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Dia do Fotógrafo: a luz que inspira a imagem e move a ciência no Inmetro
Celebrado em 8 de janeiro, o Dia do Fotógrafo destaca profissionais que transformam a luz em narrativa, informação e memória. Sem luz, não há imagem. É ela que permite registrar a ciência em ação e revelar detalhes invisíveis a olho nu.
No Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), a luz também é objeto de análise metrológica e científica.
Por meio do Laboratório de Radiometria e Fotometria, o Instituto realiza e mantém os padrões nacionais relacionados à intensidade luminosa, potência óptica e grandezas derivadas, garantindo que medições de luz e cor sejam precisas e confiáveis para usos industriais e de avaliação da conformidade em todo o país. 
A confiança nessas medições é garantida por um rigoroso processo de calibração, que tem como referência a candela, unidade internacional de intensidade luminosa.
O Inmetro mantém lâmpadas-padrão de intensidade luminosa, que servem como referência primária para calibrações em laboratórios e setores produtivos, assegurando que todas as medições de luz realizadas no Brasil estejam harmonizadas com os padrões internacionais definidos peloBureau Internacional de Pesos e Medidas (BIPM).
A radiometria, área que mede a energia da radiação eletromagnética no espectro óptico (incluindo a luz visível), e a fotometria, que quantifica a luz de acordo com a percepção visual do olho humano, são fundamentais não apenas para padronizar sistemas de iluminação e testar equipamentos ópticos, mas também para garantir que produtos utilizados diariamente, como lâmpadas, sensores e telas, atendam aos padrões de qualidade e segurança.

Essa relação técnico-científica com a luz complementa o olhar artístico e documental dos fotógrafos. Enquanto os profissionais registram momentos e constroem narrativas visuais por meio da fotografia, a área de metrologia óptica do Inmetro assegura que a luz — sua intensidade luminosa, cor e distribuição — seja compreendida, medida e padronizada com rigor.