de ns exige
ateno, cuidado, zelo.
A, nessa barbearia,
pra no haver atropelo,
melhor seria escrever
Eu corto e pinto cabelo.
*Lonbada*
Chofer bom de ortografia,
vendo *n* na lombada
talvez com o susto que leve
d uma brusca freada,
pois antes de *p* e *b*
no *n*, *m* colocada.
Marcelo *taxi*. Cel: 9135...
*Viage* com segurana
Na *viage* desse *taxi*
no creio haver segurana
pois s viagem com *m*
pode inspirar confiana;
e txi bom tem acento
sabe disso uma criana.
*goa* R$1,00
Nessa *goa* desse jeito
eu no vou dar um real:
se no beber gua boa,
com certeza passo mal
e talvez seja o meu fim
cemitrio ou hospital.
Respeito! *Prezerve* a natureza
Respeitar e preservar
a nossa me natureza
so atitudes que todos
devemos ter com certeza,
mas tambm que se preserve
nossa lngua portuguesa.
<R->
oooooooooo
Histrias para Ler e Contar
Pique-esconde
<R+>
O macaco brincalho,
fazendo palhaada,
quer brincar de pique-esconde
com toda a bicharada.
O coelho bem ligeiro
foi para trs de um coqueiro
mas, e agora?
deixou as orelhas de fora!
A girafa encolhidinha
atrs do galho, ficou quietinha,
mas, e agora?
deixou o pescoo de fora!
O filhote de elefante atrs do matinho
ficou bem escondidinho,
mas, e agora?
deixou a tromba de fora!
O gamb entrou numa toca
e se escondeu bem direitinho,
mas, e agora?
espalhou o cheirinho l fora!
A arara depois de muito trabalho
conseguiu se esconder...
no deixou nada de fora mas, e agora?
ah, que pena! a matraca fez barulho
o seu bico no calou
e num instante
o macaco a encontrou.
<R->
::::::::::::::::::::
Dormir fora de casa
Ronaldo Simes Coelho
A menina ficou entusiasmada com o convite. Ia passar o dia na casa
de uma colega e dormir fora de casa pela primeira vez.
Preparou sua bagagem. Encheu uma sacola que a me examinou. Havia
camisola, escova de dentes, brinquedo. A me tirou umas coisas e
colocou outras.
Bem feliz, carregando sua boneca preferida, a menina
<p>
partiu. Passou um dia muito bom.
(...)
A noite foi chegando... Dormir fora de casa no estava lhe
parecendo agora, to bom como havia pensado. Estava com vontade de
chorar, ficou meio triste, meio sem graa. Queria a me perto, queria
sua cama, suas coisas. Fez uma carinha boa e pediu:
-- Posso telefonar para a mame?
Mame havia sado. O jeito era aguentar firme. Distraiu-se com os
brinquedos.
O sono veio devagarzinho. Dormiu abraada com a boneca falando
baixinho no seu ouvido:
-- Pode dormir sossegada que eu estou aqui com voc.
::::::::::::::::::::
<p>
Lenda das rosas
No sabemos o que, nesta histria, verdade ou lenda; o importante
que ela nos leva a pensar em amor, caridade e no bem que deveramos
fazer uns aos outros, lembrando que ningum pode ser feliz enquanto
houver criaturas infelizes. Ela tem origem em Portugal; o povo
portugus contribuiu muito para a formao do nosso povo, ainda que
no tenha feito isso de forma democrtica.
D. Diniz era um rei perverso. Cobrava cada vez mais impostos de seu
povo, sem se apiedar daqueles que no tivessem dinheiro para pagar.
Prendia aqueles que se recusassem a pagar os impostos, obrigando as
mulheres e seus filhos a trabalharem como escravos.
<p>
Isabel, sua esposa, ao contrrio, era doce, meiga e delicada.
Tratava os empregados com delicadeza e bondade e tinha pena do povo
to maltratado por seu esposo, mas no podia fazer muito, j que o
marido no a ouvia. No podia fazer abertamente, mas noite, depois
que todo o palcio dormia, ela saa, vestindo roupas de camponesa
para que ningum a descobrisse. Levava po, frutas e vrios
mantimentos, e distribua ao povo mais pobre. Muitos imaginavam que
era um anjo que descia do cu, mas ningum sabia que era a rainha.
No dia seguinte, quando o rei despertava, Isabel estava
*placidamente* deitada ao lado do marido como se nada tivesse
acontecido.
<p>
Certo dia, porm, um dos *lacaios* do rei descobriu a rainha saindo e
foi atrs dela. Entendendo tudo o que era feito, contou ao rei.
Furioso, D. Diniz quis dar uma lio na mulher em pblico. Seria
complicado tranc-la numa torre por um ato daqueles. Ela no havia
feito uma traio conjugal e a cozinha era to abarrotada de
alimentos que ele no poderia dizer que dera falta. Mas no admitia
que sua rainha se misturasse com os plebeus e levasse o alimento de
seu palcio. Tinha que exp-la para castig-la.
Sem que ela soubesse, reuniu alguns nobres e ministros altas horas
da noite, e quando Isabel ia saindo, com o avental repleto de po e
um cesto cheio de frutas, apareceu no caminho assustando-a.
<p>
-- Posso saber onde vai minha esposa e rainha a estas horas da
noite, quando deveria estar dormindo? -- perguntou zangado.
Apesar do medo e do susto, Isabel pediu, mentalmente, ajuda aos
cus, e conseguiu manter a calma.
-- Vou capela da Santa Me de Jesus orar pelo meu rei, porque
sinto que o povo est muito revoltado e temo por vossa segurana --
respondeu.
Aquela mentira deixou-o mais irritado.
-- E por que levas o avental fechado como se nele transportasse
alguma coisa, e este cesto?
-- So rosas que levo para a Santa a fim de conseguir a proteo
para o meu rei -- insistiu ela, acreditando que sua vida estava perdida.
<p>
-- Pois ento, deixe que eu veja se estas rosas esto belas o
bastante para o altar da Virgem -- fez o rei com raiva e num puxo
s, abriu o avental e derrubou o cesto.
