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Pontinhos-369----28x30.txt

Atualizado em 25/11/2022 17h09

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Conteúdo do arquivo

<T->
          PONTINHOS

          Ano LX, n.o 369, 
          Abril/Junho de 2019
          Ministrio da Educao
          Instituto Benjamin Constant 
          Publicao Trimestral de 
          Educao, Cultura e 
          Recreao
          Editada e Impressa na 
          Diviso de Imprensa Braille
          Fundada em 1959 por 
          Renato M. G. Malcher

          Av. Pasteur, 350/368
          Urca -- Rio de Janeiro-RJ
          CEP: 22290-250
          E-mail: ~,pontinhos@ibc.~
          gov.br~,
          Site: ~,http:www.ibc.~
          gov.br~,

          Livros Impressos em Braille: uma Questo de 
          Direito
          Governo Federal: Brasil Ptria Amada.              
<P>
          Diretor-Geral do IBC
          Joo Ricardo Melo 
          Figueiredo

          Comisso Editorial: Carla Maria de Souza, Heverton de Souza Bezerra da Silva, Joo Batista Alvarenga e Regina Celia Caropreso.
          Colaborao: Daniele de Souza Pereira.
          Reviso e Copidesque:  
          Carla Dawidman.
         
          Transcrio autorizada pela alnea *d*, inciso I, art. 46, da Lei n.o 9.610, de 19/02/1998.           
          Distribuio gratuita. 
          Arquivo da revista 
          disponvel para impresso 
          em Braille: 
          ~,http:www.ibc.gov.br~
          publicacoesrevistas~,
          
<P>
                           I
<R+>
 Pontinhos: revista 
  infantojuvenil para cegos / MEC/Instituto Benjamin Constant. Diviso de 
  Imprensa Braille. n.o 1 (1959) --. Rio de 
  Janeiro:
  Diviso de Imprensa Braille, 1959 --. V.
<R->
  Trimestral
  Impresso em braile
  ISSN 2595-1017
  
  1. Infantojuvenil -- 
 Cego. 2. Pessoa cega. 3. Cultura -- Cego. 
 4. Revista -- Peridico. I. Pontinhos. II. Revista infantojuvenil para cegos. III. Ministrio da 
 Educao. IV. Instituto Benjamin Constant.

<F->
             CDD-028.#ejhga 
<F+>
<R+>
 Bibliotecrio -- Edilmar Alcantara dos S. Junior -- CRB/7 6872
<R->
<P>
<P>
                         III
 Sumrio	

 Seo Infantil	
 Cantigas de Roda ::::::: 1
 Trava-Lnguas :::::::::: 3
 Cordel :::::::::::::::::: 4

 Histrias para Ler e 
  Contar	
 O jabuti :::::::::::::::: 7
 Bichinho de 
  estimao ::::::::::::: 11
 Gato pensa? ::::::::::::: 13
 Av de todo mundo ::::::: 14
 De pergunta em 
  pergunta ::::::::::::::: 16

 Leio, Logo Escrevo :::: 20
	
 Seo Juvenil	
 Quebra-Cuca :::::::::::: 22
 Voc Sabia? :::::::::::: 25
 Vamos Rir? ::::::::::::: 28
 
 Historiando	
 Goalball :::::::::::::::: 31
<P>
 Leitura Interessante	
 Academia Brasileira de 
  Letras :::::::::::::::: 37
 Mapa literrio -- regio 
  Norte ::::::::::::::::: 41
 Males da precipitao ::: 46	

 Cuidando do Corpo e da 
  Mente
 Animais ajudam a tratar 
  crianas com cncer :::: 51

 Leio, Logo Escrevo :::: 58

 Tirinhas :::::::::::::::: 61
	
 Espao do Leitor ::::::: 65

<R->
<Tpontinhos 369>
<t+1>
 Seo Infantil
 Cantigas de Roda

<S->
<R+>
 Boi barroso

 Eu mandei fazer um lao do couro do jacar
 Pra laar o boi barroso, num cavalo pangar
 Meu boi barroso, meu boi pitanga
 O teu lugar, ai,  l na canga
 Adeus menina, eu vou me embora
 No sou daqui, ai, sou l de fora
 Meu bonito boi barroso, que eu j dava por perdido
 Deixando rastro na areia logo foi reconhecido.

               ::::::::::::::::::::::::
<P>
 Na beira da praia

 Na beira da praia
 Eu vou, eu quero ver
 Na beira da praia,
 S me caso com voc.

 Na beira da praia
 Voc diz que no, que no,
 Voc mesmo h de ser.

 gua tanto deu na pedra,
 Que at fez amolecer,
 Na beira da praia.

               ::::::::::::::::::::::::

 Cantiga de ninar
 Cano para embalar Marita
 Luiz Antonio Millecco Filho

 Dorme que a noite
  calma e boa
 Dorme sem medo.
 Deus te abenoa.
 Dorme. Esquece o mau 
 To fugaz!
 Dorme que agora,
 Tudo  beleza e paz.

 Sonha teu sonho
 Bom de criana
 Sonha. Quem sonha,
 Espera e alcana.
 Sonha. No temas
 O amanh
 Pensa que tudo
 Tudo de bom ters.
<R->
<S+>

               oooooooooooo

 Trava-Lnguas

  Respeito o perfeito prefeito.
  Traga tinta em trinta 
 taas.
  Alcolicos aclitos catlicos.
  Um limo de Milo, mil limes de Milo, um milho de limes de Milo.
<P>
  Em rpido rapto, um rpido rato raptou trs ratos sem deixar rastros. 
  De tanto escrever, de tentar descrever, de escrever tentando, de descrever o tentar... escrito est!
  A vida s  vivida viva ao lado de outra vida que vive a vida viva.

<R+>
 Vocabulrio

 Aclito: s. m. Aquele que acompanha ou ajuda algum.
<R->

               oooooooooooo

 Cordel 

  O cordel que voc vai ler pode ajudar a esclarecer algumas dvidas de ortografia. O autor encontrou um jeito divertido de fazer voc prestar ateno ao que escreve e ao que l. Ser que voc conse-
<P>
 gue encontrar o erro antes de ele mostrar?

<S->
<R+>
 Matemtica *nis* no sabe *mais* Portugus *nis distri*
 Autor: Janduhi Dantas

 *Calinha* a partir de 5,99
 Desse jeito, essa calcinha
  melhor no ser comprada;
 *calcinha* com c cedilha.
 sendo bem analisada, 
 na certa tem um defeito:
 na frente ou atrs rasgada.

