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Coepi-Ibict apresenta balanço de 2025 e define prioridades para 2026
Ano foi marcado por consolidação e planejamento de novas ações.
O coordenador da Coordenação de Ensino e Pesquisa em Informação (Coepi) do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), Ricardo Pimenta, fez um balanço das atividades desenvolvidas em 2025 e apresentou as perspectivas para 2026. Segundo ele, o último ano foi marcado por avanços institucionais e acadêmicos estratégicos, especialmente no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI-Ibict).
Para 2026, o foco é a consolidação dessas conquistas, a ampliação da atuação formativa e a manutenção do padrão de excelência reconhecido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
De acordo com Ricardo Pimenta, entre os principais destaques de 2025 está a plena autonomia do PPGCI-Ibict. A gestão acadêmica e administrativa do Programa passou a ser conduzida integralmente pelo Instituto, o que exigiu o desenvolvimento e a internalização de estruturas computacionais antes compartilhadas com outra instituição.O sistema de gestão acadêmica foi um exemplo desse processo, que fortaleceu a autonomia e a sustentabilidade do Programa.
Outro avanço relevante foi a integração de docentes e estudantes de Brasília às atividades acadêmicas, com a realização de aulas em tempo real, em regime de telepresença. A iniciativa ampliou o intercâmbio entre docentes e discentes e fortaleceu a atuação nacional do PPGCI.
Ainda em 2025, o Ibict teve participação destacada no Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (Enancib), reafirmando seu papel como instituição de referência na área, além de marcar presença no Festival da Ciência sobre o Clima, contribuindo para o diálogo entre ciência, informação e sociedade.
O coordenador também destacou a consolidação do uso do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), baseado na plataforma Moodle. Ao longo de 2025, a ferramenta passou a ser utilizada de forma transversal em ações de capacitação, treinamentos e oficinas promovidas pelo Instituto. Entre as iniciativas, ele mencionou o curso realizado em parceria com a Unesco, no contexto do pré-COP30, voltado às “Vozes Jovens pelo Clima na COP30: uma formação para fortalecer o protagonismo das juventudes brasileiras”, que registrou ampla participação.
Para 2026, a Coepi projetou a modernização das salas de aula e do parque tecnológico, com o objetivo de ampliar a oferta de atividades em formato síncrono entre o Ibict do Rio de Janeiro e Brasília. O planejamento incluiu ainda a abertura de cursos de especialização e, em uma etapa posterior, a estruturação de um mestrado profissional.
Segundo ele, após a conquista da nota 7, a pontuação máxima na avaliação da Capes, o principal desafio do Programa passou a ser a manutenção da excelência acadêmica. Ricardo Pimenta ressaltou que esse objetivo exigiu ir além de ações restritas à pós-graduação, com a ampliação de iniciativas que, a partir da Escola Nacional de Informação (Enacin) e da Coordenação de Ensino e Pesquisa (Coepi), fortalecessem o Programa e, ao mesmo tempo, promovessem a produção de conteúdos e atividades capazes de alcançar públicos mais amplos, incluindo a sociedade civil.
Nesse sentido, ele concluiu que “o fortalecimento da cooperação internacional é estratégico tanto para a manutenção da nota máxima quanto para a consolidação da excelência acadêmica e institucional do Programa”.