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Pontinhos-368----28-X-30.txt

Atualizado em 25/11/2022 17h10

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Conteúdo do arquivo

<T->
          PONTINHOS

          Ano LX, n.o 368, 
          janeiro/maro de 2019
          Ministrio da Educao
          Instituto Benjamin Constant 
          Publicao Trimestral de 
          Educao, Cultura e 
          Recreao
          Editada e Impressa na 
          Diviso de Imprensa Braille
          Fundada em 1959 por 
          Renato M. G. Malcher

          Av. Pasteur, 350/368
          Urca -- Rio de Janeiro-RJ
          CEP: 22290-250
          E-mail: ~,pontinhos@ibc.~
          gov.br~,
          Site: ~,http:www.ibc.~
          gov.br~,

          Livros Impressos em Braille: uma Questo de 
          Direito
          Governo Federal: Ordem e Progresso              
<P>
          Diretor-Geral do IBC
          Joo Ricardo Melo 
          Figueiredo

          Comisso Editorial: Carla Maria de Souza, Heverton de Souza Bezerra da Silva, Joo Batista Alvarenga e Regina Celia Caropreso.
          Colaborao: Daniele de Souza Pereira.
          Reviso e Copidesque:  
          Carla Dawidman.
         
          Transcrio autorizada pela alnea *d*, inciso I, art. 46, da Lei n.o 9.610, de 19/02/1998.           
          Distribuio gratuita. 
          Arquivo da revista 
          disponvel para impresso 
          em Braille: 
          ~,http:www.ibc.gov.br~
          publicacoesrevistas~,
          
<P>
                           I
<R+>
 Pontinhos: revista 
  infantojuvenil para cegos / MEC/Instituto Benjamin Constant. Diviso de 
  Imprensa Braille. n. 1 (1959) -- Rio de Janeiro:
  Diviso de Imprensa Braille, 1959 --. V.
<R->
  Trimestral
  Impresso em braile
  ISSN 2595-1017
  
  1. Infantojuvenil -- 
 Cego. 2. Pessoa cega. 3. Cultura -- Cego. 
 4. Revista -- Peridico. I. Pontinhos. II. Revista infantojuvenil para cegos. III. Ministrio da 
 Educao. IV. Instituto Benjamin Constant.

<F->
             CDD-028.#ejhga 
<F+>

<R+>
 Bibliotecrio -- Edilmar Alcantara dos S. Junior -- CRB/7 6872
<R->
<P>
<P>
                         III
 Sumrio	

 Seo Infantil	
 Cantigas de Roda ::::::: 1
 Trava-Lnguas :::::::::: 2
 Cordel :::::::::::::::::: 3

 Histrias para Ler e 
  Contar	
 Que mentira! :::::::::::: 6
 A velha e os ladres :::: 7
 Aventura de Pedro 
  Malazarte ::::::::::::: 9
 Sem convidados :::::::::: 12

 Leio, Logo Escrevo :::: 15
	
 Seo Juvenil	
 Quebra-Cuca :::::::::::: 16
 Voc Sabia? :::::::::::: 22
 Vamos Rir? ::::::::::::: 28
 
 Historiando	
 Mulheres que fizeram 
  Histria :::::::::::::: 32
<P>
 Leitura Interessante	
 O governante D. 
  Pedro II :::::::::::: 38
 Be My Eyes :::::::::::: 45
	
 Cuidando do Corpo e da 
  Mente
 Sarampo, poliomielite, 
  difteria e rubola 
  voltam a ameaar aps 
  erradicao no Brasil, 
  devido  falta de 
  vacinao :::::::::::::: 49

 Leio, Logo Escrevo :::: 54
	
 Espao do Leitor ::::::: 55
<R->
<Tpontinhos 368>
<t+1>
 Seo Infantil
 Cantigas de Roda

Indiozinhos

<S->
<R+>
Um, dois, trs indiozinhos
 Quatro, cinco, seis indiozinhos
 Sete, oito, nove indiozinhos
 Dez num pequeno bote
 Iam navegando pelo rio abaixo
 Quando um jacar se aproximou
 E o pequeno bote dos indiozinhos
 Quase, quase virou.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

 O Sapo

<R+>
 O sapo no lava o p.
 No lava porque no quer.
 Ele mora l na lagoa,
 E no lava o p
<P>
 Porque no quer
 Mas, que chul!
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

A Rosa Amarela

<R+>
 Olha a Rosa amarela, Rosa
 To Formosa, to bela, Rosa
 Olha a Rosa amarela, Rosa
 To Formosa, to bela, Rosa
 I-i meu leno,  I-i
 Para me enxugar,  I-i
 Esta despedida,  I-i
 J me fez chorar,  I-i (repete)
<R->
<S+>  

               oooooooooooo
      
Trava-Lnguas

<S->
  L vem o velho Flix, com um fole velho nas costas. Tanto fede o velho Flix, como o fole do velho Flix fede. 
<P>  
  A pia perto do pinto, o pinto perto da pia, tanto mais a pia pinga, mais o pinto pia.
  
  A vida  uma sucessiva sucesso de sucesses que se sucedem sucessivamente, sem suceder o sucesso.
<S+>

               oooooooooooo

Cordel

  O cordel que voc vai ler pode ajudar a esclarecer algumas dvidas de ortografia. O autor encontrou um jeito divertido de fazer voc prestar ateno ao que escreve e ao que l. Ser que voc consegue encontrar o erro antes de ele mostrar?
<P>
<R+>
Matemtica *nis* no sabe *mais* Portugus *nis 
  distri*
<R->

Autor: Janduhi Dantas

<R+>
<S->
 No entre sem *permio*"
 Mesmo permisso havendo
 ningum passe este porto:
 no fim do corredor tem
 um insacivel leo,
 que agora pouco engoliu
 quem escreveu *permio*!

