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TJMG e Ibict realizam live sobre a experiência do Tribunal com o Modelo Hipátia de preservação digital
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), em parceria com o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), promoverá no dia 25 de novembro de 2025, às 14h, a live “RDC-Arq: a experiência do TJMG com o Modelo Hipátia – teorias, conceitos e práticas”. A transmissão será feita pelo YouTube do Ibict e integra as ações do projeto Preservação do Acervo Arquivístico Digital do TJMG, iniciativa voltada ao fortalecimento das políticas de preservação digital da instituição.
Voltado à comunidade acadêmica e profissional, incluindo arquivistas, bibliotecários, cientistas da informação, profissionais de tecnologia da informação, estudantes e pesquisadores, o evento tem como objetivo apresentar o percurso do TJMG na adoção do Modelo Hipátia, desenvolvendo reflexões teóricas e compartilhando soluções práticas relacionadas à preservação digital arquivística.
Entre os temas a serem discutidos estão os desafios contemporâneos da preservação arquivística digital, a importância da descrição e da estrutura lógica da informação à luz do Modelo de Referência OAIS, e a relevância da memória institucional para a governança informacional. Serão abordados ainda o papel estratégico do RDC-Arq na consolidação de políticas de gestão documental, bem como os desafios enfrentados para atender simultaneamente aos requisitos de governança organizacional, preservação e segurança tecnológica.
A programação também contempla a apresentação detalhada da trajetória do TJMG com o Modelo Hipátia, desenvolvida em cooperação com o Ibict. Serão expostos o histórico de criação do modelo, as soluções técnicas e operacionais adotadas pelo Tribunal, além da integração do RDC-Arq com sistemas como PROJUDI e Diário da Justiça Eletrônico (DJe). Os participantes terão acesso a informações sobre a arquitetura técnica que sustenta o repositório arquivístico digital no ambiente institucional do TJMG.
Serão discutidos ainda os impactos do projeto para a pesquisa, o acesso público e a consolidação da memória judicial. Entre os resultados já alcançados, destacam-se a produção de conhecimento técnico e científico, a disponibilização do acervo permanente pela Plataforma Acervo Minas Justiça e as perspectivas de expansão e disseminação de boas práticas em preservação digital.
Mais informações sobre os palestrantes e inscrições estão disponíveis neste link.