Notícias
SUTENTABILIDADE
Nova iluminação melhora o ambiente do hospital universitário de Vitória
Aliado à sustentabilidade ambiental e ao melhor uso dos recursos públicos, o Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Hucam), em Vitória (ES), iniciou este mês a substituição gradativa da antiga iluminação fluorescente tubular por lâmpadas de LED.
De imediato, a primeira vantagem é o menor consumo. O corredor principal do hospital, que precisa ficar aceso 24 horas por dia, foi o primeiro local a passar pela modernização. Enquanto as lâmpadas fluorescentes tinham, cada uma, 40 Watts de potência, as versões de LED consomem apenas 18 Watts e ainda emitem mais luz.
Outra vantagem econômica é o menor uso de mão de obra de manutenção para cuidar do LED. Uma lâmpada antiga tem vida útil que varia entre 6 mil e oito mil horas. A nova iluminação dura cerca de 40 mil horas.
"A equipe de manutenção que estaria deslocada para trocar uma lâmpada antiga queimada, com a iluminação por LED, poderá usar o tempo para tratar de outras prioridades", explica o engenheiro eletricista da Divisão de Logística e Infraestrutura do hospital, Luiz Queiroga.
Para instalar a primeira remessa de 300 lâmpadas de LED, foram escolhidos locais que guardam equipamentos de alto valor agregado e que ficam ligados 24 horas por dia. Por isso, além do corredor principal, a iluminação do Almoxarifado também foi modernizada. O critério também leva em conta a maior segurança das instalações que usam LED em comparação com as luzes de tecnologia inferior. LED é a sigla em inglês para "diodo emissor de luz" e, por não usar reatores, tem menos risco de soltar fagulhas e aquece menos que as lâmpadas comuns.
As lâmpadas instaladas neste primeiro momento já estão de acordo com as normas técnicas de iluminação de ambientes hospitalares, com grades em plástico transparente. A iluminação externa do Hucam também será gradativamente trocada à medida que chegarem as novas lâmpadas.
Com a iluminação por LED, a natureza também agradece. As lâmpadas fluorescentes precisam ser especialmente separadas na hora de se jogar fora por causa de seus componentes altamente tóxicos, como o vapor de mercúrio presente em seu interior e liberados quando se quebram.