Estrutura Curricular(veja também no portal antigo: Disciplinas, Turmas do Período, Grade Horária) | |||||
| Código | Nível | Disciplina | Créditos | Professor Responsável | Ementa |
| BAD 02 OBR | Mestrado | Ecologia de Áreas Alagáveis | 6,0 | Douglas Aviz Bastos | A disciplina compreende um curso de campo, que coloca os alunos em contato com o ambiente de áreas alagáveis amazônicas. O objetivo central da disciplina é fazer com que os alunos exercitem suas habilidades no planejamento de pequenos estudos de campo, elaboração de desenho experimental, realização de coletas e tomada de dados ambientais, análises preliminares de resultados e implementação de ajustes metodológicos. Além disso, a disciplina tem como objetivos adicionais: colocar os alunos em contato com a biodiversidade amazônica, por meio da identificação de amostras de material biológico; e apresentar diversos aparelhos, instrumentos e técnicas de coleta de amostras. A parte teórica da disciplina compreende palestras proferidas por professores do curso e convidados; discussões conceituais sobre os projetos de pesquisa dos alunos; e aulas expositivas proferidas pelos professores, durante visitas de reconhecimento aos diversos ambientes existentes no campo. |
| BAD 15 EL | Mestrado | Sistemática Filogenética | 4,0 | Mário César Cardoso de Pinna | O papel da sistemática na biologia e filosofia. Introdução às escolas de sistemática. Conceitos básicos. Evolução e filogenética. Dados e caracteres (caracteres morfológicos e de sequências - DNA/RNA). Homologia (critérios de homologia; testes de homologia). Polarização (grupo-externo e ontogenia). Caracteres multiestado (ordenados; codificação binária aditiva; não- ordenados). Análise de parcimônia. Justificativas, limitações e críticas ao princípío de parcimônia metodológica. Alternativas à parcimônia. Atração e repulsão de ramos longos. Pesagem de caracteres. Funções de pesagem: côncavas, lineares e convexas. Homoplasia: ruído, resolução e acurácia. Otimização de caracteres (DELTRAN; ACCTRAN; Fitch; otimização em politomias). Ramos de comprimento zero. Indicadores numéricos e métricas (comprimento; índices - índice de consistência, coeficiente de distorção, índice de retenção - índice de Bremer; bootstrap; jacknife). Diagramas não- enraizados. Enraizamento e direcionalidade (grupo externo e sequências ontogenéticas). Árvores de consenso (consenso estrito; consenso semi-estrito; consenso de maioria; consenso de Adams). Índices de consenso (distância topológica; índice de informação de consenso). Métodos de distância e inferência filogenética (UPGMA e Neighbor Joining). Problemas com heterogeneidade de taxas de evolução. Análises paramétricas: máxima verossimilhança e inferência Bayesiana. Modelos evolutivos. O uso da genômica em reconstrução filogenética. Paleontologia e análise filogenética. Datação por fósseis e calibração de divergências moleculares. Programas de análise filogenética. Classificações biológicas e hipóteses filogenéticas. |
| PESQ D | Doutorado | Pesquisa - Doutorado | 0,0 | Lucas Castanhola Dias | |
| PESQ M | Mestrado | Pesquisa - Mestrado | 0,0 | Lucas Castanhola Dias | É obrigatório para qualquer estudante do BADPI, do mestrado ou doutorado, estar matriculado em disciplinas ou em "Pesquisa" para caracterizar que seu vínculo está "ativo" no BADPI. |
| SEM III OBR | Doutorado | Seminários de Área III | 1,0 | Vera Maria Ferreira da Silva, Jeffrey Edward Podos | O curso propõe orientar como preparar uma proposta científica para ser bem sucedida. Identificar os pontos chaves de um Edital e entender o que desperta o interesse do avaliador ou da agência de fomento. Será apresentado um modelo de proposta que os alunos irão elaborar durante o curso. Com base nessas propostas será discutido as limitações e potencialidades para aumentar o sucesso na obtenção de recursos para pesquisa. |
