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8 DE MARÇO

Crônica de uma mulher na Inteligência

Escrito por uma oficial de Inteligência da ABIN. Sua identidade funcional é mantida em sigilo
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Publicado em 08/03/2023 17h40 Atualizado em 30/11/2023 08h54

Em Profissões para Mulheres[1], Virginia Woolf afirma não saber o que é uma mulher e que a resposta a essa pergunta só poderá existir quando a mulher tiver se expressado “em todas as artes e profissões acessíveis à capacidade humana”. Mais para o final, ela diz ainda que as mulheres precisam discutir sobre os fantasmas e obstáculos que pairam no caminho das profissões que elas estão começando a exercer, “porque só assim é possível compartilhar o trabalho, resolver as dificuldades”. Minha identificação com o texto se deu justamente porque a Atividade de Inteligência no Brasil ainda é predominantemente exercida por homens. Por isso, aceitei o convite de Virginia e, nesse Dia Internacional da Mulher, compartilho com vocês como é ser uma profissional de Inteligência no órgão central do Sistema Brasileiro de Inteligência (SISBIN).

Sou oficial de Inteligência desde 2010. Nascida em Brasília, fui lotada no Norte após passar em concurso e lá vivi por 7 anos. Solteira, num local onde não conhecia ninguém, onde as pessoas se casavam e constituíam família muito cedo, onde não havia internet banda larga, onde faltavam luz e água por longas horas quase toda semana, onde as rodovias federais eram em boa parte estradas de terra, eu cheguei para trabalhar com oito colegas homens. Antes disso, eu era professora e quase a totalidade dos meus colegas de trabalho era composta de mulheres. Assim, de um dia para o outro, meu ambiente de trabalho tornou-se um tanto duro, pelas próprias peculiaridades locais, e ainda por cima eu sentia falta de cumplicidade feminina (por mais que os colegas fossem queridos e atenciosos).

Por um lado, eu gostava do trabalho. Por conta dele, estava conhecendo o Brasil profundo, a Amazônia, estava me descobrindo capaz de atuar em áreas temáticas tão díspares como desmatamento ilegal, fluxos migratórios e crimes transfronteiriços - tudo me atraía. Eu gostava de estudar, fazer coleta em fontes abertas e cultivar contatos com parceiros para trocar ideias sobre meus temas de acompanhamento. E adorava escrever relatórios. Por outro lado, viver ali sem saber quando eu iria embora foi muito sofrido, angustiante e por vezes enlouquecedor.

Ainda assim, vivi experiências únicas, como ir a garimpo, sobrevoar áreas de proteção ambiental em avião bimotor (não, eu não era a piloto), atuar nas Olimpíadas... Aventuras que eu nunca viveria em outra profissão (ainda que, não se iludam, a maior parte de meu trabalho se desse de frente para o computador, dentro de um escritório). No fim daquele período, havia me tornado mais madura, autoconfiante e consciente da minha força, das minhas múltiplas capacidades e vulnerabilidades.

Já em Brasília, continuei trabalhando em análise (nunca fui operacional). As viagens se tornaram menos aventureiras, mas não menos interessantes. E, grande novidade, passei a conviver com muitas outras mulheres como colegas de trabalho. Ainda somos menos da metade do número de servidores da instituição, mas já não me sinto só. Nos espelhamos umas nas outras e nos fortalecemos.

Admiro cada uma das mulheres que conheci ao longo de meu percurso pela Agência por sua inteligência, competência, dedicação, versatilidade. Eu não poderia falar de uma por uma aqui, mas espero alcançar a todas. Tem aquelas que nasceram para liderar e o fazem com profissionalismo e humanismo. Tem as mais antigas, que atuaram na Inteligência desde os serviços de Inteligência anteriores até a ABIN, acompanhando mudanças históricas na sociedade e na atividade. Como não as admirar por estarem sempre se reciclando diante de inovações tecnológicas que transformaram por completo os processos de coleta e análise de dados e de produção e difusão de conhecimento?

Tem aquela que perdeu a mãe durante uma viagem a trabalho e não pôde comparecer ao enterro porque era impossível chegar a tempo. Tem aquela que retornou à ativa depois de se aposentar. Tem as que trabalham em operações e que sabem o quanto a mulher se faz essencial nesse ambiente, seja pela percepção feminina, seja porque só ela pode se fazer presente em ambientes tipicamente femininos.

E como falar de mulheres na Inteligência sem mencionar nossa atuação no exterior? Estamos pouco a pouco aumentando nossa representatividade como adidas de Inteligência, ocupando postos nas embaixadas brasileiras, promovendo o diálogo e a troca de informações com os serviços de Inteligência parceiros. Penso nela que partiu há menos de um mês para iniciar seu trabalho do outro lado do mundo e que trabalha na agência há mais tempo que eu, mas sempre encara todos os desafios profissionais com o mesmo entusiasmo de uma novata.

O que todas essas mulheres têm em comum? A vontade de estudar a fundo suas áreas de atuação e de aproveitar as diversas oportunidades de trabalho que uma agência de Inteligência oferece. Podemos atuar em análise ou operações, em gestão de pessoas, tecnologia da informação, com contratos e licitações e por aí vai...

Somos mulheres plurais, trabalhando nessa área de atuação tão vasta que é a Inteligência. Gostamos de nos reinventar, queremos transformar nosso ambiente de trabalho, nosso país, o mundo em que vivemos. Ou simplesmente queremos ir para casa cuidar de filhos, gatos, maridos, cachorros, coelhos, pais, casas, plantas ou apenas de nós mesmas, após um dia de labuta. Gostaríamos de ter mais mulheres ao nosso lado para continuar essa conversa. E ver, cada vez mais, mulheres em posição de destaque na instituição que tanto ajudamos a construir no nosso dia a dia.



[1] WOOLF, V. Profissões para Mulheres. In: Profissões para mulheres e outros ensaios. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2021.

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