Para espanto de todos, inclusive de Isabel, tanto do avental quanto
do cesto surgiram apenas rosas. Rosas brancas, amarelas, vermelhas,
liberando um perfume maravilhoso e com um *vio* incomum. Nenhum sinal
de po ou frutas. Entendendo o que havia acontecido, D. Diniz
concluiu que a mulher tinha a proteo divina e, ajoelhando-se diante
dela, disse:
-- Sim, minha rainha. Levas rosas. As rosas da humildade, da
solidariedade e da justia que nunca aprendi a cultivar.
Daquele dia em diante, D. Diniz tornou-se um rei diferente e o povo
no teve mais dio dele. Isabel ficou conhecida como a rainha santa e
as rosas, em Portugal, se tornaram smbolo da humildade e da caridade.
Vocabulrio
<R+>
Placidamente: adv. Tranquilamente, sossegadamente.
Lacaio: s. m. Criado, adulador, bajulador.
Vio: s. m. Vida, fora, energia, vigor.
<R->
::::::::::::::::::::
A menina e o vampiro
Emlio Carlos
Era uma vez uma menina chamada Patrcia, que adorava sair para
brincar na rua longe da sua me. A me sempre avisava:
<p>
-- Patrcia, no v muito longe.
Mas no adiantava. Ela no obedecia.
Comeou a brincar perto de casa, com os vizinhos. Logo estava
brincando no fim da rua. Depois no outro quarteiro. E no outro.
A me saa atrs da filha:
-- Patrcia! Hora de fazer tarefa!
s vezes, sabe o que a menina fazia? Escondia-se atrs de uma
rvore ou de um muro para que a me no a visse, e ela no precisasse
fazer a tarefa.
Um dia, a garota saiu de casa depois do almoo. Foi brincando e
brincando cada vez mais longe, e quando deu por si, estava em outro
bairro, sozinha, longe de tudo o que conhecia.
Para piorar anoitecia e ela longe de casa. Era a primeira vez que
ia to longe.
-- Deixe-me ver: se eu for reto aqui saio na rua do meu bairro.
E como tinha descoberto o caminho de casa comeou a andar
lentamente de volta, brincando pelo caminho.
A noite caiu e Patrcia continuava a andar de volta. Passou por um
beco escuro e nem percebeu que dois olhos brilhantes a observavam.
A menina ia calmamente pela rua. E do beco escuro saiu um vulto que
a seguiu. Ela andava tranquila. E o vulto a acompanhava de perto.
De repente, o vulto pisou no rabo de um gato, que miou. Patrcia
olhou para trs e viu pelo canto dos olhos ele se aproximar. E
comeou a andar mais rpido.
O vulto tambm comeou a andar mais rpido. A menina apertou o
passo e o seu seguidor tambm. A garota olhou para trs e pde ver o
brilho de dois dentes caninos pontiagudos. Agora ela tinha certeza:
era um vampiro que estava atrs dela! Comeou a correr; o vulto
corria tambm. S que como ele era adulto corria mais do que ela. E
estava se aproximando rpido. Rpido. Cada vez mais rpido.
Patrcia corria, mas no conseguia fugir. O vampiro estava bem
perto dela agora. A menina estava quase ao alcance de suas mos. E
corria o mais que podia.
Ele at deu uma risada enquanto ia pra cima de sua vtima. Por
sorte, nessa hora, o vampiro pisou numa casca de banana e caiu de
cabea no cho. Ficou meio tonto e Patrcia conseguiu chegar na rua
de sua casa.
Entrou em casa como um foguete e fechou a porta atrs dela. Contou
toda histria para sua me e prometeu:
-- De hoje em diante s brinco no porto de casa.
<R+>
Fonte com alteraes:
~,http:www.qdivertido.~
com.brverconto.php?codigo=~
41~,
<R->
oooooooooo
<S+>
<R+>
Leio, logo escrevo -- textos dos alunos do IBC
<R->
Primeira Fase
Nome: Eduarda Frade
Turma: 503 (redigido em
novembro de 2018)
Um novo final
Na histria que ns lemos, os ratos estavam desesperados porque
quando saam para comer, eram perseguidos pelo gato Faro-Fino, que
no deixava eles em paz. Eles fizeram uma reunio para encontrar um
jeito de se livrarem do gato. Um deles deu a ideia de amarrar um
guizo no gato, porque assim, quando Faro-Fino estivesse se
aproximando, eles saberiam e correriam, mas quem ia chegar perto para
colocar o guizo? Deu ruim!...
A histria acaba assim, mas acho que ela podia ter outro final.
Eles precisavam de uma soluo. No podiam se entregar. Tinha que
ter uma lei que protegesse eles.
Um dia, ento, aproveitando que o gato dormia, duas ratinhas mais
corajosas saram escondidinhas e foram pedir ajuda ao papagaio que
era um timo advogado. Contaram toda a histria e o papagaio disse:
-- Quem est h mais tempo na casa? Vocs ou o gato? -- ele perguntou.
-- Ns. Aquele gato chegou l agora e j quer mandar em tudo --
disseram elas.
-- Ento, tranquilo. Vamos falar com o juiz, o jabuti, e explicar
para ele que o caso no pode demorar. de soluo rpida.
As ratinhas foram com ele, falaram com o juiz que logo mandou o
cachorro, Oficial de Justia, para chamar o gato para falar tambm.
Afinal, preciso ouvir as duas partes.
-- Senhor juiz, eu s me alimento. No posso ser proibido de comer
-- protestou o gato.
-- Certo, mas voc invadiu o espao deles e agora no lhes d
nenhuma chance. Isto no est certo. Determino que voc procure outro
canto para viver e l sim, saia como todo gato deve fazer, para caar
e no fique esperando que a comida aparea com facilidade. Olhe como
voc est gordo e
<p>
estas ratinhas magras! A disputa est desleal --
decretou o juiz.
