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Notícias

Museu Goeldi participa de projeto para restaurar unidade de conservação no Maranhão

Em parceria com a WCS Brasil e outras instituições, MPEG será o responsável técnico pela restauração de 260 hectares na Reserva Biológica do Gurupi; projeto de R$ 8,9 milhões do Fundo Amazônia terá duração de 4 anos e deve começar no primeiro trimestre de 2026.
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Publicado em 19/12/2025 16h02 Atualizado em 19/12/2025 16h15
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Vista aérea da Reserva Biológica do Gurupi. (Foto: Felipe Werneck - Ascom/Ibama).
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Foto: Janine Valente/MPEG
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Fonte dos dados: Conservação Internacional Brasil. Arte: Elis Monteiro.
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Foto: Janine Valente/MPEG
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Fonte dos dados: Conservação Internacional Brasil. Arte: Elis Monteiro.
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Delimitação da Reserva Biológica do Gurupi. Elaboração: ICMbio.
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Fonte dos dados: Fonte: WCS Brasil. Arte: Elis Monteiro.
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Foto: (Acervo pessoal).
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Fonte dos dados: MPEG. Arte: Elis Monteiro.
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Integrantes do Conselho Consultivo da Rebio Gurupi. (Foto: divulgação).

Agência Museu Goeldi - Aprovado pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o projeto Restaura Gurupi conta com a coordenação técnica e científica do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG). O objetivo é restaurar 260 hectares da Reserva Biológica do Gurupi, unidade de conservação conhecida como Rebio Gurupi, criada em 1988 pelo Decreto nº 95.614, localizada no Maranhão. O projeto foi orçado em R$ 8.982.490 e proposto pela Associação Conservação da Vida Silvestre (WCS Brasil), uma organização sem fins lucrativos que, desde 2004, concentra suas ações na conservação colaborativa, em parceria com povos indígenas e comunidades afrodescendentes e tradicionais. Os trabalhos terão duração de quatro anos e estão previstos para começar no primeiro trimestre de 2026.

