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25/11/2022 16h59
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<T->
PONTINHOS
Ano LIX, n.o 366,
julho/setembro de 2018
Ministrio da Educao
Instituto Benjamin Constant
Publicao Trimestral de
Educao, Cultura e
Recreao
Editada e Impressa na
Diviso de Imprensa Braille
Fundada em 1959 por
Renato M. G. Malcher
Av. Pasteur, 350/368
Urca -- Rio de Janeiro-RJ
CEP: 22290-250
E-mail: ~,pontinhos@ibc.~
gov.br~,
Site: ~,http:www.ibc.~
gov.br~,
Livros Impressos em Braille: uma Questo de
Direito
Governo Federal: Ordem e Progresso
<p>
Diretor-Geral do IBC
Joo Ricardo Melo
Figueiredo
Comisso Editorial: Carla Maria de Souza, Heverton de Souza Bezerra da Silva, Joo Batista Alvarenga e Regina Celia Caropreso
Colaborao: Daniele de Souza Pereira
Reviso e Copidesque: Carla Dawidman
Transcrio autorizada pela alnea *d*, inciso I, art. 46, da Lei n.o 9.610, de 19/02/1998.
Distribuio gratuita
segundo a Portaria
Ministerial n.o 504,
17 de setembro de 1949.
Arquivo da revista
disponvel para impresso
em Braille:
~,http:www.ibc.gov.br~
publicacoesrevistas~,
ISSN 2595-1017
I
Sumrio
<R+>
Seo Infantil
Cantigas de Roda ::::::: 1
Trava-Lnguas :::::::::: 2
Cordel :::::::::::::::::: 3
Histrias para Ler e
Contar
Cabra Cabrs ::::::::::: 9
Gabriel e Balu: quem tem
medo de voar? :::::::::: 17
Leio, Logo Escrevo :::: 20
Seo Juvenil
Quebra-Cuca :::::::::::: 22
Voc Sabia? :::::::::::: 26
Vamos Rir? ::::::::::::: 29
Historiando
Origens e significados
dos nomes das capitais
brasileiras :::::::::::: 32
<p>
Leitura Interessante
Mapa literrio do Brasil
-- Regio Nordeste ::: 41
Um por todos e todos por
um! :::::::::::::::::::: 48
Cuidando do Corpo e da
Mente
Obesidade infantil e na
adolescncia ::::::::::: 51
Tirinhas :::::::::::::::: 58
Espao do Leitor ::::::: 64
<R->
<Tpontinhos 366>
<t+1>
Seo Infantil
Cantigas de Roda
Papagaio louro
Papagaio louro
Do bico dourado
Leva esta carta
Pro meu namorado
Ele no padre
Nem homem casado
rapaz solteiro
Lindo como um cravo
Papagaio louro
Do bico dourado
Leva esta carta
Para o outro lado
Para o outro lado
Para a outra margem
Papagaio louro
De linda plumagem
<p>
Papagaio louro
Do bico dourado
Leva esta carta
Pro meu namorado
Fonte: ~,https:www.~
vagalume.com.br~,
oooooooooooo
Trava-Lnguas
Na tina de Tita tinha tinta. Tita pinta a tina com tinta cinza.
Tudo que Tlio toca, toca a todos.
A falta de foco da foca f-la fincar a faca na fossa.
Pereira pegava pregos retos dos restos da porta torta.
oooooooooooo
<p>
Cordel
A menina que no queria ser
princesa
Por Jarid Arraes
Era uma vez uma menina
Dotada de esperteza
Nascida l no serto
Batizada de Tereza
Era muito da danada
Arretada de brabeza.
Ela muito curiosa
Gostava de aventura
Carregava bela fama
De fazer muita loucura
No fazia nove horas
E na queda ela era dura.
Acontece que Tereza
No era aquela biboca
O povo que exagerava
E gostava de fofoca
Da vida dela cuidava
Feito mimada dondoca.
<p>
As carolas da igreja
S faziam cochichar
Da menina espevitada
Que vivia a badernar
Queriam Tereza quieta
Ajoelhada pra rezar.
Foi que a me aperreada
Teve ento uma clareza
Mandou trazer um livro
Com histria de princesa
Segura do seu sucesso
Deu o livro pra Tereza.
A menina interessada
Logo se botou a ler
Subia e descia o olho
Mas no podia entender
A princesa era frouxa
E nada sabia fazer.
Por causa daquele traje
A princesa no pulava
Passava o dia cantando
E por tudo se acanhava
No era como Tereza
Que s mais se enjoava.
O livro era bem grosso
Mas nada se assucedia
Tereza se entediava
Virava-se e remexia
At que parou de ler
Sufocada de agonia.
Mas o pai ficou nervoso
Chamou Tereza de lado
Ameaou com castigo
Disse estar desapontado
Tanto gritou e berrou
Que acabou muito cansado.
(...)
S que essa liberdade
Muito em breve ia acabar
Pois trouxeram um cadeado
Para a porta ento trancar
Tinha at corrente e chave
Sem chance de se escapar.
Tereza tentou fugir
Mas o pai a segurou
Apertou bem o seu brao
No quarto a trancafiou
<p>
Ia da escola pra casa
E bastante ela chorou.
Mas depois de oito meses
Sua me foi percebendo
Que a menina estava mal
Amarela e esmorecendo
A culpa bateu bem forte
E ela foi se arrependendo.
Ela viu que tava errada
Essa histria de prender
Criana tinha energia
E merecia ento crescer
Com bastante liberdade
E com vontade de viver.
(...)
Foram contar pra Tereza
Que tudo podia fazer
Rolar, pular e danar
Escalar, cair e correr
E se gostasse de princesa
Isso tambm podia ser.
A menina deu um pinote
Correu pra pegar a bola
Era feliz dia e noite
Fosse em casa ou na escola
Era alegre o tempo todo
De bermuda ou camisola.
