Estima-se que, anualmente, a cada adulto que se suicida, pelo menos outros 20 possuem algum tipo de ideação ou atentam contra a própria vida.  O suicídio representa 1,4% de todas as mortes em todo o mundo, e entre os jovens de 15 a 29 anos, é a segunda principal causa de morte. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil está em oitavo dentre os países com maior número de suicídios (OMS, 2017).

É nesse contexto que o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, por meio da Secretaria Nacional da Família, criou o “Projeto Acolha a Vida” como resposta concreta às “Metas Nacionais Prioritárias” relativas à “Agenda de 100 dias de Governo”, lançada pelo Governo Federal em 23 de janeiro de 2019, no qual a Meta 20 foi a criação de uma Campanha Nacional de prevenção ao suicídio e à automutilação de crianças, adolescentes e jovens.

Ainda como fruto das “Metas Nacionais Prioritárias”, promulgou-se a Lei Nº 13.819, de 26 de abril de 2019 que institui a Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio, a ser implementada pela União, em cooperação com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios.

Tendo em vista que, de modo geral, a automutilação e o suicídio estão associados a uma dor profunda relacionada ao ambiente familiar e afetivo, a Secretaria Nacional da Família, entende ser esse momento de crise, um tempo propício para disponibilização de ações efetivas que auxiliem as famílias brasileiras no fortalecimento dos vínculos familiares e na construção de uma sociedade que reconheça a importância da família como o primeiro lugar onde realmente se desenvolva a saúde emocional.

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