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Contaminações e mortes por COVID-19 no Marajó indicam queda, mas ainda preocupam

Pesquisadores alertam que é preciso acompanhar se, com a retomada das atividades, o ritmo de queda será mantido de fato. O uso de máscaras e o distanciamento social continuam sendo a melhor defesa da população.
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Publicado em 14/07/2020 13h13 Atualizado em 12/11/2021 16h50

Agência Museu Goeldi - Um grupo de seis pesquisadores, associados a Campanha Marajó Vivo, divulga novo balanço sobre a pandemia de COVID-19 na região paraense até o mês de junho. Por meio de uma nota técnica, eles apontam que, apesar do aumento do número de casos confirmados e de óbitos no total, a taxa de crescimento das contaminações e das mortes vem diminuindo semanalmente, o que pode indicar uma queda no índice de transmissão do vírus e da letalidade decorrente da doença.

Apesar da relativa queda, os números ainda preocupam. Somente no período de 1° a 29 de junho, o número de infectados em todo o Marajó passou de 2.351 para 5.986.

“Foram 3.635 casos em 29 dias ou cerca de 125 casos por dia, oficialmente registrados. Em outros termos, o número absoluto de casos confirmados aumentou 155% em apenas um mês”, alertam.

Para explicar a evolução da doença, a nota técnica também traz a análise da média móvel de novos casos e de óbitos por Covid-19 a cada sete dias, feita desde o aparecimento da doença na região até 30 de junho. Os cálculos confirmaram a tendência de queda em ambas as situações, embora o Marajó Ocidental tenha ainda apresentado a média de 107 casos de COVID-19 por dia na última semana de junho.

“A média móvel é a soma do número de casos ou de mortes dos últimos sete dias, dividido por sete”, explica uma das autoras da nota, a pesquisadora Ima Célia Vieira, do Museu Paraense Emilio Goeldi. “Para saber se os números da doença estão em alta, em queda, ou estáveis, é feita a comparação entre a média móvel de um dia e a média móvel de sete dias atrás”, acrescenta.

Marajó Vivo - Também assinam o documento o professor da Universidade Federal Rural da Amazônia, Diogo Ferraz; Fabiana Pereira, doutoranda do Programa de Pós Graduação em Ciências Ambientais; Carlos Magno, mestrando do Programa de Pós Graduação em Educação; Carlos Ramos, engenheiro florestal e consultor de projetos socioambientais; e Carlos Alberto da Silva Leão, mestrando pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, no Brasil.

O grupo é ligado à Campanha Marajó Vivo, uma rede de solidariedade destinada ao enfrentamento da pandemia. Lançada pelo Museu Goeldi em maio de 2020, a iniciativa é composta atualmente por cerca de 20 organizações de diferentes naturezas e 50 voluntários.

Contagem semanal - De acordo com os pesquisadores, na última semana de junho, o número de casos confirmados passou de 5.280 para 5.986 em todo o Marajó - um aumento de 706 casos (13,37%). Ainda que preocupante, a taxa é inferior às detectadas no mês de maio, quando o crescimento dos casos chegou a ultrapassar os 70% na semana de 11 a 17 e mais de 58% na seguinte.  

Marajó Ocidental - O Marajó ocidental é formado por Afuá, Anajás, Bagre, Breves, Curralinho, Gurupá, Melgaço, Portel e São Sebastião da Boa Vista.

Nessa porção marajoara, durante o mês de junho, os municípios de Gurupá, Portel e Breves apresentaram o aumento mais significativo de casos enquanto nos outros municípios a curva foi menos acentuada.

Breves e Portel tiveram o maior número de casos da COVID-19, que foram, respectivamente, de 537 e 409 no dia 1° de junho, para 1.230 e 727 no dia 29 do mesmo mês. Breves é o município com maior número absoluto de óbitos (73), seguido de Portel (36). O menor número de casos foi registrado em Bagre (187 casos).

Em todos os nove municípios, durante quase todo o mês, o número de óbitos cresceu de 125 para 173, um aumento de 38,40%.

Na última semana do mês, entre os dias 23 e 29 de junho, o número de infectados pelo coronavírus passou de 3.887 para 4.445 – taxa de crescimento de 14,4%, ligeiramente menor do que a da semana anterior. Os óbitos, no entanto, cresceram de 168 para 173, uma taxa de 3%.

Marajó oriental - O chamado Marajó oriental é formado por Cachoeira do Arari, Chaves, Muaná, Ponta de Pedras, Salvaterra, Santa Cruz do Arari e Soure.

Segundo o levantamento, Ponta de Pedras, Muaná e Salvaterra são os municípios com as curvas maiores e crescentes da doença.

Durante o mês de junho, Ponta de Pedras teve o maior número absoluto de casos confirmados de COVID-19 (307), seguido de Muaná (296). Em relação aos óbitos, Muaná tem o maior número (14), seguido de Salvaterra (10).

O menor número de casos ocorreu em Santa Cruz do Arari (88), que apresentou a maior taxa de letalidade (12,28%).

Em junho, o número de casos da doença nos sete municípios passou de 1.393 para 1.541, um crescimento de 10,6%. Já o número de óbitos nessa parte do Marajó aumentou de 41 para 52.

Na última semana do mês, os óbitos cresceram 2%, sendo que na semana anterior nenhuma morte havia sido registrada.

Prevenção - Por meio de cálculos estatísticos, o grupo de pesquisadores também destaca a importância do distanciamento social e do uso de máscaras pela população do Marajó.

Em relação aos casos confirmados, a estimativa é que o isolamento social reduza, em média, sete infectados por dia. Essa redução demora 15 dias para ser observada e apresenta o nível de confiança estatística de 95%.

Quando a população utiliza corretamente as máscaras, o número de pessoas infectadas é reduzido em 11 pessoas por dia, com o grau de confiança estatística estimado em 99%.

“Em outros termos, os modelos econométricos comprovaram que ‘ficar em casa’ e usar máscara na rua são atos que salvam vidas no Marajó. Além disso, o município de Breves (2.37%) novamente demonstrou ser o local mais afetado pela pandemia do novo coronavírus”, apontam os estudiosos.

Isolamento social - Segundo a nota técnica, a média do isolamento social no Marajó como um todo foi de 45%, índice bem abaixo do recomendado pela Organização Mundial de Saúde, que é de 70%. Em 29 de junho, essa taxa aumentou para cerca de 49%.

Entre todos os municípios, o menor índice de isolamento registrado no começo do mês foi em Bagre, com 26,5%, sendo que, 15 dias após esse registro, o município passou a ter mais de 126 casos de COVID-19 confirmados, o que representou um aumento de 57% no número de pessoas infectadas.

No entanto, o índice de isolamento na região como um todo melhorou no dia 29 de junho, quando Cachoeira do Arari se destacou com 56,7% de sua população em casa.  

Fim do lockdown - Desde o dia 24 de maio, os municípios paraenses possuem autonomia para decidir se mantêm ou não o bloqueio total (lockdown) das atividades não essenciais. Em junho, todos os municípios do Marajó reabriram o comércio, autorizando a navegação de barcos, com o aumento do traslado de passageiros entre os municípios.

“É certo que tanto os novos casos como as mortes diminuíram o ritmo de crescimento nas últimas duas semanas de junho. Resta saber se essa tendência se manterá ou se a reabertura do comércio e a flexibilização do isolamento, que têm sido vistos em vários municípios, poderão causar um novo movimento de aumento”, observam.

Serviço: Acesse a íntegra da nota em https://bit.ly/NotaMarajoVivoJunho.

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