Faro-Fino teve que ir embora e os ratos ficaram tranquilos em sua casa.
oooooooooo
Seo Juvenil
Quebra-Cuca
Desafios
<R+>
1- Ba das Slabas
Observe as pistas para achar a palavra que voc precisa formar com
as slabas do ba. A slaba pode aparecer em mais de uma palavra, mas
no pode haver nas palavras slabas que no estejam no ba.
a) rvore de onde se tira o material para fazer a borracha
b) Capital do estado do Mato Grosso
<p>
c) Gado suno a criao de...
d) Tipo de casa usada pelos esquims
e) Inveno de Santos Dummont
Ba: por -- o -- se -- glu -- guei -- cos -- a -- ra -- cui -- vi
-- i -- ba -- rin
2- As letras *e c h o o l*, depois de colocadas em ordem, so o nome de:
a) um oceano
b) um pas
c) uma cidade
d) um animal
e) um estado
3- Depois de ordenadas as letras, uma das palavras abaixo no tem nenhuma relao com as outras. Qual a palavra?
<p>
a) l p a e p
b) a l i s p
c) e r f o r
d) r a h c o b a r
e) a c e n a t
4- Um elevador sai do andar trreo com uma pessoa; no andar seguinte
entram duas pessoas; no outro, entra uma pessoa e saem duas; no
prximo, saem duas e entra uma; no seguinte entram trs e, no ltimo,
sai uma pessoa. Quantos andares o elevador subiu?
5- A me de Alice tem 4 filhas: Xax, Xex, Xuxu. Qual o nome da 4
filha?
6- No nmero 1.467, se mudarmos o algarismo das unidades de milhar
pelo algarismo das dezenas, obtemos o nmero:
<p>
a) 6.147
b) 4.167
c) 6.417
d) 7.461
7- Quando voc pegou o telefone para ligar para sua melhor amiga,
eram 12 horas e 23 minutos. Um pouco depois voc notou que eram 12
horas e 50 minutos. Quantos minutos voc ficou falando ao telefone?
8- Qual a forma correta?
a) Trabalho nesta empresa a dez anos.
b) Trabalho nesta empresa h dez anos.
9- Qual a forma correta?
a) A reunio comear ao meio-dia e meia.
b) A reunio comear ao meio-dia e meio.
<p>
Respostas
1- a) seringueira
b) Cuiab
c) porcos
d) iglu
e) avio
2- Letra d. Coelho
3- letra c (papel, lpis, ferro, borracha, caneta)
4- 5 andares
5- Alice
6- Letra c 6.417
7- 27 minutos
8- Letra b. Explicao: Para indicar tempo passado, usa-se h. O
a, como expresso de tempo, usado para indicar futuro ou
distncia (A empresa fica a dez minutos do centro).
9- Letra a. Explicao: Devemos utilizar a expresso meio-dia e meia
sempre que quisermos nos referir
<p>
dcima segunda hora do dia mais trinta
minutos, ou seja, o meio-dia mais meia hora.
<R->
oooooooooo
Voc Sabia?
O segredo do camaleo
O mistrio de como o camaleo consegue capturar animais maiores
apenas com a lngua parece ter sido resolvido. Muitos rpteis pegam a
presa com a lngua usando uma superfcie spera ou um muco viscoso
*expelido* pelo rgo que prende o alvo. Entretanto, essa tcnica
funciona muito bem com pequenas presas, mas no explica como os
camalees conseguem agarrar animais maiores, como um pssaro ou at
mesmo um lagarto.
Cientistas da Universidade da Anturpia, na Blgica, usaram cmeras
de alta velocidade para ver como o camaleo faz este truque
*estupendo*. A gravao mostrou que a lngua muda de formato pouco
antes de entrar em contato com a presa. Em um par de milissegundos,
antes da lngua atingir o alvo, seu final adquire o formato de uma
luva de beisebol", afirmou o pesquisador Anthony Herrel. Depois que a
lngua se gruda presa, dois msculos em lados opostos se contraem
rapidamente. Isto faz com que a presa fique bem firme.
Vocabulrio
<R+>
Estupendo: adj. Que causa assombro, espanto e admirao.
Expelido: adj. Lanado para fora.
<R->
::::::::::::::::::::
<p>
O mundo dos ratos
H mais de 1.700 espcies de ratos distribudas pelo mundo, dentre
as quais cerca de 125 esto classificadas como pragas. A Organizao
Mundial da Sade (OMS) estima, para o desespero das mulheres, que
haja cerca de trs ratos por habitante no mundo, o que resultaria em
cerca de 21 bilhes. Todo estrago que os roedores fazem no se deve
apenas disputa por comida com os humanos, mas tambm ao fato de que
eles precisam gastar seus dentes de alguma forma, pois os mesmos
crescem incessantemente, por isso eles acabam roendo borracha, isopor
e qualquer outra coisa que caia em suas patas.
::::::::::::::::::::
<p>
<R+>
As grandes famlias das
moscas domsticas
<R->
Uma mosca domstica vive cerca de trs a oito semanas.
Neste meio tempo, ela produz de 400 a 1.000 ovos. Toda essa fertilidade faz com
que uma fmea possa ter seu nmero de descendentes, enquanto viva,
escrito com 13 dgitos (ou seja, cerca de um quatrilho de parentes,
entre filhos, netos e bisnetos). Alm de ter famlias muito grandes,
a mosca tambm muito suja para algum do seu tamanho. Um nico
*espcime* pode carregar consigo aproximadamente 1.250 milhes de
bactrias.
Vocabulrio
<R+>
Espcime: s. m. Amostra, exemplar, modelo, tipo.
<R->
::::::::::::::::::::
<p>
Curiosidade sobre o
calendrio
O primeiro calendrio foi criado por Rmulo no ano 753 da fundao
de Roma. O ano tinha 304 dias e dividia-se em 10 meses. Rmulo
comeava o ano em 1 de maro. Numa Pomplio, sucessor de Rmulo,
estabeleceu o ano de 155 dias, dividido em 12 meses. Mais tarde,
Jlio Csar reformulou o calendrio, com a ajuda do astrnomo
Sosgenes. Decidiu que o ano comum seria de 365 dias e que, para
ajustar o ano solar ao ano sideral, se acrescentasse um dia de quatro
em quatro anos. O ano de 366 dias recebeu o nome de "bissexto".