 Antes de *e* e de *i*
 no se pe c cedilhado;
 s antes de *a, o, u*
  que deve ser botado:
 Meu caf tem pouco acar,
 s fao pouco adoado.

 Lanchonete 2 *irmes*: temos cerveja, peixe, frango
 Quem escreve desse jeito
 merece muitos cares
 porque faz contra a gramtica
 a maior das agresses:
 esquece irmos e apela
  inexistente *irmes*.

 *Reforsso* escolar. Todas as matrias
 Nesse *reforsso* jamais
 seu filho v colocar.
 Se ele entrar nesse *reforsso*
 na certa no vai passar:
 pesquise e ponha seu filho
 num bom reforo escolar.

 Fui *ao mossar*
 Eu, quando vi esse aviso,
 me botei a gargalhar.
 Depois fui ficando triste
 e comecei a chorar!
 Era hora de almoo,
 eu nem quis mais almoar.
<R->
<S+>

               oooooooooooo
<P>
 Histrias para Ler e Contar
 O jabuti

  Voc sabia que o jabuti  considerado o bicho mais esperto da floresta? No? Pois  isso mesmo. Conta a lenda que houve um tempo em que a floresta andava alvoroada. Por todo canto, se via bicho contando vantagem, se achando o mais esperto, menos o jabuti. Esse no dizia nada. Ficava s quieto, ouvindo. Sempre com aquele jeito cansado, continuava arrastando seu corpo devagar.
  Dona coruja j estava chateada e com saudade daquele tempo em que ela podia dormir sossegada. Foi da que ela teve uma ideia: convocou a bicharada e anunciou:
  --  hora de acabar de uma vez por todas com essa conversa. Vamos logo saber quem  o mais esperto daqui. Vou fazer um concurso e quem quiser participar tem que me trazer algumas frutas. A disputa ser amanh, ao romper da aurora.
  Os bichos ficaram entusiasmados e trataram logo de trazer o que a coruja mandou.
  No outro dia, mal o sol tinha nascido, j estavam todos ao p da rvore. Fizeram uma pilha enorme com as frutas trazidas. Tinha banana, abacaxi, coco, goiaba, graviola, melancia, maracuj, jaca, manga e pitanga. 
  A coruja tomou a palavra:
  -- Ateno, muita ateno! Vou fazer uma pergunta, vou falar uma s vez. No vou repetir. Quem acertar  o mais esperto e ganhar como prmio frutas. 
  A bicharada achou justssimo. Num instante, as bocas e os bicos se calaram para ouvir a tal pergunta. A coruja sapecou:
<P>
  -- O que  que pode encher a casa e, ao mesmo tempo, pesar menos do que uma bola?
  -- O ar! -- gritou, de pronto, o macaco.
  -- A fumaa! -- retrucou o jabuti.
  E agora? A coruja arregalou ainda mais os olhos, pensou e saiu com esta:
  -- Os dois esto certos. Vamos ter de resolver a questo. Quantas frutas voc quer, macaco?
  -- Quero todas at acabar o meu jejum.
  -- E voc, jabuti?
  -- Eu s quero uma. 
  A floresta inteira j achava o jabuti meio bobo, mas com aquela resposta a gargalhada foi geral. O jabuti no se abalou e confirmou convicto:
  -- Isso mesmo. S quero uma.
  O macaco se achando mais esperto do que nunca, tratou logo de pegar o cacho de bananas mais maduro. Descascou uma e comeu com a boca melhor do mundo. Logo se apressou em pegar outra. 
  Foi a que o jabuti falou:
  -- Alto l! Pode parar! O senhor disse que queria comer at acabar o seu jejum. J comeu. No est mais em jejum. 
  O silncio tomou conta do lugar.
  A coruja anunciou:
  --  a vez do jabuti. Vou contar as frutas e o jabuti tira a dele. Uma, duas, trs...
  O jabuti interrompeu:
  -- Anda, pega a minha. Essa a que a senhora chamou de uma. 
  A coruja obedeceu e continuou:
  -- Uma, duas, trs...
  -- Opa! Eu ouvi uma. Uma  minha. 
<P>
  Dessa forma, de uma em uma, ficou com todas. E foi assim que o jabuti passou a ser considerado o animal mais esperto da floresta.

 Fonte: Livro *Porta 
  Aberta*.

               ::::::::::::::::::::::::

 Bichinho de Estimao
 Orlando de Miranda

  Eu sempre quis ter um bicho de estimao. Na verdade, eu queria um cachorro, daqueles grandes, com pelo caindo pela cara. Papai explicou que aqui no apartamento era proibido ter cachorro. Aqui tudo  proibido.
  Eu chorei que queria porque queria ter o meu bicho. E minha me me comprou sabe o qu? Uns peixinhos dourados.
  Eu bem que tentei brincar com eles, apesar de que eles no faziam nada, s ficavam nadando de um lado para outro e comendo aquela paoquinha que a gente tem que dar s um pouquinho de cada vez, se no eles estouram de tanto comer.
  J viu bicho mais burro? Estourar de tanto comer.
  Um dia, a gente estava brincando de mdico. Eu era o mdico, fingindo que os peixinhos esto doentes. Da, eu coloquei o meu remdio de bronquite dentro do aqurio.
  Os peixinhos ficaram todos de barriga para cima. Pensei que tinham dormido.
  Mame disse que tinham morrido. Ficou furiosa, jogou tudo no lixo e eu nunca mais tive um bicho de estimao.
  Tambm, dos peixes nem senti falta. Quem pode querer 
 uns bichos que no se pode nem encostar neles?

               ::::::::::::::::::::::::
<S->
<R+>
 Gato pensa?
 Ferreira Goulart

 Dizem que gato no pensa
 mas  difcil de crer.
 J que ele tambm no fala
 como  que se vai saber?

 A verdade  que o gatinho
 quando mia na almofada,
 vai depressa se esconder:
 sabe que fez coisa errada.

 E se a comida est quente,
 ele, antes de comer,
 muito calculadamente
 toca com a pata pra ver.

 S quando a temperatura
 da comida est normal,
 vem ele e come afinal.
 E voc pode explicar
 como  que ele sabia
 que ela ia esfriar?

               ::::::::::::::::::::::::
<P>
 Av de todo mundo

 Tem av que  preguioso!
 Cochila na mesa da sala,
 no canto do sof.
 Dorme sentado em qualquer lugar.

