Inscrever-se no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal Você também pode conhecer este serviço como: Cadastro Único, CadÚnico
Última Modificação: 10/12/2019
Inscrever-se no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal
  • O que é?

    O Cadastro Único é um registro criado para o Governo Federal saber melhor quem são e como vivem as famílias brasileiras de baixa renda. Ao se inscrever ou atualizar os dados no Cadastro Único, uma família ou pessoa pode tentar participar de diferentes programas sociais, como o Bolsa Família, a Tarifa Social de Energia Elétrica, entre outros. Mas é importante saber que estar no Cadastro Único não significa a entrada automática nestes programas, pois cada um deles tem suas regras específicas.

     

     

  • Quem pode utilizar este serviço?

    Podem se inscrever no Cadastro Único as famílias que:
    -possuem renda mensal por pessoa de até meio salário mínimo;
    -possuem renda mensal familiar total de até três salários;
    -possuem renda acima dessas, mas que estejam vinculadas ou pleiteando algum programa ou benefício que utilize o Cadastro Único em suas concessões;
    - são compostas por apenas uma pessoa;
    - são compostas por pessoas em situação de rua — sozinhas ou com a família.

  • Etapas para a realização deste serviço
    1. Cadastrar informações

      Para a inscrição, é preciso que uma pessoa da família se responsabilize por prestar as informações de todos os demais membros familiares para o entrevistador. Essa pessoa é chamada de Responsável pela Unidade Familiar (RF) e deve ter pelo menos 16 anos, e preferencialmente, ser mulher. O RF deve procurar o setor responsável pelo Cadastro Único e/ou pelo Bolsa Família na cidade em que mora e prestar as informações ao entrevistador. 

      Documentação

      Documentação em comum para todos os casos
      • Responsável pela Unidade Familiar (RF):
        -CPF; ou
        -Título de Eleitor.
        - qualquer documento de cada uma das pessoas da família: certidão de nascimento, certidão de casamento, RG, CPF, Carteira de Trabalho ou Título de Eleitor

      Responsável pela Família Indígena
      • - CPF; ou
        - Título de Eleitor; ou
        - Registro Administrativo de Nascimento Indígena (RANI); ou
        - Outros documentos de identificação, como Certidão de Casamento, Carteira de Identidade (RG) e Carteira de Trabalho.

      Responsável pela Família Quilombola
      • - CPF; ou
        - Título de Eleitor; ou
        - Outros documentos de identificação, como Certidão de Casamento, Carteira de Identidade (RG) e Carteira de Trabalho.

      Demais pessoas da família
      • - Certidão de Nascimento; ou
        - Certidão de Casamento; ou
        - CPF; ou
        - Carteira de Identidade (RG); ou
        - Carteira de Trabalho; ou
        - Título de Eleitor.

      Cadastramento de pessoas que não tem documento
      • Se alguém da família ou se todos os integrantes não tiverem documentos, o entrevistador do Cadastro Único deve fazer a entrevista mesmo assim, orientar e encaminhar a família ou a pessoa para tirar os documentos. Mas, enquanto o Responsável Familiar (RF) não apresentar um dos documentos obrigatórios ao entrevistador e um documento para cada membro da família, o cadastro ficará incompleto e a família não poderá participar de programas sociais. 

      Documentos não obrigatórios mas que ajudam no cadastramento (em todos os casos)
      • - Comprovante de endereço, de preferência a conta de luz;
        - Comprovante de matrícula escolar das crianças e jovens até 17 anos. Se não tiver comprovante, leve o nome da escola de cada criança ou jovem.
        - Carteira de Trabalho.

      Canais de prestação

        Presencial : 

      O cidadão deve procurar o setor responsável pelo Cadastro Único e/ou pelo Bolsa Família na cidade em que mora. Se não souber onde fica o local de cadastramento, pode buscar essa orientação no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) mais próximo de sua casa ou buscar no endereço: https://aplicacoes.mds.gov.br/sagi/mops/
      Em muitas localidades, o próprio CRAS realiza o cadastramento das famílias.

