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Em Memória Delas

Zuzu Angel

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Publicado em 13/04/2026 22h23 Atualizado em 17/04/2026 11h36
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Em memória de Zuzu Angel 

A ditadura brasileira instituiu um regime de violência sistemática que atingiu não apenas militantes políticos, mas familiares que, ao desafiarem o silêncio imposto pelo Estado, tornaram-se alvos diretos da repressão. Um caso emblemático é o da estilista Zuleika de Souza Netto, mais conhecida como Zuzu Angel (5 de junho de1923 – 14 de abril de 1976) 

Zuzu foi uma estilista mineira de grande projeção internacional, famosa por vestir celebridades e construir uma sólida carreira na moda. Seu nome, no entanto, está inscrito na memória política do país por conta da luta pelo esclarecimento das condições de morte e desaparecimento de seu filho durante a ditadura. Em 1971, seu filho, Stuart Edgard Angel Jones, militante de uma organização política contra a ditadura, o MR-8, foi preso, torturado e assassinado por agentes do Estado. Seu corpo jamais foi devolvido à família. A partir desse momento, Zuzu transformou sua dor pessoal em uma luta pública e incansável por justiça. 

Na busca por seu filho, Zuzu se tornaria exemplo de “mãe coragem”, determinada a denunciar o crime dentro e fora do Brasil. Na moda, Zuzu passou a usar seus desfiles como forma de denúncia política. Reconhecida por seu estilo inovador que misturava renda, seda, fitas e chitas com temas ligados à brasilidade em estampas e materiais como pedras brasileiras, bambu, madeira e conchas, a estilista passou a criar coleções com símbolos ligados à repressão, como tanques, grades e muitas imagens de anjos, rompendo com o padrão estético da época e chamando atenção internacional para os crimes da ditadura brasileira. 

Fotografia de Zuzu Angel em Nova York, janeiro de 1972, fundo Correio da Manhã (PH) BR_RJANRIO_PH_0_FOT_08855_m0008de0009
Fotografia de Zuzu Angel em Nova York, janeiro de 1972, fundo Correio da Manhã (PH) BR_RJANRIO_PH_0_FOT_08855_m0008de0009
    

 

 

Verso da foto: Lançamento da International Dateline Collection de Zuzu Angel, New York, janeiro 1972, Coleção que foi denominada pela imprensa americana “The Helpless Angel” (“O Anjo Desamparado”) BR_RJANRIO_PH_0_FOT_08855_m0008vde0009
Verso da foto: Lançamento da International Dateline Collection de Zuzu Angel, New York, janeiro 1972, Coleção que foi denominada pela imprensa americana “The Helpless Angel” (“O Anjo Desamparado”) BR_RJANRIO_PH_0_FOT_08855_m0008vde0009

 

Além da linguagem da moda, a estilista escreveu cartas e procurou pessoalmente autoridades políticas, líderes religiosos e instituições de direitos humanos. Em carta manuscrita para o general Ernesto Geisel em 29 de abril de 1975, escreve em tom de apelo de “uma mãe” para “um pai” sobre as torturas a que seu filho Stuart Angel foi submetido. “Com a boca quase colada ao cano de descarga, foi obrigado a ingerir os gazes tóxicos que eram expelidos entre acelerações e freadas contínuas. Esta “operação” martírio durou um dia inteiro, desde cedo até ao escurecer, ante as chacotas e risos dos torturadores entre eles, soldados e oficiais da Aeronáutica.” O relato das sevícias chegara à Zuzu por meio de uma carta do militante Alex Polari que testemunhara o crime quando se encontrava preso. 

Chegou a abordar o secretário de Estado Henry Kissinger durante visita ao Brasil e foi descrita pelos agentes da repressão como “uma senhora perturbada, que acredita ter sido seu filho torturado até a morte pelo regime militar anti-comunista do Brasil”. 

 

Tradução de relato de informante norte-americano na comitiva de Henry Kissinger qualifica a estilista como uma “senhora perturbada” BR_RJANRIO_TT_0_MCP_PRO_0205_m0016de0045
Tradução de relato de informante norte-americano na comitiva de Henry Kissinger qualifica a estilista como uma “senhora perturbada” BR_RJANRIO_TT_0_MCP_PRO_0205_m0016de0045

 

Assim como ocorreu com tantas outras mulheres que denunciaram os crimes da ditadura, foram inúmeras as tentativas de desqualificação de seu relato e os questionamentos sobre sua saúde mental. A trajetória de Zuzu não conta somente uma história individual, mas a história das muitas mães que tiveram filhas e filhos desaparecidos durante a ditadura e não se calaram.  