 Tem av que  engraado!
 Faz careta, conta piada.
 Tem av que  ranzinza,
 no acha graa em nada.

 Tem av falante,
 vive inventando histria.
 Tem av esquecido
 e av de boa memria.

 Tem av srio
 e av arteiro.
 Pra tomar remdio,
 arma o maior berreiro!

 Tem av quieto
 e av barulhento.
 Av que escuta tudo
 e outro que se faz de surdo.


 Tem av careca,
 que nem usa pente.
 Av de dentadura
 e av sem dente.

 Tem av que ronca,
 enfia o dedo no nariz.
 Tem av rabugento
 e av alegre, feliz!

 Av com jeito de velho,
 av com jeito de menino.
 Av de barba e bigode,
 av de cabelo branquinho.

 Av animado, que gosta de gente.
 Av sozinho de dar d!
 Tem av de um neto s.
 E aquele... que  av de todo mundo!

 Fonte: Livro *Roda de letrinhas*.
<R->
<S+>

               ::::::::::::::::::::::::

 De pergunta em pergunta
 Ana Maria Machado

  A histria que eu vou contar aconteceu no sculo XIX num pas chamado Inglaterra, bem longe daqui. Havia l um professor de nome meio complicado. Ele se chamava Thomas Huxley, mas a gente pode aprender mais se, simplesmente cham-lo de professor Toms.
  O professor Toms era um cientista. Estudava a natureza e toda a sua beleza.
  Um dia, o professor foi chamado para resolver um mistrio que era mesmo um caso srio. Em uma cidade do interior, uma coisa curiosa e estranha estava acontecendo. Quando tudo ia bem na cidade, gado engordando, emprego sobrando, tudo prosperando, de repente, sem nenhuma explicao, tudo ia empobrecendo: gado emagrecia, no dava mais leite, no havia mais trabalho e tudo ficava ruim. Porque ningum sabia.
  Chegando l, o professor Toms comeou a perguntar. Perguntava tudo para todo mundo.
  -- Aqui tem muito casamento? E batizado? Toda a sua famlia  daqui? E a do seu vizinho? No que seu marido trabalha? Qual  seu bichinho de estimao?
  Depois de muito perguntar, comeou a escarafunchar. Nos documentos da igreja, do registro civil, do cemitrio e at das casas das pessoas. "Onde j se viu!"
  A, o professor Toms comeou a pensar e observar. Ficava um tempo olhando, andando, pensando o dia inteiro. Tanto perguntou, tanto escarafunchou, tanto observou, tanto pensou que descobriu. Quando a coisa ia mal, gado emagrecendo, plantas se estragando, tudo empobrecendo, os rapazes do lugar no tendo no que trabalhar, iam para outra cidade procurar no que se ocupar para a vida levar. As moas solteiras ficavam sem ter com quem se casar. No tendo companhia, acabavam pegando um gato para cuidar e a cidade ficava cheia de gatos. Mas o gato  bicho caador. Os gatos, ento, caavam os ratos  vista e poucos sobravam.
  Os ratos alimentavam-se de um tipo de besouro que, por sua vez carregava nas patas o plen de uma plantinha que valia ouro. Era uma planta muito consumida pelos bois e vacas. Com poucos ratos, os besouros se reproduziam; reproduzindo-se podiam espalhar o plen das flores; espalhando o plen, a planta se desenvolvia; o gado tinha o que comer e se desenvolvia.
  Ento a fartura voltava, o povo se animava, o lugar enriquecia, tudo prosperava e os homens voltavam.
  As moas se casavam e casadas, com casa para cuidar, no ligavam mais para os gatos que eram enxotados ou dados. Com menos gatos havia mais ratos; mais ratos, menos besouros; menos besouros, menos plen espalhado; menos plen, menos planta nova; menos planta, gado magro, leite ruim, tudo pobre, enfim.
  -- Para tudo prosperar e assim ficar,  bom que cada famlia traga um gato para em casa morar. Homem, bicho e planta so parte da natureza e precisam se ajudar. -- declarou o cientista.
  Como era inteligente o professor Toms! A cidade no ficou pobre nunca mais.
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 Vocabulrio

 Escarafunchar: v. Investigar 
  com cuidado.

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 Leio, Logo Escrevo -- textos dos alunos do IBC
 Primeira fase
 Construo coletiva de texto
 Alunos: Brendhell Renan Rodrigues da Silva Costa, Giovanna Juzefa de Melo da Silva, Sarah Evelyn Craveiro Lorena, Thatyane Chrystyne da Cruz 
  Leitela.
 Turma: 401
 Professora: Margareth de 
  Oliveira Olegario 
  Teixeira
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 Viu o Corcovado

  A menina est indo para a escola e ela encontra alguns turistas no nibus. A menina chega na escola. Ela vai para um passeio no Cristo Redentor. A, a menina chegou do passeio e almoou macarro com carne moda e feijo. O colega dela macarro, feijo, batata-doce, salada de couve-flor, lngua e moela.
  Eles almoaram na escola. Depois do almoo, descansaram um pouco e jogaram baralho e depois, brincaram de pique-
 -pega.
  Ela foi embora para casa de carro. Depois que chegou em casa, 6 horas da tarde, tomou banho e dormiu.
  Ela acordou e foi jantar a marmita que ela levou da escola. Ela escovou os dentes e viu A Tribuna e a Rdio Copacabana, a Catedral tambm e a JB um pouco.
  A menina mexeu no computador para fazer o dever de casa sobre as capitais do pas. Depois, quando ela sentiu que estava com sono, desligou o computador, fechou o computador e dormiu.
  No sbado s 8 horas da noite, ela foi para o shopping de Botafogo com as amigas.

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 Seo Juvenil
 Quebra-Cuca
 Desafios

 1- A famlia Gorgonzola

  No vero, seu Oto Gorgonzola comprou um barco novo. Muito orgulhoso, ele chamou a famlia para passear: a mulher, dona rbara, os trs filhos e Espinafre, o cachorro.
  Animadssimos, eles correram para entrar no barco.
  S que seu Oto esqueceu de ler as instrues e no viu que o peso mximo que o barco suportava era 350 quilos.
  Seu Oto pesa 130 quilos, dona rbara, 90 quilos, os trs filhos juntos pesam 150 quilos e o Espinafre, 10 quilos.
  Ser que o barco da famlia Gorgonzola afundou?