O tempo foi se passando
E Tereza foi crescendo
Cada vez mais entendida
Do que tava acontecendo
Gostava de brincadeira
Mas ia sempre aprendendo.
As amiguinhas adoravam
Esse jeitinho de Tereza
Ela respeitava a todas
E tinha muita esperteza
Na hora que explicava
Que nem tudo era beleza.
Tudo bem gostar de Barbie
De casinha e vestidinho
Mas a vida muito mais
Que ter tudo bonitinho
Garotas que no precisam
De esperar principezinho.
Pois ao papai e mame
Eu peo muita ateno
Que criem meninas livres
De todo tipo de opresso
Que sejam o que quiserem
Cheias de amor no corao.
<R+>
Fonte: ~,https:www.~
revistaforum.com.br~
cordel-~infantil-a-menina-~
que-nao-queria-ser-~
princesa~,
Vocabulrio
Aperreada: adj. um termo nordestino que significa estar agoniada, nervosa, aflita, ansiosa.
Arretada: adj. Pessoa corajosa, brava.
Assucedia: v. Acontecia.
Biboca: s. f. (fig.) Porcaria, coisa ruim, sem
valor.
Entediar: v. Aborrecer, chatear, enjoar.
Esmorecer: v. Desanimar, enfraquecer.
<p>
Espevitada: adj. Desembaraada.
Trancafiar: v. Prender em local fechado a chave ou cadeado.
<R->
oooooooooooo
Histrias para Ler e Contar
Cabra Cabrs
Era uma vez um coelho que j tinha crescido bastante e resolveu sair da toca dos pais, casar e formar sua pr-
pria famlia. Escolheu um lugar bonito, num barranco sombreado perto do riacho, e fez sua toca, muito bem-situada. Ficava entre um stio e a beirada da mata, com uma horta apetitosssima cujas razes eram mesmo uma delcia. E ele ainda podia contar com toda aquela gua fresca ali ao lado.
Logo no dia em que se mudou para l, descobriu um buraco jeitoso na cerca da horta, bem ao lado do canteiro de rabanetes. Provou e aprovou. Depois, voltou para casa todo satisfeito, pensando que j no dia seguinte ia comear a procurar uma noiva.
Ao chegar em casa, levou um susto: a porta estava fechada e trancada. Empurrou com fora e ouviu uma voz bem grossa, horrvel e assustadora, vindo de l de dentro:
-- Quem que est querendo entrar na minha casa?
-- A casa minha! protestou o coelho Fui eu que cavei, limpei e arrumei.
-- Era sua, seu idiota... Agora minha respondeu a voz horrenda, que s podia ser de um monstro Quem mandou deixar desocupada? Quem foi ao ar perdeu o lugar.
O coelho era de muito boa paz, mas se zangou:
-- Eu no fui ao ar coisa nenhuma. Sa um instantinho s, pra comer qualquer coisa. Passa fora da minha casa... J!
Ih, a quem se zangou foi o monstro. E l de dentro da casa veio uma voz muito monstruosa mesmo, gritando uma ameaa:
-- Eu sou o Cabra Cabrs!
Se voc no for embora,
eu te pico e fao trs!
Ouvindo aquela voz horrorosa, o coelho comeou a tremer e saiu correndo. No estava com a menor vontade de ficar ali para ver se era verdade.
Mas, depois que correu um pouco, pensou: no podia deixar as coisas assim. A toca era dele, ele que havia feito. Tinha direito a morar l. E, como era muito amigo do cabrito que vivia no stio, foi at l pedir ajuda. que achou que cabrito e Cabra Cabrs podiam ser parentes e deviam se entender.
-- Cabra Cabrs? Eu nunca ouvi falar nisso. Mas pode deixar que vou l com voc...
Foram. O coelho ficou um pouquinho atrs, e o cabrito bateu na porta: pam-pam-pam. Na mesma hora, ouviu-se a voz ainda mais assustadora e monstruosa vindo l de dentro:
-- Eu sou o Cabra Cabrs!
Se voc no for embora,
eu te pico e fao trs!
Os dois comearam a tremer e saram correndo. Iam precisar de reforos. Chamaram o galo, o cachorro, o cavalo, o boi, a coruja, etc. No adiantou nada. O Cabra Cabrs gritava cada vez mais alto, assustando todo mundo.
A ouviram uma vozinha fraquinha, que vinha do cho:
-- Posso tentar?
Era uma formiguinha. Eles acharam at graa, mas ela insistiu. Quando o coelho viu que os outros riam, ficou com pena dela e disse:
-- Pode, sim. Quem sabe voc no tem sorte?
Mas era s para ela no ficar triste, porque ele no tinha mesmo esperana nenhuma.
A formiga foi at a porta da toca, bateu de levinho pim-pim-pim nem dava para ouvir direito. Mas a voz assustadora respondeu l de dentro:
-- Eu sou o Cabra Cabrs!
Se voc no for embora,
eu te pico e fao trs!
Todos j tinham ouvido aquilo uma poro de vezes. Se no fosse um vozeiro to horrorozo, nem iam ligar mais. Mas o que ningum tinha ouvido ainda foi o que a vozinha fininha disse:
-- E eu sou a formiga de
briga!
Se voc no abrir a porta,
eu furo a sua barriga!
Em seguida, todos ouviram uma coisa pior do que a voz do monstro: era a gargalhada dele. E o Cabra Cabrs repetia:
-- Eu sou o Cabra Cabrs!
Se voc no for embora,
eu te pico e fao trs!
E eles saram correndo.
Mas a formiga nem ligou. Subiu pela porta devagarzinho, passou pelo buraco da fechadura, entrou naquela escurido que no dava para ver nada e mordeu a barriga do Cabra Cabrs.
-- Ai! berrou ele.