Esse calendrio passou a ser usado a partir de 45 a.C. e foi
batizado de "juliano" em homenagem a Jlio
<p>
Csar. Acontece que ao
arredondar o ano para 365 dias e seis horas, Jlio Csar arrumou
outra confuso. Em 1582, por conta desse erro de 11 minutos e 14
segundos, a diferena entre o ano e o ano solar era de 13 dias. O
papa Gregrio XIII corrigiu o calendrio. Para isso tirou 10 dias do
ano, ordenando que aps 4 de outubro de 1582 se passasse para 15 de
outubro. Estabeleceu tambm que o ltimo ano dos trs prximos
sculos, ou seja, 1700, 1800, 1900, no seriam bissextos. J 2000
foi bissexto. A inteno era ajustar o calendrio da Terra ao
movimento de translao.
O calendrio gregoriano quase universal. Mesmo em alguns pases
no cristos, ele foi adaptado s prprias tradies ou adotado apenas para
uso civil, mantendo-se outro
<p>
calendrio para fins religiosos.
<R+>
Fonte: *Guia dos curiosos*:
~,http:plantaodaeducacao.~
blogspot.com200906~
curiosidade-sobre-o-~
calendario.html~,
<R->
oooooooooo
Vamos Rir?
Certo dia, uma menina estava sentada observando sua me lavar a loua na cozinha. De repente, percebeu que ela tinha vrios cabelos brancos em sua cabeleira escura. Ela olhou para a me e lhe perguntou:
-- Por que voc tem tantos cabelos brancos, mame?
A me respondeu:
-- Bom, cada vez que voc faz algo errado e me faz chorar ou me deixa triste, um de meus cabelos fica branco.
A menina pensou um pouco e logo disse:
-- MEEEEE! O que voc fez pra vov que ela est com todos os cabelos brancos????
A professora pergunta para o Paulinho:
-- Onde fica a Amrica?
E o Paulinho responde apontando com o dedo no mapa. A professora, ento, pergunta para o Pedro:
-- Quem descobriu a Amrica, Pedro?
E Pedro responde, sem pestanejar:
-- Foi o Paulinho, professora!
O irmo e a irm entram em casa machucados. A me ficou preocupada e quis saber o que
tinha acontecido. A irm disse:
-- que eu escorreguei em uma casca de banana e ca.
A me perguntou:
-- E voc, meu filho, como se machucou?
-- Eu ri do tombo dela.
<R+>
Fonte: ~,http:www.piadas.~
com.br~,
<R->
O que , o que ?
O que , o que ? Feito para andar e no anda.
A rua.
O que uma impressora disse para a outra?
Essa folha tua ou impresso minha?
O que , o que ? Quanto mais rugas tem, mais novo .
O pneu.
O que , o que ? Nunca volta, embora nunca tenha ido.
O passado.
<p>
O que a esfera disse para o cubo?
Deixa de ser quadrado.
O que , o que ? Todo ms tem, menos abril.
A letra "o".
Por que algumas crianas colocam acar debaixo do travesseiro?
Para ter doces sonhos.
Fonte:
~,https:www.todamateria.~
com.bradivinhas~,
<R->
oooooooooo
Historiando
Museu Nacional do Rio de
Janeiro
Criado por D. Joo VI (1818), e instalado no antigo Palcio
Imperial de So Cristvo, na Quinta da Boa Vista, o Museu Nacional
do Rio de Janeiro comemorou seu bicentenrio em junho de 2018 e,
alguns meses depois, em 2 de setembro, foi destrudo por um incndio
de grandes propores.
Era o maior museu de Histria Natural e *antropolgico* da Amrica
Latina, com mais de 20 milhes de peas e uma biblioteca com 537 mil
livros, incluindo obras raras, como um exemplar de Histria Natural
(1481), e um importante centro de pesquisa e estudo integrado
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), desde 1946. Recebia,
em mdia, 150 mil visitantes por ano.
De 1889 a 1891, o edifcio *Neoclssico* sediou a Assembleia
Constituinte do Brasil antes de receber o Museu Real (1892),
localizado at ento no centro do
<p>
Rio de Janeiro. O Palcio de So
Cristvo estendia-se por 11.400 m2 dos quais 3.500 m2 eram
destinados s salas de exposio, abrigando, por exemplo, a coleo
egpcia (com mmias de trs mil anos de idade).
O museu era particularmente conhecido por seu departamento de
*Paleontologia*, com mais de 26 mil fsseis, incluindo o esqueleto de
um dinossauro descoberto em Minas Gerais (MG), alm de exemplares de
espcies extintas, como preguias gigantes e tigres- -dentes-de-sabre.
Sua coleo de antropologia biolgica inclua o mais antigo fssil
humano descoberto no Brasil, conhecido como Luzia. Graas percia
dos especialistas, um ms aps o incndio o fssil pde ser recuperado.
Com 6,5 milhes de espcimes, o departamento de zoologia contava
com uma coleo excepcional de peixes (600 mil) e anfbios (100 mil),
alm de moluscos, rpteis, conchas, corais e borboletas. J o
*herbrio* (1831) possua 550 mil plantas.
Dedicado pesquisa e ao ensino desde 1927, o Museu Nacional do Rio
de Janeiro a instituio cientfica mais antiga do pas com
pesquisadores e laboratrios que ocupavam grande parte do seu espao.
Ao longo do sculo passado, desenvolveu-se uma poltica de
intercmbio internacional, o que permitiu que importantes
personalidades cientficas do sculo XX visitassem o museu, como
Albert Einstein e Marie Curie.
No entanto, em agosto de 1995, o prdio j havia sofrido danos
extensos aps tempestades que danificaram o
<p>
departamento de *Arqueologia*. Os danos tambm foram significativos no setor dos
*paleovertebrados*; algumas partes de um esqueleto de um Tiranossauro
se dissolveram com o temporal. Tambm passou por significativas
dificuldades oramentrias, sendo fechado temporariamente, em 2015,
por falta de recursos para sua manuteno, segundo reconheceu o
ento ministro da Cultura, Srgio S Leito.
Atualmente, o Museu Nacional oferece cursos de ps- -graduao
(*stricto e lato sensu*) aos quais se vinculam projetos, grupos de
pesquisa e a Extenso Universitria, a despeito das dificuldades encontradas.
Esperamos que novos investimentos ajudem a resgatar o que for
possvel, possibilite um trabalho cada vez melhor, e
<p>
mais amplo, para que boa parte de nossa histria seja resgatada.
