Ir para o Conteúdo 1 Ir para a Página Inicial 2 Ir para o menu de Navegação 3 Ir para a Busca 4 Ir para o Mapa do site 5
Abrir menu principal de navegação
Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais - Cemaden/MCTI
Termos mais buscados
  • imposto de renda
  • assinatura
  • mei
  • inss
  • enem
Termos mais buscados
  • imposto de renda
  • assinatura
  • mei
  • Acesso à Informação
    • Institucional
      • Apresentação
      • Estrutura física e organizacional do Cemaden
      • O Cemaden e sua competência no âmbito do Plano Nacional de Gestão de Risco de Riscos e Resposta a Desastres Naturais
      • Quem é quem
      • Termo de Compromisso de Gestão e Relatórios
      • Plano Diretor
      • Política de Inovação
      • Portfólio de Programas e Projetos
      • Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicações
      • Acordos de Adesão para Expansão da Rede Observacional - Ciclo 2023 a 2026
    • Ações e Programas
      • Programa AlertaGEO
      • Projeto Pluviômetros nas Comunidades
      • Projeto Prevenção de deslizamentos se aprende na escola
      • Projeto iFAST
      • Anteriores - programas e projetos - 2012 a 2015
    • Auditorias
    • Convênios e Transferências
      • Convênio FCMF - Campanha Aprender para Prevenir 2025
      • Ampliação da Capacidade de Monitoramento do Cemaden
      • Convênio Finep/Funcate - Remaden
      • TED - Cemaden e Secretaria de Periferias/MCidades - 2025
      • TED - Cemaden e UFPE - 2025
      • TED CNPq 2025
      • Convênios finalizados
    • Receitas e Despesas
    • Licitações e Contratos
      • Licitações
      • Contratos
    • Oportunidades
    • Servidores
    • Informações Classificadas
    • Serviço de Informação ao Cidadão (SIC)
    • Perguntas Frequentes
    • Dados Abertos
    • Agenda da Diretora
      • Agenda
    • LGPD
      • Encarregado pelo Tratamento de Dados Pessoais
      • Canal de Comunicação
      • Referências e Recursos
      • Aviso de Privacidade
      • Governança em Privacidade
      • Registro de Incidentes
    • Normativos Internos
      • Política de Segurança da Informação (POSIN) do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN)
      • Plano Diretor de Logística Sustentável
    • Sanções administrativas
  • Assuntos
    • Notícias do Cemaden
    • Mapa Interativo
    • Boletins e Relatórios
      • Boletim de Impactos de Extremos de Origem Hidro-Geo-Climático em Atividades Estratégicas para o Brasil
      • Estado do Clima, Extremos de Clima e Desastres no Brasil
      • Monitoramento e Avaliação de Impactos da Seca
      • Monitoramento Hidrológico
      • Notas Técnicas
    • Fundações de Apoio
    • Pesquisa
      • Linhas de Pesquisa
      • 1. Desastres Naturais
      • 2. Meteorologia
      • 3. Hidrologia
      • 4. Geologia
      • 5. Agrometeorologia e Incêndios Florestais
    • Riscos Geo-Hidrológicos
    • Alagamento
    • Briefing CEMADEN-CENAD
  • Canais de Atendimento
    • Fale Conosco
  • Centrais de Conteúdo
    • Fotos
      • II Seminário de Avaliação de Alertas do CEMADEN e da Solenidade de 15 anos
    • Redes Sociais
      • Instagram
      • Linkedin
      • Youtube Cemaden MCTI
      • Youtube Série de Debates CEMADEN
      • Youtube Cemaden Educação
      • Facebook
  • Composição
  • Rede Observacional
    • Perguntas Frequentes
  • Quem é Quem
  • GOV.BR
    • Serviços
      • Buscar serviços por
        • Categorias
        • Órgãos
        • Estados
      • Serviços por público alvo
        • Cidadãos
        • Empresas
        • Órgãos e Entidades Públicas
        • Demais segmentos (ONGs, organizações sociais, etc)
        • Servidor Público
    • Temas em Destaque
      • Orçamento Nacional
      • Redes de Atendimento da Administração Pública Federal
      • Proteção de Dados Pessoais
      • Serviços para Imigrantes
      • Política e Orçamento Educacionais
      • Educação Profissional e Tecnológica
      • Educação Profissional para Jovens e Adultos
      • Trabalho e Emprego
      • Serviços para Pessoas com Deficiência
      • Combate à Discriminação Racial
      • Política de Proteção Social
      • Política para Mulheres
      • Saúde Reprodutiva da Mulher
      • Cuidados na Primeira Infância
      • Habitação Popular
      • Controle de Poluição e Resíduos Sólidos
    • Notícias
    • Galeria de Aplicativos
    • Acompanhe o Planalto
    • Navegação
      • Acessibilidade
      • Mapa do Site
      • Termo de Uso e Aviso de Privacidade
    • Consultar minhas solicitações
    • Órgãos do Governo
    • Por dentro do Gov.br
      • Dúvidas Frequentes em relação ao Portal gov.br
      • Dúvidas Frequentes da conta gov.br
      • Ajuda para Navegar o Portal
      • Conheça os elementos do Portal
      • Política de e-participação
      • Termos de Uso
      • Governo Digital
      • Guia de Edição de Serviços do Portal Gov.br
    • Canais do Executivo Federal
    • Dados da Administração Pública Federal
      • Dados Abertos
      • Painel Estatístico de Pessoal
      • Painel de Compras da Administração Pública Federal
      • Acesso à Informação
    • Empresas e Negócios
Links Úteis
  • Galeria de Aplicativos
  • Participe
  • Galeria de Aplicativos
  • Participe
Redes sociais
  • Facebook
  • YouTube
  • Instagram
Você está aqui: Página Inicial Assuntos Notícias do Cemaden Desafios, novas metodologias e propostas para prevenção e redução do risco de desastres foram os temas abordados no final do evento
Info

