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Diretor-Geral refuta acusações da imprensa contra a ABIN
O diretor-geral da ABIN, Of. Int. Wilson Roberto Trezza, criticou a publicação de matérias na imprensa que acusaram a Agência de ter realizado o monitoramento de agentes públicos e políticos brasileiros.
Trezza realizou apresentação no último dia 24 de maio em evento da Frente Parlamentar Mista dos Municípios e de Apoio aos Prefeitos e Vice-Prefeitos do Brasil (Fremaprev), realizado no auditório do Senado, em Brasília/DF. O tema central da apresentação foi a Política Nacional de Inteligência (PNI) e sua importância para o país. A PNI foi aprovada pelo Congresso Nacional em 2009 e ainda aguarda assinatura do presidente da República.
Falsidades
O diretor-geral questionou a falta de seriedade de alguns veículos de imprensa que divulgam boatos sem qualquer compromisso com a veracidade dos fatos. Lamentou que a publicação de mentiras contra a ABIN e seus dirigentes, sem qualquer comprovação, tenha gerado prejuízos à imagem da instituição difíceis de serem revertidos perante a sociedade.
“Nós ficamos à mercê de matérias desse tipo, que são irresponsáveis e que não são procedentes”, afirmou o diretor. “Tenham a certeza de que a atividade de Inteligência na ABIN é feita com a maior lisura possível e que nenhuma dessas informações veiculadas na imprensa são procedentes”, esclareceu.
Trezza enfatizou que a ABIN tem compromisso com os princípios constitucionais e que atua com estrita observância ao ordenamento jurídico brasileiro. Destacou que a atuação da Inteligência é sempre pautada por valores éticos.
Assessoramento
“A Inteligência, independentemente de quem seja seu diretor-geral, é uma instituição séria, que trabalha muito, com responsabilidade, em benefício deste país. A preocupação é com o Estado e com a sociedade brasileira”, frisou o diretor.
Trezza manifestou ainda seu anseio de que as dificuldades atuais do Brasil sejam logo superadas, e que para isso o país possa contar com o assessoramento da Inteligência.
“Tenham a convicção de que existe no Brasil um serviço de Inteligência que trabalha adequadamente, com responsabilidade; e que os integrantes da Agência Brasileira de Inteligência são cidadãos, são contribuintes, e são também eleitores. Todos queremos viver num país melhor. Esse país melhor depende de decisões adequadas de nossos líderes e decisões dependem de um bom assessoramento de Inteligência”, concluiu.