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CBPF recebe representante da Sociedade Max Planck e discute novas colaborações científicas
O Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) recebeu, no dia 04/05, a visita de Tobias Renghart, representante da Sociedade Max Planck para a América Latina. Com mais de 80 institutos, a sociedade tem como foco pesquisas em ciências naturais, biológicas e sociais. Seu nome é uma homenagem ao físico alemão Max Planck, fundador da teoria quântica.
O encontro faz parte de uma iniciativa da instituição alemã para identificar e fortalecer parcerias estratégicas com instituições brasileiras, ampliando a colaboração com seus diversos Institutos Max Planck (IMPs).

- Da esquerda para a direita: Luiz Sampaio, Guilherme Brando, Flaviano dos Santos, Tobias Renghart, Márcio P. de Albuquerque, João Paulo Sinnecker, Sebastião Alves Carsten Hensel e André Massafferri. Crédito: NCS/CBPF
Renghart foi recebido pelo pesquisador Sebastião Alves Dias, representante do diretor do instituto e coordenador da área de Cosmologia, Astrofísica e Interações Fundamentais (COSMO), e pelos coordenadores das áreas de Física de Altas Energias (COHEP), Matéria Condensada, Física Aplicada e Nanociência (COMAN) e Física Teórica (COTEO). Participaram ainda pesquisadores com vínculos anteriores aos IMPs e outros interessados em estabelecer novas colaborações.
Na reunião, o representante apresentou os principais mecanismos de cooperação disponíveis. Os Partner Groups conectam grupos de pesquisa de um IMP a outra instituição, com a condição de que a parceria envolva um pesquisador com passagem prévia pelo instituto alemão. Já os Max Planck Centers estruturam colaborações mais amplas e de longo prazo, organizadas em torno de grandes temas de pesquisa, com investimentos da ordem de 500 mil euros e contrapartida de 50% da instituição parceira.
Renghart destacou que, em ambos os casos, o contato direto com o diretor de um dos IMPs é o passo inicial para viabilizar qualquer parceria. Foi proposta ainda a possibilidade de uma colaboração com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ), nos moldes de acordo já existente com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), para facilitar o acesso a esses mecanismos.
Após a apresentação do instituto, cada pesquisador presente teve a oportunidade de expor os interesses de pesquisa de cada área, além de explorar possibilidades de cooperação com a organização alemã. O encontro abriu portas para novos contatos e possíveis colaborações entre os institutos.