 Batata 4,00 -- *Sebola* 1,50 -- *Mu* 4,00 -- *Melansia* 3,00 -- 
  Laranja 3,00
 Essa *sebola* com s
 bota pra chorar bem mais;
 e com s a *melansia*
 na certa muito mal faz.
 Pe-se c em vez de s
 pra consertar o cartaz.

 O *mu* escrito com u
  amargo feito fel,
 e quem grafa *mu* assim
 ao morrer no vai pro cu...
 Pra morrer seguro, aprenda:
 com l se escreve mel.

 Evite uma *comfusso*. No colocar lixo e nem *entulio*
 O bom cidado no joga
 entulho ou lixo na praa...
 No *entulio*, i por h
  bom que a troca se faa.
 E *comfusso* assim 
 mais que confuso, desgraa!

 Cuidado com o co. Por favor, no jogue material nesta *cauada*
 Tomara que o co do aviso
 tenha uma presa afiada;
 da calada esteja perto,
 corra atrs, d uma dentada
 na bunda do escritor
 que escreveu assim *cauada*.
<S+>
<R->

               oooooooooooo
<P>
Histrias para Ler e Contar
 Que mentira!

<R+>
<S+>
 Minha me me deixa fazer
 Tudo que eu quiser:
 Jogar *videogame* at tarde
 Comer vendo televiso
 Brigar com o meu irmo
 Andar com tnis desamarrado
 Responder malcriado
 Fazer s metade da lio
 Deixar brinquedo espalhado
 Tomar sorvete resfriado
 Comer chocolate fora de hora
 Mandar visita chata embora
 Ir pra casa do amigo todo dia
 Passar trote na minha tia
 Ficar sem tomar banho
 Dormir sem escovar dente
 Brincar de assustar gente
 Acordar tarde
 Faltar na escola
 E inventar que estou doente.

 Me assim, eu sei,
 Voc nunca viu.
 T pensando que  mentira?
<P>
 Que nada...
  primeiro de abril!

Fonte: RIBEIRO, Nye. 
  *Roda de letrinhas*. So Paulo: Roda & Cia, 2012.
<S->
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

A velha e os ladres

<S->
  Era uma vez uma velha que morava nos arredores de um povoado.
  Uma noite, enquanto ela se aquecia junto ao fogo, tendo como nica companhia as chamas ardentes, ouviu rudos em cima do seu quarto. Surpresa, disse a si mesma:
  -- Eu diria que h rudos l em cima. Ou ser impresso minha?
  Depois, ouviu claramente passos que iam de um lado para o outro, e compreendeu que se tratava de ladres que tinham ido roub-la. Como estava sozinha e ningum podia ajud-la, comeou a pensar: O que  que eu poderia fazer para esses ladres irem embora? Ah! J sei!
  Decidida, dirigiu-se para o sop da escada e comeou a gritar:
  -- Bernardo, suba para o terrao! Maria, pegue a espingarda. Juan, cace-os. E voc, Pedro, bata neles! Ramon, conte quantos so.
  Ao ouvir os gritos da velha, os ladres se assustaram muito e disseram:
  -- Oh, que no tem pouca gente nesta casa.  melhor irmos embora.
  Mais tarde, sentada na beira do fogo, a velha comeou 
<P>
a gargalhar. E contam que ainda est rindo.

<R+>
 Fonte: *Porta Aberta*, de Isabel Sol.
<R->
<S->

               ::::::::::::::::::::::::

Aventura de Pedro Malazarte

<S->
  No podendo ficar sossegado, Malazarte largou a casa, indo correr mundo. Logo no primeiro dia, encontrou um urubu no meio da estrada batendo com uma perna e uma asa quebradas. Agarrou o urubu e meteu-o dentro de um saco, seguindo caminho. Ao anoitecer, estava diante de uma casa grande, bonita e alpendrada. Pela janela, viu uma mulher guardando vrios pratos de comida saborosa e garrafas de vinho. Bateu e pediu abrigo, mas a mulher recusou dizendo que no estava em casa o marido e ficava feio ter um homem portas adentro.
  Malazarte foi para debaixo de uma rvore e reparou na chegada de um rapaz ainda muito moo, sendo recebido pela dona da casa que o levou imediatamente para jantar. Quando iam comear a refeio, chegou o dono da casa montado num cavalo alazo. O rapaz pulou a janela e fugiu.
  Malazarte deu tempo para que o dono da casa trocasse o traje e tornou a bater e pedir dormida. O dono apareceu e mandou-o entrar, lavar-se e ir jantar com eles.
  A comida que apareceu era outra, bem pobre e malfeita. Malazarte, sempre com o urubu dentro do saco, deu com o p, fazendo o bicho fazer barulho, comeou a falar baixinho como se estivesse discutindo.
  -- Com quem est falando? -- perguntou o dono da casa.
  -- Com esse urubu.
  -- Urubu falando?
  -- Sim senhor. Falando e adivinhando. Esse urubu  ensinado a adivinhar.
  -- E o que ele est adivinhando agora?
  -- Est me dizendo que naquele armrio h um peru assado, arroz de forno, bolo de milho e trs garrafas de vinho.
  -- No me diga... Procura a, mulher!
  A mulher procurou e fingindo-se assombrada, encontrou tudo quanto o urubu falou e trouxe os pratos e as garrafas de vinho.
  Comeram fartamente e o dono quis porque quis comprar o urubu. Pela manh, Malazarte, muito contrariado, aceitou o dinheiro alto e foi embora, deixando o urubu que 
<P>
 nunca mais adivinhou coisa alguma.
<S+>

