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ADORNO ZERO
Taxa de uso de adornos nas UTIs chega a 0%
O Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) do Hospital Universitário Dr. Miguel Riet Corrêa Jr. da Universidade Federal do Rio Grande (HU-FURG), vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), coleta e analisa, mensalmente, dados das unidades hospitalares que permitem a elaboração dos indicadores de qualidade em relação a controle de infecção, um deles refere-se ao uso de adornos. No mês de setembro de 2018, houve 0% de uso de adornos de mão e punho nos momentos de higiene de mãos observados nas UTIs Geral, Pediátrica e Neonatal do HU-FURG.
A campanha Adorno Zero foi implementada no HU-FURG em maio deste ano, durante a 1ª Semana de Segurança do Paciente, e contou com a distribuição de material explicativo, saquinhos plásticos para os trabalhadores armazenarem, com segurança, seus adornos e de cartazes com fotos dos trabalhadores da UTI Geral sem adornos. O tema da campanha é “Zero Perigo, Zero Infecção, Zero Adorno” e o lema “Na Área Assistencial, mostre sua beleza natural!”. Ainda, conforme o SCIH, a utilização de adornos nas mãos e nos punhos prejudica a adequada higiene de mãos, o que justifica a proibição do uso de adornos no ambiente hospitalar.
Durante as observações rotineiras, a adesão à higiene de mãos nos cinco momentos indicados pela OMS, o SCIH também observa a utilização ou não de adornos de mão e punho pelos profissionais assistenciais das três unidades de tratamento intensivo. As observações ocorrem de segunda a sexta-feira, nos turnos manhã e tarde, totalizando mais de 4 horas/mês. Os dados são divulgados mensalmente para equipes e norteiam o foco das atividades educativas de prevenção de infecções relacionadas a assistência em saúde.
O SCIH parabeniza as equipes assistenciais das UTIs Geral, Pediátrica e Neonatal HU-FURG pelo compromisso em manter suas mãos livres de adornos!
Tire suas dúvidas sobre a Campanha Adorno Zero
1. O que a Norma Regulamentadora Nº 32 (NR 32) diz sobre o uso de adornos em ambiente hospitalar? Segundo a Norma Regulamentadora 32 (NR 32), todo trabalhador do serviço de saúde, bem como aquele que exerce atividades de promoção e assistência à saúde exposto a agente biológico, independentemente da sua função, não deve utilizar adornos no ambiente de trabalho.
2. O que são considerados adornos? São considerados adornos: alianças, anéis, pulseiras, relógios de pulso, colares, brincos, broches, piercings expostos, crachás pendurados com cordão e gravatas.
3. Quais os riscos que o uso de adornos na área assistencial traz à saúde do trabalhador e do paciente? Diversos estudos apontam que os adornos usados na área assistencial abrigam agentes patogênicos, aumentando o risco de infecção, comprometendo a segurança do paciente e do trabalhador.
4. Quais trabalhadores devem retirar seus adornos? Todos os trabalhadores que atuam nas áreas assistenciais, inclusive os que desempenham atividades administrativas, de higienização, nutrição e manutenção.
Leia a Portaria na íntegra – Boletim de Serviço nº 32
Sobre a Ebserh
Desde julho de 2015, o Hospital Universitário Dr. Miguel Riet Corrêa Jr. da Universidade Federal do Rio Grande (HU-FURG) faz parte da Rede Ebserh. Estatal vinculada ao Ministério da Educação, a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) atua na gestão de hospitais universitários federais. O objetivo é, em parceria com as universidades, aperfeiçoar os serviços de atendimento à população, por meio do SUS, e promover o ensino e a pesquisa nas unidades filiadas.
A empresa, criada em dezembro de 2011, administra atualmente 40 hospitais e é responsável pela gestão do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf), que contempla ações em todas as unidades existentes no país, incluindo as não filiadas à Ebserh.
Assessoria de Comunicação Social HU-FURG/Ebserh