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 2- Pedrinho foi de nibus do Rio de Janeiro  Bahia. Para isso, qual dos estados abaixo ele atravessou?
 a) Santa Catarina
 b) Esprito Santo
 c) So Paulo
 d) Pernambuco

 3- Como eram chamados os locais de trabalho em que os prisioneiros ficavam durante a Segunda Guerra Mundial?
 a) campos de exilados
 b) campos nazistas
 c) campos de concentrao
 d) campos de penitncia
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 4- Que nome recebe o processo utilizado pela maioria das plantas para produo de 
  alimentos e que necessita de luz?
 a) fotossntese
 b) sudao
 c) germinao
 d) combusto

 5- Qual o nome do primeiro avio de Santos Dumont? 
 a) Paris
 b) Brasil
 c) 14 alfa
 d) 14 bis

 Respostas

 1- O peso total deles  380 quilos. Portanto, o barco afundou. Ainda bem que todos sabiam nadar.
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 2- Letra b.
 3- Letra c.
 4- Letra a.
 5- Letra d.
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 Voc Sabia?
 A todo-poderosa gravidade

  Sempre que voc joga uma bola para o alto, o resultado  o mesmo: ela volta para o cho. Isso acontece por causa da gravidade. Saiba tudo sobre essa fora.
  Gravidade  uma fora de atrao, presente em qualquer corpo ou objeto. Isso inclui voc. Pode no parecer, mas seu corpo atrai a Terra. Ao mesmo tempo, a gravidade do planeta atrai voc.  por isso que todo mundo fica preso ao cho. Por ter mais matria, a Terra possui gravidade maior do que o corpo humano. A, quando damos um pulo, somos puxados de volta ao solo.
  Isaac Newton (1643-1727), fsico ingls, foi o primeiro a compreender as aes da gravidade. Dizem que ele mesmo contava essa histria, mas  provvel que seja uma lenda: em 1665, uma ma caiu na cabea dele. Isso o teria levado a pensar se a mesma fora que puxou o fruto mantinha a Lua orbitando a Terra. Era a gravidade.
  A gravidade mantm a atmosfera terrestre no lugar certo, ou seja, ao redor do nosso planeta. Essa camada de gases nos protege de radiaes que vm do espao e permite a existncia de vida por aqui.
  No  s a Terra que possui gravidade. Esta fora tambm est na Lua, por exemplo. Como ela  mais leve do que o nosso planeta, a gravidade  menor. J em Jpiter, maior planeta do sistema solar, essa fora  2,5 vezes maior do que na Terra.
  Voc sabia que a fora da gravidade  to forte no Sol que mantm os planetas do sistema solar girando ao redor dele? O mesmo faz a gravidade da Terra em relao  Lua: no deixa que nosso satlite natural saia vagando por a.
  Est se perguntando como  possvel deixar a Terra se uma fora to grande nos puxa em direo ao solo? Para conseguir isso, os veculos espaciais atingem velocidades de, no mnimo, 40.320 quilmetros por hora. Conforme se afastam do solo, aos poucos so menos atrados. A os motores vencem a batalha rumo ao espao.
  Futuros astronautas passam por testes, simulando pouca gravidade. Nos experimentos das agncias espaciais, um avio a jato sobe at determinada altitude e, em seguida,  posto em queda livre durante certo tempo, no mais que 30 segundos. Na acolchoada cabine de passageiros, os futuros astronautas sentem a ausncia 
 de peso, at que o piloto retome o curso da aeronave.

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 Fonte com alteraes: Revista *Recreio* n.o 929.
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 Vamos Rir?

  -- Mame, os meninos na escola me chamam de distrado!
  -- Joozinho, voc mora na casa em frente 
 
  A me do Paulinho estava conversando com uma amiga e dizia-lhe:
  -- O meu Paulinho gosta muito de danar e de cantar. Quando for grande quer dedicar-se a uma destas duas coisas.
  Falou a amiga:
  -- Ento acho que devia dedicar-se  dana.
  -- Por qu? J o viu danar?
  -- No. Mas j o ouvi cantar!!! 

  A professora pergunta:
  -- Se eu digo: Fui bonita,  passado. Se eu digo: Sou bonita, o que  Carlinhos?
  --  mentira, professora.

  No Natal, Tonico recebeu uma bicicleta e foi logo experiment-la:
  -- Olha mame! Sem uma das mos!
  Passados uns minutos:
  -- Olha mame! Sem as duas mos!
  Quando voltou a passar pela me, exclamou:
  -- Olha mame... Sem dentes!!!

  Duas amigas se encontraram na rua e uma delas foi logo falando:
  -- Dulce, finalmente consegui tirar o vcio do meu marido de roer unhas.
  -- Que timo! E como voc fez isso?
  -- Foi fcil: escondi a dentadura dele!

  O que  que quanto mais seca, mais molhada fica?
  R: A toalha.

  Qual  o pas que a gente come e a capital que a gente chupa?
  R: Peru e Lima.

  Por que quando o moo vai ao cinema, ele se senta na ltima cadeira?
  R: Porque quem ri por ltimo ri melhor.
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  Qual  a parte do corpo que, perdendo uma letra, fica leve?
  R: A perna. Se tirar o r, fica "pena".

  O que  que tem na cabea, mas no  cabelo; tem no poo, mas no  gua?
  R: A letra "".