A Rebio Gurupi possui área total de 271,4 mil hectares e é formada por amostras representativas de florestas tropicais úmidas da Amazônia Maranhense. A reserva está inserida na chamada Área de Endemismo Belém (AEB), considerada a mais desmatada ecorregião do bioma, onde estão localizadas espécies ameaçadas de extinção, como os primatas cairara kaapor (Cebus kaapori) e cuxiú (Chiropotes satanas) e as aves mutum-pinima (Crax fasciolata pinima) e jacamim-de-costas-escura (Psophia obscura). A Rebio Gurupi também compõe o “Arco do Desmatamento”, uma área de 500 mil km² que concentra cerca de 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do desmatamento da Amazônia e que se estende 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oeste do Maranhão e sul do Pará até o Acre​​​​‌‍​‍​‍‌‍‌​‍‌‍‍‌‌‍‌‌‍‍‌‌‍‍​‍​‍​‍‍​‍​‍‌​‌‍​‌‌‍‍‌‍‍‌‌‌​‌‍‌​‍‍‌‍‍‌‌‍​‍​‍​‍​​‍​‍‌‍‍​‌​‍‌‍‌‌‌‍‌‍​‍​‍​‍‍​‍​‍‌‍‍​‌‌​‌‌​‌​​‌​​‍‍​‍​‍‌​‌‍​‌‌‍‍‌‍‍‌‌‌​‌‍‌​‍‍‌‍​‌‍‌‍‍‌​‌‍‌‌‌​‍‌‌‍‌‍​‌‌‌​‌‍‍‌‌‍‌‍‍​‍‍‌‍‌​‍‌‍‌​‍‌‍‌‌‍​‌‌‍‍‌‌‍‍​‍‌‍‍‌‌‍‍‌‌​‌‍‌‌‌‍‍‌‌​​‍‌‍‌‌‌‍‌​‌‍‍‌‌‌​​‍‌‍‌‌‍‌‍‌​‌‍‌‌​‌‌​​‌​‍‌‍‌‌‌​‌‍‌‌‌‍‍‌‌​‌‍​‌‌‌​‌‍‍‌‌‍‌‍‍​‍‌‍‍‌‌‍‌​​‌​​‌‌‍​‌‌‍‌‌‌‍‌​​​‌​‌‌‌‍‌‍‌‍​‍​‍‌‌‍​‌​‍​​‍‌‌‍​‍​‍‌​‌​​‌‌‌‍‌​​​​​‍‌‌‍​‍‌‍‌‌​‍​‌‍​‌​‍‌‌‍‌‌​‌‍‌‍​‍​‌‍​‌‌​‍​​​‌​​​​‌‌‍‌​​​​​​‍​‍‌‌​‌‍‌‌​​‌‍‌‌​‌‌‍‌​‌‍‌‍​‌‌‌‌‍‌‌‍‌‌‌‍‍‌‌​​‍‍‌​​‌‍​‌‌‍‌‌‍‌‌​‍‌​​‌‍​‌‌‌​‌‍‍​​‌‌‍​‌‍‌‍‍‌‌​‌‍‌‌‌‍‍‌‌​​‍‌‌​‌‌‌​​‍‌‌‌‍‍‌‍‌‌‌‍‌​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‍​​‍​‍​‌‍‌​‍‌​​​‍​​‌‌‍​​​​‌‌‍​‌‌‌‌‌‍‍​​‍‌‌​​‍​​‍​‍‌‌​‌‌‌​‌​​‍‍‌‍​‌‍‌‍‍‌‌​‌‍‌‌‌‍‍‌‌​​‍‌‌​‌‌‌​​‍‌‌‌‍‍‌‍‌‌‌‍‌​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‍​​‍‌‍‍​‌​‌‌​​‌‍‌​‌​​‌‍‌‍‍‌‍‍​‌​‌‍‌‌‍​​‍‌‌​​‍​​‍​‍‌‌​‌‌‌​‌​​‍‍‌‍​‌‍‌‍‍‌‌​‌‍‌‌‌‍‍‌‌​​‍‌‌​‌‌‌​​‍‌‌‌‍‍‌‍‌‌‌‍‌​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‍​​‍​‌​‍‌‌‍​‌‌‍​‌​​​‍‌​‌​‌‍​‌‍​​‍​‌​‌​‍‌‌​​‍​​‍​‍‌‌​‌‌‌​‌​​‍‍‌‍​‌‍‍​‌‍‍‌‌‍​‌‍‌​‌​‍‌‍‌‌‌‍‍​‍‌‌​‌‌‌​​‍‌‌‌‍‍‌‍‌‌‌‍‌​