Como no dava para enxergar a formiga, o monstro nem viu quando ela saiu, do mesmo jeito que tinha entrado.
-- Pronto! disse ela aos amigos Agora s esperar uns dias.
L dentro, o Cabra Cabrs foi sentindo arder e coar. Comeou a coar com as garras imundas, cheias de terra. Coava sem parar. Coou a noite inteira. De manh, j estava inflamado, inchado, doendo e coando. Ento ele coava mais.
O dia todo, a toda hora, um dos bichos chegava e batia na porta, sem falar nada. S pam-pam-pam. O monstro ficava furioso e berrava:
-- Eu sou o Cabra Cabrs!
Se voc no for embora,
eu te pico e fao trs!
No fim do terceiro dia, de repente, ouviu-se um estouro: POU!
O coelho chegou correndo e bateu na porta, pam-pam-pam.
Silncio.
O cabrito bateu na porta. O carneiro tambm. E o gato e o cachorro, e todos os bichos.
Ento eles se juntaram e arrombaram a porta da toca. Primeiro, no viram nada. Depois foram comeando a ver uma poro de pedacinhos de monstro, bem pequenos, espalhados por todo canto, que nem balo de festa de aniversrio quando estoura pra tudo quanto lado. O Cabra Cabrs devia estar inflamado e ter inchado tanto que explodiu. No dava nem para saber como ele era, nem para ver se a sua cara era to assustadora quanto a sua voz. No fim das contas, ele que se deu mal. No foi embora, mas foi picado em muito mais que trs pedaos.
Dali a pouco tempo, o coelho estava morando na toca,
com sua coelha e um monte de coelhinhos.
<R+>
Do livro Histrias
brasileira: O pavo
misterioso e outras, Ana Maria Machado --
Companhia das Letrinhas, 2008. Adaptado pela
Comisso Editorial.
Gabriel e Balu: quem tem
medo de voar?
Uma fbula moderna sobre o medo
<R->
Gabriel era uma gaivota diferente. As gaivotas viviam viajando. Mas ele s queria ficar pertinho da praia.
Certa vez, com medo de estar longe da praia, Gabriel pousou numa pequena ilha.
Puxa vida, que susto ele levou! A tal ilha era uma baleia!
Mas Balu, aquela enorme baleia, at que era bem simptica. E os dois logo ficaram amigos.
Que baleia corajosa! J havia explorado todos os recantos e profundezas do oceano. Nossa! Suas aventuras eram incrveis!
Um dia, Balu perguntou para Gabriel como era voar mundo afora.
-- Eu no sei. Tenho medo de ir longe ele respondeu.
-- Como assim? disse Balu. -- Medo de qu?
-- No sei! J pensou se eu bater numa nuvem bem escura e cair l de cima?!
Balu deu uma risada que fez tremer a gua:
-- Que bobagem, Gabriel. As gaivotas voam muito bem e nenhuma cai do cu!
Ento, Balu combinou com Gabriel que iria ajud-lo.
Justo uma baleia ensinando uma gaivota a voar. Ser que tem cabimento?
Todo dia, enquanto ele ia pelo cu, ela ia pela gua, bem embaixo dele. Se ele ficasse com medo, podia pousar nas costas dela. Muito boa esta ideia da Balu, no mesmo?
Dia a dia, Gabriel aprendeu a ir cada vez mais alto e mais longe.
Mais alto, mais alto, mais alto.
Mais longe, mais longe, mais longe.
Um dia, Gabriel percebeu que podia ir muito alm do que pensava. E como isso era bom!
Desde ento, suas jornadas no tiveram mais fim.
Gabriel tornou-se a gaivota mais feliz de todas, porque descobriu aquilo que gostava: voar por todo o mundo!
Agora Gabriel voa, voa e voa. Mas sempre volta para contar todas as novidades para a amiga Balu.
E o medo que Gabriel tinha de voar? Nunca mais Gabriel se lembrou dele. Vai ver que o medo tambm voou para bem longe.
<R+>
Fonte: Vale, Srgio. Livro: Gabriel e Balu: quem tem medo de voar? Uma fbula moderna sobre o
medo.
<R->
Leio, Logo Escrevo -- textos dos alunos do IBC
Primeira fase
Nome: Vinicio Pereira
Turma: 503
Presente para minha cidade
Minha cidade, o Rio de Janeiro, fez aniversrio e todo aniversariante gosta de ganhar presentes.
Fiquei pensando o que deixaria minha cidade bem feliz, e o que podia ser bom pra ela porque o presente tem que ser uma coisa que a gente pode usar.
Acho que ela ficaria contente se seus moradores no jogassem lixo no cho, no sujassem os muros, no fizessem quebra-quebra, porque isso deixa ela to feia...
Ela tambm ia ficar feliz se todo mundo por aqui tivesse onde morar e no ficasse pedindo nas ruas, nem correndo risco de levar tiro em tudo quanto lugar.
A gente tem tanta praia bonita, tanta praa, mas t tudo meio destrudo e poludo. Se pudessem cuidar do que est estragado e no estragar mais seria bom para todo mundo e assim, a cidade ficaria mais feliz.
Tambm no adianta s ter parque e praia se no tiver hospital funcionando, transporte ruim...
Tem muito presente que minha cidade ia gostar, mas para isso todo mundo tem que gostar dela, no querer roubar o dinheiro que para fazer as coisas na cidade, querer tratar os outros com respeito, querer que todo mundo tenha uma vida boa.
Como eu no posso fazer isso sozinho, peo que todo mundo ajude para que a cidade fique mais feliz, com polticos honestos e gente que queira fazer nossa cidade ser um lugar legal.
oooooooooooo
Seo Juvenil
Quebra-Cuca
Caa-Palavras
Procure no caa-palavras o que voc encontra na cozinha: colher, garfo, faca, prato, panela, frigideira, copo, armrio, geladeira, fogo.