<R+>
Fonte: CASCUDO, Luis da Cmara. *Contos tradicionais do Brasil*. Rio de Janeiro: Ediouro, 2000.
<R->

 Vocabulrio

<R+>
 Alpendrada: s. f. Varanda coberta.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

Sem convidados

  Zalec chegou da escola com uma expresso triste no rosto. Estava desanimado como h muito tempo no ficava. A rainha, enquanto almoava, percebeu a tristeza do filho.
  -- O senhor vai me contar o que est acontecendo ou ficar resmungando a torto e a direito?
  Por mais que no conhecesse aquela expresso, o garoto entendeu o sentido da pergunta da me e decidiu contar.
  -- Hoje convidei todos os meus colegas para a minha festa de aniversrio, mas ningum quer vir. Disseram que esto ocupados.
  O prncipe completou dizendo no saber por que os amigos no aceitaram o convite e, chorando, correu para o quarto.
  -- Sabe o que , me, o Zalec no trata seus colegas muito bem. Ele faz piadinhas de mal gosto, coloca apelidos feios em todo mundo e, quando algum no sabe jogar bola, fica rindo da cara do coitado. Acho que assim vai ser difcil ele ter amigos -- disse Zilda, que sempre observava o irmo no recreio.
  -- Obrigada, filha. Vou ter uma conversinha com o seu irmo.
  Hoje o papo  sobre amizade. Afinal, quem no gosta de ter amigos? Tem gente que pensa que a amizade nasce sozinha, mas com o tempo fui aprendendo que, para se conquistar um amigo de verdade, precisamos trabalhar duro.
  Para ser uma pessoa querida, rodeada de amigos verdadeiros, precisamos cuidar dos outros. Ser carinhoso com os colegas, ajud-los nos momentos difceis e lhes dedicar parte do nosso tempo.
  Um bom jeito de comear a conquistar novos amigos  sendo agradvel com todo mundo, inclusive naqueles dias em que voc est com vontade de brigar com o planeta. Parece difcil, mas a regra  bem simples: trate os outros como gostaria de ser tratado. Desta maneira, nunca faltaro amigos nas suas festas de aniversrio e nos momentos em que voc precisar de apoio.
  Tente ser gentil com aquele colega da escola ou do bairro com quem voc nunca conversa. Pode ter certeza de que o retorno ser surpreendente.

<R+>
Fonte: *Revista Recreio* n.o 928.
<R->

               oooooooooooo

<R+>
Leio, Logo Escrevo -- textos dos alunos do IBC
 Primeira fase
 Nomes: Luiz Henrique de Jesus de Moraes, Maiara de Oliveira Lucena e 
  Yasmin Cavalcante de 
  Lima. 
 Turma: 502.
<R->

A gua

<R+>
<S->
 A gua  importante
 Mas no pode gastar bastante
 Seno acaba num instante.

 A gente tem que beber gua para sobreviver
 Se no beber vai morrer.

 A gua  boa,
 Melhor ainda as dos rios e das lagoas.

 Devemos cuidar da gua
 Assim mais gua o mundo ter.
 E no podemos esquecer
 Que a gua  importante para sobreviver.
<S+>
<R->

               oooooooooooo

Seo Juvenil
 Quebra-Cuca
 Cruzadinha
	
  A cruzadinha  um jogo em que cada retngulo (em tinta), corresponde a uma letra da palavra que se deve escrever. Palavras se cruzam na vertical e na horizontal, tendo sempre uma letra igual.
  Nessa cruzadinha voc vai encontrar a palavra da vertical j escrita, dando sempre uma dica para as palavras da horizontal.

  Faa a cruzadinha que tem, na vertical, o verdadeiro nome da princesa conhecida como Bela Adormecida.

<R+>
 1- Capital do estado da Bahia.
 2- Fruta utilizada para fazer o vinho.
 3- Quem no  covarde ...
 4- Pea de vesturio utilizada para proteger do frio.
 5- Estao das flores.
 6- Animal que produz o mel.
<R->

<F->
 a 
     u
   r
o
    r
a
<F+>

Respostas

 1- Salvador.
 2- Uva.
 3- Corajoso.
 4- Casaco.
 5- Primavera.
 6- Abelha.

               ::::::::::::::::::::::::

Desafios

<R+>
 1- Voc  bom em histrias de todo o tipo? Contos de fadas, literatura, quadrinhos... Ento, diga quem so os personagens que esto falando:
 a) Meus pais morreram quando eu era muito pequeno e fui criado por meus tios, sem conhecer minha verdadeira histria. S depois descobri que eu tinha poderes e que no mundo de onde eu vinha, havia muitos que me 
<P>
  admiravam e outros que queriam a minha morte.
 b) Para proteger meu pai, me arrisquei a viver para sempre ao lado de um monstro. Porm descobri que ele no era to ruim assim; at me apaixonei por ele.
 c) Tenho um coelho de brinquedo que  a minha paixo. Posso ser muito amiga, mas se achar que meus dois melhores companheiros esto querendo me passar a perna, sobra coelhada para todo mundo.
 d) Sou feito de sabugo de milho e fiquei esquecido entre os livros para secar. Quando comecei a ter vida, acabei lendo tanto que me tornei o sbio da casa.
 e) Sa de um livro, fui para os quadrinhos e para o cinema. Tenho uma turma muito maneira que nem liga, e at gosta, de me ver com uma panela na cabea. Isso acontece sempre.
 f) Eu era to diferente dos meus irmos! Minha me me olhava esquisito, meus irmos debochavam de mim, at que me cansei, porque tambm era atrapalhado e s arrumava confuso. Andando por a foi que descobri a verdade: eu era diferente porque no era daquela famlia. Ento eu entendi quando encontrei meus verdadeiros parentes.
<R->

