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Iphan abre consulta pública sobre registro da Ourivesaria de Natividade (TO)
Foto: Dossiê de Registro
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) abriu, nesta quarta-feira (22/10), consulta pública para que a sociedade possa se manifestar sobre a proposta de registro da Ourivesaria de Natividade (TO) como Patrimônio Cultural do Brasil. A partir de hoje e até o dia 21 de novembro de 2025, qualquer pessoa pode enviar sua opinião, sugestões ou informações sobre o bem cultural.
[Confira o Dossiê de Registro da Ourivesaria de Natividade (TO)]
As manifestações podem ser enviadas por e-mail para conselho.consultivo@iphan.gov.br, por correspondência para o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural no endereço SEPS 702/902, Centro Empresarial Brasília 50, Bloco B, Torre Iphan, 5º Andar, Brasília-DF, CEP 70390-135, ou através do Protocolo Digital do Iphan disponível no site oficial do instituto. Após o encerramento do prazo, todas as contribuições recebidas serão analisadas pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, órgão máximo de decisão do Iphan para o reconhecimento de bens culturais brasileiros.
A consulta pública representa uma oportunidade para que a população, especialmente quem vive, pratica ou conhece de perto essa tradição, possa contribuir com informações, relatos e opiniões sobre a Ourivesaria de Natividade, garantindo que o processo de reconhecimento passe pelas mãos da comunidade detentora.
Ourivesaria de Natividade (TO)
Esse bem cultural se define pela produção e pelo uso de um conjunto de joias artesanais feitas com ouro e prata extraídos de garimpos da própria região. Crucifixos, colares, cordões, gargantilhas, brincos, pingentes, pulseiras e anéis são fabricados em Natividade e utilizados pela população local e de localidades vizinhas tanto na vida cotidiana quanto, especialmente, em ocasiões e eventos sociais e celebrações religiosas católicas.
Para a confecção dessas joias, são empregadas distintas técnicas, sendo a filigrana a mais valorizada. Trata-se de um delicado entrelaçado de hastes finas de ouro, algumas com a espessura de um fio de cabelo, com laterais serrilhadas, técnica cujas raízes remontam à região do Minho, em Portugal, e que se aclimataram ao território do atual estado do Tocantins durante o período colonial, com a chegada de artesãos que aqui se fixaram.
[Confira o parecer técnico do Iphan sobre a Ourivesaria de Natividade (TO)]
Mais informações
Assessoria de Comunicação Iphan - comunicacao@iphan.gov.br
Guilherme Gomes - guilherme.cardoso@iphan.gov.br
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