Lembre-se de que a busca deve ser feita horizontal e verticalmente.
<p>
a r m r i o v c g
w o f o g o s o e
c o l h e r j a b p
o d r i n u m o o r
f r i g i d e i r a
a j p a n e l a b t
c e n o u r a t h o
a y u j g a r f o r
g e l a d e i r a u
c o p o e c t k o h
Desafios
<R+>
1- Paulo criou um cdigo, trocando as letras. Veja:
e m
a v
l c
u s
d t
r b
o i
Ele escreveu uma mensagem. Voc consegue decifrar?
Ms vtibi cmb.
2- Desembaralhe as letras e encontre o nome de um animal que no tem dentes.
madtaun
3- Trema, aspas e asterisco so:
a) Os trs porquinhos
b) Sinais de trnsito
c) Sinais grficos
d) Os trs patetas
4- Na sequncia 13 17 21 ... 29 33 37 ... os nmeros que esto faltando so:
a) 27 e 39
b) 23 e 40
c) 25 e 41
d) 22 e 38
5- Depois de ordenadas as letras, uma das palavras a seguir no tem nenhuma relao com as outras. Qual a palavra?
<p>
lpape -- lisp erfor rahcobar acenat
6- Uma das opes a seguir no pertence ao grupo das capitais. Qual a opo?
a) Curitiba
b) Ouro Preto
c) Porto Alegre
d) Recife
e) Salvador
Respostas:
1- Eu adoro ler.
2- Tamandu.
3- Letra c.
4- Letra c. A sequncia dos nmeros de quatro em quatro: 13+4=17 17+4=21 21+4=25.
5- Papel lpis ferro -- borracha caneta. A palavra que no tem relao com as demais ferro.
<p>
6- Letra b. Ouro Preto no capital. municpio do estado de Minas Gerais.
<R->
oooooooooooo
Voc Sabia?
De que forma vivem os caros que moram nas camas?
caros so organismos muito pequenos, parentes das aranhas. Algumas espcies gostam mesmo de viver em locais quentes como as camas, e se alimentam de restos de pele humana. Durante a noite, deixamos pedacinhos de pele morta nos colches e travesseiros, ajudando a proliferar certos tipos de caros. Eles podem provocar alergias respiratrias, como a rinite, quando se misturam poeira.
<R+>
Fonte: Revista *Recreio* n.o 861.
<R->
Por que temos espinhas?
A espinha a manifestao mais comum da acne, doena de pele que costuma aparecer na adolescncia. Por causa dos hormnios produzidos em maior quantidade nessa fase da vida, as glndulas sebceas, responsveis por fabricar um tipo de gordura essencial para a proteo da pele, trabalham de forma exagerada, armazenando gordura e entupindo os poros, que so pontos na pele por onde o sebo deve sair. As bactrias se aproveitam e as clulas de defesa do organismo so acionadas, gerando uma inflamao com pus, que a espinha. Quando ela surge, o
melhor a fazer consultar um mdico dermatologista.
<R+>
Fonte: Revista *Recreio* n.o 863.
<R->
<p>
De onde vem a saliva?
A saliva um lquido formado por glndulas localizadas nos dois lados da boca. Produzida nas prprias glndulas salivares, a saliva possui enzimas que ajudam a preparar os alimentos para a digesto que acontecer dentro do organismo. A produo de saliva constante, mas ocorre principalmente quando vemos uma comida gostosa: o crebro envia mensagens para as glndulas, que por sua vez mandam mais saliva para a boca.
<R+>
Fonte: Revista *Recreio* n.o 859.
<R->
Para onde vo os metrs ao final do dia de operaes?
Quando o servio dirio encerrado, os trens no ficam parados ao longo dos trilhos. Os veculos so conduzidos para ptios, onde passam por manuteno e limpeza. Em So Paulo, por exemplo, o maior estacionamento dos metrs est localizado no bairro de Itaquera, e pode receber at 60 composies. Enquanto isso, trabalhadores passam as madrugadas nos subterrneos realizando inspees de infraestrutura, lavagem da via, solda de trilhos e substituio de equipamentos danificados.
Fonte: Revista *Galileu*
oooooooooooo
Vamos Rir?
Por que o palhao foi ao mdico?
R: Porque ele estava com o nariz vermelho.
O que pior do que uma girafa com dor de garganta?
R: Uma centopeia com dor nos ps.
Por que o gato estava nervoso?
R: Porque o tempo estava bom pra cachorro.
Qual o presente que, quando ganhamos, temos vontade de chutar para longe?
R: A bola.
O que disse um tijolo ao outro?
-- H um ciumento entre ns.
O que ? O que ?
Todos tm dois, voc tem um e eu no tenho nenhum?
R: A letra o.
Dois amigos conversavam:
-- Um sapo pode pular mais alto do que um prdio?
-- No sei! Pode?
-- Claro que sim! Prdio no pula!
<p>
O pai entra na sala de casa e v o vidro da janela quebrado. Ento pergunta:
-- Quem fez isso? Foi voc, Joozinho?
-- No, pai, foi o Pedrinho.
-- E como ele fez isso?
-- Ele se abaixou quando eu chutei a bola na direo dele.
-- Pai, compra uma bateria para mim?
-- No, voc vai fazer muito barulho e no vou poder trabalhar tranquilo.
-- No se preocupe. Eu s toco quando voc estiver dormindo.
O cliente entra na perfumaria e pergunta:
-- Tem xampu?
-- Claro. Para que tipo de cabelo?
-- Para cabelo sujo, u!
<R+>
Historiando
Origens e significados dos nomes das capitais
brasileiras
<R->
Derivados, em sua maioria, da lngua tupi-guarani e de nomenclaturas religiosas, os nomes dados s capitais do nosso pas e suas origens so desconhecidos por grande parte da populao. Por isso, fomos atrs dessas informaes para compartilh-las, e descrever o significado dos nomes das capitais de cada estado brasileiro. Confira.