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‍​​‍​‍​​​‍​‌​​​‌‍‌​‌‍‌‍​‌​​‍​‍​‌‍​‌​‌‍‌‍​‌​‍‌‌​​‍​​‍​‍‌‌​‌‌‌​‌​​‍‍‌‌​‌‍‌‌‌‍​‌‌​​‌‍​‍‌‍​‌‌​‌‍‌‌‌‌‌‌‌​‍‌‍​​‌‌‍‍​‌‌​‌‌​‌​​‌​​‍‌‌​​‌​​‌​‍‌‌​​‍‌​‌‍​‍‌‌​​‍‌​‌‍‌​‌‍​‌‌‍‍‌‍‍‌‌‌​‌‍‌​‍‍‌‍​‌‍‌‍‍‌​‌‍‌‌‌​‍‌‌‍‌‍​‌‌‌​‌‍‍‌‌‍‌‍‍​‍‍‌‍‌​‍‌‍‌​‍‌‍‌‍‍‌‌‍‌​​‌​​‌‌‍​‌‌‍‌‌‌‍‌​​​‌​‌‌‌‍‌‍‌‍​‍​‍‌‌‍​‌​‍​​‍‌‌‍​‍​‍‌​‌​​‌‌‌‍‌​​​​​‍‌‌‍​‍‌‍‌‌​‍​‌‍​‌​‍‌‌‍‌‌​‌‍‌‍​‍​‌‍​‌‌​‍​​​‌​​​​‌‌‍‌​​​​​​‍​‍‌‍‌‌​‌‍‌‌​​‌‍‌‌​‌‌‍‌​‌‍‌‍​‌‌‌‌‍‌‌‍‌‌‌‍‍‌‌​​‍‍‌​​‌‍​‌‌‍‌‌‍‌‌​‍‌‍‌​​‌‍​‌‌‌​‌‍‍​​‌‌‍​‌‍‌‍‍‌‌​‌‍‌‌‌‍‍‌‌​​‍‌‌​‌‌‌​​‍‌‌‌‍‍‌‍‌‌‌‍‌​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‍​​‍​‍​‌‍‌​‍‌​​​‍​​‌‌‍​​​​‌‌‍​‌‌‌‌‌‍‍​​‍‌‌​​‍​​‍​‍‌‌​‌‌‌​‌​​‍‍‌‍​‌‍‌‍‍‌‌​‌‍‌‌‌‍‍‌‌​​‍‌‌​‌‌‌​​‍‌‌‌‍‍‌‍‌‌‌‍‌​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‍​​‍‌‍‍​‌​‌‌​​‌‍‌​‌​​‌‍‌‍‍‌‍‍​‌​‌‍‌‌‍​​‍‌‌​​‍​​‍​‍‌‌​‌‌‌​‌​​‍‍‌‍​‌‍‌‍‍‌‌​‌‍‌‌‌‍‍‌‌​​‍‌‌​‌‌‌​​‍‌‌‌‍‍‌‍‌‌‌‍‌​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‍​​‍​‌​‍‌‌‍​‌‌‍​‌​​​‍‌​‌​‌‍​‌‍​​‍​‌​‌​‍‌‌​​‍​​‍​‍‌‌​‌‌‌​‌​​‍‍‌‍​‌‍‍​‌‍‍‌‌‍​‌‍‌​‌​‍‌‍‌‌‌‍‍​‍‌‌​‌‌‌​​‍‌‌‌‍‍‌‍‌‌‌‍‌​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‍​​‍​‍​​​‍​‌​​​‌‍‌​‌‍‌‍​‌​​‍​‍​‌‍​‌​‌‍‌‍​‌​‍‌‌​​‍​​‍​‍‌‌​‌‌‌​‌​​‍‍‌‌​‌‍‌‌‌‍​‌‌​​‍‌‍‌‌‌‍‌​‍‌‍‍‌​‌​​‌‍​‌‌‍​‌‍‌‌​‌‌‍‌‌‍​‌‌‍‍‌‌‍‍​‍‌‍‌​​‌‍‌‌‌​‍‌​‌​​‌‍‌‌‌‍​‌‌​‌‍‍‌‌‌‍‌‍‌‌​‌‌​​‌‌‌‌‍​‍‌‍​‌‍‍‌‌​‌‍‍​‌‍‌‌‌‍‌​​‍​‍‌‌, 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​​​​‌‍​‍​‍‌‍‌​‍‌‍‍‌‌‍‌‌‍‍‌‌‍‍​‍​‍​‍‍​‍​‍‌​‌‍​‌‌‍‍‌‍‍‌‌‌​‌‍‌​‍‍‌‍‍‌‌‍​‍​‍​‍​​‍​‍‌‍‍​‌​‍‌‍‌‌‌‍‌‍​‍​‍​‍‍​‍​‍‌‍‍​‌‌​‌‌​‌​​‌​​‍‍​‍​‍‌​‌‍​‌‌‍‍‌‍‍‌‌‌​‌‍‌​‍‍‌‍​‌‍‌‍‍‌​‌‍‌‌‌​‍‌‌‍‌‍​‌‌‌​‌‍‍‌‌‍‌‍‍​‍‍‌‍‌​‍‌‍‌​‍‌‍‌‌‍​‌‌‍‍‌‌‍‍​‍‌‍‍‌‌‍‍‌‌​‌‍‌‌‌‍‍‌‌​​‍‌‍‌‌‌‍‌​‌‍‍‌‌‌​​‍‌‍‌‌‍‌‍‌​‌‍‌‌​‌‌​​‌​‍‌‍‌‌‌​‌‍‌‌‌‍‍‌‌​‌‍​‌‌‌​‌‍‍‌‌‍‌‍‍​‍‌‍‍‌‌‍‌​​‌​​‌‌‍​‌‌‍‌‌‌‍‌​​​‌​‌‌‌‍‌‍‌‍​‍​‍‌‌‍​‌​‍​​‍‌‌‍​‍​‍‌​‌​​‌‌‌‍‌​​​​​‍‌‌‍​‍‌‍‌‌​‍​‌‍​‌​‍‌‌‍‌‌​‌‍‌‍​‍​‌‍​‌‌​‍​​​‌​​​​‌‌‍‌​​​​​​‍​‍‌‌​‌‍‌‌​​‌‍‌‌​‌‌‍‌​‌‍‌‍​‌‌‌‌‍‌‌‍‌‌‌‍‍‌‌​​‍‍‌​​‌‍​‌‌‍‌‌‍‌‌​‍‌​​‌‍​‌‌‌​‌‍‍​​‌‌‍​‌‍‌‍‍‌‌​‌