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Áreas marinhas de proteção integral do Brasil estão contaminadas por microplásticos

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Publicado em 20/03/2025 00h00 Atualizado em 18/12/2025 07h16

Pesquisadores da Unifesp usaram ostras e mexilhões como organismos-sentinelas para avaliar a ocorrência desses poluentes. Resultados indicam que mesmo os locais mais restritivos à presença humana apresentam contaminação relevante.

Fonte: Agência FAPESP

Apesar de serem consideradas santuários da biodiversidade, as áreas marinhas protegidas (AMPs) do Brasil não estão imunes à contaminação por microplásticos. Um estudo recente revelou que mesmo as AMPs classificadas como áreas de proteção integral (APIs), que são as mais restritivas para a intervenção humana, apresentam contaminação por esse material. A pesquisa, que contou com a participação de cientistas brasileiros e australianos, utilizou moluscos bivalves (ostras e mexilhões) como organismos-sentinelas para avaliar a contaminação. Os resultados foram publicados na revista Environmental Research.

“Nosso estudo mostrou que a contaminação por microplásticos ocorre até mesmo nas áreas de proteção ambiental mais restritivas. Por exemplo, no Atol das Rocas, onde não há qualquer atividade econômica nem é permitida a visitação de turistas. Os microplásticos podem chegar a locais assim transportados pelo vento ou pelas correntes oceânicas”, conta à Agência FAPESP Ítalo Braga, professor do Instituto do Mar da Universidade Federal de São Paulo (IMar-Unifesp) e coordenador da pesquisa, financiada pela FAPESP.

Os microplásticos são partículas com tamanho variando de 1 mícron (1 μm) a 5 milímetros (5 mm) que resultam da fragmentação de plásticos maiores ou são fabricados diretamente nesse formato para uso industrial ou cosmético. Aqueles detectados no estudo apresentaram padrões consistentes ao longo da costa brasileira: predominantemente pretos, brancos ou transparentes, com tamanho inferior a 1 milímetro.

A análise química conseguiu identificar 59,4% deles, sendo os principais componentes: polímeros alquídicos (28,1%), utilizados em tintas e vernizes, possivelmente provenientes de barcos e embarcações turísticas; celulose (21%), que tanto pode ter sido de origem natural (plâncton, algas, plantas marinhas e vegetação terrestre) quanto de origem antropogênica (papéis, papelões, resíduos de alimentos etc.); polietileno tereftalato (PET) (14%), comumente encontrado em embalagens plásticas e fibras sintéticas, liberadas na lavagem de roupas e transportadas ao mar por efluentes urbanos; e politetrafluoretileno (PTFE ou teflon) (12,3%), presente em revestimentos antiaderentes e industriais. Os outros 40,6% não puderam ser descritos.

“Ao longo do litoral brasileiro, existem várias áreas protegidas com diferentes níveis de gestão. Parques nacionais, como Abrolhos e Fernando de Noronha, são altamente protegidos, enquanto outras, como algumas APAs [áreas de proteção ambiental], permitem certo grau de intervenção humana. Nosso estudo focou nas áreas de proteção integral, chamadas de ‘no-takes’ na literatura internacional especializada, que são áreas marinhas protegidas mais restritivas. Selecionamos dez delas: Parque Nacional de Jericoacoara, Atol das Rocas, Fernando de Noronha, Rio dos Frades, Abrolhos, Tamoios, Alcatrazes, Guaraqueçaba, Carijós e Arvoredo”, conta Braga.

Medidas globais

Conduzida pela doutoranda Beatriz Zachello Nunes, a pesquisa revelou que os microplásticos estão presentes em todas essas APIs, com uma concentração média de 0,42 ± 0,34 partícula por grama de tecido úmido. Entre as áreas estudadas, a maior contaminação foi registrada no Refúgio de Vida Silvestre do Arquipélago de Alcatrazes, com 0,90 ± 0,59 partícula por grama, enquanto a menor concentração foi encontrada na Reserva Biológica do Atol das Rocas, com 0,23 partícula por grama.

“O dado positivo é que a contaminação em todas essas áreas está abaixo da média internacional para áreas marinhas protegidas [veja a figura abaixo]. E muito abaixo da média brasileira para áreas não protegidas. Locais muito contaminados, como Santos e algumas praias do Rio de Janeiro, chegam a apresentar contaminações de 50 a 60 vezes maior. Santos, aliás, registrou uma das maiores concentrações de microplásticos do mundo”, comenta o pesquisador.

Os moluscos bivalves (ostras, mariscos, mexilhões e outros), que recebem esse nome por possuírem uma concha dividida em duas partes, ou seja, duas valvas articuladas, foram escolhidos no estudo por serem considerados sentinelas do mar. “Eles se alimentam filtrando a água marinha. Os alimentos presentes na água ficam retidos em suas brânquias, que funcionam como peneiras. E pequenos cílios os transportam para o estômago. Se essa água contém contaminantes, como microplásticos, os bivalves também os retêm. Então, em vez de coletarmos amostras de água, que variam o tempo todo, analisamos os bivalves, pois eles acumulam poluentes ao longo do tempo, fornecendo um histórico mais confiável da contaminação”, explica Braga.

Os resultados do estudo demonstram que a contaminação por plástico está presente até mesmo nas áreas mais restritivas de proteção ambiental, com potenciais riscos para os ecossistemas marinhos e as cadeias alimentares. “A criação de AMPs, por si só, não é suficiente para barrar a poluição. É fundamental que essas áreas contem com gestão ambiental eficiente e fiscalização rigorosa. Mas até isso não é suficiente, se considerarmos que os microplásticos podem não estar sendo gerados no local, mas trazidos de longe pela atmosfera e pelas correntes marítimas. Para mitigar isso, apenas medidas globais, como o Tratado Global dos Plásticos, atualmente em fase de negociação e desenvolvimento sob a coordenação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente [PNUMA], podem fazer diferença”, conclui o pesquisador.

O artigo Microplastic contamination in no-take Marine Protected Areas of Brazil: Bivalves as sentinels pode ser acessado em: www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0013935125004827?via%3Dihub.

Meio Ambiente e Clima
Tags: São Paulo
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