Notícias

Desafios, novas metodologias e propostas para prevenção e redução do risco de desastres foram os temas abordados no final do evento

Compartilhe por Facebook Compartilhe por Twitter Compartilhe por LinkedIn Compartilhe por WhatsApp link para Copiar para área de transferência
Publicado em 09/06/2017 00h00 Atualizado em 08/07/2026 15h56
DSC00176-1.jpg

“Novos olhares para velhos desafios” foi o tema da quarta mesa-redonda, na programação de ontem (08),  último dia do 1° Workshop Brasileiro para Avaliação de Ameaças, Vulnerabilidades, Exposição e Redução de Risco de Desastres – BRAHVE, realizado em São José dos Campos. O evento teve início nesta terça-feira (06),  reunindo pesquisadores de 7 países latinoamericanos e de várias regiões do Brasil para discutir gestão do risco de desastres, pesquisas, Marco de Sendai e implementação de Banco de Dados.

No último dia da programação da 1° Workshop Brasileiro para Avaliação de Ameaças, Vulnerabilidades, Exposição e Redução de Risco de Desastres (BRAHVE), pesquisadores de diversas universidades e do Cemaden, apresentaram projetos, experiências e propostas para fortalecer a gestão de riscos de desastres. As propostas mostradas forneceram informações e indicadores aos gestores públicos, de forma a permitir um planejamento e tomada de decisões para ações e políticas públicas intersetoriais.

Foram 6 apresentações de projetos, trabalhos de pesquisa e as experiências das aplicações práticas para ações diretas voltadas à governança dos riscos. Também foi feito o pré-lançamento do e-book : Redução da Vulnerabilidade para Desastres: do conhecimento à ação” ( Reduction of Vulnerability to Disasters : from Knowledge to Action), cujos autores são pesquisadores do Cemaden, de universidades brasileiras e estrangeiras. O site do livro encontra-se disponível em:< http://preventionroutes.weebly.com/capiacutetuloschapters.html> .

Indicadores de risco de desastres no Brasil fortalecem políticas públicas  na diminuição das vulnerabilidades

“Desastre é consequência da soma das falhas no desenvolvimento de uma sociedade.” Utilizando essa citação do pesquisador e geógrafo inglês Mark Pelling, o pesquisador e professor Lutiane Queiroz de Almeida, do Departamento de Geografia da Universidade do Rio Grande do Norte, iniciou sua exposição sobre a aplicação do Índice DRIB , cálculo que chega aos indicadores de riscos de desastres no Brasil.

Queiroz de Almeida faz a abordagem sobre as causas dos desastres “naturais” no Brasil, entre eles: as condições ambientais (que incluem clima, relevo, características geo-hidrológicas), estrutura da organização territorial e condições socioeconômicas e governança.

Para a análise e composição dos indicadores de vulnerabilidades, o pesquisador apresentou os componentes utilizados nos cálculos: a exposição das pessoas frente ao risco de desastres, a suscetibilidade (desde infraestrutura até fatores socioeconômicos), a capacidade de enfrentamento (de gestores, prevenção e alerta, serviços médicos, redes sociais e família, cobertura material) e a capacidade de adaptação.