<R+>
 2- Paulo tem 5 vacas, 2 ces e um gato, quantas pernas e patas so ao todo?
<R->

<R+>
 3- A, B, C, D e E so pessoas de diferentes nacionalidades:
 A, C e E falam ingls;
 B e D falam alemo;
 A e D falam francs;
 B e E falam espanhol;
 C fala russo.
<P>
 a) Quem sabe falar ingls e espanhol?
 b) Quem sabe falar ingls e francs?
 c) Quem sabe falar francs e alemo?
 d) A e D podem se entender?
 e) Poder haver rodinhas de bate-papo com:
 D e E?
 A e C?

 Respostas

 1- a) Harry Potter.
 b) Bela (A Bela e A Fera).
 c) Mnica.
 d) Visconde de Sabugosa.
 e) Menino Maluquinho.
 f) Patinho Feio.

 2- 5 vacas=20 patas
 2 ces=8 patas 
 1 gato=4 patas
 Paulo=2 pernas
 34 ao todo.

 3- a) E.
 b) A.
 c) D.
 d) D e E no podem conversar.
 e) A e C podem conversar porque ambos falam ingls.
<R->

               oooooooooooo

 Voc Sabia?
 Como surgiu a cama?
 
   de se imaginar que antes do surgimento das camas, o homem pr-histrico deitava e dormia sobre o prprio cho. Tambm  fcil compreender que o ambiente mido e frio das cavernas, os perigos naturais da picada de um animal peonhento rastejante, o desconforto, entre outras desvantagens, foram motivos naturais para a criao de um local mais apropriado para o descanso.
  Os registros mais remotos do uso de camas, mesmo que arcaicas, foram encontrados nas civilizaes egpcia e mesopotmica. Os egpcios, por exemplo, utilizavam uma espcie de cama dobrvel de madeira; um luxo,  claro, destinado apenas ao fara e  sua famlia, e aos mais importantes funcionrios do Estado.
  Ao longo da histria, uma curiosa constatao sobre o uso desses mveis nos leva  civilizao romana, que adotou camas semicirculares, postas ao redor de mesas, pois costumavam fazer suas refeies em seus prprios leitos.
  Foi s na Idade Mdia que as camas comearam a ser colocadas em aposentos mais privativos, como nos quartos. Devido ao inverno rigoroso do velho continente, os europeus adotaram uma proteo que os persas j haviam desenvolvido anteriormente: o dossel, uma cama com uma espcie de cortina apoiada sobre colunas de madeira, muito usada por reis, rainhas e pela nobreza em geral. J as camas de ferro comearam a ser produzidas a partir do sculo XVIII, com uma forte propaganda de que finalmente as pessoas poderiam dormir sossegadas, sem o incmodo de insetos.

Fonte: ~,http:www.~
  historiadetudo.comcama~,

Vocabulrio

<R+>
 Arcaica: adj. Referente a pocas antigas. 
 Constatao: s. f. Apurao, verificao.
 Peonhentos: adj. Venenosos.
 Privativo: adj. Que  para uso exclusivo de uma pessoa ou pequeno grupo; privado.
<P>
 Remoto: adj. Que se encontra distante no tempo ou no espao.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

 Como funciona a nebulizao?

  Quando tudo est bem, respirar  moleza, mas doenas como rinite alrgica, asma ou at gripes e resfriados podem transformar isso em uma grande dificuldade! Comeamos, ento, a respirar pela boca, fazendo com que o ar siga seu caminho at chegar aos pulmes mais seco e menos aquecido. Que incmodo! Para resolver o problema, o mdico pode recomendar uma nebulizao. 
  Normalmente, nosso organismo produz uma secreo chamada muco, que mantm o sistema respiratrio umedecido e impede a passagem de germes e partculas de poluio, por exemplo. Quando essa barreira falha, passamos a produzir mais muco do que o normal. Ento, a secreo se torna mais espessa, gerando irritao, tosse e o famoso nariz entupido!
   nesse momento que a nebulizao pode ajudar, levando umidade e medicamentos diretamente s nossas vias areas. Aos poucos, o organismo expele o excesso de muco e volta a produzi-lo em quantidades normais.
  A nebulizao  feita com o inalador, um aparelho formado por um reservatrio de lquidos e um compressor de ar. Ao ser ligado, o inalador transforma o lquido do reservatrio em aerossol, ou seja, em gotculas que so movidas com a ajuda do gs que vem do compressor. A nvoa que se forma sai pela mscara posicionada sobre o nariz e a boca e caminha pelo sistema respiratrio at chegar aos pulmes.
  Para simplesmente umedecer as vias areas, a nebulizao  feita apenas com soro fisiolgico. Porm, em situaes mais graves, pode ser feita tambm com medicamentos gerando alvio imediato.

<R+>
Fonte: *Revista Cincia Hoje das Crianas* n.o 247.
<R->

<R+>
Vocabulrio

 Espessa: adj. Diz-se de substncia pastosa, densa, consistente.
 Expelir: v. Expulsar, pr para fora.
 Secreo: s. f. Substncia produzida pelo organismo.
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               oooooooooooo
<P>
Vamos Rir?