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 Historiando
 Goalball

  Desenvolvido especificamente para deficientes visuais, o Goalball  o nico esporte paralmpico no adaptado. Foi criado em 1946, pelo austraco Hanz Lorezen e o alemo Sepp Reindle, que tinham como objetivo reabilitar e socializar os veteranos da Segunda Guerra Mundial que ficaram cegos.
  Durante os Jogos de 
 Toronto (1976), a modalidade foi apresentada como um esporte de alto rendimento. Um salto de grande importncia, que rendeu a oportunidade de entrar de vez na grade de programao paralmpica nos Jogos de Arnhem (1980) com a categoria masculina. A disputa feminina entrou quatro anos depois na edio de Nova York (1984). Dois anos antes, em 1982, a modalidade passou a ser gerenciada pela Federao Internacional de Esportes para Cegos (IBSA -- sigla em ingls).
  Em 1985, o professor 
 Steven Dubner, do CADEVI, entidade de atendimento s pessoas cegas de So Paulo, apresentou a modalidade no Brasil. Entusiasmado, o professor Mrio Srgio Fontes levou para a ADEVIPAR, do Paran. No mesmo ano realizaram o primeiro jogo entre duas associaes. Dois anos depois, em Uberlndia, Minas Gerais, aconteceu o primeiro campeonato brasileiro sob a superviso do professor Mrio Srgio, presidente da antiga ABDC (Associao Brasileira de Desportos para Cegos). Desde 2010, a modalidade  administrada pela CBDV.
  O Brasil  uma das grandes foras da modalidade. No entanto, a primeira participao brasileira em Jogos Paralmpicos aconteceu em Atenas (2004), com a equipe feminina. A partir daquele momento o esporte no parou de crescer no pas, e as selees foram ficando cada vez mais fortes. Nos Jogos Paralmpicos de Pequim (2008), as selees masculina e feminina representaram o Brasil. Mas o pas comeou a se tornar uma das grandes potncias no ciclo 2009-2012. Durante os Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara (2011) foram duas medalhas conquistadas -- ouro no masculino e prata no feminino. Um ano depois veio o ponto mais alto do Goalball brasileiro. O time masculino conquistou a indita medalha de prata nos Jogos Paralmpicos de Londres (2012).
  De l pra c, o Brasil coleciona excelentes resultados. Em 2014, na cidade de 
 Espoo, Finlndia, a seleo masculina conquistou o ttulo indito do Campeonato Mundial ao vencer os donos da casa por 9 a 1. Nos Jogos Parapan-Americanos de 
 Toronto (2015), o Brasil foi campeo nas duas categorias, em duelos contra os 
 Estados Unidos. Com as seguidas conquistas, o pas atingiu a liderana do Ranking Mundial nas duas categorias.
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 Como  praticado

  Uma partida de Goalball acontece entre duas equipes com trs atletas cada. Durante o jogo, os atletas tm a funo de arremessar e defender com o objetivo de fazer gols. A bola arremessada deve tocar em determinadas reas da quadra para que o lance seja considerado vlido.
  O esporte  praticado em uma quadra com as mesmas dimenses da quadra de vlei (9 m de largura e 18 m de comprimento). De cada lado da quadra tem uma baliza de 9 m de largura e 1,3 m de altura. A linha do gol e algumas outras, importantes para a orientao dos jogadores, so marcadas por um barbante preso com fita adesiva, permitindo que os atletas possam senti-las.
  A bola usada para a prtica do esporte  parecida com a de basquete. Ela pesa 1,250 kg e possui guizos em seu interior para que os jogadores saibam a sua direo.
  O Goalball  um esporte baseado na percepo ttil e, principalmente auditiva, por isso no pode haver barulho enquanto a bola est em jogo.
  Uma partida tem dois tempos de 12 minutos cada e vence a equipe que fizer mais gols. No entanto, o jogo pode ser encerrado a qualquer momento caso uma equipe alcance a diferena de dez gols no placar. Essa situao  chamada de *game*.
   permitida a participao de todo atleta B1, B2 e B3; todos jogam vendados pa-
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 ra se igualarem durante a partida.

 Fonte: ~,http:cbdv.org.br~
  paginagoalball~,

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 Leitura Interessante
 Academia Brasileira de 
  Letras

  A Academia Brasileira de Letras (ABL) foi fundada pelo escritor Machado de 
 Assis, em 20 de julho de 1897, juntamente com Lcio de Mendona, Olavo Bilac, Graa Aranha, Rui Barbosa, Joaquim Nabuco, Visconde de Taunay, entre outros. As reunies preparatrias aconteciam na redao da *Revista Brasileira*, a partir de 15 de dezembro de 1896. Machado queria criar uma casa que pudesse tratar e cuidar das questes relativas  lngua e  Literatura do Brasil. A sede fica no Rio de Janeiro.
  A Academia  composta por 40 membros efetivos e perptuos (significa que eles ficam no cargo at morrer), e 20 scios correspondentes estrangeiros. S podem ser membros efetivos da ABL os brasileiros que tenham, em quaisquer gneros literrios, publicado obras que foram reconhecidas por sua qualidade ou valor literrio. Quando um dos membros morre, a ABL anuncia que a cadeira est livre para receber candidaturas; depois  escolhido, em votao secreta, o substituto.
  No incio, a ABL no tinha sede prpria e as reunies eram realizadas em diferentes lugares, entre eles o salo do Real Gabinete Portugus de Leitura, o Ginsio Nacional e o escritrio de Rodrigo Octvio, Primeiro Secretrio. Em 1904, a Academia ganha uma parte do Silogeu Brasileiro; permanece l dividindo o espao com outras instituies, at fundar a prpria sede em 1923. O prdio, uma doao do governo francs,  uma rplica do 
 Petit Trianon, de 
 Versalhes. 
  O primeiro presidente da Academia, Machado de Assis, ento falecido, ganhou uma sala no prdio decorada com seus objetos pessoais. Alm da *Sala Machado de Assis*, o f das obras do autor pode obter informaes sobre o escritor realista no *Espao Machado de Assis*, que conta com uma galeria de exposies, uma sala de projees e um ncleo de informao. 
  O espao pode ser visitado pelo pblico. Lanamentos de livros, conferncias, reunies e posse de novos acadmicos so eventos que o Petit Trianon costuma sediar. A Academia Brasileira de Letras tem como objetivo prezar pela Literatura e pela lngua portuguesa. Marco Lucchesi  o atual presi-
 dente. 

 Fontes: ~,http:educacao.~
  globo.comartigoacademia-~
  brasileira-de-letras-reune-~
  escritores-e-promove-~
  literatura.html~,
 ~,http:www.ebc.com.br~
  infantilvoce-sabia2013~
  06o-que-e-a-academia-~
  brasileira-de-letras~,

 Vocabulrio

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 Silogeu: s. m. Casa onde se renem associaes literrias ou cientficas.
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<R+>
 Mapa literrio do Brasil 
 Um guia com os escritores que melhor representaram, e apresentaram, cada um dos estados brasileiros 

 Regio Norte 
 A Amaznia, a explorao e as complexidades do homem como inspirao. 

 Amazonas -- AM
 Milton Hatoum (1952)
 *Relato de um Certo Oriente* (1989) 
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  O descendente de imigrantes libaneses  romancista, tradutor e professor. Um dos maiores escritores vivos do pas, Milton tece seus enredos sobre Manaus, sua cidade natal, a Floresta Amaznica e as complexidades de conflitos familiares, sempre com nuances polticas. 

<R+>
 Acre -- AC
 Mrcio Souza (1946)
 *Galvez, imperador do Acre* (1976) 
<R->

  A floresta Amaznica e a explorao da regio Norte so temas frequentes na carreira de Mrcio. Importante tambm para Rondnia, ele ficou famoso com *Galvez, imperador do Acre*, sobre a conquista do territrio acreano pelo Brasil, e com o romance *Mad Maria*, que relata a construo da ferrovia 
 Madeira-Mamor. 