Braslia (Brasil): a forma latina de dizer Brasil. O nome foi sugerido por Jos Bonifcio de Andrada e Silva para a criao da nova capital no centro do territrio, ainda no ano de 1820.
Aracaju (Sergipe): Origem da ligao dos termos tupis *ara* (luz) com *caju* (cado), resultando em "luz cada" ou "luz baixa", numa referncia ao local de onde se avista o nascer do sol na cidade.
Belm (Par): O nome uma homenagem cidade de Belm, na Palestina, onde teria nascido Jesus Cristo.
Belo Horizonte (Minas Gerais): Este nome surgiu em referncia vista das montanhas Alterosas, que so marcas registradas da cidade.
Boa Vista (Roraima): Referncia tima viso panormica que se pode ter do alto da serra do estado.
Campo Grande (Mato Grosso do Sul): Faz referncia aos campos enormes que existem no territrio, um planalto com vegetao esparsa.
Cuiab (Mato Grosso): Existem duas possveis explicaes distintas e conflitantes sobre o significado desse nome, que pode ser "homem que faz farinha" ou "lugar onde se pesca". Parece ter vindo da lngua indgena dos Cuiabs.
Curitiba (Paran): Vem do tupi *kuri* (pinheiro) com *tiba* (muitos) resultando em "muitos pinheiros", "campo dos pinheiros" ou "pinheiral", em referncia abundncia de araucrias na regio.
Florianpolis (Santa Catarina): Unio de Floriano e *polis* (cidade, em grego); o nome uma homenagem a Floriano Peixoto, que derrotou, em 1893, a Revolta da Armada, no Rio de Janeiro e em Santa Catarina. O nome original da cidade era Nossa Senhora do Desterro, devido ao fato de ser ali um lugar para onde eram enviados desterrados (exilados) portugueses. A troca de nome foi feita por interventores governistas exaltados, com a inteno de bajular o presidente da poca.
Fortaleza (Cear): uma referncia Fortaleza de Nossa Senhora da Assuno, criada em 1649 por invasores holandeses.
Goinia (Gois): Criado a partir do nome do estado do qual capital. Goinia uma cidade nova e planejada, em substituio cidade velha de Gois, como capital, em 1937.
Joo Pessoa (Paraba): Em homenagem ao governador paraibano assassinado, em 1930, em um episdio que serviu de pretexto para eclodir a revoluo daquele ano. At ento, o nome da cidade tambm era Paraba.
Macap (Amap): Unio dos termos da lngua tupi
*mpacapa* (bacaba, uma fruta de palmeira) com aba (sufixo de lugar), que significa "lugar das bacabas", fruta tpica da regio.
Macei (Alagoas): Unio dos termos da lngua tupi *mac* (o que cobre) com *i-ok* (molhado), que significa "cobertura sobre o molhado", em referncia ao fato de a cidade se estender sobre terrenos alagadios, tal como a origem do nome do estado, Alagoas.
Manaus (Amazonas): Dos extintos ndios Manas, uma tribo da regio dos rios Negro e Solimes, que resistiu escravido. A grafia antiga da cidade preservava o "O" e acentuava a vogal precedente: "Manos".
Natal (Rio Grande do Norte): Recebeu este nome por ter sido fundada no dia de Natal, 25 de dezembro de 1599. A fortaleza que guarda a cidade recebeu o nome de Forte dos Reis Magos. Os portugueses j haviam dado o mesmo nome a uma cidade que fundaram na frica do Sul, atualmente rebatizada como Durban.
Palmas (Tocantins): O nome da cidade uma homenagem cidade de So Joo da Palma (atual Paran) onde, no sculo XIX, houve um movimento que almejava tornar o norte de Gois uma provncia autnoma.
Porto Alegre (Rio Grande do Sul): Referncia ao clima alegre do povo local. O antigo nome da cidade era Porto dos Casais, por receber colonizao com casais de aorianos, diferentemente do resto do pas, colonizado s por homens que procriavam com as mulheres indgenas.
Porto Velho (Rondnia): O nome veio do primeiro porto para escoamento da borracha pelo Rio Madeira, no sculo XIX.
Recife (Pernambuco): Referncia aos arrecifes que existem no litoral da cidade, bem perto da praia.
Rio Branco (Acre): Homenagem ao Baro do Rio Branco, que negociou a compra do Acre, antes territrio da Bolvia.
Rio de Janeiro (Rio de Janeiro): Cidade nomeada por ter sido descoberta no dia 1 de janeiro de 1502 por Amrico Vespcio, e por julgar-se que a baa da Guanabara fosse a foz de um rio. Na geografia da poca, os portugueses no distinguiam esturios de baas, alm de estarem acostumados ao formato da baa do Tejo, em Lisboa, que se assemelha ao da Guanabara.
Salvador (Bahia): Referncia a um dos nomes cristos-catlicos de Deus, o Salvador. Foi fundada com o nome de So Salvador da Bahia de Todos os Santos, em 1549.
So Lus (Maranho): Homenagem ao rei da Frana, Lus XIII, na poca em que os franceses fundaram a cidade, em 1612, como Frana Equinocial, por situar-se prximo ao equincio ou linha do equador.
So Paulo (So Paulo): A cidade foi fundada ao redor do colgio (monastrio) jesuta de So Paulo de Piratininga, em 1554. Durante os primeiros trs sculos, a cidade era conhecida como Piratininga, que deriva de *pir* (peixe) com *tininga* (seco), que significa "peixe seco", em referncia ao rio Tiet e capitania de So Paulo.
Teresina (Piau): Homenagem Imperatriz Teresa Cristina, esposa de D. Pedro II.