‍‌‌‌‍‍‌‌​​‍‌‌​‌‌‌​​‍‌‌‌‍‍‌‍‌‌‌‍‌​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‍​​‍​‍​‌‍‌​‍‌​​​‍​​‌‌‍​​​​‌‌‍​‌‌‌‌‌‍‍​​‍‌‌​​‍​​‍​‍‌‌​‌‌‌​‌​​‍‍‌‍​‌‍‌‍‍‌‌​‌‍‌‌‌‍‍‌‌​​‍‌‌​‌‌‌​​‍‌‌‌‍‍‌‍‌‌‌‍‌​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‍​​‍‌‍‍​‌​‌‌​​‌‍‌​‌​​‌‍‌‍‍‌‍‍​‌​‌‍‌‌‍​​‍‌‌​​‍​​‍​‍‌‌​‌‌‌​‌​​‍‍‌‍​‌‍‌‍‍‌‌​‌‍‌‌‌‍‍‌‌​​‍‌‌​‌‌‌​​‍‌‌‌‍‍‌‍‌‌‌‍‌​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‍​​‍​‌​‍‌‌‍​‌‌‍​‌​​​‍‌​‌​‌‍​‌‍​​‍​‌​‌​‍‌‌​​‍​​‍​‍‌‌​‌‌‌​‌​​‍‍‌‍​‌‍‍​‌‍‍‌‌‍​‌‍‌​‌​‍‌‍‌‌‌‍‍​‍‌‌​‌‌‌​​‍‌‌‌‍‍‌‍‌‌‌‍‌​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‍​​‍​​‍‌‍‌‌​​‌‍​‌‌‍​‌‍​‍‌‍​​‌‍​‌‌​​​‌‍‌​‌‍​‌​‍‌‌​​‍​​‍​‍‌‌​‌‌‌​‌​​‍‍‌‌​‌‍‌‌‌‍​‌‌​​‌‍​‍‌‍​‌‌​‌‍‌‌‌‌‌‌‌​‍‌‍​​‌‌‍‍​‌‌​‌‌​‌​​‌​​‍‌‌​​‌​​‌​‍‌‌​​‍‌​‌‍​‍‌‌​​‍‌​‌‍‌​‌‍​‌‌‍‍‌‍‍‌‌‌​‌‍‌​‍‍‌‍​‌‍‌‍‍‌​‌‍‌‌‌​‍‌‌‍‌‍​‌‌‌​‌‍‍‌‌‍‌‍‍​‍‍‌‍‌​‍‌‍‌​‍‌‍‌‍‍‌‌‍‌​​‌​​‌‌‍​‌‌‍‌‌‌‍‌​​​‌​‌‌‌‍‌‍‌‍​‍​‍‌‌‍​‌​‍​​‍‌‌‍​‍​‍‌​‌​​‌‌‌‍‌​​​​​‍‌‌‍​‍‌‍‌‌​‍​‌‍​‌​‍‌‌‍‌‌​‌‍‌‍​‍​‌‍​‌‌​‍​​​‌​​​​‌‌‍‌​​​​​​‍​‍‌‍‌‌​‌‍‌‌​​‌‍‌‌​‌‌‍‌​‌‍‌‍​‌‌‌‌‍‌‌‍‌‌‌‍‍‌‌​​‍‍‌​​‌‍​‌‌‍‌‌‍‌‌​‍‌‍‌​​‌‍​‌‌‌​‌‍‍​​‌‌‍​‌‍‌‍‍‌‌​‌‍‌‌‌‍‍‌‌​​‍‌‌​‌‌‌​​‍‌‌‌‍‍‌‍‌‌‌‍‌​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‍​​‍​‍​‌‍‌​‍‌​​​‍​​‌‌‍​​​​‌‌‍​‌‌‌‌‌‍‍​​‍‌‌​​‍​​‍​‍‌‌​‌‌‌​‌​​‍‍‌‍​‌‍‌‍‍‌‌​‌‍‌‌‌‍‍‌‌​​‍‌‌​‌‌‌​​‍‌‌‌‍‍‌‍‌‌‌‍‌​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‍​​‍‌‍‍​‌​‌‌​​‌‍‌​‌​​‌‍‌‍‍‌‍‍​‌​‌‍‌‌‍​​‍‌‌​​‍​​‍​‍‌‌​‌‌‌​‌​​‍‍‌‍​‌‍‌‍‍‌‌​‌‍‌‌‌‍‍‌‌​​‍‌‌​‌‌‌​​‍‌‌‌‍‍‌‍‌‌‌‍‌​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‍​​‍​‌​‍‌‌‍​‌‌‍​‌​​​‍‌​‌​‌‍​‌‍​​‍​‌​‌​‍‌‌​​‍​​‍​‍‌‌​‌‌‌​‌​​‍‍‌‍​‌‍‍​‌‍‍‌‌‍​‌‍‌​‌​‍‌‍‌‌‌‍‍​‍‌‌​‌‌‌​​‍‌‌‌‍‍‌‍‌‌‌‍‌​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‌​‌​​‍‌‌​​‍​​‍​​‍‌‍‌‌​​‌‍​‌‌‍​‌‍​‍‌‍​​‌‍​‌‌​​​‌‍‌​‌‍​‌​‍‌‌​​‍​​‍​‍‌‌​‌‌‌​‌​​‍‍‌‌​‌‍‌‌‌‍​‌‌​​‍‌‍‌‌‌‍‌​‍‌‍‍‌​‌​​‌‍​‌‌‍​‌‍‌‌​‌‌‍‌‌‍​‌‌‍‍‌‌‍‍​‍‌‍‌​​‌‍‌‌‌​‍‌​‌​​‌‍‌‌‌‍​‌‌​‌‍‍‌‌‌‍‌‍‌‌​‌‌​​‌‌‌‌‍​‍‌‍​‌‍‍‌‌​‌‍‍​‌‍‌‌‌‍‌​​‍​‍‌‌Tocantins, Mato Grosso e Rondônia.

