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ABIN coordenou Centro Local de Inteligência durante cúpula do BRICS
A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) assessorou com Inteligência estratégica os recentes encontros de alto nível do BRICS, realizados no Rio de Janeiro/RJ: a 17ª Reunião de Cúpula do BRICS, de 6 a 7 de julho, e a Reunião de Ministros de Finanças e Presidentes dos Bancos Centrais, de 4 a 5 de julho.

- 17ª Reunião de Cúpula do BRICS, de 6 a 7 de julho, no Rio de Janeiro (Foto: Alexandre Brum/ BRICS Brasil)
Durante os encontros, a ABIN manteve atuação in loco em várias frentes, tanto na produção de conhecimentos como junto a representantes em diversos centros de cooperação integrada.
No Rio de Janeiro, foi estabelecido o Centro Local de Inteligência (CLI) BRICS, coordenado pela ABIN. O CLI produziu conhecimentos para subsidiar os demais centros de cooperação e a coordenação da troca de informações de Inteligência com integrantes do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin) e parceiros da comunidade local.
A presença de representantes da ABIN nos principais centros de cooperação durante a fase final do BRICS, como a Coordenação de Área de Segurança Pública (Casp) e o Comitê Executivo de Segurança Integrada Regional (Cesir), foi fundamental para assessorar em alto nível as autoridades da Casa Civil, Itamaraty, Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e Ministério da Defesa (MD).

- Reunião de Ministros de Finanças e Presidentes dos Bancos Centrais, de 4 a 5 de julho, no Rio de Janeiro (Foto: Rafa Neddermeyer/ BRICS Brasil)
“A expertise no auxílio à preparação e à realização de grandes eventos no Brasil consolida a ABIN como instituição estratégica na assessoria e no suporte a decisões complexas e de alto nível, fundamentais para a segurança e o sucesso de iniciativas de grande porte no País”, afirmou o superintendente estadual da ABIN no Rio de Janeiro, Roberto Costa.
Nos meses que antecederam o evento, a ABIN integrou as equipes de organização, atuando ativamente nas reuniões preparatórias em Brasília/DF e no Rio de Janeiro, fornecendo assessoria estratégica ao Ministério das Relações Exteriores (MRE) e aos demais gestores de segurança e logística. Essa assessoria incluiu avaliações detalhadas de eventuais vulnerabilidades dos locais dos eventos.