<R+>
Fonte com alteraes:
~,https:istoe.com.br~
museu-nacional-do-rio-de-~
janeiro-o-maior-museu-de-~
historia-natural-da-~
america-latina~,
<R->
Nota da Comisso Editorial
Albert Einstein (1879-1955): Fsico e matemtico alemo, entrou para
o rol dos maiores gnios da humanidade ao desenvolver a Teoria da
Relatividade. Recebeu o Prmio Nobel de Fsica por suas descobertas
sobre a lei dos efeitos fotoeltricos.
Marie Curie (1867-1934): Cientista polonesa. Descobriu e isolou os
elementos qumicos, o polnio e o rdio. Foi a primeira mulher a
ganhar o Prmio Nobel de Fsica e a primeira mulher a lecionar na
Sorbonne.
Vocabulrio
<R+>
Antropolgico: adj. Relativo Antropologia, cincia que estuda a
espcie humana, tendo em conta a sua origem, desenvolvimento (fsico,
social, cultural), modo de agir, peculiaridades raciais, costumes, crenas.
Arqueologia: s. f. Cincia que, utilizando processos como coleta e
escavao, estuda os costumes e culturas dos povos antigos atravs de
materiais fsseis, artefatos e monumentos que restaram da vida desses povos.
Herbrio: s. m. Coleo de plantas dessecadas, conservadas e
organizadas segundo uma sistemtica, para fins de pesquisa cientfica.
Neoclssico: s. m. Movimento cultural que se desenvolveu entre
meados do sculo XVIII e nas primeiras dcadas do sculo XIX.
Paleontologia: s. f. Cincia que estuda as formas de vida existentes
em perodos geolgicos passados, a partir dos seus fsseis.
Paleovertebrado: s. m. Fssil de animal vertebrado.
<R->
oooooooooo
Leitura Interessante
<R+>
A Carta da Terra -- Como surgiu e o que este
documento
<R->
Desde 1987, vrios grupos da ONU (Organizao das Naes Unidas)
tm se mostrado preocupados com a questo do desenvolvimento
sustentvel e da sobrevivncia no
<p>
planeta. A partir da, surgiram
grupos para discutir o assunto envolvendo representantes de vrios
pases do mundo, inclusive o Brasil; depois de discusses,
modificaes e estudos chegou-se ao documento, hoje conhecido como
Carta da Terra, aprovada pela ONU no ano 2000.
A Carta da Terra a reunio de princpios que devem ser seguidos
pelos pases que a aprovaram para que se garanta a vida do planeta e
no planeta. Ela nos d a esperana de uma vida mais justa e melhor
para todos os povos, onde os mais favorecidos devem pensar nos menos
favorecidos para que possamos viver da forma mais equilibrada
possvel. No rene leis, pois cada pas tem autonomia para fazer as
suas, concordando ou no com ela, mas apresenta ideias que devem
orientar as leis dos pases que quiserem adot-la como princpio para
seus cidados.
uma tentativa de valorizar, enriquecer e garantir o que ainda
temos.
Estamos diante de um momento crtico na histria da Terra, numa
poca em que a humanidade deve escolher o seu futuro. medida que o
mundo se torna cada vez mais interdependente e frgil, o futuro
enfrenta cada vez mais perigos. Para seguir adiante, devemos
reconhecer que, no mundo, no meio de uma magnfica diversidade de
criaturas e formas de vida, somos uma famlia humana, uma comunidade
terrestre com um destino em comum. Devemos somar foras para gerar
uma sociedade sustentvel, global, baseada no respeito pela natureza,
pelos direitos humanos universais, na justia econmica e numa cultura de paz.
Para chegar a esse propsito, imperativo que ns, os povos da
Terra, declaremos nossa responsabilidade, uns para com os outros, com
a grande comunidade e com as futuras geraes.
Fonte: ~,www.onu.org~,
::::::::::::::::::::
<R+>
Fascinante histria do McDonald's
<R->
Atualmente, o McDonald's uma das principais redes de *fast food*
do mundo. A hamburgueria j atendeu cerca de 68 milhes de pessoas
nos mais de 100 pases em que atua, desde 1940, com os mais diversos
cardpios de hambrguer, que agradam a muitos. Porm, a histria por
trs do McDonald's desconhecida e surpreendente.
<p>
Tudo comeou, em 1937, quando Patrick McDonald
decidiu abrir um estande
de comida chamado, *The
Airdrome*. Trs anos depois passou o
estande para os seus filhos, Richard e Maurice
McDonald, que abriram o
primeiro restaurante do McDonald's na Califrnia com um *menu* de 25
itens de churrasco.
Na poca, os produtos mais vendidos eram os hambrgueres. Sendo
assim os irmos decidiram vender este produto a nove centavos, o que
trouxe enorme sucesso. Em 1952, os
McDonald resolveram franquiar o
restaurante e a primeira *franquia* foi aberta no Arizona (EUA). O
sucesso do restaurante foi to grande, que levou o vendedor de
bebidas batidas, Ray Kroc, pediu aos irmos que o deixassem fazer a
franquia dos restaurantes McDonald's fora da Califrnia e do Arizona.
Foi quando ele abriu uma filial na Disneylndia.
Em 1958, 18 anos aps o incio do McDonald's, o restaurante j
havia vendido 100 milhes de hambrgueres. Um ano depois, a empresa
comeou a fazer anncios em *outdoor*.
Apesar do sucesso feito pela rede de *fast food*, em 1961, os
irmos McDonald resolveram vender os direitos empresariais para Kroc,
por mais de dois milhes de reais. Na poca, ele decidiu reformular a
empresa e alterar o *logotipo*, usando apenas um M dourado.
Um ano depois, o
McDonald's apareceu na revista *Life*, a primeira a
ceder espao para a empresa. Naquela mesma temporada, o restaurante
se tornou o primeiro a ter assentos no estado do Colorado (EUA). No
ano seguinte, o bilionsimo hambrguer foi vendido e peixes passam a
ser includos no cardpio.
J em 1967, o McDonald's abre o primeiro restaurante fora dos EUA.