<R+>
 Roraima -- RR
 Jos Miranda de Aquino (1963) 
 *Amaznia e Animais Ameaados de Extino* (2002)
<R->

  Zez Maku, nome artstico do professor e escritor Jos Miranda de Aquino,  uma referncia ao ritmo makulel e  lenda Makunaima. Dedicada  literatura infantil, sua obra transita entre a pesquisa histrica e o cordel, trazendo enredos sobre tradies indgenas e a preservao da Amaznia. 

<R+>
 Rondnia -- RO 
 Vespasiano Ramos (1884-1916)
 *Coisa Alguma* (1916)
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  O maranhense Joaquim Vespasiano Ramos foi o precursor das letras em Porto Velho, quando a cidade tinha apenas dois anos. De origem humilde, publicou poemas sensveis em jornais da poca e morreu jovem, pouco aps lanar *Coisa Alguma*. Grande nome para Rondnia, tambm pertence  Academia de Letras do 
 Maranho. 
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<R+>
 Amap -- AP 
 Manoel Bispo Corra (1945)
 *Cristais das Horas* (1978)
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  Muito se v de Macap na obra de Manoel. Nascido em Belm, mudou-se com a famlia para a capital amapaense ainda criana. Alm de escrever contos e poesias, Manoel  professor, compositor e artista plstico, formado na Escola de Belas Artes, no Rio de Janeiro. 

 Par -- PA 
 Olga Savary (1933) 
 *Sumidouro* (1977) 

  Paraense radicada no Rio, Olga  a poeta do amor e das guas. Publicou poemas em jornais de vrios Estados, assinando muitos como Olenka (diminutivo russo de seu nome e como Drummond, seu amigo, a chamava). Foi a primeira brasileira a lanar um livro de poemas erticos -- *Magma* (1982) escrito na casa de Hilda Hilst. 

 Tocantins -- TO 
 Jos Concesso (1936) 
 *Meu Primeiro Picol* (2004)

  Mineiro radicado em 
 Araguana, Jos Concesso  filsofo, tradutor, telogo, professor de direito e latim. O ttulo do seu livro mais importante faz referncia  iguaria que no existia em sua cidade natal. Sua coletnea de contos foi selecionada para compor todas as bibliotecas do Tocantins. 

 Vocabulrio

<R+>
 Iguaria: s. f. Petisco, guloseima.
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 Nuance: s. f. Contraste sutil entre coisas do mesmo gnero, sutileza.
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 Males da precipitao
	 
  Havia um casal de lenhadores que no tinha filhos e vivia muito s.
  Um dia, aproximou-se da casa deles uma raposa faminta. Eles a alimentaram e cuidaram de alguns ferimentos que ela possua.
  A raposa ficou por ali, tranquila e grata, sem nunca atacar ningum, mostrando-se amiga e fiel. Quando eles voltavam do trabalho na floresta, vinha lamber-lhes as mos como se fosse um cozinho.
  -- Cuidado. Raposa  bicho do mato e esse bicho ainda vai atacar vocs -- diziam todos,
<P>
 mesmo vendo a atitude dcil do animal.
  Mas o casal afeioara-se a ela e a mantinha por perto como um bichinho de estimao.
  Certo dia veio a surpresa: a lenhadora estava grvida. Prepararam com cuidado o enxoval do beb que foi muito festejado pelos amigos. Na hora do parto, porm, a me no resistiu, deixando o pobre lenhador sozinho com o beb.
  No tendo alternativa, precisando voltar a trabalhar depois de algum tempo, o lenhador saa para a floresta deixando o beb vigiado pela raposa.
  -- Voc no devia fazer isso. Esse animal ainda vai machucar esse beb -- falavam, mesmo vendo o quanto a raposa vigiava atenta o bercinho.
  Antes de sair, o lenhador alimentava o filho e a raposa e quando voltava, era recebido por ela com festa. Ia e voltava algumas vezes por dia, para ter certeza de que o menino no precisava de nada.
  Um dia, porm, precisou ir mais longe para apanhar lenha. Preocupou-se pois atrasaria a hora da refeio do filho e da raposa, mas no tinha jeito.
  Apressou-se ao mximo e, de repente, comeou a se lembrar das palavras dos amigos:
  -- Essa raposa  selvagem. Ela pode ter fome. Ela ataca seu filho.
  E se ela ficasse com fome demais? E se ela no encontrasse outro alimento para comer...?
  Finalmente, chegou em casa, mas o que viu?! Como sempre fazia, a raposa o esperava do lado de fora da porta, mas desta vez, enchendo-o de horror e dio, trazia vestgios de sangue no focinho.
  Sem pensar duas vezes, sem nem verificar se suas desconfianas tinham sentido, pegou o machado que trazia e acabou com a vida do animal em um s golpe.
  Desesperado, alucinado pela dor da perda do filho que j imaginava, correu para dentro de casa.
  Ali, um misto de alvio e remorso o invadiu: o menino dormia tranquilamente no bero e, no cho, morta a dentadas de sua fiel guardi, a raposa, uma cadela selvagem que, por certo tentara atacar o beb.
  Muitas vezes, nossa precipitao, nossa preocupao excessiva com os comentrios de todos e o falatrio muito grande em torno das aparncias podem fazer com que ajamos sem pensar, sem observar melhor os fatos.
   bastante comum que nos esqueamos do tempo que conhecemos algum, do quanto de bom essa pessoa j nos fez e de como ela foi leal e por uma atitude mnima, por uma suspeita, sejamos capazes de julgar mal, sem sequer dar ao outro tempo de se explicar ou de provar que continua a ser nosso amigo.
  Julgamos muito, condenamos bastante e nos esquecemos de avaliar com cuidado os fatos e esperar que a verdade aparea. Assim, perdemos amizades e afetos, nem sempre possveis de recuperao.

 Vocabulrio

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 Vestgios: s. m. Pistas, indcios.