A trajetória de Zuzu Angel evidencia como a violência política foi atravessada pela violência de gênero. Desquitada do empresário Norman Angel Jones, pai de seus 3 filhos, profissional bem-sucedida e independente, Zuzu não se encaixava na visão estereotipada da feminilidade associada à vida doméstica e à maternidade. Zuzu recusava ainda o lugar social esperado da mãe enlutada. Ao transformar o luto em denúncia pública contra o regime, rompia com o lugar socialmente destinado às mulheres, especialmente às mães, de silêncio, resignação e sofrimento restrito à esfera privada. Sua dor se converteu em linguagem política, especialmente por meio da moda, mas também pela denúncia insistente e incômoda em função do lugar público que ocupava. 

Com o avanço de sua atuação política, Zuzu começou a sofrer ameaças de morte, que relatou a muitos de seus amigos próximos. Em uma carta de abril de 1975, deixou claro que, caso morresse de forma suspeita, responsabilizava os mesmos assassinos de seu filho. Essa carta foi reproduzida e distribuída pela cidade, chegando aos arquivos da vigilância da ditadura.  

 

Carta manuscrita de Zuzu Angel relata recebimento da denúncia da tortura e morte de seu filho e a suspeita de um possível atentado contra sua vida. BR_RJANRIO_TT_0_MCP_PRO_0205_m0014de0045
Carta manuscrita de Zuzu Angel relata recebimento da denúncia da tortura e morte de seu filho e a suspeita de um possível atentado contra sua vida. BR_RJANRIO_TT_0_MCP_PRO_0205_m0014de0045

Transcrição:  

“Há dias recebi documento descrevendo com pormenores as torturas e o assassinato de que foi vítima meu filho Stuart A. Jones, pelo governo militar brasileiro.  

Este documento está fora do paiz, em mãos de um dos parentes americanos do meu filho mártir. 

Se algo vier a acontecer comigo, seja se eu aparecer morta por acidente, assalto ou outro qualquer meio, terá sido obra dos mesmos assassinos do meu amado filho.  

Zuleika Angel Jones, 23 de abril de 1975” 

Um dos amigos que recebeu a carta de Zuzu foi o compositor Chico Buarque, que em entrevista de 1985, conta: “Eu conheci muito a Zuzu. Ela foi uma mulher que durante anos depois da morte do filho não fez outra coisa senão se dedicar a denunciar os assassinos do filho, a reivindicar o direito de saber aonde é que estava o corpo dele. Ela ia de porta em porta mesmo. E lá em casa ela ia com muita frequência, como em outras casas também. Ela sabia, inclusive, das ameaças que pairavam sobre ela e dizia que tinha certeza que se alguma coisa acontecesse com ela a culpa seria dos mesmos assassinos do filho, que ela citava nominalmente. Na manhã do dia em que aconteceu o acidente com ela, ela tinha estado lá em casa e deixado as camisetas que ela fazia, gravadas com aqueles anjinhos que eram a marca dela, para as minhas três filhas”.  

Em 14 de abril de 1976, Zuzu Angel morreu em um suposto acidente de carro no Rio de Janeiro,  na saída do túnel Dois Irmãos, depois rebatizado de túnel Zuzu Angel. Embora a versão oficial apontasse para a perda de controle do veículo por ter “adormecido ao volante” ou “por estar alcoolizada”, surgiram imediatamente suspeitas de que o acidente havia sido provocado por agentes da ditadura. Um repórter da Folha de São Paulo foi, inclusive, acusado de procurar “dar caráter político ao acidente”. 

Imagem 5:  

Documento da Divisão de Segurança e Informações do Ministério da Justiça nega a existência de crime no acidente que vitimou Zuzu Angel BR_RJANRIO_TT_0_MCP_PRO_0205_m0030de0045
Documento da Divisão de Segurança e Informações do Ministério da Justiça nega a existência de crime no acidente que vitimou Zuzu Angel BR_RJANRIO_TT_0_MCP_PRO_0205_m0030de0045
 

 

Após o assassinato de Zuzu, o discurso marcado pela violência de gênero expresso na documentação produzida pela repressão se torna ainda mais evidente. A estilista foi acusada de estar dirigindo alcoolizada, de ter um “quadro clínico mental” marcado por “mania de perseguição” e “fixação mórbida na lembrança de seu filho”.   