  A professora faz perguntas sobre Lngua Portuguesa para os alunos.
  -- Marquinhos, qual  a primeira letra da palavra coelho?
  -- C, professora.
  -- Acertou, garoto! Dudinha, a palavra ndio se escreve com I ou H?
  -- Humm... I, professora!
  -- Isso mesmo, garota! Pedrinho, qual  a primeira letra da palavra Brasil?
  -- B, professora!
  -- Isso mesmo, garoto!
  E, ento, chega a vez de Joozinho, que estava mexendo no celular.
  -- Joozinho, a palavra queijo comea com que letra?
  O menino olha distrado, sem ter ouvido a professora, e pergunta:
  -- Qu?
<P>
  -- Isso mesmo, muito bom! -- diz a professora.

  No fim do ano, aps o ltimo dia de aula na escola, Joozinho chega em casa e diz:
  -- Pai, tenho uma notcia boa pra voc!
  -- O que ? -- pergunta o pai do menino, curioso.
  -- Lembra que voc me prometeu uma bicicleta se eu passasse de ano? Ento, se deu bem. Vai economizar um dinheiro.

  -- Meu pai vive de letras.
  -- Ah,  escritor?
  -- No, sofre de fadiga e vive tomando vitaminas A, B, C...

  Um bicho preguia disse para o outro:
<P>
  -- Vamos ver quem  mais preguioso?
  -- Tem que ser agora?

  A professora diz para o Zequinha:
  -- Diga cinco alimentos que possuem leite.
  -- Cinco vacas, professora.

  O que uma aeromoa disse para a outra:
  -- Tudo  passageiro.

  Por que o som foi internado?
  Porque ele estava em estado grave.

  Por que um homem comprou uma cama resistente?
  Porque ele tinha sono pesado.

  O que a Lua disse para o Sol?
  -- To velho e no deixam voc sair  noite.
  O que o navio falou para o mar?
  -- Deixe de onda!

  O que um prdio falou para o outro?
  -- Que andar bonito voc tem!

  O que um fantasma perguntou a outro?
  -- Voc acredita em gente?

  Qual  o cmulo da distrao do astronauta?
  Bater a nave e dizer que foi por falta de espao.
	
  O Pateta usa o teclado. E o Mickey? Mouse.

               oooooooooooo
<P>
Historiando
 Mulheres que fizeram 
  Histria

  Voc sabia que uma mulher  a mais jovem ganhadora do Prmio Nobel da Paz? No Brasil, uma mulher foi responsvel pelo tratamento mais humanizado aos pacientes psiquitricos, que, com o tempo, ganharam espao no mundo das artes. Graas  luta de uma mulher, cujos maus-tratos sofridos aparecem ainda hoje em seu corpo, temos leis mais rigorosas contra os abusos.
  Muitas dessas personalidades fizeram a diferena ao longo da histria. Ainda que tenham sofrido ataques diretos  prpria autonomia e liberdade, e assistido a retrocessos polticos, elas no se deixaram abater e foram  luta. So cones que se destacaram em diversas reas: poltica, cincia, medicina, literatura, moda, cinema, TV, msica. 
  Nesta matria voc confere algumas conquistas femininas ao longo dos anos e vai entender a importncia de cada um desses nomes na histria. Mulheres que fizeram valer a sua presena em meio  sociedade e deixaram o seu legado at os dias de hoje. Selecionamos cinco personalidades que deixaram a sua marca. 
  Maria da Penha: Depois de escapar de duas tentativas de assassinato por parte do marido e lutar por 20 anos para ver o agressor e o Estado punidos, alertou o governo para a urgncia de uma legislao que protegesse mulheres vtimas de violncia domstica. Sua batalha no foi em vo e a lei, que leva seu nome, vigora desde 2006. Hoje, ela coordena uma ONG que trabalha no combate ao problema e auxilia vtimas.
  Nise da Silveira: Um dos grandes nomes da psiquiatria mundial, Nise foi admitida na Faculdade da Bahia aos 16 anos, sendo a nica mulher de uma turma de 157 homens. Fez especializao em Psiquiatria e trabalhou durante seis anos no Hospital da Praia Vermelha, confrontando-se com os horrores dos tratamentos psiquitricos mais comuns da sua poca. Foi transferida para o centro de Terapia Ocupacional, onde comeou a introduzir a arte como meio de incluso, alm de ser pioneira nos estudos das relaes emocionais entre os pacientes e seus bichinhos de estimao.
  Chiquinha Gonzaga: Nascida em 1847, foi a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil, alm de ser a autora da primeira marchinha de carnaval da histria: * Abre Alas*, composta em 1899. Trocou o marido pela msica, criou dois filhos sozinha, comps mais de duas mil canes e ainda lutou contra a monarquia e em favor da abolio da escravatura. O Dia Nacional da Msica Popular Brasileira  comemorado em 17 de outubro, data em que ela nasceu.
  Malala Yousafzai: Uma jovem paquistanesa, militante dos direitos das meninas de ir  escola. Com apenas 15 anos, Malala se tornou conhecida, mundialmente, aps ser baleada na cabea por um radical islmico do Talib ao sair da escola que frequentava s escondidas. Aos 17 anos, foi a mais jovem ganhadora do Prmio Nobel da Paz, em 2017.
  Madre Teresa de Calcut: Conhecida em vida como a santa das sarjetas, recebeu o Prmio Nobel da Paz, em outubro de 1979, pelo seu lado humano e generoso. Reconhecida pelo Papa Joo Paulo II, foi nomeada embaixadora das naes. Canonizada em 2016, Papa Francisco fez o anncio da santificao de Madre Teresa de Calcut, a partir da cura de um brasileiro com infeco renal e cerebral, aps preces e oraes para que ela intercedesse.

