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Dia da Caatinga - O papel da pesquisa e das ações em rede na proteção da região semiárida com maior biodiversidade do mundo

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Publicado em 28/04/2025 00h00 Atualizado em 30/04/2025 13h46
Colaboradores: Fernanda Moura
Infográfico Caatinga

Aqui estão informações relevantes sobre o único bioma exclusivamente brasileiro - Foto: Katiúcia Beserra e Ione Barbosa

Existe um consenso entre especialistas de que a Caatinga é a região semiárida com maior biodiversidade do mundo. Símbolo de resiliência e adaptação, nela quase tudo se molda às condições de vida com pouca água e altas temperaturas. O território é também berço cultural, lar de centenas de povos e comunidades tradicionais, verdadeiros guardiões do conhecimento e protetores do meio ambiente. Para marcar o Dia Nacional da Caatinga, celebrado nesta segunda-feira, 28, o Instituto Nacional do Semiárido (INSA/MCTI) destaca o papel da pesquisa científica e das ações multidisciplinares na conservação do único bioma exclusivamente brasileiro.

Gigante, a Caatinga ocupa cerca de 11% do território nacional, com uma extensão territorial de 862.818 km². Está em todos os estados do Nordeste e em parte da faixa norte de Minas Gerais, onde vivem aproximadamente 28 milhões de habitantes (IBGE, 2019). Abriga mais de 3,3 mil espécies de plantas vasculares, sendo 526 endêmicas, ou seja, que não existem em nenhum outro lugar do planeta, e mais de 1,8 mil espécies de animais entre vertebrados e invertebrados, sendo pelo menos 327 endêmicas. Seu nome vem do Tupi e significa mata branca, isto porque na estação seca, a maioria das plantas perde as folhas, expondo os galhos esbranquiçados. A paisagem muda nos períodos de chuva, quando explode em cores, perfumes e sabores e quando salta aos olhos a imensa variedade de espécies animais e vegetais da região.

Dia da Caatinga
A Caatinga ocupa cerca de 11% do território nacional, com uma extensão territorial de 862.818 km² (Fotos: Divulgação INSA/MCTI)

Embora variado e resistente, este ecossistema já perdeu cerca de 40% de sua vegetação nativa, em decorrência dos processos de degradação provocados pela ação humana, segundo dados do Ministério do Meio Ambiente (MMA). Na contramão desta realidade, atuam as pesquisas científicas que, aliadas aos saberes ancestrais dos povos caatingueiros e a uma série de iniciativas em rede, têm contribuído para delinear ações efetivas de conservação e combate aos efeitos da devastação e das mudanças climáticas.

Apesar dos estudos, ainda se difunde a imagem distorcida, de que a Caatinga está morta na estação seca. Na realidade, conforme ressalta a professora e pesquisadora Dilma Trovão, coordenadora de Pesquisas do Instituto Nacional do Semiárido (INSA/MCTI), essa condição (de parecer estar morta) faz parte da associação de estratégias das plantas para sobrevivência nos períodos de estiagem. “As folhas secam e caem (caducifolia), as plantas reduzem a altura para otimizar o uso da (pouca) água, modificam folhas em espinhos, estruturam reservas de água, entre outras. É um dos mecanismos de sobrevivência e que nos faz reconhecer como a Caatinga é tão forte. Ela tem a vegetação mais apropriada para esta região e entre as formações secas do mundo, é a mais rica”, enfatiza.

Para o pesquisador Aldrin Perez, titular da área de Desertificação do Instituto, o papel das pesquisas científicas é fundamental na proteção e valorização do bioma, ainda popularizado como pobre e sem vida. “A Caatinga tem muitas potencialidades, em frutos, madeiras, ornamentos, para a gastronomia e principalmente nos aspectos fitoterapêuticos, mas, ela sempre foi tratada como uma floresta pobre e estigmatizada como inútil. É preciso valorizar e proteger sua imensa riqueza. Nossas pesquisas vêm mostrando que a diversidade florística, o endemismo, a capacidade de sequestro de carbono, entre outras qualidades, transformam a Caatinga em uma floresta de relevância mundial para a manutenção da vida silvestre”, salienta.

Dia da Caatinga
Berço cultural, lar de centenas de povos e comunidades tradicionais, verdadeiros guardiões do conhecimento e protetores do meio ambiente (Fotos: Divulgação INSA/MCTI)

Entre estes trabalhos voltados para a preservação e conservação da fauna e da flora da Caatinga, Aldrin frisa a análise de composição e estrutura horizontal de um fragmento da floresta, feita com objetivo de avaliar a diversidade florística e a distribuição de árvores e arbustos. Os resultados revelaram a presença de 35 espécies arbustivo-arbóreas, apenas neste fragmento, pertencentes a 17 famílias botânicas e, que a vegetação estudada está em processo de regeneração. As informações servirão como base sólida para a formulação de estratégias de manejo e conservação da vegetação nativa da região.

