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Fundaj avança na preservação digital de acervos históricos
Ao longo de 2024, a Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) intensificou a digitalização de acervos visando a preservação e a democratização do acesso ao patrimônio cultural e histórico salvaguardado pela instituição. A iniciativa é realizada pela Coordenação-Geral de Estudos da História Brasileira (Cehibra), vinculada à Diretoria de Memória, Educação, Cultura e Arte (Dimeca), e resultou na digitalização de milhares de documentos iconográficos, textuais e em microfilmes.
No acervo iconográfico, foram digitalizados 11.228 itens pertencentes a coleções como as de Jota Soares e Lula Cardoso Ayres. Já no acervo textual, o total de itens digitalizados alcançou 10.796, incluindo obras de personalidades como Edwiges de Sá Pereira, Ascenso Ferreira, Aloisio Magalhães, Glauco Pinheiro e Gregório Bezerra.
Além disso, 333 rolos de microfilmes foram digitalizados, destacando materiais das coleções de jornais históricos como A Província, Jornal Pequeno e Jornal do Recife, além do Arquivo Dom Vital.
De acordo com a coordenadora do Cehibra, Nadja Tenório, a digitalização reforça o compromisso da Fundaj com a preservação da memória, garantindo a conservação dos documentos e o acesso público a esse vasto patrimônio cultural.
"A digitalização de um acervo raro e precioso como o nosso é fundamental para garantir sua preservação, considerando tanto o valor histórico das obras quanto seu estado de conservação. Com a digitalização, conseguimos disponibilizar o conteúdo sem causar qualquer desgaste ao material original. Esse é o principal objetivo: preservar e facilitar o acesso. O material já vem sendo disponibilizado no Sophia, oferecendo praticidade ao usuário", concluiu Nadja Tenório.