      Tempo estimado de espera Até 1 hora(s)

      Tempo de duração da etapa

      Em média 1 hora(s)
    2. Atualizar informações

      É necessário atualizar as informações sempre que houver mudança na situação da família cadastrada, como por exemplo:
      - Nascimento ou morte de alguém na família;
      - Saída de um integrante para outra casa;
      - Entrada das crianças na escola ou transferência de escola;
      - Aumento ou diminuição da renda, entre outros.
      Mesmo sem mudança na família, o cadastro deve ser atualizado a cada dois anos, obrigatoriamente.

      Documentação

      Documentação em comum para todos os casos
      • Responsável pela Unidade Familiar (RF):
        -CPF; ou
        -Título de Eleitor.

      Responsável pela Família Indígena
      • - CPF; ou
        - Título de Eleitor; ou
        - Registro Administrativo de Nascimento Indígena (RANI); ou
        - Outros documentos de identificação, como Certidão de Casamento, Carteira de Identidade (RG) e Carteira de Trabalho.

      Responsável pela Família Quilombola
      • - CPF; ou
        - Título de Eleitor; ou
        - Outros documentos de identificação, como Certidão de Casamento, Carteira de Identidade (RG) e Carteira de Trabalho.

      Demais pessoas da família
      • - Certidão de Nascimento; ou
        - Certidão de Casamento; ou
        - CPF; ou
        - Carteira de Identidade (RG); ou
        - Carteira de Trabalho; ou
        - Título de Eleitor.

      Documentos não obrigatórios mas que ajudam no cadastramento
      • - Comprovante de endereço, de preferência a conta de luz;
        - Comprovante de matrícula escolar das crianças e jovens até 17 anos. Se não tiver comprovante, leve o nome da escola de cada criança ou jovem.
        - Carteira de Trabalho.

      Canais de prestação

        Presencial : 

      O cidadão deve procurar o setor responsável pelo Cadastro Único e/ou pelo Bolsa Família na cidade em que mora. Se não souber onde fica o local de cadastramento, pode buscar essa orientação no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) mais próximo de sua casa ou buscar no endereço: https://aplicacoes.mds.gov.br/sagi/mops/
      Em muitas localidades, o próprio CRAS realiza o cadastramento das famílias.

      Tempo estimado de espera Até 1 hora(s)

      Tempo de duração da etapa

      Não estimado ainda
  • Outras Informações
    Quanto tempo leva?
    Em média 1 hora(s) é o tempo estimado para a prestação deste serviço.

    Informações adicionais ao tempo estimado

    A entrevista do Cadastro Único dura, em média, 1 hora para ser realizada. Já o agendamento do cadastramento é organizado por cada município de acordo com um calendário próprio. Assim, o tempo de espera até o atendimento presencial vai variar de cidade para cidade. Em vários municípios o governo local tem um número central de telefone, com opções que permitem agendar uma data para o cadastramento.


    Este serviço é gratuito para o cidadão.

    Para mais informações ou dúvidas sobre este serviço, entre em contato

    Acesse o Portal do Ministério da Cidadania para maiores informações. 
    http://mds.gov.br/ministerio-da-cidadania/ouvidoria-do-ministerio.
    Ou pelo telefone 121 - Ouvidoria Geral do Ministério da Cidadania


    Este é um serviço do Ministério da Cidadania . Em caso de dúvidas, reclamações ou sugestões favor contactá-lo.

    Tratamento a ser dispensado ao usuário no atendimento

    O usuário deverá receber, conforme os princípios expressos na lei nº 13.460/17, um atendimento pautado nas seguintes diretrizes:
    · Urbanidade;
    · Respeito;
    · Acessibilidade;
    · Cortesia;
    · Presunção da boa-fé do usuário;
    · Igualdade;
    · Eficiência;
    · Segurança; e
    · Ética


    Informações sobre as condições de acessibilidade, sinalização, limpeza e conforto dos locais de atendimento

    O usuário do serviço público, conforme estabelecido pela lei nº13.460/17, tem direito a atendimento presencial, quando necessário, em instalações salubres, seguras, sinalizadas, acessíveis e adequadas ao serviço e ao atendimento.


    Informação sobre quem tem direito a tratamento prioritário

    Tem direito a atendimento prioritário as pessoas com deficiência, os idosos com idade igual ou superior a 60 anos, as gestantes, as lactantes, as pessoas com crianças de colo e os obesos, conforme estabelecido pela lei 10.048, de 8 de novembro de 2000​


Esta informação foi útil para você?