No último dia 11 de dezembro, o projeto Restaura Gurupi foi apresentado ao Conselho Consultivo da Rebio Gurupi, em Açailândia (MA). Coordenadora de Pesquisa e Pós-graduação do Museu Goeldi, a ecóloga Marlúcia Martins representa o MPEG no Conselho e irá coordenar a equipe da instituição no projeto. “A participação dos analistas da Rebio e nossa, do Museu, será dando suporte técnico nas metodologias de restauração e também em algumas atividades de pesquisa de monitoramento que vamos desenvolver com a participação de membros do Conselho, da comunidade, principalmente da Escola Familiar Rural, e de outros atores que já são parceiros nessa construção”, explica Marlúcia.

A participação dos analistas da Rebio e nossa, do Museu, será dando suporte técnico nas metodologias de restauração e também em algumas atividades de pesquisa de monitoramento que vamos desenvolver com a participação de membros do Conselho, da comunidade, principalmente da Escola Familiar Rural, e de outros atores que já são parceiros nessa construção”. Marlúcia Martins - ecóloga e pesquisadora do MPEG. 

Segundo ela, com a experiência da WCS Brasil na formação de cadeias produtivas, a ideia é criar uma “cadeia da restauração”, com a contratação e a capacitação de atores locais para atuar no projeto. “Vamos apoiar a Casa Familiar Rural na formação de uma casa de semente qualificada, que possa ser reconhecida pelo Ministério da Agricultura, para que, no futuro, produza e comercialize mudas e sementes”, projeta Marlúcia. Os viveiros desenvolvidos na Terra Indígena Araribóia, ao sul da Rebio, também serão fomentados, conforme explicou. “Vamos apoiar a iniciativa das mulheres que já estão formando viveiros para que possam ser fornecedoras de mudas e de sementes, além de outras iniciativas, como cooperativas da região, para que aos poucos vá se construindo essa rede que vai dar sustentabilidade de longo prazo, para além do tempo de duração do projeto”, disse a coordenadora do MPEG.

Produção científica e soluções tecnológicas

Na implementação do projeto, a produção científica, com a documentação das etapas, e a aplicação de tecnologias para superar possíveis obstáculos, ficarão a cargo da coordenação do Museu Goeldi. “A gente sabe que existem desafios e que vamos precisar de soluções tecnológicas. Então, também estaremos com os nossos laboratórios. Temos o Ciprep, que é o nosso Centro Integrado de Pesquisa em Restauração Ecológica e Produtiva. Ele congrega 11 laboratórios do Museu e ainda conta com os laboratórios da Embrapa e da UFRA como parceiros. Queremos construir um modelo de restauração que seja replicável em outras áreas”, afirmou Marlúcia, que celebra a oportunidade de atuar em parceria. “Estamos muito animados com essa oportunidade. Será a primeira vez que o Museu Goeldi vai estar integralmente como responsável técnico de uma atividade de restauração”, celebra.