“É importante lembrar que entre as carências das capacidades de adaptação, devem ser analisadas a educação e pesquisa, igualdade de gênero, proteção do meio ambiente, estratégias de adaptação e investimentos.”, destaca o pesquisador.

Gestão de risco de desastre com foco nas ações não estruturais

Para a redução de risco de desastres, a gerente de planejamento da Defesa Civil de Jaboatão dos Guararapes e pesquisadora da Universidade Federal de Pernambuco, Rejane Lucena, apresentou a proposta de analisar a configuração do município e a problemática de risco. Destaca que o foco nas ações não estruturais tem o objetivo de analisar em que medida a Gestão Pública Municipal tem investido no fortalecimento da governança para gestão de risco de desastres, com olhar nos aspectos da vulnerabilidade institucional e das ações não estruturais.

Para a pesquisadora, as prioridades de ação devem focar em políticas públicas intersetoriais, com característica multidisciplinar. Também destaca a importância da gestão compartilhada com foco na prevenção, planejamento participativo e instrumentos de gestão.

Classifica como velhos desafios o conhecimento e a compreensão do risco, a  intersetorialidade  entre as políticas públicas e planejamento integrado, além do fortalecimento do diálogo junto à população para redução de risco de desastres.  Para as novas perspectivas e novas posturas, cita a melhoria da capacidade institucional para prevenir e reduzir perdas, planejamento participativo e  de compartilhamento, além da descentralização. “O trabalho com foco na educação para prevenção de riscos e o diálogo com a população são pontos essenciais a serem efetivados.”, destaca. Rejane Lucena lembra, também, do trabalho voltado à resiliência, envolvendo a educação e e empoderamento de escolas e comunidades, além de outras ações para a efetiva  diminuição de riscos de desastres. “É preciso construir uma visão holística a respeito da gestão de risco de desastres, rompendo,  definitivamente, com o foco na resposta e investir na prevenção e na preparação”, enfatiza.

Formulação de políticas  para o aperfeiçoamento  do gerenciamento dos riscos de desastres associados a deslizamentos

O Projeto de Fortalecimento da Estratégia Nacional de Gestão Integrada de Riscos em Desastres Naturais (Gides) foi apresentado pelo cientista Tulius Nery, tecnologista do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

Esse projeto, desenvolvido por quatro ministérios do governo federal em parceria com a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica), recebeu da ONU o Certificado de Distinção no Prêmio Sasakawa, no último dia 25 de maio, em Cancún, durante a Plataforma Global de Redução de Risco de Desastres.

No eixo “Monitoramento e Alerta” o projeto é desenvolvido por pesquisadores e tecnologistas do Cemaden, junto aos pesquisadores japoneses da Jica.

“O projeto visa dar suporte à formulação de políticas e ao desenvolvimento de metodologias para o aperfeiçoamento do gerenciamento dos riscos de desastres de movimentos de massa.”, destaca o pesquisador Nery.

Tulius Nery apresentou, também, as recomendações gerais do Projeto Gides para a Previsão e Alerta. Entre elas está a fundamentação científica dos dados e análise estatística, alerta centrado na probabilidade de ocorrência do processo( incluindo aspectos de vulnerabilidades), sinergia interinstitucional nos três níveis de alerta, extensão das metodologias para os demais municípios e estados monitorados, aplicabilidade do alerta, entre outras recomendações. Fez abordagem sobre a emissão e transmissão de alertas e os critérios adotados para os níveis desses alertas.

Finalizou explicando a proposta do Projeto Gides na pesquisa e desenvolvimento para melhoria dos alertas e alarmes e no pós-projeto. “Após o projeto Gides, há a previsão de gestão integrada regionalizada, com planos de ações e estratégias, projetos de redes observacionais e técnico-científica, entre outras, e a formação de um comitê gestor.”

DSC00195-1.jpg

Desafios : riscos, ameaças e vulnerabilidades estão mudando

A pesquisadora do Cemaden, Liana Anderson –  que desenvolve projetos de pesquisa relacionados a  riscos e desastres associados a incêndios florestais  – inicia sua exposição apresentando diversos pontos para reflexão, com relação à Amazônia : “Estamos vivenciando  mudanças nos padrões temporais de eventos extremos, pois o risco e a ameaça estão se intensificando. Estamos com novos recordes de cheias e secas, e as vulnerabilidades estão aumentando.”, destaca a pesquisadora e conclui : “Temos novos desafios e novos desastres e não temos históricos de desastres associados a incêndios, mas não precisamos esperar uma catástrofe acontecer para fazer algo. Precisamos inovar no modo de fazer ciência, não dependendo somente de séries históricas de ocorrências.”