| TOP ESP | Mestrado | Cienciometria | 3,0 | Maiby Glorize da Silva Bandeira | Disciplina teórica e prática de aspecto multidisciplinar. A cienciometria ou cientometria ou bibliometria é uma área da ciência que faz a avaliação da produção científica de um determinado tema, através de indicadores quantitativos, a partir da produção científica. Parte teórica: histórico; porque fazer estudos cienciométricos; como fazer; exemplos desse tipo de estudo; diferenciação entre um estudo de revisão sistemática, de meta análise e de cienciometria. Parte prática: será realizado todo o processo de um estudo cienciométrico; utilização de grandes bases de dados bibliográficos; levantamento de referências; utilização dos dados; escolha de um tema de estudo; elaboração de uma pergunta de pesquisa; escolhas de palavras-chave; buscas avançadas para o levantamento bibliográfico; extração das informações bibliográficas das bases de dados; triagem para refinamento das informações; produção de resultados com ou sem análises estatísticas; discussão dos resultados; redação de um manuscrito; possível submissão do manuscrito a um periódico. Avaliação final: versão final do manuscrito. |
| TOP ESP | Mestrado | Fisiologia térmica de organismos aquáticos | 3,0 | Susana Braz Mota | Princípios teóricos e empíricos que regem a fisiologia térmica de organismos aquáticos, com ênfase em ectotérmicos. Abordagem integrativa sobre os mecanismos de aclimatação, adaptação e tolerância térmica, interações entre temperatura e outros fatores ambientais (oxigênio, pH, poluição). Discussão de modelos evolutivos de adaptação térmica, conceitos como CTmax, TSM (Thermal Safety Margin), Q10, SMR/AMR, plasticidade fenotípica e trade-offs energéticos. Limitação térmica pelo oxigênio (OCLTT) e a relação entre metabolismo, crescimento e reprodução em um cenário de mudanças ambientais. Desafios fisiológicos da ictiofauna amazônica frente às mudanças climáticas. Aulas práticas com experimentação abordando conceitos de tolerância térmica e metabolismo. Estudo de caso com espécies amazônicas e/ou neotropicais. |
| TOP ESP | Doutorado | Modelagem de distribuição de espécies, com ênfase na biota aquática da Bacia Amazônica | 3,0 | Luis José de Oliveira Geraldes Primeiro, Mauro José Cavalcanti | Modelos de distribuição de espécies. Histórico. Conceito de nicho ecológico. Nicho fundamental e nicho realizado. Distribuição geográfica. Usos de modelos de distribuição de espécies. Desenvolvimento de modelos de distribuição de espécies. Tipos de dados: dados biológicos e dados ambientais. Fontes de dados biológicos: GBIF, iDigBio, VertNet. Fontes de dados ambientais: WorldClim, ENVIREM. Modelos climáticos globais: CMIP5, CMIP6. Modelos de circulação. Algoritmos de modelagem: BIOCLIM, GARP e MaxEnt. Diferenças entre métodos. Avaliação de modelos. Estudos de casos: predição de distribuições, disseminação de espécies invasoras; impactos das mudanças climáticas, delimitação de áreas prioritárias para conservação. |
| OBR SEM II | Mestrado | Seminário de Área II | 1,0 | Eliana Feldberg, Giselle Moura Guimaraes Marques, Kyara Martins Formiga | Cada estudante apresenta uma prévia da sua aula de qualificação, que consiste em preparar uma aula, tendo como tema o projeto de dissertação/doutorado. Esta aula é avaliada pelo professor e pelos colegas, levando em consideração os seguintes tópicos: Postura do estudante; cumprimento do tempo; a apresentação; conteúdo; estrutura da aula; slides (cor, figuras, tabelas, erros de digitação, citações, entre outros detalhes). Demonstrativo de presença em 05 aulas de qualificação ou defesas antes de sua apresentação. Justificativa: Estimular e educar os discentes na importância em assistir aulas de qualificação e defesas de dissertação/tese para o preparo e aprendizado de suas próprias aulas e defesas. |
| TOP ESP | Mestrado | Tópicos em Histologia Animal | 3,0 | Grazyelle Sebrenski da Silva | Introdução a microscopia (técnicas básicas de análise e preparo de material histológico por microscopia de luz). Conhecimento Morfológico dos principais tecidos (tecidos de revestimento, tecidos de preenchimento e sustentação) que constituem o grupo dos vertebrados do Reino Animal. OBJETIVOS: Permitir que os alunos conheçam técnicas básicas de preparo e análise de material histológico por microscopia de luz; Reconhecer as características gerais e adaptações dos principais tecidos que constituem os seres vivos do grupo dos vertebrados; Compreender como as mudanças ambientais (presença de poluentes e/ou parasitos) podem resultar no desenvolvimento de alterações teciduais. |
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