O projeto Restaura Gurupi integra as iniciativas contempladas por editais do BNDES com o objetivo de transformar o “Arco do Desmatamento” no “Arco da Restauração”, cuja meta é restaurar 6 milhões de hectares até 2030 e 24 milhões até 2050. Os recursos do projeto são oriundos do Fundo Amazônia e os esforços serão coordenados pela gestora parceira Conservação Internacional (CI-Brasil). Gerente de Conservação da WCS Brasil, proponente principal do projeto, Márcia Lederman explicou que, por meio do Conselho da Rebio Gurupi, iniciou a aproximação com o Museu Goeldi. “Desde então, estamos juntos na elaboração das propostas de restauração ecológica para a região. A participação do Museu é de suma importância, pois aporta com ciência, conhecimento e experiência no tema”.

ENTREVISTA: estratégias de restauração e de monitoramento

Ao lado da ecóloga Marlúcia Martins, o engenheiro florestal e pesquisador voluntário do Museu Goeldi, Rafael Salomão, será o responsável pelas estratégias de restauração e pelo monitoramento da área da Rebio Gurupi a ser contemplada pelo projeto. Na entrevista a seguir, ele enumera as causas da degradação da região e explica como o trabalho será desenvolvido nos próximos anos.

Quais foram as principais causas da degradação da área da Rebio Gurupi que será restaurada com o projeto?
As áreas da Reserva Biológica do Gurupi (Rebio Gurupi) contempladas pelo projeto apresentam um histórico consistente de degradação ambiental associado a fatores antrópicos e eventos extremos, típicos da dinâmica de ocupação do chamado Arco do Desmatamento na Amazônia Oriental. A principal causa da degradação identificada é a ocorrência recorrente de incêndios florestais, intensificados por períodos de seca prolongada e pelo uso indiscriminado do fogo em áreas agropecuárias do entorno da unidade de conservação. Episódios críticos de incêndios foram registrados em anos recentes, com destaque para os eventos de 2005, 2015 e 2024, sendo que, neste último, estima-se que dezenas de milhares de hectares da Rebio Gurupi tenham sido afetados. 

Quais foram as consequências destes incêndios?
A repetição desses eventos comprometeu severamente a estrutura da vegetação, elevou a mortalidade de árvores, reduziu a diversidade florística e dificultou os processos naturais de regeneração. Associado a esse quadro, observa-se o impacto do ciclo histórico de degradação “madeira–fogo–pasto”, característico da região. 

De que forma a exploração madeireira impactou a área?
A exploração madeireira seletiva, frequentemente ilegal, promoveu a abertura do dossel florestal e a retirada de espécies de alto valor econômico, aumentando a vulnerabilidade da floresta remanescente à ação do fogo e a outros distúrbios. Esse processo foi, em muitos casos, seguido pelo uso do fogo como ferramenta de limpeza e pela conversão das áreas degradadas em pastagens.

A ocupação humana também contribuiu para a degradação da região?
Sim, a expansão da pecuária extensiva, aliada à presença de assentamentos rurais e ocupações humanas irregulares, contribuiu adicionalmente para a degradação ambiental. A abertura de ramais, estradas vicinais, açudes e áreas de solo exposto intensificou a fragmentação da paisagem, ampliou os efeitos de borda e favoreceu novos episódios de desmatamento e incêndios florestais, especialmente nas áreas periféricas da unidade de conservação.

A degradação cresce a partir das bordas da reserva? 
O projeto evidencia que a degradação está fortemente relacionada às pressões fundiárias e ao desmatamento concentrado nas bordas da Rebio Gurupi, onde a proximidade com imóveis rurais e atividades agropecuárias aumenta o risco de invasões, queimadas e exploração ilegal de recursos florestais. Esses fatores combinados resultaram em perdas expressivas de cobertura florestal, simplificação estrutural da vegetação e redução da resiliência ecológica da área, justificando a implementação de ações estratégicas de restauração ecológica e manejo adaptativo previstas no projeto.

