Iphan participará da abertura do Junho Vivo, em Campo Grande (MS)
Semana de atividades fortalece a educação ambiental, patrimônio e a participação social

No mês em que é celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho), na próxima terça-feira (02/06), às 9h, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Mato Grosso do Sul participará da abertura do “Junho Vivo”, iniciativa do Centro Estadual de Educação Ambiental de Mato Grosso do Sul voltada à sensibilização ecológica, à formação cidadã e ao fortalecimento da relação entre ser humano e natureza. O evento promove vivências, oficinas, rodas de conversa, atividades culturais e práticas integrativas que estimulam a reflexão sobre os desafios socioambientais contemporâneos.
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O Iphan será representado pela arquiteta e servidora do Instituto, Aline Amaral, na mesa redonda “O impacto das transformações ambientais sobre o patrimônio cultural”. As atividades são voltadas a instituições, gestores públicos, profissionais da área ambiental e do patrimônio, estudantes e pesquisadores. A entrada é gratuita.
As mudanças climáticas afetam tanto o patrimônio material quanto o imaterial, porque impactam diretamente os lugares, os modos de vida e as tradições das comunidades. Chuvas intensas e enchentes podem destruir sítios arqueológicos, causando erosão do solo e levando embora vestígios históricos importantes. O aumento do nível do mar ameaça construções históricas em cidades costeiras, assim como comunidades ribeirinhas e indígenas podem perder práticas tradicionais de pesca e cultivo por causa das secas. Por isso, é importante fortalecer políticas públicas baseadas em estudos científicos, que ajudem a identificar riscos, acompanhar os danos e criar ações para proteger esse patrimônio.
Iphan e mudanças climáticas
No final de 2025, o Iphan concluiu o 1º Ciclo de Diálogos sobre Patrimônio Cultural e Ações Climáticas, uma das mais amplas e participativas iniciativas de articulação entre patrimônio cultural e ações climáticas já realizadas no Brasil. Os diálogos mobilizaram representantes de comunidades tradicionais, povos indígenas, quilombolas, detentores do patrimônio cultural, gestores públicos e pesquisadores de todo o território nacional. Ao todo, foram sete oficinas regionais, seis reuniões de grupos de trabalho, um seminário internacional, duas jornadas nacionais, um webinário e duas publicações lançadas.
SERVIÇO
Junho Vivo - Centro Estadual de Educação Ambiental de MS
Abertura: 02/06, às 9h, no auditório Arara Azul - Centro Estadual de Educação Ambiental de MS
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Mais informações
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