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MAST participa de celebração pelos 75 anos do CNPq
Da esquerda para a direita: Tiago Braga; Olival Freire Júnior, presidente do CNPq, e Marcio Rangel
O diretor do MAST, Marcio Rangel, participou nesta segunda-feira, 23 de março, de solenidade que comemorou os 75 anos de existência do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A cerimônia aconteceu em Brasília (DF) e reuniu autoridades e representantes da comunidade científica de todo o Brasil.
Criado em 1951, o CNPq tem como missão, desde seu início, estimular o desenvolvimento da ciência e da tecnologia brasileiras em diferentes áreas do conhecimento. Por isso, a instituição sempre esteve voltada para ações científicas nacionais e internacionais, para o intercâmbio científico e também para a concessão de bolsas de estudo para a formação de pesquisadores. Em 1985, com a criação do Ministério da Ciência e Tecnologia, o Conselho passou a ser vinculado ao órgão. De lá para cá, o CNPq vem fortalecendo cada vez mais sua atuação nas unidades que compõem o MCTI. A ministra da pasta, Luciana Santos, participou da solenidade e destacou a importância da instituição para o fomento da produção científica nacional.
“Hoje, o Brasil investe mais, forma mais pesquisadores e amplia sua capacidade científica. Para a gente ter uma ideia, em 2025, o CNPq concedeu 98 mil bolsas, 25% mais do que em 2022, sendo mais da metade ocupadas por mulheres”, afirmou Luciana.

Recuperando a trajetória do CNPq, Olival Freire Júnior, presidente do Conselho, ressaltou em seu discurso a conexão entre a Ciência e o desenvolvimento do país. “O CNPq foi criado nesse contexto, tempos de projetos de desenvolvimento nacional. É dessa experiência que amadureceu a ideia de que soberania e desenvolvimento requerem ciência e tecnologia”, enfatizou.
Para Marcio Rangel, a história do MAST também está ligada à trajetória do CNPq, já que o Conselho teve e continua tendo um papel fundamental na consolidação de projetos do Museu.
"Desde a sua criação, o CNPq tem um papel estratégico para o desenvolvimento da ciência brasileira. Criou vários institutos, e teve um impacto muito grande na formação de milhares de pesquisadores brasileiros. Meu primeiro contato com o CNPq foi com uma bolsa de iniciação científica, quando iniciei minha carreira acadêmica no próprio Museu de Astronomia, no ano de 1993. O MAST teve um conjunto de projetos e bolsas financiadas pelo CNPq, que permitiram o desenvolvimento de suas pesquisas. A relação do MAST com o CNPq é, então, uma relação muito profícua", concluiu Marcio.

- Da esquerda para a direita: Silvia França, diretora do Centro de Tecnologia Mineral (CETEM); Márcio Albuquerque, diretor do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF); Isa Assef, subsecretária de Unidades de Pesquisa e Organizações Sociais (MCTI); Francisco Leonardo, coordenador de Administração do CBPF; Tiago Braga, diretor do IBICT; Marcio Rangel, diretor do MAST; Marcia Oliveira, diretora do Instituto Nacional de Tecnologia (INT)
Para mais informações sobre a cerimônia, acesse o site do CNPq.