O projeto evidencia que a degradação está fortemente relacionada às pressões fundiárias e ao desmatamento concentrado nas bordas da Rebio Gurupi, onde a proximidade com imóveis rurais e atividades agropecuárias aumenta o risco de invasões, queimadas e exploração ilegal de recursos florestais".  Rafael Salomão - engenheiro florestal e pesquisador voluntário do MPEG.

Quais estratégias de restauração e quais espécies de vegetação serão utilizadas?
A restauração das áreas degradadas será conduzida por meio de uma abordagem integrada de restauração ecológica, combinando técnicas passivas e ativas, selecionadas de acordo com o grau de degradação, a capacidade de regeneração natural e os riscos ambientais de cada área. As estratégias adotadas visam restabelecer a estrutura e a funcionalidade ecológica da floresta, aumentar sua resiliência a incêndios e promover a recuperação da biodiversidade nativa. Está previsto também a implementação de sistemas agraflorestais - SAFs, que são ferramentas-chave de integração entre restauração ecológica e inclusão social, cuidadosamente delimitadas para não conflitar com o regime de proteção integral da Rebio. Eles reforçam a estratégia de longo prazo do projeto: restaurar a floresta, fortalecer as pessoas e proteger o território.

Qual será o tratamento aplicado às áreas de maior potencial de regeneração?
Nas áreas com maior potencial de recuperação, será priorizada a Regeneração Natural Assistida (RNA), por meio da proteção contra incêndios, do controle de gramíneas invasoras, da redução de distúrbios antrópicos e do estímulo ao recrutamento de regenerantes naturais. Essa estratégia permite acelerar processos sucessionais já em curso, reduzindo custos e mantendo a diversidade genética local.

E o que será feito nas áreas consideradas de menor potencial de recuperação?
Em áreas mais severamente degradadas, especialmente aquelas afetadas por incêndios recorrentes ou com baixa densidade de regenerantes, será adotado o plantio ativo de espécies nativas, incluindo o enriquecimento florestal em clareiras e faixas degradadas. Serão utilizadas mudas produzidas a partir de sementes coletadas na própria região ou em áreas ecologicamente equivalentes, garantindo a adaptação das espécies às condições locais. O projeto também empregará técnicas de nucleação, como ilhas de alta diversidade, poleiros artificiais e plantios adensados em pontos estratégicos, com o objetivo de atrair dispersores de sementes, ampliar a conectividade ecológica e favorecer a regeneração natural do entorno. Essas técnicas são especialmente importantes para acelerar a recomposição estrutural da floresta e aumentar a heterogeneidade ambiental.

Que critérios serão adotados para a seleção das espécies?
A seleção priorizará espécies arbóreas nativas da Amazônia oriental, representativas de diferentes grupos funcionais e estágios sucessionais, incluindo espécies pioneiras, secundárias iniciais, secundárias tardias e climácicas. Serão utilizadas espécies com funções ecológicas complementares, como fixação de nitrogênio, produção de frutos para a fauna, sombreamento rápido e resistência ao fogo.

Poderia nomear algumas espécies que serão utilizadas no projeto?
Entre as espécies indicadas destacam-se, entre outras: Inga spp., Schizolobium parahyba var. amazonicum (paricá), Cecropia spp., Vismia spp., Byrsonima spp., Parkia spp., Dipteryx odorata (cumaru), Hymenaea courbaril (jatobá), Carapa guianensis (andiroba), Bertholletia excelsa (castanheira), Copaifera spp. (copaíba) e Astronium spp. (muiracatiara). A composição florística poderá ser ajustada conforme o diagnóstico de campo, disponibilidade de sementes e objetivos específicos de cada área.

O senhor gostaria de acrescentar alguma informação não contemplada na entrevista?
De forma complementar, o projeto prevê ações de monitoramento, manutenção e manejo adaptativo, incluindo replantios quando necessários, controle de espécies invasoras, prevenção e combate a incêndios florestais e acompanhamento dos indicadores ecológicos. Essas estratégias asseguram não apenas a implantação, mas a consolidação da restauração ao longo do tempo, contribuindo para a recuperação efetiva da estrutura, da diversidade e das funções ecológicas da floresta da Rebio Gurupi.

Texto: Carla Serqueira
Edição: Erika Morhy
Artes: Elis Monteiro

OBS: A foto de Felipe Werneck sofreu leve intervenção com uma frase colocada em cima da imagem.
Veja a licença para o uso da foto AQUI.

 

Ciência e Tecnologia
Tags: Pará
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