<R+>
Fonte: *Revista Appai 
  Educar*, edio 105.
<R->

Vocabulrio

<R+>
 Autonomia: s. f. Capacidade de tomar decises sobre si mesmo.
 Canonizar: v. Reconhecer como santo.
 Confrontar: v. Ficar frente a frente.
 cone: s. m. (Fig.) Pessoa ou coisa que simboliza uma poca, um estilo de vida.
 Interceder: v. Pedir, rogar por algum.
 Islmico: adj. Termo utilizado para definir a ideologia poltica e religiosa que sustenta o Isl.
 Legado: s. m. (Fig.) Qualquer coisa, conhecimento ou bens materiais ou culturais que se transmite s geraes seguintes.
 Militante: adj. 2 g. Que luta ativamente em prol de uma causa ou organizao poltica.
 Pioneira: s. f. Aquela que lana novas ideias nas Cincias, Artes etc.
 Retrocesso: s. m. Retorno ao passado.
 Rigorosas: adj. Severas, exigentes, precisas.
<P>
 Sarjeta: s. f. (Fig.) 
  Estado de degradao, de 
  indigncia.
 Vigorar: v. Ter validade.
<R->

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Leitura Interessante
 O governante D. Pedro II
 
  Pedro de Alcntara Joo Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocdio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga, ou simplesmente D. Pedro II foi, seguramente, um homem  frente do seu tempo e de seu povo. 
  Nasceu no Palcio da Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro, em 2 de dezembro de 1825. Ficou rfo de me com apenas um ano de idade e de pai quando tinha nove anos; ao ser exilado, morreu em Paris, em 5 de dezembro de 1891. Foi o segundo e ltimo imperador do Brasil, e governou o pas por longevos 49 anos. Vamos aos principais fatos histricos de seu governo:
  Quando D. Pedro II  subiu ao trono, em 1840, 92% da populao brasileira era analfabeta. Em seu ltimo ano de reinado, em 1889, essa porcentagem era de 56%, devido ao seu grande incentivo  Educao, construo de faculdades e, principalmente, de inmeras escolas que tinham como modelo o excelente Colgio Pedro II.
  A Imperatriz Teresa Cristina cozinhava as prprias refeies dirias da famlia imperial apenas com a ajuda de uma empregada, paga com o salrio do Imperador.
  Em 1880, o Brasil era a quarta economia do mundo e o nono maior imprio da histria; a moeda brasileira tinha o mesmo valor do dlar e da libra esterlina; o Brasil tinha a segunda maior e melhor Marinha do mundo, perdendo apenas para a da Inglaterra; foi o maior construtor de estradas de ferro do mundo, com mais de 26 mil quilmetros. Existiam apenas 14 impostos; atualmente so mais de 90 tributos.
  No perodo de 1860 a 1889,  a mdia do crescimento econmico foi de 8,81% ao ano. O Brasil foi o primeiro pas da Amrica Latina a ter ensino especial para deficientes auditivos e deficientes visuais.
  A imprensa era livre tanto para pregar o ideal republicano quanto para falar mal do nosso imperador. Diplomatas europeus e outros observadores estranhavam a liberdade dos jornais brasileiros,  conta o historiador Jos Murilo de Carvalho. Mesmo diante dos ataques, D. Pedro II se mostrava contra a censura. "Imprensa se combate com imprensa", dizia.
  A mdia o ridicularizava por usar roupas extremamente simples, e pelo descaso no cuidado e manuteno dos palcios da Quinta da Boa Vista e Petrpolis. Pedro II no admitia tirar dinheiro do governo para tais futilidades. Alvo de charges quase dirias nos jornais, mantinha a total liberdade de expresso e nenhuma censura.
  O monarca mandou acabar com a guarda chamada Drages da Independncia por achar desperdcio de dinheiro pblico. Com a Repblica, a guarda voltou a existir.
  Em 1887, Pedro II recebeu os diplomas honorrios de Botnica e Astronomia pela Universidade de Cambridge. Falava 23 idiomas, sendo que em 17 deles era fluente. A primeira traduo do clssico rabe, *As mil e uma noites*, foi feita pelo nosso ltimo imperador, do rabe arcaico para o portugus do Brasil. Doava 50% de sua dotao anual para as instituies de caridade e incentivos para a Educao com nfase nas Cincias e Artes. Inclusive, Carlos Gomes, maestro e compositor de O Guarani, foi sustentado pelo imperador at atingir grande sucesso mundial.
  Fez um emprstimo pessoal a um banco europeu para comprar a fazenda que, hoje, abrange o Parque Nacional da Tijuca. Em uma poca em que ningum pensava em ecologia ou desmatamento, mandou reflorestar toda a grande fazenda de caf com mata atlntica nativa.
  Com sua habitual erudio, D. Pedro II teria declamado, To be or not to be (Ser ou no ser), quando instado por Alexander Graham Bell, a dizer algo diante da sua mais recente inveno, o telefone. O invento de Bell estava em demonstrao na Exposio Internacional Comemorativa do Centenrio da Independncia dos Estados Unidos, realizada em 1876, na Filadlfia, Pensilvnia (EUA). O Brasil foi o segundo pas a contar com a inveno de Graham Bell.
  Em seu exlio, D. Pedro II andava pelas ruas de Paris sempre com um 
saco de veludo no bolso, com um pouco de areia da praia de Copacabana. Foi enterrado com ele. Algumas dcadas aps sua morte, seus restos mortais foram tra-
<P>
 zidos de volta ao Brasil como os de um heri nacional.
 
