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Confraternização de Fim de Ano do Inpa celebra conquistas e fortalece laços da comunidade
Foto: Kaylane Golvin/ Ascom Inpa
O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) realizou sua tradicional Confraternização de Fim de Ano. O momento reuniu servidores, estudantes, estagiários, bolsistas e colaboradores em um encontro descontraído, que visa promover a integração, valorizar o trabalho das equipes e celebrar os resultados alcançados em 2025.
A primeira fase da programação, no Auditório da Ciência, contou com a exibição de um vídeo curto dos destaques do ano, trazendo desafios e conquistas, a ciência em ação, além de momentos de fortalecimentos de laços institucionais. Em sua fala, o diretor do Inpa, professor Henrique Pereira, ressaltou os desafios e resultados importantes.“Este ano nos tornamos a instituição com maior número de Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia, com quatro novos INCTs aprovados, recebemos novos pesquisadores, tecnologistas e analistas via concursos públicos. Além disso, captamos R$95,2 milhões para apoiar nossos projetos. Ano que vem, temos o desafio de cumprir as nossas demandas com um orçamento menor que 2025 - esta é a previsão -, mas, juntos, vamos conseguir fazer dar certo”, destacou Pereira.
O diretor comemorou a aproximação entre a ciência e o público, por meio do Bosque da Ciência, espaço científico-cultural de visitação pública do Inpa. “O número de visitantes no Bosque alcançou 133.361 visitantes de janeiro a novembro, um novo recorde. O Bosque continua sendo a nossa maior aposta de educação científica e de um serviço ecossistêmico para os visitantes”, acrescentou.
Um segundo momento marcou a confraternização realizada no dia 12 de dezembro. No Centro de Convivência, houve apresentação do coral de idosos Dr. Euler Ribeiro, som ao vivo, de sorteios de brindes e um coquetel.
“Este é um momento de celebração por todo o trabalho realizado. O Inpa marcou um novo início na minha vida como estudante, e estar aqui é muito bom. Minha meta é concluir meu projeto de iniciação científica e, assim como o Instituto, agregar valor à sociedade com meu trabalho”, disse a bolsista Lorena Ferreira.