Vitria (Esprito Santo): A cidade recebeu esse nome quando, em 1551, ocorreu a derrota dos ndios Temimins e Tupinambs pelos portugueses. Os ndios resistiram s primeiras tentativas de povoamento.
<R+>
Fontes com alteraes: ~,http:diibep.blogspot.~
com.br201302origens-e-~
significados-dos-nomes-~
das{-21.html~,
Revista *Recreio* n.o 926.
Vocabulrio
Arrecife: s. m. Grupo de rochedos superfcie do mar e um pouco afastados da costa ou da praia.
Eclodir: v. Acontecer de forma violenta.
Esparsa: adj. Dispersa, espalhada.
Esturio: s. m. Desembocadura de um rio; lugar onde o rio desemboca.
<R->
<L>
Leitura Interessante
Mapa literrio do Brasil
Um guia com os escritores que melhor representaram, e apresentaram, cada um dos estados brasileiros.
Regio Nordeste
Gigantes da literatura narraram o folclore, a seca e as injustias sociais da regio
Maranho (MA)
Alusio Azevedo
(1857-1913)
*O Mulato* (1909)
comum encontrar nas obras do autor ludovicense crticas sociedade moralista da poca, ao preconceito racial e explorao das classes mais pobres. Abolicionista e um dos expoentes do naturalismo no pas, tambm foi diplomata e caricaturista -- costumava desenhar seus personagens antes de escrev-los.
Piau (PI)
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Assis Brasil (1932)
*O Salto do Cavalo
Cobridor e Pacamo* (1968)
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Assis Brasil talvez seja um dos mais profcuos escritores brasileiros. Sua tetralogia piauiense se passa em Parnaba, sua cidade natal. Ele tambm foi crtico literrio em veculos como *Jornal do Brasil*, revista *O Cruzeiro* e *O Globo*.
Bahia (BA)
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Jorge Amado (1912-2001)
*Capites da Areia* (1958)
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Ler Jorge Amado ouvir a Bahia. Ele escreveu sobre o ciclo do cacau em *Gabriela* (1958), o candombl em *Jubiab* (1935), a boemia soteropolitana em *Dona Flor* (1966) e abordou os problemas sociais do estado em *Capites da areia* (1958). Comunista, Jorge foi preso na ditadura Vargas e milhares de livros seus foram queimados.
Cear (CE)
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Rachel de Queiroz (1910-2003)
*O Quinze* (1930)
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Aos 20 anos, a autora publicou seu trabalho mais importante: *O Quinze* retrata a seca de 1915 e a realidade dos retirantes cearenses. Romancista, tradutora, jornalista e cronista, Rachel foi a primeira mulher a integrar a Academia Brasileira de Letras, em 1977.
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Rio Grande do Norte (RN)
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Madalena Antunes (1880-1959)
*Oiteiro Memrias de uma Sinh-Moa* (1959)
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Mulher e longe dos grandes centros culturais, seu nico livro foi publicado s vsperas de completar 80 anos: um registro histrico-comportamental sobre o incio da Repblica no interior do Nordeste e a vida em uma fazenda de cana de acar.
Paraba (PB)
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Ariano Suassuna (1927-2014)
*O Auto da Compadecida* (1955)
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Se existe algum que conseguiu escrever uma ode ao folclore nordestino, esse algum foi Suassuna. O autor uniu a cultura popular regional a elementos eruditos. Nascido em Joo Pessoa, Suassuna tinha uma relao especial com Pernambuco, mas sua obra reflete todo o Nordeste, a comear por seu estado natal.
Pernambuco (PE)
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Joo Cabral de Melo Neto (1920-1999)
*Morte e Vida Severina* (1968)
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O diplomata pernambucano escancarou ao pas a crueza da vida do serto. Influenciado pela literatura de cordel, o autor considerado o grande surrealista nordestino, mas nem por isso pouco rigoroso. Seus poemas so objetivos, com versos rimados e descries concretas de percepes e sentimentos.
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Alagoas (AL)
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Graciliano Ramos (1892-1953)
*Vidas Secas* (1938)
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Autor de uma das narrativas mais representativas sobre o serto, Graciliano outro grande regionalista. Viveu muito tempo no interior de Alagoas e descreveu a regio sem floreios, com uma boa dose de pessimismo. Foi preso pela ditadura, perodo registrado no livro *Memrias do Crcere*.
Sergipe (SE)
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Amando Fontes (1899-1967)
*Os Corumbas* (1933)
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Amando Fontes mudou-se, ainda criana, para Aracaju, cidade que o inspirou a escrever romances sociais. *Os Corumbas* retrata a histria de uma famlia de retirantes que se muda para a capital sergipana e a explorao dos
trabalhadores na industrializao da cidade entre 1920 e 1930.
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Fonte: Revista
*Superinteressante* n.o 377.
Vocabulrio
Ludovicense: Nascido em So Lus, Maranho.
Ode: s. f. Poema lrico com estrofes simtricas, de carter entusistico.
Oiteiro: s. m. Pequena elevao em um terreno; outeiro.
Profcuo: adj. Que d proveito; de que resulta o que se esperava; frutfero.
Soteropolitano: adj. Relativo cidade de Salvador no estado da Bahia.
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Surrealista: adj. 2 g. Palavra derivativa de surreal. Aquilo que no tem compromisso com a realidade em sua forma de expresso, normalmente artstica.
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Um por todos e todos por um!
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Na escola, em casa e at na rua, voc nunca est sozinho. Isso se chama conviver em grupo, ou em sociedade. Nem sempre fcil, mas acredite: ningum consegue viver totalmente isolado.
Viver em sociedade o mesmo que estar sempre em grupo, ou seja, nos relacionamos o tempo todo com outras pessoas. Mesmo que voc queira ficar sozinho por um tempo, sempre vai aparecer algum no seu caminho. Assim, estar inserido em um grupo no uma escolha, mas uma necessidade. Por exemplo: no muito mais legal comemorar a vitria do seu time junto com algum do que sozinho?
