ESG dá início à 2ª edição do Curso Avançado de Defesa para a Comunidade dos Países da Língua Portuguesa

Publicado em 12/09/2025 11:09Modificado há 9 meses
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ESG dá início à 2ª edição do Curso Avançado de Defesa para a Comunidade dos Países da Língua Portuguesa

A Escola Superior de Guerra (ESG) deu início nessa segunda-feira, 8 de setembro, ao Curso Avançado de Defesa para a Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CAD CPLP). Em sua 2ª edição, o curso conta com a participação de 29 estagiários de países que compõem a CPLP, além de um discente convidado da Bolívia.

Após as boas-vindas aos discentes do curso, proferidas pelo comandante da ESG, General de Divisão Alexandre Oliveira Cantanhede Lago, a secretária executiva da CPLP, embaixadora Maria de Fátima Jardim, ministrou a aula inaugural com o tema A importância da CPLP como fator de integração da comunidade lusófona”.

 O objetivo do CAD, coordenado pela Divisão de Assuntos Econômicos (DAE) da ESG, é capacitar militares e civis que atuam na área de Defesa das nações da CPLP, proporcionando conhecimentos que possibilitem o desenvolvimento de um pensamento de Defesa, com base na cooperação e integração dessas nações.

Ao longo das quatro semanas de curso, estruturado na modalidade de Ensino a Distância, no período da manhã, os participantes terão aulas das seguintes disciplinas: Caracterização dos Países; Geopolítica e Geoestratégia; Segurança e Defesa; e Base Industrial de Defesa. A carga horária é de 60 horas, sendo 40 ministradas na plataforma de ensino e as outras 20 dedicadas a estudos dirigidos, pesquisa e atividade avaliativa.

De acordo com o chefe da DAE, Coronel R/1 Paulo César Monteiro Cabrita, diretor do CAD CPLP, a iniciativa visa a estimular a troca de conhecimentos e de experiências entre os países participantes, contribuindo para o desenvolvimento da CPLP.

A CPLP – A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa foi criada em 17 de julho de 1996, em Lisboa, e é constituída por nove estados-membros: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. O objetivo é projetar e consolidar, no plano externo, os laços de amizade entre os países de língua portuguesa, fornecendo a essas nações maior capacidade para defender seus valores e interesses, com base na defesa da democracia, na promoção do desenvolvimento e na criação de um ambiente internacional mais equilibrado e pacífico.  

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