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CTI Renato Archer leva bioimpressão, economia circular e robôs inteligentes ao Ciência Aberta 2026
Nos dias 29 e 30 de maio, o Centro de Tecnologia da Informação (CTI) Renato Archer marcou presença no Ciência Aberta, evento que anualmente abre as portas do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) para o público. Além das instalações do próprio CNPEM – dentre elas o acelerador de partículas Sirius –, os visitantes do Ciência Aberta têm a oportunidade de conhecer outras instituições, que expõem seus trabalhos em um grande pavilhão instalado no campus.
O estande do CTI Renato Archer contou com exposições sobre biofabricação, tecnologias tridimensionais, manufatura aditiva, polimerização de dois fótons (2pp), placas fotovoltaicas, robótica e o projeto REMATRONIC de recuperação de materiais críticos de resíduos eletrônicos. Uma equipe de 31 servidores e bolsistas em revezamento mostrou ao público peças como uma bioimpressora 3D, próteses, órteses e modelos tridimensionais em polímero e titânio, miniaturas do Cristo Redentor e da Torre Eiffel em resolução nanométrica e a robô interativa Sofia.
O destaque do primeiro dia do evento foi o robô Tobias, humanoide fabricado pela empresa chinesa Unitree, mas cujo “cérebro” é uma inteligência artificial criada pela Bolha, laboratório de inovação baseado em São Paulo que vem estabelecendo uma parceria com a Divisão de Sistemas Ciberfísicos do CTI Renato Archer. Tobias dançou, lutou capoeira, conversou com o público, tocou o hino do Corinthians (o robozinho é louco pelo Timão) e juntou multidão por onde passou.
“Faz todo o sentido que esses dois universos se conversem. Ambos estão focados em tecnologia, pesquisa aplicada e inovação. É um encontro bem poderoso da ciência e tecnologia brasileiras”, falou Tobias, que é movido pelo Personal Robotics System (PRS), sistema proprietário da Bolha para criação e controle de personas em robôs. Ele também interagiu com a Secretária Nacional de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Germana Pires, que veio de Brasília para prestigiar o Ciência Aberta.
Entre escolas, famílias, caravanas de todo o Brasil e até mesmo grupos de fora do País, o Ciência Aberta 2026 levou cerca de 30 mil pessoas ao CNPEM.