Fica mais fcil estar o tempo todo cercado por pessoas quando entendemos que dependemos dos outros para ter uma vida mais legal, mesmo quando algumas diferenas tornam a convivncia difcil. Afinal, imagine s que chatice seria o dia a dia se todos os seus amigos adorassem sua cor favorita? A diferena nos surpre-
ende, e isso o mximo!
Desde o momento em que nascemos, a famlia o nosso primeiro contato com a vida em grupo. Os familiares ensinam valores ticos, crenas, nos fazem vivenciar experincias afetivas e expectativa. Tudo bem se rolar uma briga de vez em quando. At quem se ama muito discute algumas vezes!
Seus irmos no deixam voc assistir os seus programas preferidos na TV? Seus amigos no querem jogar o *game* que voc mais adora? Tudo isso pode fazer a convivncia em grupo parecer muito difcil. Nessas horas, antes de explodir, respire fundo, mantenha-se calmo e saia do lugar da briga. Dessa forma, voc poder refletir sobre a situao e se tranquilizar. Afinal, brigar s faz mal!
Em alguns momentos da vida, a famlia no basta como companhia. Isso nos leva a construir relaes de amizade. Com os amigos, brincamos, estudamos, rimos e at choramos! com eles que compartilhamos experincias, medos e aprendemos a confiar!
Algumas atitudes simples ajudam a melhorar os relacionamentos do dia a dia: seja positivo; mantenha uma atitude confiante; tente perceber as necessidades e compreender os sentimentos dos outros; respeite o limite e a individualidade de cada um.
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Fonte: Revista *Recreio* n.o 858.
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Cuidando do Corpo e da
Mente
Obesidade infantil e na
adolescncia
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A obesidade no apenas um problema esttico, que incomoda por causa da zoao dos colegas. O excesso de peso pode provocar o surgimento de vrios problemas de sade como diabetes, problemas cardacos e a m formao do esqueleto.
Cerca de 15% das crianas e 8% dos adolescentes sofrem de problemas de obesidade; oito em cada dez adolescentes continuam obesos na fase adulta.
As crianas, em geral, ganham peso com facilidade devido a fatores tais como: hbitos alimentares errados, inclinao gentica, estilo de vida sedentrio, distrbios psicolgicos, problemas na convivncia familiar, entre outros.
comum dizer que crianas obesas ingerem grande quantidade de comida. Esta afirmativa nem sempre verdadeira, pois em geral as crianas obesas ingerem alimentos de alto valor calrico, que no precisam estar em grande quantidade para contribuir com o aumento de peso.
Como exemplo de alimentos gordurosos, podemos citar os famosos sanduches (hambrguer, misto-quente, *cheeseburguer* etc.) que as mames adoram preparar para o lanche dos seus filhos, as batatas fritas e os bifes passados na manteiga. Estes so os verdadeiros viles da alimentao infantil, vindo de encontro ao pessoal da equipe de sade, que condena esses alimentos, expondo os perigos da m alimentao aos pais. Alguns ainda pensam que criana saudvel criana gorda.
As crianas tambm costumam imitar os pais em tudo que eles fazem. Assim sendo, se os pais tm hbitos alimentares errados, acabam induzindo seus filhos a se alimentarem do mesmo jeito.
A vida sedentria facilitada pelos avanos tecnolgicos (computadores, televiso, videogames, etc.) faz com que as crianas no precisem mais se esforar fisicamente. Hoje em dia, ao contrrio de alguns anos atrs, as crianas, devido violncia urbana e a pedido de seus pais, ficam dentro de casa com brincadeiras que no estimulam as atividades fsicas como correr, jogar bola, brincar de pique, etc., permanecendo horas paradas em frente a uma TV ou outro equipamento eletrnico, e quase sempre com um pacote de biscoito ou um sanduche regados a refrigerantes. Isto um fator preocupante para o desenvolvimento da obesidade.
No so apenas os adultos que sofrem de ansiedade provocada pelo estresse do dia a dia. Os jovens tambm so alvos desse sintoma causado, por exemplo, por preocupaes em semanas de prova na escola, ou pela tenso do vestibular, entre outros. A ansiedade os faz comer mais. como se fosse uma comilana compulsiva, sem fome.
Psiquiatras afirmam que por trs de um obeso pode existir um problema psicolgico. Nossa cultura social exclui os gordinhos de vrias brincadeiras devido sua condio. Isto piora a situao da criana ou adolescente porque quase sempre so tmidos e sentem-se envergonhados. Acabam isolados e fazem da alimentao uma fuga da realidade, isto , quanto mais rejeitados, mais ansiosos, mais comem.
Pessoas com sintomas de depresso sofrem alteraes no apetite podendo emagrecer ou engordar. Algumas pesquisas comprovaram que a pessoa deprimida, geralmente no pratica atividades fsicas e come mais doces, principalmente chocolate.
A obesidade pode ainda ter correlao com variaes hormonais tais como: excesso de insulina; deficincia do hormnio de crescimento; excesso de hidrocortisona, os estrgenos, etc.
Algumas pesquisas j revelaram que quando um dos pais obeso, o filho possui 50% de chance de se tornar gordinho; se os dois pais esto acima do peso, o risco aumenta. A obesidade pode ser adquirida geneticamente.
Voc j observou que tem sempre algum gordinho na sua turma, ou entre os seus amigos do bairro? Isso indica que a obesidade um risco cada vez mais presente na vida dos jovens de hoje em dia, o que muito preocupante. Voc sabia que nos anos 70, a relao de brasileiros obesos entre 6 e 18 anos era de apenas 3%, e que nos ltimos 30 anos esse contingente aumentou cinco vezes, ou seja, so aproximadamente 6,5 milhes de crianas e adolescentes obesos.