A pesquisadora apresentou o projeto piloto  que está sendo desenvolvido no estado do Acre, relacionado a um sistema de alerta focado em risco de desastres associados a incêndios florestais. “As projeções climáticas indicam o aumento da intensidade e da frequência dos extremos. Isso já é uma realidade no Acre.”, afirma a pesquisadora Anderson.

Lembra que o padrão definido de sistema de alerta pela UNISRD ( Escritório das Nações Unidas para Redução do Risco de Desastres) orienta sobre a necessidade de quatro eixos fundamentais: o  conhecimento de risco, o serviço de monitoramento e aviso técnico, a comunicação e divulgação do aviso e a capacidade de resposta da comunidade.

“ No sistema de alerta no projeto piloto no Acre, o risco é uma combinação de perigos e vulnerabilidades.”, destaca a pesquisadora. Ela explica que os perigos estão nas secas, uso do solo, história de incêndio, temperatura e umidade. As vulnerabilidades devem ser analisadas pelas políticas institucionais, socioeconômicas, ecológicas, serviço técnico de monitoramento e aviso. “São a base científica para a previsão e a previsão de riscos, os impactos e os custos”, enfatiza.

Fortalecimento da Rede de Pesquisadores em Riscos e Desastres

Mário Freitas, da Universidade Estadual de Santa Catarina (UDESC), apresentou os desafios e ações associados à constituição de uma Rede Brasileira de Pesquisa em Redução de Risco de Desastres, dinamizada, desde 2013, pelo então Centro de Excelência para a Redução do Risco de Desastres (CERRD/UNISDR).

O pesquisador ressaltou os avanços empreendidos nos diferentes workshops promovidos por esta rede, a missão, as diretrizes e princípios, bem como as linhas de pesquisa construídos pelos diferentes pesquisadores (as) que têm participado desse esforço coletivo. Como fruto desse esforço, destaca-se a realização do I Congresso Brasileiro de Redução de Risco de Desastres, ocorrido em Outubro de 2016 em Curitiba/PR, bem como a organização da segunda edição do evento, a ocorrer em Outubro de 2017 na cidade do Rio de Janeiro.

DSC00199-1.jpg

Redução da vulnerabilidade para desastres: do conhecimento à ação

O pesquisador e sociólogo do Cemaden, Victor Marchezini,  fez o pré-lançamento do e-book Redução da Vulnerabilidade para Desastres: do conhecimento à ação” ( Reduction of Vulnerability to Disasters : from Knowledge to Action). Além de Marchezini e Ben Wisner, a organização do livro também conta com as pesquisadoras do Cemaden, Luciana de Resende Londe e Silvia Midori Saito.

“Entender as abordagens multidimensionais da vulnerabilidade é essencial para encontrar caminhos para a redução do risco de desastre.”, enfatiza Marchezini. Explica que o objetivo do trabalho é promover o debate no Brasil e nas Américas sobre a redução da vulnerabilidade a desastres, analisando suas dimensões social, econômica, ambiental, política, técnica e institucional.

Quais são as causas e as pressões dinâmicas de vulnerabilidade? Como e até que ponto as vulnerabilidades se entrelaçam nas fases de preparação, resposta e recuperação? Quais são os obstáculos e pontes para os vários atores trabalharem para reduzir vulnerabilidade? Como os conhecimentos local e tradicional podem ser combinados com o conhecimento de especialista externo para reduzir desastres?

O livro traz seções com diversas abordagens para a redução da vulnerabilidade. Os 28 capítulos estão organizados em quatro seções: modelos conceituais para a compreensão da vulnerabilidade; contextos geográficos e históricos;  vulnerabilidade como conceito e sua avaliação quantitativa e qualitativa. Traz ainda uma seção que propõe como organizar e reproduzir esforços sustentados em direção à redução de vulnerabilidade a desastres. Marchezini também apresentou as considerações e observações sobre a progressão da vulnerabilidade, as causas de fundo e as pressões dinâmicas que geram condições inseguras, bem como outros elementos do modelo analítico Press and Release Framework (Wisner et al, 2012), que permite compreender as dimensões de criação do risco de desastres dentro dos modelos de desenvolvimento econômico. “O livro contemplará capítulos que nos ajudam a entender os desastres como processos que não são naturais, da mesma forma que as mudanças climáticas também não o são”, afirma o pesquisador. “Precisamos de uma visão integrada entre as ciências a fim de enfrentarmos desafios que são urgentes”, concluiu o pesquisador.

