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Presos do Sistema Penitenciário Federal passam a integrar lista da Interpol

Objetivo é difundir informações sobre lideranças criminosas que são propensas a repetir crimes em outros países
Publicado em 17/05/2021 15h35
Presos do Sistema Penitenciário Federal passam a integrar lista da Interpol

Com o objetivo de fortalecer o combate ao crime organizado transnacional e difundir informações sobre lideranças criminosas presas no Brasil, o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) solicitou à Polícia Federal a inclusão de presos do Sistema Penitenciário Federal (SPF) na Difusão Verde (Green Notice) da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol).

“O crime organizado não respeita fronteiras. Cada vez mais, a cooperação e a troca de informações entre os países são necessárias para impedir lideranças criminosas de ampliarem sua atuação. O Departamento Penitenciário Nacional e a Polícia Federal trabalham juntos no combate às facções criminosas”, afirmou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres.

Os custodiados nas penitenciárias federais estão nas unidades por terem desempenhado função de liderança ou participado de forma relevante em organização criminosa, entre outros casos. Alguns presos, inclusive, possuem atuação criminosa em outros países.

“A inclusão dos nomes na Difusão Verde colabora para o monitoramento de presos que retornem, que progridam de regime ou que tenham a liberdade concedida pelos mais variados motivos”, explicou a diretora-geral do Depen, Tânia Fogaça.

O Sistema Penitenciário Federal é composto por cinco penitenciárias localizadas em Catanduvas (PR), Campo Grande (MS), Mossoró (RN), Porto Velho (RO) e Brasília (DF) e são referência no Brasil e em outros países na aplicação da Lei de Execução Penal.

Interpol

A Interpol foi constituída em 1923, na Áustria, com espírito de colaboração entre as polícias de diferentes países e com a finalidade de auxiliar cada um dos países-membros no compartilhamento de informações de interesse criminal, como a prisão e extradição de foragidos internacionais. A sede da instituição fica em Lyon, na França, e conta com a participação de 194 países.

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Com informações do Ministério da Justiça e Segurança Pública