Um ano mais tarde, o famoso Big Mac comeou a ser comercializado, e
passou a ser o hambrguer mais vendido da empresa. Trinta e dois anos
aps o incio da histria do McDonald's, a empresa havia gerado cerca
de um bilho em vendas atravs de 2.200 restaurantes. No entanto, o
famoso *drive-thru* s foi aberto, pela primeira vez, em 1975, no
Arizona. Nessa mesma poca, o novo McMuffin foi introduzido.
At o final de 1983, o McDonald's j estava em 32 pases com 7.778
restaurantes. Em 1985, a primeira loja do McDonald's foi reaberta como
um museu. E, quatro anos depois, o primeiro restaurante coreano
e srvio foram lanados. Alm disso, a revista *Fortune* nomeou os
hambrgueres do McDonald's como um dos 100 melhores produtos da Amrica.
Em 2001, a empresa
McDonald's se envolveu em uma grande polmica.
Na poca, o FBI afirmou que a empresa Simon Worldwide, contratada
para os servios de *marketing* de promoo da McDonald's Monopoly,
roubou 20 milhes de dlares de peas vencedoras. A crise na imagem
resultou em perdas para a rede de *fast food*. Depois disso foi
necessrio que a rede sasse de alguns pases e fechasse vrias de
suas lojas.
Com o objetivo de promover uma imagem mais saudvel e de melhor
qualidade, em 2003, o McDonald's comeou a campanha, "Amo muito tudo isso!".
<p>
No cardpio, foram introduzidos novos pratos, como saladas
*premium*, McGriddles e frango selecionado.
Em 2010, a Subway rouba
o ttulo de maior cadeia de marca nica e
maior operador de restaurante global. Dois anos depois, os *menus* do
*drive-thru* comeam a expor
o nmero de calorias dos produtos.
Recentemente, o McDonald's exibiu um relatrio de crescimento dos
ltimos 10 anos, e ainda trabalharam na campanha, "Siga Nossos Passos
Alimentcios", uma histria de realidade virtual mostrando cada passo
da produo da fazenda at a mesa.
<R+>
Fonte: ~,https:www.~
fatosdesconhecidos.com.~
bressa-e-fascinante-~
historia-mc-donalds~,
<R->
<p>
Vocabulrio
<R+>
Franquia: s. f. Contrato em que o detentor dos direitos de uma marca
registrada concede, mediante pagamento ou outras condies, licena
para que outra pessoa ou instituio utilize sua marca.
Logotipo: s. m. Smbolo que, composto por uma imagem, pela
estilizao de uma letra ou pelo agrupamento de letras de modo a
formar um *design* particular, serve para identificar uma empresa,
marca, produto. (Estilizao -- letra com desenho diferenciado).
*Outdoor*: s. m. Anncio em forma de cartaz, painel mltiplo, painel
luminoso, geralmente de grandes dimenses, exposto margem de
<p>
vias urbanas ou em outros pontos ao ar livre, destacados para tal.
<R->
oooooooooo
Cuidando do Corpo e da
Mente
Coma com conscincia
Estudos realizados com a populao brasileira revelam mudanas nos
hbitos alimentares. Entre a populao vem ocorrendo substituio de
alimentos tradicionais, como o arroz e feijo, por alimentos de baixo
contedo nutricional e alta concentrao energtica, como *fast food*
e as guloseimas.
comum que esta denominao refira-se, com frequncia, comida
vendida em lojas de grandes redes de alimentao, como sanduches,
batatas fritas e *pizzas*, porm este conceito tambm se aplica a
outros tipos de refeies preparadas com rapidez.
A cultura do *fast food* chegou por intermdio da vida com menos
tempo e mais obrigaes. Assim, refeies prontas em menos de 10
minutos e extremamente saborosas se tornaram o alvo principal para a
populao.
Antes da *implementao* desse sistema, o momento da refeio, e todo
o seu ritual, tinha outro significado. Hoje, comer *fast food* um
novo hbito e ainda exerce, sobre ns, um imenso fascnio social;
enquanto uns veem nessa forma de comer uma necessidade, outros
encontram o prazer, a realizao, o lazer e o *status*.
Em 1986, surgiu a denominao *slow food*, para *contrastar* com o
conceito de
<p>
*fast food*. O movimento prega a melhoria da qualidade da
alimentao com um maior tempo para prepar-la e sabore-la! O
princpio bsico dessa filosofia de vida o direito ao prazer na
alimentao, utilizando produtos naturais de qualidade especial,
produzidos de forma que se respeite tanto o meio ambiente quanto as
pessoas responsveis pela produo dos alimentos. Bom, limpo e justo:
como o movimento acredita que deve ser o alimento. Deve ter bom
sabor, cultivado de forma limpa (sem prejudicar a sade, o meio
ambiente ou os animais) e os produtores devem receber o que justo
pelo seu trabalho.
Traduzido literalmente do ingls, *junk food* significa, comida
lixo. Surpreso com a denominao? Pois ! O conceito *atribudo* queles
<p>
alimentos que so ricos em calorias, gorduras, acares,
sdio, aditivos alimentares e que, portanto, possuem baixa qualidade
nutritiva. Quem no se rende a uma batata frita, um pastel ou um bom
sanduche de vez em quando? O caminho conscientizar-se de que este
tipo de alimento no deve estar presente em grandes quantidades na
dieta. Ou seja: consumir este tipo de alimento no proibido! O
ideal evit-lo! Comer *pizza*, cachorro-quente e outros tipos de
*junk foods* todos os dias uma baita bomba para a sua sade, porm
h momentos em que podemos, sim, desfrutar desse tipo de alimentao.
importante que voc tenha em mente que *fast food* nem sempre
sinnimo de *junk food*. Assim como *slow food* nem sempre sinnimo
de comida saudvel. Saber escolher
<p>
os alimentos e ter conscincia daquilo que se come um dos primeiros
passos para comer bem e fazer as pazes com a comida. Nutricionistas,
trabalhem isso com seus pacientes! Faa um trabalho de forma
sustentvel e acompanhe, com responsabilidade social, as mudanas do
mundo.
<R+>
Fonte:
~,http:www.cookie.com.~
brfast-food-slow-food-~
junk-food-nutricionista~
-conheca-diferencas~,
<R->
Vocabulrio
<R+>
Atribuir: v. Conceder, conferir.
Contrastar: v. Opor-se a; mostrar-se o contrrio de.
Implementao: s. f. Execuo de certas medidas.