O Instituto Nacional do Semiárido (INSA) é uma Unidade de Pesquisa integrante do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), com o objetivo de ser agente de transformação, promovendo inovação tecnológica e social para o Semiárido brasileiro.

A unidade realiza pesquisas nas áreas de Biodiversidade; Ciência e Tecnologia de Alimentos; Desertificação; Energia; Gestão da Informação e Popularização da Ciência; Recursos Hídricos; Sistemas de Produção Animal; Sistemas de Produção Vegetal; Solos e Mineralogia e Inovação.

Ações em rede e a atuação dos povos tradicionais
Também marcando o Dia Nacional da Caatinga, acontece nesta segunda-feira, na sede do Ibama em Brasília, a instalação da Comissão Nacional de Combate à Desertificação (CNCD). O evento terá uma atividade especial sobre a importância do bioma para a sustentabilidade e os desafios enfrentados pelas comunidades que nele habitam. O Instituto Nacional do Semiárido é um dos membros, com voz e voto, e é a instituição que atuará como correspondente científica junto à Comissão.

A criação da CNCD é um marco importante na construção de um Brasil mais resiliente frente aos desafios impostos pelas mudanças climáticas. Além dela, há o novo Programa Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAB Brasil), que será lançado na sede do INSA em Campina Grande, em 17 de junho, Dia Mundial de Combate à Desertificação. As duas iniciativas unem governo, sociedade civil e meio acadêmico e têm atuação crucial na definição de ações que possibilitem a recuperação e preservação dos ecossistemas afetados pela desertificação, bem como em promover a conscientização e o engajamento das populações que vivem nessas áreas.

O processo de construção do novo PAB e a instalação da CNCD priorizam a participação dos povos originários, tendo em vista serem estas populações as mais afetadas pelas consequências da desertificação e de outros processos de destruição do meio ambiente, embora tenham tanto a ensinar sobre convivência com o Semiárido, respeitando o meio ambiente e preservando recursos.

É o que destaca a cacica Cícera Cabral, liderança do povo Pankará, que vive às margens do rio Opará, município de Itacuruba, Pernambuco, uma das vozes ativas nesta jornada. “Quem melhor para dizer o que estamos vivenciando do que nós? É muito importante saber que estamos fazendo parte de algo que vem para fortalecer os territórios e os povos que vivem dentro dos territórios, para nos ajudar a construir os territórios da forma que a gente precisa, para garantir a sustentabilidade e a vida das pessoas”, enfatizou.

De fato, os territórios indígenas cumprem função central na conservação da Caatinga e conectam diferentes biomas do país, como reforça a Carta dos Povos Indígenas do Cerrado e da Caatinga, cujo texto evidencia os importantes serviços ambientais prestados por estas nações, como a manutenção de recursos hídricos, contenção do desmatamento e redução das emissões de carbono na atmosfera. “Além de serem responsáveis pelas áreas protegidas mais bem conservadas nesses biomas, são detentores de conhecimentos e de práticas tradicionais de manejo, recuperação e conservação dessa biodiversidade”, diz o texto.

Ainda de acordo com a redação da Carta, habitam hoje na região, 45 povos indígenas com uma população em torno de 90 mil habitantes, distribuídos em 36 Terras Indígenas, e que ocupam uma área de quase 140 mil hectares.

As comunidades quilombolas também têm sido relevantes para a manutenção da vida na Caatinga. Um levantamento inédito do MapBiomas revela que os territórios quilombolas estão entre as regiões com menor desmatamento do país. Destes territórios, 94 estão na Caatinga e ocupam uma área de 550 mil hectares.

Do mesmo modo, os sertanejos, vaqueiros e agricultores, são primordiais na preservação do bioma, devido ao seu conhecimento profundo da região, suas práticas de manejo sustentável e sua ligação histórica com o ecossistema.

Origem da data - Celebrado em 28 de abril, o Dia Nacional da Caatinga foi instituído para conscientizar a sociedade sobre a importância de sua defesa e oficializado por meio de decreto, em 2003, em homenagem ao professor João de Vasconcelos Sobrinho (1908 – 1989), um dos fundadores da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e considerado pioneiro na área dos estudos ambientais no Brasil.

Confira abaixo material informativo produzido por Katiúcia Beserra e Ione Barbosa para a data.

Infográfico Caatinga
Clique para ampliar a imagem

*Este é um conteúdo de popularização da ciência, produzido pela área de Gestão da Informação e Popularização da Ciência do Instituto Nacional do Semiárido (INSA/MCTI).

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