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Influência digital e o efeito halo em decisões financeiras de investimentos

Por Maria Adriana Campêlo
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Publicado em 16/04/2026 15h35 Atualizado em 17/04/2026 10h25

O acesso à informação sobre finanças e investimentos passou, nos últimos anos, por uma transformação significativa. As informações que antes ficavam concentradas somente em relatórios técnicos, com intermediação especializada e análise estruturada, passou a circular de forma ampla e contínua nas redes sociais. Opiniões, análises e até recomendações aparecem misturadas a narrativas pessoais e histórias de sucesso, criando um ambiente em que é difícil distinguir informação qualificada de persuasão com interesses.

Esse movimento ganhou força especialmente a partir da pandemia de Covid-19. Com mais tempo disponível e maior acesso às plataformas digitais, uma nova geração de investidores passou a acompanhar o mercado e a buscar ativamente informações sobre finanças. Nesse contexto, os chamados finfluencers, criadores de conteúdo que transitam entre informação, opinião e influência, passaram a ocupar um espaço cada vez mais relevante na construção de entendimentos sobre finanças e investimentos.

Diante deste cenário, compreendermos como a confiança é construída se torna fundamental para avaliação das informações consumidas nos espaços virtuais. Com a exposição a múltiplas fontes, estímulos e gatilhos mentais, a análise nem sempre ocorre de forma isolada e técnica. Sendo assim, é necessário refletirmos sobre um ponto importante: ao consumirmos conteúdo de um finfluencer, estamos considerando um conjunto amplo e qualificado de informações sobre o tema de interesse, ou nos baseando predominantemente na imagem e na boa impressão de quem o apresenta?

A busca por referências nas redes sociais não é, por si só, um problema. Ela faz parte de um mecanismo humano de aprendizagem por observação. A teoria da aprendizagem social, proposta pelo psicólogo Bandura, sugere que grande parte dos nossos comportamentos se forma a partir da observação de outros, especialmente em contextos de incerteza. Quando se trata de finanças, isso se torna ainda mais evidente, pois diante da complexidade dos investimentos, muitos indivíduos recorrem a modelos externos como forma de reduzir dúvidas, agilizar decisões e tentar replicar resultados financeiros.

Contudo, nas redes sociais, autoridade e confiança raramente são construídas apenas com base em formação e conhecimento técnico. Elementos como clareza na comunicação, estética do perfil, número de seguidores e exposição de resultados passam a funcionar como sinais indiretos de competência que influenciam fortemente as nossas decisões. O problema é que esses sinais nem sempre correspondem à realidade. A facilidade de compreensão de um conteúdo, por exemplo, pode ser confundida com qualidade de uma análise técnica. A transparência aparente, construída por relatos pessoais, pode ser interpretada como prova de confiabilidade. Métricas de engajamento passam a ser lidas como validação de expertise.

É nesse contexto que o efeito halo se torna particularmente relevante e atua: uma característica positiva, como carisma, didática, aparência de sucesso ou popularidade, é suficiente para influenciar a forma como avaliamos outras qualidades, como credibilidade e competência técnica. E, nas redes sociais, esse mecanismo tende a ser ainda mais explorado e intensificado como estratégia de marketing.

Dados recentes ajudam a dimensionar esse fenômeno no segmento de produção de conteúdo sobre finanças e investimentos. Em um estudo realizado na Índia, 82% dos investidores afirmaram ter feito investimento com base em conselhos de influenciadores financeiros, o que sugere alto nível de confiança. Observou-se, ainda, um descompasso relevante entre a confiança atribuída a esses agentes e sua qualificação técnica, pois apenas 2% desses criadores possuíam certificação ou autorização formal para orientar e fazer recomendações financeiras. No Brasil e no cenário internacional, essa lacuna de credibilidade expõe o investidor ao que a IOSCO chama tecnicamente de Mis-selling – oferta de produtos ou serviços financeiros de forma indevida, envolvendo aconselhamentos generalistas, na qual o investidor é induzido ao consumo de produtos de investimentos inadequados para o seu perfil de risco e necessidades.