DSC00212-1.jpg

Informações gerais sobre o evento

Mais informações sobre  o 1° BRAHVE (Workshop Brasileiro para Avaliação de Ameaças, Vulnerabilidades, Exposição e Redução de Risco de Desastres) podem ser acessadas pelo link

http://www2.cemaden.gov.br/i-workshop-brasileiro-de-avaliacao-de-ameacas-vulnerabilidades-exposicao-e-reducao-de-risco-de-desastres/

Compartilhe por Facebook Compartilhe por Twitter Compartilhe por LinkedIn Compartilhe por WhatsApp link para Copiar para área de transferência
  • Acesso à Informação
    • Institucional
      • Apresentação
      • Estrutura física e organizacional do Cemaden
      • O Cemaden e sua competência no âmbito do Plano Nacional de Gestão de Risco de Riscos e Resposta a Desastres Naturais
      • Quem é quem
      • Termo de Compromisso de Gestão e Relatórios
      • Plano Diretor
      • Política de Inovação
      • Portfólio de Programas e Projetos
      • Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicações
      • Acordos de Adesão para Expansão da Rede Observacional - Ciclo 2023 a 2026
    • Ações e Programas
      • Programa AlertaGEO
      • Projeto Pluviômetros nas Comunidades
      • Projeto Prevenção de deslizamentos se aprende na escola
      • Projeto iFAST
      • Anteriores - programas e projetos - 2012 a 2015
    • Auditorias
    • Convênios e Transferências
      • Convênio FCMF - Campanha Aprender para Prevenir 2025
      • Ampliação da Capacidade de Monitoramento do Cemaden
      • Convênio Finep/Funcate - Remaden
      • TED - Cemaden e Secretaria de Periferias/MCidades - 2025
      • TED - Cemaden e UFPE - 2025
      • TED CNPq 2025
      • Convênios finalizados
    • Receitas e Despesas
    • Licitações e Contratos
      • Licitações
      • Contratos
    • Oportunidades
    • Servidores
    • Informações Classificadas
    • Serviço de Informação ao Cidadão (SIC)
    • Perguntas Frequentes
    • Dados Abertos
    • Agenda da Diretora
      • Agenda
    • LGPD
      • Encarregado pelo Tratamento de Dados Pessoais
      • Canal de Comunicação
      • Referências e Recursos
      • Aviso de Privacidade
      • Governança em Privacidade
      • Registro de Incidentes
    • Normativos Internos
      • Política de Segurança da Informação (POSIN) do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN)
      • Plano Diretor de Logística Sustentável
    • Sanções administrativas
  • Assuntos
    • Notícias do Cemaden
    • Mapa Interativo
    • Boletins e Relatórios
      • Boletim de Impactos de Extremos de Origem Hidro-Geo-Climático em Atividades Estratégicas para o Brasil
      • Estado do Clima, Extremos de Clima e Desastres no Brasil
      • Monitoramento e Avaliação de Impactos da Seca
      • Monitoramento Hidrológico
      • Notas Técnicas
    • Fundações de Apoio
    • Pesquisa
      • Linhas de Pesquisa
      • 1. Desastres Naturais
      • 2. Meteorologia
      • 3. Hidrologia
      • 4. Geologia
      • 5. Agrometeorologia e Incêndios Florestais
    • Riscos Geo-Hidrológicos
    • Alagamento
    • Briefing CEMADEN-CENAD
  • Canais de Atendimento
    • Fale Conosco
  • Centrais de Conteúdo
    • Fotos
      • II Seminário de Avaliação de Alertas do CEMADEN e da Solenidade de 15 anos
    • Redes Sociais
      • Instagram
      • Linkedin
      • Youtube Cemaden MCTI
      • Youtube Série de Debates CEMADEN
      • Youtube Cemaden Educação
      • Facebook
  • Composição
  • Rede Observacional
    • Perguntas Frequentes
  • Quem é Quem
Redefinir Cookies
Redes sociais
  • Facebook
  • YouTube
  • Instagram
Acesso àInformação
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons Atribuição-SemDerivações 3.0 Não Adaptada.
Voltar ao topo da página
Fale Agora Refazer a busca