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Diretor-presidente homenageia maquinista em Recife
Da dir. para a esq.: Diretor-Presidente da CBTU, José Marques, a Superintendente da Unidade da CBTU Recife, Marcela Campos e o Maquinista Alexandre Vila Nova.
O diretor-presidente CBTU, José Marques, e a superintendente da CBTU Recife, Marcela Campos, reuniram os empregados em Recife para uma homenagem ao maquinista Alexandre Vila Nova Pereira, que debelou um princípio de incêndio num trem da Linha Sul na noite de ontem (19).
“Essa homenagem é também para todos os outros tantos Vilas Novas que trabalham na CBTU”, explica José Marques.
Leia na íntegra o agradecimento de José Marques:
Estamos aqui reunidos hoje, por um motivo que me orgulha: reconhecer publicamente a atitude exemplar de um dos nossos empregados, o maquinista Vila Nova, que diante de uma situação crítica envolvendo um princípio de incêndio, agiu com rapidez, técnica, coragem e serenidade.
Em momentos como esse, não é o discurso que protege vidas e patrimônio. É a decisão correta, no tempo certo. E foi exatamente isso que aconteceu. A atuação dele foi determinante para conter o incêndio, reduzir danos e evitar a perda de mais uma composição. Em um cenário de restrições e desafios, isso tem um peso ainda maior. Não se trata apenas de um equipamento, mas da continuidade do serviço e da capacidade operacional; do compromisso com a população, com os colegas e de todos os que dependem desse sistema.
Nós sabemos, e não é segredo para ninguém, que atravessamos anos de contingenciamento, limitações orçamentárias e escassez de recursos. Muitas vezes ou quase sempre, fazemos mais com menos e é justamente por isto que precisamos valorizar o que há de mais decisivo em uma empresa pública que presta um serviço essencial: gente preparada, gente comprometida e capaz de agir com responsabilidade sob pressão.
Essa fala não é só um agradecimento individual, embora seja muito merecido. Ela é também uma mensagem institucional de que aqui, atitudes como essa são reconhecidas. Porque existe uma diferença enorme entre “cumprir carga horária” e “cumprir uma missão”; entre apenas “executar rotinas” e “assumir, de verdade, a responsabilidade de proteger vidas, patrimônio e o interesse público”.
O que vimos foi dedicação, senso de dever, presença de espírito e profissionalismo. E isso merece ser enaltecido, compartilhado e tomado como exemplo. É esse tipo de postura que sustenta a operação nos dias difíceis, que fortalece uma cultura de segurança e que reafirma o valor do nosso trabalho.
Em nome da companhia, e em nome de todos os colegas, registro nosso respeito, nossa gratidão e nosso reconhecimento. Parabéns pela atitude e pela entrega. Que essa postura inspire em todos nós e que continuemos fortalecendo, diariamente, a cultura de prevenção, de prontidão e de cuidado que é o coração da operação ferroviária.