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PROTEÇÃO DO CONHECIMENTO
Fórum sobre Ataques Cibernéticos é realizado em MG
Com o tema “Boas Práticas para a Proteção de Conhecimentos Sensíveis em Tempos de Ataques Cibernéticos”, a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) promoveu o 15º Fórum de Proteção do Conhecimento Sensível, realizado no auditório da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte/MG, em 6 de outubro.
O evento contou com a participação de 106 representantes de 44 instituições parceiras do Programa Nacional de Proteção do Conhecimento Sensível (PNPC) . Participaram, por exemplo, representantes de órgãos de segurança pública, de tribunais, de secretarias do Governo de Minas Gerais, além de universidades e bancos.
O objetivo foi promover o intercâmbio técnico e científico das instituições em Minas Gerais.
Painel
No início do evento, representante da ABIN apresentou palestra sobre as principais ameaças cibernéticas e vulnerabilidades em Sistemas de Informações no Brasil.
As instituições participantes também apresentaram suas experiências na área de Defesa Cibernética, como os procedimentos utilizados pelos órgãos públicos para proteção de dados e informações sensíveis.
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ÓRGÃOS PARTICIPANTES
- Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)
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PNPC
O Programa Nacional de Proteção do Conhecimento Sensível é uma consultoria de segurança com foco na prevenção de espionagem, sabotagem e vazamento de informações. Desde 1997, busca promover a proteção de conhecimentos sensíveis em instituições nacionais, públicas ou privadas.
O programa atende a uma competência legal da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), que segundo a Lei nº 9.883, de 7 de dezembro de 1999 , deve planejar e executar a proteção de conhecimentos sensíveis, relativos aos interesses e à segurança do Estado e da sociedade.
Atualmente, o PNPC é normatizado pela Portaria nº 59, de 26 de julho de 2018 , do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.