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 Cuidando do Corpo e da 
  Mente
 Animais ajudam a tratar crianas com cncer
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  Diagnosticado com cncer em 2011, o ator Reynaldo 
 Gianecchini vez ou outra visita o Grupo de Apoio ao 
 Adolescente e  Criana com Cncer (Graacc), do qual  embaixador, na Zona Sul da capital paulista. Quando o gal chega ao local, a meninada ali em tratamento esquece, por um instante, a doena e corre para o ator. Com a menina Beatriz Anderson Kubo, de 6 anos e h dois com leucemia,  diferente. Ela se diverte com a visita do ator, mas o colrio de seus olhos mesmo  Joe, um *golden retriever* de 11 anos, que visita os pacientes da unidade todas as quintas-feiras. H dez anos, o animal vem ensinando a familiares e mdicos que a ajuda para o tratamento pode chegar das mais variadas formas.
  -- A cada 21 dias, Beatriz faz quimioterapia por oito horas seguidas, e seu acompanhante  o Joe. Dia desses, o Gianecchini veio e ela nem deu bola. Minha filha fica emocionada quando o cachorro chega: faz carinho, abraa, conversa. Ela fica melhor nos dias em que est com ele -- celebra a me da menina, rika Kubo, de 39 anos.
  Joe faz parte do Projeto Amico, conduzido por Angela Borges, de 56 anos, e Luci Lafusa, de 60. Em 2005, elas assistiram em um programa americano que os animais podiam ajudar no tratamento de doenas, visitando pacientes. De l para c, Joe e outros cinco cachorros interagem com pacientes e suas famlias em cinco hospitais especializados na capital paulista.
  -- O co no cura, mas faz com que o paciente libere o hormnio da alegria, que  a endorfina. E a maioria das pessoas gosta de cachorro. Ento, quem no se apaixona? -- comenta Luci.
  Um estudo da Academia Americana de Pediatria publicado na Revista Science comprova a percepo. Os pesquisadores coletaram dados de presso sangunea, frequncia de batimentos e nvel de ansiedade em crianas antes e depois de elas receberem a visita de ces terapeutas. A concluso foi de que os meninos e meninas que participaram da Terapia Assistida com Animais (TAA) permaneceram com quadros mais estveis do que os que no participaram.
  Foi analisado o comportamento do organismo de 68 crianas e adolescentes entre 3 e 17 anos diagnosticadas com cncer. Destes, 39 faziam terapia com animais e 29 no. Alm de melhorar o estado deles, a terapia com ces ajudou a diminuir os nveis de ansiedade dos parentes que acompanhavam as sesses.
  -- Este estudo ser um marco na compreenso dos benefcios do vnculo vital entre pessoas e animais -- pontuou a principal autora do estudo, Amy McCullough, diretora nacional de pesquisas e terapias da Associao Humana Americana. -- Esperamos que os resultados aumentem ainda mais o acesso a animais em ambientes hospitalares, e que o treinamento dos ces seja aperfeioado para melhorar o bem-estar das crianas e das famlias que enfrentam os desafios do cncer infantil.
  Para Sergio Petrilli, superintendente-mdico e um dos fundadores do Graacc, no h dvidas quanto aos benefcios dessas sesses teraputicas.
  -- Est provado que isso s melhora a aderncia da criana ao tratamento, e nos ajuda no processo. O cncer hoje  uma doena curvel. Mas, se antes costumava-se tratar a qualquer preo, hoje podemos promover um menor impacto sobre a criana, analisa o oncologista.

 Menos remdios para dor

  Um trabalho na mesma linha  desenvolvido pela ONG 
 Patas Therapeutas, comandada pela psicanalista Silvana Fedeli Prado, de 50 anos. Alm de contar com 50 ces de diferentes raas, ela tem a ajuda de quatro gatos, dois coelhos e uma ave. Entre as oito instituies de diferentes segmentos em que atua, esto o Hospital Infantil Darcy Vargas e a ala de 
 Pediatria da Santa Casa de Misericrdia, ambas em So Paulo.
  -- No dia em que os animais vo a esses hospitais, as crianas tomam menos remdio para a dor.  como se a gente fizesse um resgate para o mundo externo -- emociona-se Silvana.
  Em Natal, no Rio Grande do Norte, a Casa Durval Paiva tem projeto similar h seis anos. Hoje, 500 crianas, todas atendidas pelo Sistema nico de Sade, esto envolvidas na 
 coterapia.
  -- Os animais, em especial ces devido  docilidade, so de grande ajuda para a reabilitao de qualquer doena. Mas principalmente para o cncer, porque  um tratamento muito doloroso, invasivo e longo. Os cachorros fazem com que as crianas participem mais e de uma forma melhor -- comenta Rilder Campos, presidente da instituio.
  Em geral, as ONGs aceitam voluntrios e no h distino de raa para os animais. Mas os ces precisam passar por exames de comportamento e sade, recebendo uma higienizao antes de entrar nos hospitais. Seus donos tambm so avaliados, tanto em relao ao tempo que tm para visitar os pacientes, quanto ao fato de estarem ou no preparados para lidar com eles.

 Fonte: ~,https:oglobo.~
  globo.comsociedadesaude~
  animais-ajudam-tratar-~
  criancas-com-cancer-~
  17865810#ixzz5~
  RTOuLCbS~, 

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 Leio, Logo Escrevo -- textos dos alunos do IBC
 Nome: Marcos Vincius 
  Amaral Coelho
 Data de Nascimento: 05/01/2000
 Local de Nascimento: Rio de Janeiro-RJ
 Turma: 802
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 Um doce olhar

  O mar a poucos passos resplandece com a luz do Sol. As ondas se projetam na orla, fazendo desenhos sem forma definida. Moas bonitas exibindo seus corpos dentro de biquines coloridos conversam. Um casal olha, com admirao, uma criana. 
   uma menininha de mais ou menos cinco anos. Os cachos dourados lhe caem pelos ombros em cascata; os olhos cor de mel tm uma doce claridade; a pele  branca como o luar. As mozinhas cavavam a areia fofa, pegavam os brinquedos e ela sorria constantemente para o casal.
  Cinco anos antes, no teria motivos para sorrir. Na noite em que havia nascido, sua me deixara o mundo.
  -- Voc vai ficar bem -- tranquilizavam as enfermeiras. Mas no era isso o que a me sentia. De fato. A morte veio lenta e silenciosa. No pde ouvir o choro da filha que se abria para o mundo.
  Esmeralda, ento, foi levada para um abrigo onde foi criada com muito cuidado e carinho at os trs anos. L, aprendeu a ser doce e afvel.
  Um dia, um casal cuja mulher era estril visitou o abrigo e encantou-se por 
 Esmeralda. Foi amor  primeira vista e providenciaram tudo para a adoo.
  -- Quanto mais o tempo passa, mais ela me encanta -- dizia a me fitando a garotinha.
  -- A aurora nasce naqueles olhos para ns todos os dias -- completava o pai.
  O horizonte avermelha-se com o Sol que comea a se pr; o mar est verde contrastando com o cu azul.
  -- Papai, mame, olha que lindo! -- exclama Esmeralda apontando as cores que surgem.
  -- A natureza  linda como voc, filha -- diz o pai. 
  -- Vamos tirar uma foto? Quero guardar para sempre esse seu doce olhar -- disse a me.
  -- Vocs so todo o meu amor -- disse Esmeralda abraando os pais.
  Por fim, s o silncio reinou naquele momento que no precisava de palavras, bastava um doce olhar.

