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Projeto sobre Ciência Aberta é aprovado em edital de Iniciação Científica da FAPERJ 2026
A pesquisa é coordenada pela professora Dra. Luana Sales, do Ibict
O projeto “Iniciativas e práticas de Ciência Aberta com foco em dados de pesquisa: um mapeamento das ações desenvolvidas no contexto do estado do Rio de Janeiro” foi aprovado no edital de Iniciação Científica 2026 da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). A pesquisa é coordenada pela professora Dra. Luana Sales, do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict).
A proposta tem como objetivo identificar, sistematizar e analisar iniciativas relacionadas à Ciência Aberta, com ênfase na gestão e no compartilhamento de dados de pesquisa no estado do Rio de Janeiro.
O projeto insere-se em um contexto estratégico de fortalecimento da transparência, da reprodutibilidade e do reuso de dados científicos, alinhando-se às diretrizes internacionais de abertura do conhecimento.
Como parte das atividades iniciais, foi realizado o processo seletivo de estudantes de iniciação científica. A seleção teve início no dia 30 de março e foi concluída na sexta-feira, 17 de abril, com etapa presencial nas dependências do Ibict, no Rio de Janeiro.
O processo incluiu a análise de candidaturas, entrevistas e uma dinâmica avaliativa, buscando identificar perfis alinhados às demandas de pesquisa e à formação científica do projeto.
De acordo com a coordenadora, a iniciação científica desempenha um papel fundamental na formação acadêmica e profissional dos estudantes. “A iniciação científica é um espaço privilegiado de aprendizagem, no qual os estudantes têm a oportunidade de desenvolver o pensamento crítico, a autonomia intelectual e competências metodológicas essenciais para a produção do conhecimento. Investir nessa etapa é fortalecer as bases da ciência no país”, destacou a professora Luana Sales.
“O projeto reafirma o compromisso do Ibict com a formação de novos pesquisadores e com o avanço das práticas de Ciência Aberta no Brasil, contribuindo para a consolidação de uma cultura científica mais colaborativa, transparente e orientada ao compartilhamento responsável de dados de pesquisa”, afirmou Luana Sales.