Preveno a palavra-chave para evitar a obesidade. Aqui vo algumas dicas recomendadas por mdicos e nutricionistas para que voc se previna contra esse mal e tenha uma vida sempre saudvel:
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1- Seguir uma alimentao balanceada, rica em frutas, legumes e verduras.
2- Respeitar os horrios das refeies e no beliscar guloseimas entre um intervalo e outro.
3- Evitar alimentos gordurosos, como doces, frituras e refrigerantes.
4- Praticar atividades fsicas, sejam esportes no colgio ou academia, sempre orientado por um profissional. Caminhar a melhor pedida, pois qualquer pessoa pode fazer isso.
5- Beber bastante gua, pelo menos 2 litros por dia. A gua importantssima no bom desempenho das funes do organismo. Principalmente para quem pratica ativi-
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dades fsicas, pois mantm o organismo hidratado.
Fonte: ~,www.fiocruz.br~
biossegurancaBis~
infantilobesidade-~
infantil.htm~,
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Tirinhas
Turma da Mnica
A Turma da Mnica uma srie de histrias em quadrinhos criada pelo quadrinista e empresrio Mauricio de Sousa.
Teve origem em 1959, em uma srie de tirinhas de jornal, na qual os personagens principais eram o cachorro Bidu e seu dono Franjinha. Comeou a ganhar a identidade atual com a criao de Mnica e Cebolinha, que, a partir dos anos 1960, passaram a ser os protagonistas.
Embora a maior parte das histrias gire em torno das aventuras de Mnica, Cebolinha e seus amigos do bairro do Limoeiro, o termo do ttulo se refere tambm s demais famlias de personagens criadas por Mauricio de Sousa, derivadas de outras sries, como Chico Bento, Tina, Turma da Mata, Penadinho, entre outras.
Personagens
Mnica a personagem mais conhecida de Mauricio de Sousa. uma garotinha esperta e cheia de personalidade, que vive para cima e para baixo de vestidinho vermelho e agarrada ao seu coelho de pelcia, o Sanso. Ela baixinha, gorducha e dentua, mas ai de quem a chamar assim! Ningum segura as suas coelhadas!
Cebolinha um garoto de cabelos espetados, inteligente e malandrinho, que quando fala troca o R pelo L. Com ideias mirabolantes e infalveis para derrotar a Mnica, e se tornar o dono da rua, Cebolinha sempre arquiteta planos que no do certo. No final da histria, acaba levando umas boas coelhadas. Cebolinha tem um inseparvel bichinho de estimao, o Floquinho, que um cachorrinho to peludo que ningum sabe se est indo ou voltando. Seu melhor amigo o Casco, com quem divide aventuras incrveis!
Casco um garotinho muito esperto que tem pavor de gua e, por isso, nunca toma banho. o amigo inseparvel do Cebolinha, com quem vive aprontando muitas confuses. Atrapalhado, geralmente ele quem estraga os planos de seu melhor amigo. Alm disso, adora inventar seus prprios brinquedos usando todo tipo de sucata e muita imaginao. Seu bichinho de estimao um pouco diferente dos outros: um porquinho chamado Chovinista. Por que ser, hein?
Magali uma garota meiga e delicada com um apetite incontrolvel. Ela devora qualquer tipo de comida, principalmente a melancia, e continua sempre esbelta. No toa que o corao do Quinzinho (o filho do padeiro) bate mais forte por ela. Magali a melhor amiga da Mnica, e seu bichinho de estimao um gato branquinho chamado Mingau.
Vocabulrio
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Quadrinista: s. 2 g. Desenhista ou autor de histrias em quadrinhos.
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_`[Tirinha "Turma da Mnica" em quatro quadrinhos; adaptada a seguir_`]
1) Mnica, brava, corre atrs de Cebolinha pronta para lhe dar coelhadas.
2) Cebolinha vira-se para ela e diz: "Pela a, Mnica! Vamos lesolver nossas difelenas dum jeito inteligente!"
3) Mnica pergunta: "Tudo bem! Como?"
Cebolinha prope: "Que tal com um tabuleilo de xadlez?"
4) Mnica corre atrs de Cebolinha para bater nele com o tabuleiro de xadrez.
_`[{Tirinha "Turma da Mnica" em dois quadrinhos; adaptada a seguir_`]
1) Um casal de tartarugas aproxima-se de Bidu. A tartaruga fmea diz: "Somos casados! Mas temos um pequeno probleminha!"
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2) Bidu pergunta: "Qual?"
A tartaruga macho, tristemente, responde: "Moramos em casas separadas!"
_`[Tirinha "Turma da Mnica" em quatro quadrinhos; adaptada a seguir_`]
1) O telefone toca. Cebolinha molhado, enrolado numa toalha, diz: Diacho! Semple na hola do banho!
2) O telefone toca. Mnica molhada, enrolada numa toalha, diz: Diacho! Sempre na hora do banho!
3) O telefone toca. Magali molhada, enrolada numa toalha, diz: Diacho! Sempre na hora do banho!
4) O telefone toca. Casco vestido, feliz e satisfeito, corre para atender.
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Espao do Leitor
Caro leitor,
Comunicamos que, devido a obras no prdio onde funciona a DIB (Diviso de Imprensa Braille), estamos impossibilitados, temporariamente, de atender sugestes ou solicitaes via telefone. Continuamos a receber as mensagens de nossos leitores via e-mail: ~,pontinhos@ibc.gov.br~,.
Assim que a obra for concluda, comunicaremos neste espao.
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Um forte abrao!
Comisso Editorial da
Revista Pontinhos
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Fim da Obra
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Transcrio: Fernanda Souza
Reviso Braille: Natlia Medeiros e Joo Batista Alvarenga
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