<R+>
 Fontes: Biblioteca Nacional RJ, IMS RJ, Dirio de Pedro II, Acervo Museu Imperial de Petrpolis RJ, IHGB, FGV, Museu Nacional RJ e Bibliografia de Jos Murilo de Carvalho.
<R->

<R+>
 Vocabulrio

 Charge: adj. Desenho caricatural com ou sem legenda, publicado em jornal, revista ou afim, que se refere diretamente a um fato atual ou a uma personalidade pblica, geralmente ligada  poltica, e os satiriza ou critica ironicamente. 
 Desperdcio: s. m. Gasto ou uso excessivo e sem proveito.
 Dotao: s. f. Importncia que, proveniente do oramento nacional ou de crdito adicional,  destinada pelo governo a cobrir certas despesas.
 Erudio: s. f. Grande saber adquirido.
 Exilado: adj. Expulso de sua terra natal.
 Futilidade: s. f. Coisa insignificante, sem valor, mrito, valia.
 Incentivo: s. m. Que estimula, encoraja.
 Instado: adj. Solicitado, interrogado.
 Longevo: adj. Duradouro.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

*Be My Eyes*

  *Be My Eyes*, aplicativo que conecta deficientes visuais a 
voluntrios que os ajudam a identificar objetos e avisos ao seu 
redor, ganhou uma verso para dispositivos *Android*. Antes 
disponvel apenas para *iOS*, a plataforma dever aproximar mais pessoas graas a uma maior utilizao do sistema operacional do *Google*. O *app* consiste em realizar chamadas em que o vdeo captado por quem precisa de ajuda  enviado para voluntrios.
  Sempre que um usurio cego solicita ajuda, o *Be My Eyes* localiza voluntrios que consigam se comunicar no mesmo idioma. O primeiro que aceita a solicitao inicia uma chamada e pode ajudar com pequenas aes, como descrever imagens e pginas na *Internet*, identificar a data de vencimento de um produto ou at mesmo saber se as roupas combinam. O tempo de espera por voluntrios na chamada no costuma ser muito longo.
  Segundo os responsveis pelo *app*, mais de 90% das chamadas so iniciadas com menos de 60 segundos de espera. A rapidez na prestao de ajuda acontece graas ao grande nmero de pessoas dispostas a contribuir. 
  Para usar o aplicativo, basta realizar um cadastro com nome, 
*e-mail* e senha. A conta tambm pode ser criada a partir de seu 
perfil no 
 *Facebook*. Por segurana, as informaes pessoais no so 
compartilhadas. Em seguida,  preciso definir um idioma principal e permitir ao aplicativo o acesso para o microfone do celular -- para cegos e deficientes visuais; tambm  preciso liberar a cmera do aparelho, que ser utilizada durante a chamada de vdeo.
  Os voluntrios do *Be My Eyes* recebem uma notificao sempre que 
algum precisa de ajuda. Se no puderem atender  chamada naquele 
momento, a plataforma encaminha o pedido para outra pessoa. Deficientes visuais que precisarem de ajuda s precisam tocar sobre um boto que ocupa praticamente toda a tela do *app* para simplificar a busca por voluntrios. As ligaes podem ser feitas em conexes *Wi-Fi* ou em redes mveis sem limite de durao.

<R+>
Fonte: Tecnologia -- iG @ 
 ~,https:tecnologia.ig.com.~ br2017-10-05be-me-~
  eyes.html~,
<R->

Vocabulrio
 
<R+>
 Conecta: v. Liga uma coisa a outra.
 Captar: v. Receber e processar convenientemente sinais transmitidos e portadores de informao, como ondas de rdio ou televiso.
<P>
 Notificao: s. f. Comunicao formal por escrito.
<R->

               oooooooooooo

<R+>
Cuidando do Corpo e da 
  Mente
 Sarampo, poliomielite, 
  difteria e rubola voltam a ameaar aps erradicao no Brasil, devido  falta de vacinao
<R->

  Mdicos temem pela volta de doenas j erradicadas no Brasil, pois muitas famlias esto deixando de vacinar seus filhos.
  A baixa procura pela vacina Trplice Viral, que imuniza contra o sarampo, caxumba e rubola, doenas consideradas erradicadas no Brasil, preocupa especialistas pelo risco de retornarem. Em muitos casos, os pais at priorizam a imunizao dos filhos, mas se esquecem de tomar as vacinas.
  Na regio Norte do pas, a falta de procura pela vacina j  um grave problema de sade pblica. Grande parte das vtimas  de crianas com at cinco anos. No Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, os nmeros com relao ao Sarampo j so preocupantes, o que indica que a doena avana no Brasil.
  O sarampo  uma doena grave causada por um vrus; desenvolve na vtima quadros de encefalite, infeces e pneumonia, que podem levar o paciente a bito. At dois anos atrs, o sarampo era uma doena controlada no pas. Novos surtos surgiram porque, de l pra c, muitas crianas deixaram de ser vacinadas. Hoje, o ndice de crianas imunizadas no passa de 77%, quando o ideal  95%.
  -- As vacinas acabam sendo vtimas de si mesmas, ou seja, elas 
reduzem tanto as doenas que as geraes seguintes, que no vivenciaram os quadros de paralisia infantil, no sabem o que  poliomielite. A percepo de risco diminuiu -- diz Onora Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizaes.
  Especialistas ressaltam a importncia de manter o calendrio de vacinao completo, j que as primeiras doses no so suficientes para imunizar por toda a vida.
  -- Historicamente, a gente tem observado que o adulto acredita que 
a vacina  para criana. Hoje temos calendrio at 60 anos -- explica Maria Lgia Nerger, coordenadora de imunizao do municpio de So Paulo.
  A mesma preocupao existe para doenas j consideradas erradicadas, como a poliomielite. O Brasil no registra casos dessa doena h 29 anos, mas o baixo ndice de vacinao preocupa. Atualmente, 88% das crianas esto imunizadas, nmero bastante abaixo da recomendao de 95% do Ministrio da Sade.
  Se o ndice continuar baixo, existe o risco de uma nova epidemia. 
  Independente da doena, agora  hora de mobilizao geral da populao, governo e comunidade mdica. Devem tomar a vacina crianas a partir 
 de seis meses e adultos com at 49 anos!

