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CONCURSO PÚBLICO
MGI autoriza nomeação de 10 pessoas aprovadas para o concurso da Fundação Casa de Rui Barbosa
Fundação Casa de Rui Barbosa, vinculada ao Ministério da Cultura
O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) autorizou a nomeação de dez pessoas candidatas aprovadas em concurso público para o quadro de pessoal da Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB). A medida foi formalizada por meio da Portaria MGI nº 3.224, publicada nesta quarta-feira (15/4), no Diário Oficial da União.
As vagas autorizadas estão distribuídas entre os cargos de Analista em Ciência e Tecnologia (4 vagas), Tecnologista (3 vagas) e Pesquisador (3 vagas), todos de nível superior. A autorização segue o disposto no Decreto nº 9.739/2019 e está condicionada à existência de vagas no momento da nomeação, bem como à comprovação de adequação orçamentária e financeira por parte da instituição.
A responsabilidade pela verificação dos requisitos para a nomeação e pela publicação dos atos necessários será da própria Fundação Casa de Rui Barbosa, conforme previsto na portaria. A iniciativa reforça a capacidade institucional da FCRB, vinculada ao Ministério da Cultura, que atua na pesquisa, preservação e difusão da memória e da produção cultural brasileira.
Posse digital e exercício
Após a nomeação, a posse das pessoas nomeadas será realizada de forma digital, por meio da plataforma SOU.GOV, o que garante mais agilidade e padronização ao processo de ingresso no serviço público federal. Depois da posse, o início do exercício ocorre mediante apresentação presencial, com retirada de documento de encaminhamento junto à unidade responsável.
Sobre o concurso
O concurso público da Fundação Casa de Rui Barbosa foi lançado em abril de 2025, com a oferta de 10 vagas imediatas e formação de cadastro de reserva para diferentes perfis profissionais. A seleção contemplou cargos nas áreas de ciência e tecnologia, com oportunidades para analistas, tecnologistas e pesquisadores.
O processo seletivo incluiu etapas como provas objetivas e discursivas, avaliação de títulos e, para alguns cargos, análise de produção acadêmica e defesa de memorial. A iniciativa buscou reforçar o quadro técnico da instituição com profissionais qualificados para atuar nas áreas de pesquisa, preservação de acervos e desenvolvimento cultural.
Acesse a Portaria MGI nº 3.224/2026.