Isso não significa que as redes sociais ou os finfluencers devam ser descartadas como fonte de informação. Eles podem, sim, ser considerados, desde que como ponto de partida: um espaço de descoberta, de ampliação de repertório e de aproximação com temas financeiros, especialmente no contexto da educação financeira. O problema surge quando deixam de ser esse ponto de partida e passam a ser ponto final, ou a única base para a tomada de decisão.

Sendo assim, a democratização das informações relacionadas ao universo financeiro nas redes sociais, sem dúvida, representa um avanço. No entanto, exige uma postura crítica de quem consome esse tipo de conteúdo, como: verificar as fontes utilizadas na criação do conteúdo, não se restringir a um único influenciador e diversificar as referências, buscando também conteúdos em fontes confiáveis, como a CVM; questionar narrativas que prometem lucro rápido ou sem risco; e, por fim, identificar possíveis conflitos de interesse, como publicidade paga, oferta de produtos próprios ou links de afiliados, além de confirmar o registro de empresas promovidas em caso de valores mobiliários e a transparência na divulgação desses interesses.

Vale reforçar que a confiança não deve ser baseada apenas na popularidade ou no número de seguidores. É preciso reconhecer o papel silencioso do efeito halo nesse processo: muitas vezes, não é o conteúdo que sustenta a confiança, mas a impressão positiva que temos de quem o apresenta. Quando popularidade, carisma, estética ou histórias de sucesso passam a orientar nossa percepção, corremos o risco de atribuir credibilidade técnica sem a devida verificação.

Por isso, ao consumirmos conteúdos sobre finanças e investimentos nas redes sociais, é importante nos perguntarmos: minhas decisões financeiras estão sendo orientadas por uma análise consistente, alinhada aos meus objetivos e perfil de risco, ou estão sendo influenciadas pela imagem, muitas vezes cuidadosamente construída, de quem estou consumindo como conteúdo? Conhecer o viés não elimina sua influência, mas permite sua identificação e mitigação.

 

Referências:

Bandura, A. (1977). Social learning theory. Englewood Cliffs, NJ: Prentice Hall.

CFA Institute. (2025). Clicks and credibility: Understanding finfluencers’ role in investment decisions. CFA Institute. https://rpc.cfainstitute.org/research/surveys/2025/clicks-and-credibility

Espeute, S., & Preece, R. (2024). The finfluencer appeal: Investing in the age of social media. CFA Institute Research and Policy Center. https://rpc.cfainstitute.org/research/reports/2024/finfluencer-appeal

International Organization of Securities Commissions. (2025). Finfluencers: Final report (FR/08/2025). IOSCO. https://www.iosco.org/library/pubdocs/pdf/IOSCOPD795.pdf

Magalhães, H. (2025).  Efeito Halo no Marketing: Como a Primeira Impressão Pode Fazer Toda a Diferença. Academia Digital. https://marketingdigitalavancado.com.br/efeito-halo-no-marketing-como-a-primeira-impressao-pode-fazer-toda-a-diferenca/

Ontario Securities Commission & The Decision Lab. (2026). Social media and retail investing: The rise of finfluencers. Ontario Securities Commission. https://www.osc.ca/en/investors/investor-research-and-reports/social-media-and-retail-investing-rise-finfluencers

Sathya, N., & Prabhavathi, C. (2024). The influence of social media on investment decision-making: Examining behavioral biases, risk perception, and mediation effects. International Journal of System Assurance Engineering and Management, 15(3), 957–963. https://doi.org/10.1007/s13198-023-02182-x

Vasquez, H., & Cross, D. (2024). The effects of social media on investment decisions within an online community. Scholarly Commons; Embry-Riddle Aeronautical University. https://ssrn.com/abstract=4765619

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