Documento da Divisão de Segurança e Informações do Ministério da Justiça acusa a vítima de “mania de perseguição” BR_RJANRIO_TT_0_MCP_PRO_0205_m0010de0045
Documento da Divisão de Segurança e Informações do Ministério da Justiça acusa a vítima de “mania de perseguição” BR_RJANRIO_TT_0_MCP_PRO_0205_m0010de0045

 

Anos depois, investigações da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) revelaram contradições no inquérito, falhas periciais e depoimentos de testemunhas que indicavam que o carro de Zuzu foi abalroado propositalmente por outros veículos. Laudos periciais comprovavam que Zuzu estava sóbria na noite do acidente e tinha feito uma revisão completa em seu carro, um Karmann Ghia azul. Com base inclusive em testemunhas oculares que descreveram o choque proposital ao automóvel, a Comissão reconheceu a responsabilidade do Estado brasileiro pela morte da estilista, assim como pela morte de seu filho. Os dados levantados pela CEMDP podem ser consultados no nas 357 páginas de seu robusto processo, disponível no Serviço de Informações do Arquivo Nacional (BR_DFANBSB_AT0_0_0_0689_D0001DE0001). 

Em 2014, o relatório da Comissão Nacional da Verdade acrescentou ainda novas evidências ao processo da CEMDP. O depoimento do ex-delegado do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) Cláudio Guerra, identificou na fotografia de capa do jornal “O Globo” de 15 de abril de 1976, o militar Freddie Perdigão Pereira no local do crime. 

 

Fotografia citada pelo delegado Cláudio Guerra que retrata o coronel Perdigão ao lado do carro de Zuzu Angel, Comissão Nacional da Verdade, Relatório de pesquisa no 7, fundo CNV
Fotografia citada pelo delegado Cláudio Guerra que retrata o coronel Perdigão ao lado do carro de Zuzu Angel, Comissão Nacional da Verdade, Relatório de pesquisa no 7, fundo CNV

 

RELATÓRIOS DE PESQUISA - CNV - Comissão Nacional da Verdade 

Em 2025, a certidão de óbito de Zuzu Angel, morta em 1976, foi oficialmente retificada pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, reconhecendo que sua morte foi violenta e causada pelo Estado brasileiro, no contexto da perseguição política promovida pela ditadura militar. 

Em sua homenagem, Chico Buarque compôs a música “Angélica” (1977), cujos versos “Quem é essa mulher/ Que canta sempre esse estribilho?/ Só queria embalar meu filho/ Que mora na escuridão do mar/ Quem é essa mulher/ Que canta sempre esse lamento?/ Só queria lembrar o tormento/ Que fez o meu filho suspirar/ Quem é essa mulher/ Que canta sempre o mesmo arranjo?/ Só queria agasalhar meu anjo/ E deixar seu corpo descansar”, descrevem o lamento dessa mãe pelo direito de enterrar seu filho. Chico diria ainda que Zuzu foi “todas as mães de maio em uma”. 

Por romper com o lugar esperado das mães e familiares das vítimas, para quem o silêncio era quase condição para a sobrevivência, sua busca conheceu o trágico fim anunciado um ano antes. Sua perseguição, culminando na morte violenta em abril de 1976, revela como o Estado autoritário mobilizou práticas de violência de gênero para silenciar uma mulher que ousou ocupar espaço público e político na denúncia dos crimes da ditadura brasileira.  

Referências: 

CHICO BUARQUE. Portal do compositor Chico Buarque: canção Angélica. https://www.chicobuarque.com.br/obra/cancao/240 

COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE. O caso Stuart Angel. 7º Relatório preliminar de pesquisa (09/06/2014). https://cnv.memoriasreveladas.gov.br/ 

INSTITUTO ZUZU ANGEL. Acervo documental: Carta ao general Geisel. https://www.zuzuangel.com.br/documental/carta-manuscrita-de-zuzu-angel-destinada-ao-general-ernesto-geisel-entao-presidente-da-republica-do-brasil 

MERLINO, Tatiana; OJEDA, Igor (orgs). Luta, substantivo feminino. Direito à memória e à verdade. Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República. São Paulo: Editora Caros Amigos, 2010. 

SILVA, Priscila Andrade da. A moda de Zuzu Angel e o campo do design. Dissertação (Mestrado em Design). Rio de Janeiro: PUC-Rio, 2006. 

 

Cultura, Artes, História e Esportes
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