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Serviço de Virologia do CHC-UFPR completa 30 anos
O Laboratório de Virologia do Complexo do Hospital de Clínicas da UFPR completa em 2022 trinta anos de atividades. Suas atividades concentram-se na investigação de patógenos virais em pacientes adultos, pediátricos e gestantes, contribuindo para medidas de controle das infecções virais, na instituição e na comunidade.
Iniciou suas atividades em 1992 com quatro profissionais, sendo três farmacêuticos e um médico. Logo após, um pequeno espaço começou a ser estruturado, com equipamentos disponibilizados por outros serviços da própria instituição.
Com o objetivo constante de aplicar novas metodologias para melhor atender a demanda institucional, em 2000, iniciou-se a padronização de métodos moleculares para identificação viral, após vistoria técnica do Ministério da Saúde para comprovar adequação física e disponibilidade de pessoal técnico treinado para a realização de metodologias moleculares.
Devido ao desenvolvimento destes protocolos, que visam à prevenção de infecções virais, o laboratório foi incluído como referência à rede de vigilância epidemiológica do vírus Influenza, implantada pelo Ministério da Saúde.
Em 2002, com a habilitação e credenciamento para a realização dos exames de carga viral para o HIV, com o atendimento dos pacientes do CHC-UFPR e dos municípios da região metropolitana de Curitiba, a equipe passou a fazer parte da rede de treinamentos e oficinas do Programa de IST e AIDS do Ministério da Saúde.
Desde sua criação, o Laboratório de Virologia do CHC-UFPR desenvolve diversas pesquisas científicas que permitem a formação continuada de alunos desde a iniciação científica até o pós-doutorado, colaborando para a excelência do ensino ofertado pelo Complexo.
Meri Bordignon Nogueira, professora da UFPR e farmacêutica responsável pelo Serviçode Virologia, relata que o laboratório “ dispõe de equipe técnica habilitada, composta por docentes, técnicos e estudantes que além de realizar o diagnóstico das infecções virais, na rotina laboratorial, estão vinculadas a programas de pós-graduação multidisciplinares, com diferentes linhas de pesquisa dentro das doenças infecciosas”.
Segundo ela, “uma característica dos colaboradores desse setor, sempre foi o interesse na atualização e contribuição científica, de forma que desde o início procuraram se aprofundar na sua formação”.