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RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL
Conceito ampliado de saúde marca discussões sobre casos clínicos
O programa de Residência Multiprofissional em Saúde do Adulto e do Idoso do Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU-UFS) promoveu na última sexta-feira, 18, uma sessão de discussão de casos clínicos acompanhados pelos grupos de residentes. O evento, que ocorre trimestralmente, é um balanço das intervenções realizadas pelos estudantes do primeiro ano em cada clínica dentro do HU-UFS (cirúrgica, médica I e médica II), considerando o conceito ampliado de saúde.
A coordenadora do programa e enfermeira do HU-UFS, Simonize Mendonça, explica que o maior diferencial da residência é o foco no modelo de assistência multiprofissional. “Quando um grupo de residentes de várias áreas (Nutrição, Enfermagem, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Farmácia, Serviço Social, Odontologia e Psicologia) intervém num determinado caso clínico, é notória a resolutividade do problema para o paciente”, complementa.
A sessão de debates é apoiada pelos residentes do segundo ano que atuam no cenário de suporte aos do primeiro ano. Com o trabalho de equipe, os membros de suporte fazem a admissão e passam as demandas aos residentes do primeiro ano. “A dinâmica funciona bem, porque os residentes com menos experiência têm o suporte garantido dessa equipe do segundo ano. Sob uma perspectiva multidisciplinar, conseguimos dosar a importância da atuação de cada profissional”, detalha a preceptora e farmacêutica do HU-UFS, Izadora Barros.
Encerradas as discussões, os grupos passam ao revezamento entre as clínicas e têm a oportunidade de intervir nos casos previamente trabalhados pelos demais colegas. “O grupo que vai da clínica cirúrgica para a médica I, por exemplo, tem uma bagagem daquilo que o grupo atual traz à baila”, acrescenta Simonize.
Preceptoras
Além da coordenadora Simonize Mendonça, participaram como preceptoras, todas do HU-UFS: a fonoaudióloga Liz Duque, a nutricionista Márcia Cândido, as farmacêuticas Izadora Barros e Simony Soares e a enfermeira Daisy Aragão.
Por Luís Fernando Lourenço