<R->
oooooooooo
<R+>
Leio, logo escrevo
Autor: Thiago Portella Ferreira
Turma: 901
Vamos nos casar?
Por ela sou apaixonado
Am-la nunca de mais
Por ela estou encantado
Com ela encontro a paz.
Estava com ela no carro
E vejo a oportunidade
Lhe digo: Em voc eu me amarro
E samos pela cidade.
A msica e eu conversamos
Nos entendemos sem brigar
Isso porque nos amamos
E pergunto a ela: Vamos nos casar?
<R->
::::::::::::::::::::
<p>
<R+>
Autor: Guilbert Granjeiro de Oliveira Pinho
Turma: 902
Eu e a msica
A msica me faz chorar.
A msica me faz voar.
A msica me traz pra c.
A msica me joga pra l.
Mas o que eu quero sonhar.
Quando eu canto me espanto.
Canto tanto que encanto.
Mas acabo assustando.
E no fim todos correm me
arrastando.
Pois no gostam do meu canto.
Mas me lembro sempre de
continuar a cantar.
Porque eu sei que no vou
parar.
Mas por que parar?
<p>
Se eu quero continuar a voar.
Mas um dia irei parar.
Textos classificados no Concurso Literrio do Instituto Benjamin Constant de 2017.
<R->
oooooooooo
Tirinhas do Calvin
Com humor fino e cheio de ironia, as tiras de Calvin & Haroldo,
criadas pelo norte-americano Bill Watterson, comearam a ser
distribudas para publicao em jornais em 18 de novembro de 1985, e
foram produzidas at dezembro de 1995, quando o artista anunciou sua
aposentadoria da srie.
No quadrinho, o *sagaz* garoto de 6 anos e seu tigre de pelcia --
que ganha vida na imaginao do menino -- *protagonizam* dilogos
divertidos e *surreais*. Em suas conversas inteligentes e
bem-humoradas, debatem o jeito de ser dos humanos, enquanto expem
particularidades do mundo infantil e contradies do mundo adulto.
O nome do garoto foi inspirado no *telogo* Calvino (1509-1564), um
dos responsveis pela Reforma na Igreja Catlica. J o do tigre
Haroldo, chamado de Hobbes na verso original, deriva do filsofo e
cientista poltico Thomas Hobbes (1588-1679), autor do livro *Leviat*.
Os dois formam uma das mais famosas duplas dos quadrinhos. Durante o
perodo ativo, as histrias de Calvin & Haroldo estamparam as
pginas de mais de 2.400 jornais no mundo. Hoje, os livros com
*antologias* e *coletneas* da srie j venderam mais de 30
<p>
milhes de exemplares em todo o planeta.
A obra foi multipremiada. Seu autor recebeu os principais prmios
dos quadrinhos.
Vocabulrio
<R+>
Antologia: s. f. Coleo de textos, em prosa ou em verso,
selecionados de forma que melhor representem a obra de um autor.
Coletnea: s. f. Conjunto de vrias obras.
Leviat: o livro mais famoso do filsofo ingls Thomas Hobbes,
publicado em 1651. O seu ttulo deve-se ao monstro bblico Leviat. O
livro, cujo ttulo por extenso *Leviat ou Matria, Forma e Poder
de um Estado Eclesistico e Civil*, trata da estrutura da sociedade
organizada.
<p>
Protagonizar: v. Interpretar o papel da personagem principal.
Sagaz: adj. 2 g. De inteligncia e percepo muito aguadas;
perspicaz.
Surreal: adj. Que pertence ao domnio do sonho, da imaginao, do
absurdo.
Telogo: s. m. Pessoa que estuda teologia, ou seja, que estuda a
existncia de Deus e questes referentes ao conhecimento da divindade.
_`[{tirinha do Calvin em quatro quadrinhos:
Q1: Calvin berra: "Cad o meu casaco?"
Q2: Calvin procura embaixo da cama e diz: "J olhei em toda parte!
Embaixo da cama, em cima da cadeira..."
<p>
Q3: Com ar desesperado, continua a falar: "Na escada, no corredor,
na cozinha... Simplesmente no est em lugar nenhum!"
Q4: Com a porta do armrio aberta, v-se o casaco l dentro. Calvin
grita: "Ah, aqui est! Quem ps dentro desse armrio idiota?"_`]
_`[{tirinha do Calvin em quatro quadrinhos:
Q1: Calvin entra em casa entusiasmado e diz: "Me, consegui um papel
na pea da escola."
Q2: A me ajuda Calvin a tirar a roupa da escola enquanto ele diz:
"Eu tenho at uma fala!" A me responde: "Que beleza,
Calvin."
Q3: Calvin, com ar dramtico, comenta: " um grande papel dramtico!
Meu perso-
<p>
nagem vai levar todo mundo s lgrimas no fim do segundo ato!"
Q4: Enquanto guarda as roupas de Calvin no armrio, a me pergunta:
"Qual a pea?" Calvin responde: "Nutrio e os quatro grupos de
alimentos. Eu fao a cebola."_`]
_`[{tirinha do Calvin em quatro quadrinhos:
Q1: Calvin, sentado escrivaninha, comenta com
Haroldo: "Viu? O
papai me convenceu a fazer o dever de casa!"
Q2: Olhando para o livro, Calvin continua: "Ele disse que, quando eu
for mais velho, vou descobrir que poucas coisas so mais
gratificantes que o estudo."
<p>
Q3: Calvin argumenta: "A eu disse: Beleza! Ento quando eu for mais
velho eu aprendo!" Haroldo pergunta: "E o que ele disse?"
Q4: Calvin, furioso, responde: "Que se eu no comear a estudar j,
ele me mata antes de eu ficar mais velho." Haroldo conclui: "Parece
que voc j aprendeu alguma coisa."_`]
<R->
oooooooooo
Espao do Leitor
Os pichadores
Jlia e Jlio eram amigos de longa data. Quando eles tinham em
torno de 12 anos, resolveram fazer uma travessura. Estavam
conversando pela chamada de vdeo via celular:
-- Jlio, vamos igreja da minha av hoje tarde? Estou te
convidando!
<p>
-- Vamos sim, mas temos que ver o horrio.