               oooooooooooo
<P>
 Tirinhas 
 Turma da Mnica

  Turma da Mnica  uma srie de histrias em quadrinhos criada pelo quadrinista e empresrio Mauricio de Sousa.
  Teve origem em 1959 em uma srie de tirinhas de jornal, na qual os personagens principais eram o cachorro Bidu e seu dono Franjinha. Comeou a ganhar a identidade atual com a criao de Mnica e Cebolinha que, a partir dos anos 1960, passaram a ser os protagonistas.
  Embora a maior parte das histrias girem em torno das aventuras de Mnica, 
 Cebolinha e seus amigos do bairro do Limoeiro, o ttulo se refere tambm s demais famlias de personagens criadas por Mauricio de Sousa, derivadas de outras sries, como Chico Bento, Tina, Turma da Mata, Penadinho, entre outras.

 Personagens
 
  Mnica  a personagem mais conhecida de Mauricio de Sousa.  uma garotinha esperta e cheia de personalidade, que vive para cima e para baixo de vestidinho vermelho e agarrada ao seu coelho de pelcia, o Sanso. Ela  baixinha, gorducha e dentua, mas ai de quem a chamar assim! Ningum segura suas coelhadas!
  Cebolinha  um garoto de cabelos espetados que, quando fala, troca o R pelo L. Inteligente e malandrinho est sempre arquitetando planos infalveis para derrotar a Mnica e se tornar o dono da rua. O problema  que os planos sempre do errado, o que resulta sempre em coelhadas no final da histria. Ele tem um bichinho de estimao chamado Floquinho, um cachorrinho to peludo, que nunca se sabe se est indo ou voltando. Seu melhor amigo  o Casco, com quem vive aventuras incrveis!
  Casco  um garotinho muito esperto que tem pavor de gua e, por causa disso, nunca tomou banho.  o amigo inseparvel do Cebolinha, com quem vive aprontando muitas confuses. Atrapalhado, geralmente  ele quem estraga os planos de Cebolinha. Alm disso, adora inventar seus prprios brinquedos usando todo tipo de sucata e muita imaginao. Seu bichinho de estimao  um pouco diferente dos outros: um porquinho chamado 
 Chovinista. Por que ser, hein?
<P>
<R+>
 _`[{tirinha Mnica em seis quadrinhos; adaptada a seguir_`]
 1- Cebolinha e Casco esto sentados no sof e 
  Mnica em p. Os trs assistem a um jogo. Mnica grita: Vai, Brasil!
 2- Na empolgao da torcida, Mnica d um pontap com o p direito em 
  Cebolinha e grita: Chuta!
 3- Cebolinha massageia o local atingido pelo chute. Mnica chuta Casco com o p esquerdo e grita: Isso! Agora de esquerda!
 4- Casco e Cebolinha esto de p e Mnica, mais empolgada, estende os braos dando um soco em cada um, gritando:  goooool!
 5- Mnica olha para os lados, procurando os amigos.
 6- Casco e Cebolinha, com medo, esto escondidos atrs do sof. Mnica os v e comenta, indignada: Muito bonito, hein? Grandes torcedores vocs so!
<R->

               oooooooooooo

 Espao do Leitor

  Caro leitor, 
	
  Comunicamos que, devido a obras no prdio onde funciona a DIB (Diviso de Imprensa Braille), estamos impossibilitados, temporariamente, de atender a sugestes ou solicitaes via telefone. Continuamos a receber as mensagens de nossos leitores via *e-mail*: ~,pontinhos@ibc.~
 gov.br~,. 
<P>
  Assim que a obra for concluda, comunicaremos neste espao.
  Um forte abrao!

<R+> 
Comisso Editorial da 
  Revista Pontinhos
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

 Pesquisa

  Para a comisso editorial,  muito importante conhecer um pouco mais o nosso pblico e saber o que ele pensa da pu-
 blicao. Por isso, pedimos que voc responda a pesquisa a seguir, 
encaminhando-a preferencialmente para o e-mail ~,rbc@ibc.gov.br~,

1- Faixa etria: 
 ( ) menor de 18 anos   
 ( ) de 18 a 30 anos   
 ( ) de 31 a 45 anos                
 ( ) de 46 a 60 anos  
 ( ) acima de 60 anos
<L>
 2- Gnero: 
 ( ) feminino  
 ( ) masculino 
 ( ) outros

<R+>
3- Qual  o seu nvel de escolaridade? 
<R->
 a) Ensino Fundamental
 b) Ensino Mdio
 c) Ensino Superior 

<R+>
4- Quais assuntos voc prefere ler?
<R->
 ( ) Cultura
 ( ) Culinria
 ( ) Economia
 ( ) Educao
 ( ) Esportes
 ( ) Mundo
 ( ) Poltica
 ( ) Sade
 ( ) Tecnologia
 ( ) Outros. Especificar.
<P>
<R+>
5- Existe algum tema que voc gostaria de ver contemplado nas prximas edies?
<R->
 ( ) Sim. Qual?
 ( ) No

<R+>
6- Existe alguma seo da revista que no lhe agrada?
<R->
 ( ) Sim. Qual?
 ( ) No 

Com relao  Pontinhos 
  369:

<R+>
7- Avalie a qualidade da adaptao e transcrio para o Sistema Braille:
<R->
 ( ) Excelente
 ( ) Boa
 ( ) Regular
 ( ) Fraca. Justificar.

<R+>
8- A revista chegou  sua residncia em boas condies de leitura?
<R->
 ( ) Sim    
 ( ) No. Especificar.
<P>
<R+>
Fique  vontade para fazer outras observaes.
<R->

Atenciosamente,
 Comisso Editorial.

               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo

<R+>
 Transcrio: Jorge Luiz Frazo de Figueiredo
 Reviso Braille: Joo 
  Batista Alvarenga
<R->





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