Fonte: 
 ~,https:noticias.r7.com~
  fala-brasilsarampo-e-~
  poliomielite-podem-voltar-~
  devido-a-falta-de-~
  vacinacao-07072018~,

<P>
Vocabulrio

<R+>
 Encefalite: s. f. Inflamao do encfalo, causada principalmente por 
infeco, especialmente por vrus.
 Encfalo: s. m. Parte do sistema nervoso central que se encontra alojada na caixa craniana, e que abrange o crebro.
 Epidemia: s. f. Doena, em geral infecciosa e transitria, que ataca rapidamente, ao mesmo tempo e no mesmo lugar, grande nmero de indivduos.
 Erradicar: v. Eliminar atravs da destruio do agente causador.
 Imunizar: v. Tornar resistente a uma doena.
 Mobilizar: v. Chamar  ao pessoas, grupos, instituies. 
 bito: s. m. Designao oficial da morte.
 Priorizar: v. Colocar em primeiro plano; dar preferncia a.
 Ressaltar: v. Destacar.
 Surto: s. m. Aparecimento inesperado. 
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               oooooooooooo

<R+>
Leio, Logo Escrevo -- textos dos alunos do IBC
 Nomes: Ana Vitria Alves Soares  
  Wallace Lima Pereira
 Turma: 701
<R->

<R+>
 O amor eterno

 O amor  precioso
 guardamos no corao
 o enorme tesouro

 O amor  bonito
 pros que amam  infinito,
 pros que nos amam
 nunca nos abandonam
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 A solido  horrvel
 o corao fica impossvel.
 J o amor  forte
 para os que tm sorte.

 O casal apaixonado
 nunca fica separado
 ficar com voc do meu lado
  como ver um cu estrelado.
<R->

Espao do Leitor

  Prezado leitor,

   muito importante, para ns, conhecer um pouco mais o nosso pblico e saber o que ele pensa da publicao que enviamos. Por isso pedimos que voc responda a essa pesquisa, que servir para que nossa revista fique cada vez melhor.

 1- Faixa etria: 
  () menor de 18 anos.   
  () de 18 a 30 anos.   
  () de 31 a 45 anos.
  () de 46 a 60 anos.
  () acima de 60 anos.

 2- Sexo: 
  () feminino.
  () masculino.
  () outros.

 3- Voc ainda estuda?
  () Sim. Em que ano voc 
  est?
  () No. Em que ano voc 
  parou?

<R+>
 4- Outras pessoas leem a Revista Pontinhos que voc recebe?
<R->
  () Sim. Quantas?
  () No.

<R+>
 5- Quais so suas sees preferidas?
<R->
  () Cantigas de roda.
  () Trava-lnguas.
  () Cordel.
  () Histrias para ler e 
  contar.
  () Quebra-cuca.
  () Voc sabia?
  () Vamos rir?
  () Historiando.
  () Leitura interessante.
  () Cuidando do corpo e da 
  mente.
  () Tirinhas.

<R+>
 6- A revista tem chegado  sua residncia em boas condies de leitura?
<R->
  () Sim.    
  () No.

<R+>
 7- Existe algum tema que voc gostaria de ver contemplado na revista e ainda no viu?
<R->
  () Sim. Qual?
  () No.

<R+>
 8- Existe alguma seo da revista que no lhe agrada?
<R->
  () Sim. Qual?
  () No. 

  Fique  vontade para fazer outras observaes.

  Resposta por carta em Braille: Instituto Benjamin Constant --  
Coordenao das Revistas em Braille -- 
 Avenida Pasteur, 350/368 -- 
Urca -- Rio de Janeiro- 
 -RJ -- CEP: 22290-250.
  Resposta por *e-mail*: 
 ~,pontinhos@ibc.gov.br~, 
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

  Caro leitor, 
	
  Comunicamos que, devido a obras no prdio onde funciona a DIB 
(Diviso de Imprensa Braille), estamos impossibilitados, 
temporariamente, de atender sugestes ou solicitaes via telefone. 
Continuamos a receber as mensagens de nossos leitores via *e-mail*: 
 ~,pontinhos@ibc.gov.br~, 
  Assim que a obra for concluda, comunicaremos neste espao.
  Um forte abrao!

<R+> 
Comisso Editorial da 
  Revista Pontinhos
<R->

               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo

<R+>
 Transcrio: Rosemari Paula
 Reviso Braille: Joo 
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