-- Que tal s quatro da tarde?
-- Boa ideia!
tarde, os dois se encontram na pracinha movimentada da pequena cidade.
Uma menina de apenas 3 anos, acompanhada de sua me, compra um
algodo-doce de cor-de-rosa. Um casal de crianas brinca em uma
gangorra vigiado por duas mulheres sentadas no banco de madeira. Trs
garotos maiores jogam bola.
Jlio chega. Veste camisa azul-piscina, bermuda branca e cala
tnis azul-marinho. Sentado em um banco de madeira, assiste aos
meninos que jogam bola, e v Jlia chegando. De vestido lils, o
cabelo castanho-claro amarrado em um rabo de cavalo, com um
<p>
par de sapatos roxo, ela se aproxima de Jlio e diz:
-- Oi, vamos?
-- Claro, bora!
Os dois andam lado a lado, saem da praa e vo at uma delegacia.
Sem entender,
Jlio perguntou:
-- Jlia, no amos para a igreja da sua av?
-- Na verdade, viemos fazer uma coisa bem mais divertida do que
assistir missa.
-- No, no acredito que voc vai...
-- Shhhhhh! Se voc correr vou atrs. Vamos, vai ser divertido!
Jlia pega de uma bolsinha rosa, duas latas de *spray* uma azul e
outra vermelha.
-- Toma, essa azul pra voc -- diz Jlia.
-- Mas por que a gente vai...
Ela pega a lata da mo de Jlio e diz:
<p>
-- Se voc no tem coragem, deixa que eu picho. Dane-se se essa
delegacia a que o meu pai trabalha como delegado; s quero me
distrair um pouco, posso?
-- Estamos ferrados! Olha a polcia vindo a... -- disse o garoto.
Enquanto Jlia picha o muro com tranquilidade, uma viatura policial
se aproxima deles.
-- Toma, agora corre! -- diz Jlia.
Os meninos correm, mas Jlio pego por um policial.
-- Parado garoto!
-- Eu sou inocente, foi minha amiga quem pichou o muro, sou
inocente, no quero ser preso!
Jlio levado fora, por dois policiais de farda, para a
delegacia. L o delegado
<p>
fica sabendo que o muro foi pichado. Ele manda chamar os pais do
menino para resolverem a situao.
Na sala do delegado, Jlio diz:
-- Me, pai, sou inocente, quem pichou foi a Jlia.
O delegado, ao ouvir o nome de sua filha, resolveu prestar mais
ateno ao menino.
-- Meu filho, diga com mais detalhes como ocorreu esse fato.
-- Bem, a minha amiga falou para mim de manh que ia na igreja da
av dela, e me convidou. tarde nos encontramos na pracinha da
cidade. Logo que chegamos aqui, eu no sabia que a gente iria
delegacia. Para mim, amos at a igreja como ela havia dito. Depois,
ela disse que a gente ia se divertir um pouco. Tirou da bolsa duas
latas de
<p>
tinta tipo *spray* e me deu uma, eu no tive coragem de
cometer tamanho crime. Ento, ela pegou da minha mo e comeou a
pichar. Quando falei que um carro da polcia estava chegando perto de
ns dois, ela me deu a lata de tinta e disse pra eu correr. Ela foi
mais rpida do que eu e me pegaram.
Depois de ouvir atentamente a explicao do menino, o delegado
pediu a descrio correta da garota, e assim Jlio fez.
-- Ela branquinha, tem cabelos castanhos claros, usava um vestido
lils, sapatos roxos e o cabelo estava como um rabo de cavalo.
-- Foi assim que minha filha saiu hoje tarde... -- disse o
delegado. -- No pode ser...
<p>
-- Meu filho, voc no poderia ter ouvido sua amiguinha -- disse
sua me.
-- Vocs me perdoem, vou conversar com minha filha hoje quando
chegar em casa.
Quando o delegado Weliton chegou em casa, conversou com Jlia.
-- Filha, precisamos conversar. Hoje um menino me disse que voc
foi junto com ele at a delegacia para pichar o muro.
-- Desculpa, eu fiz isso para me vingar.
-- Mas se vingar de qu?
-- Me vingar! O senhor no me d mais ateno, e s fica nesse
trabalho chato e srio.
Ao dizer isso com lgrimas nos olhos, Jlia deixou seu pai com
pena. Ele a abraou e lhe disse que nunca mais iria deix-la de lado
por causa de trabalho.
<p>
-- Filha, isso no se faz, voc poderia ter causado um problema
enorme para o seu amigo e para os pais dele. Quero que voc pea
perdo a ele amanh mesmo.
-- Tudo bem papai, estou muito arrependida.
No dia seguinte, na hora do recreio, Jlia chamou o colega em um
canto e disse:
-- Me perdoa Jlio! Eu no queria te meter nessa, mas eu tava com
raiva do meu pai, porque ele s trabalha e nunca d ateno pra mim.
-- Promete que nunca mais vai fazer isso?
-- Prometo!
-- Ok, s espero que voc nunca mais faa uma dessas comigo de novo.
-- Amigos para sempre?
-- Amigos para sempre!
Quando Jlio chegou em casa, contou para sua me e eles
<p>
fizeram as pazes. A menina prometeu nunca mais met-lo em suas
travessuras.
Autora: Natlia Martins
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Nesta edio da Revista Pontinhos, voc est recebendo um Livro
Falado produzido pelo Instituto Benjamin Constant, para uso exclusivo
de pessoas com deficincia visual, de acordo com a Lei n.o 9.610, de
19 de fevereiro de 1998. terminantemente proibida a utilizao
deste produto para reproduo e comercializao.
Ttulo do Livro Falado: 13 Lendas Brasileiras; Autor: Mrio Bag.
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<p>
Comunicamos aos nossos leitores que j retornamos ao prdio da DIB
-- Diviso de Imprensa Braille, o qual se encontrava em obras. Soli-
citaes, sugestes e outros assuntos podero ser feitos atravs do
telefone (55) (21) 3478-4531 ou pelo
novo E-mail:
~,revistasbraille@ibc.gov.br~,
Um forte abrao!
Comisso Editorial
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo
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Transcrio: Mnica Corra
Reviso Braille: Natlia Medeiros e Joo Batista Alvarenga
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