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Novas instalações

Maternidade do Hospital Universitário da Rede Ebserh/MEC em Dourados (MS) já funciona no novo prédio

Todos os serviços da maternidade do HU-UFGD/Ebserh/MEC serão transferidos para o prédio da Unidade da Mulher e da Criança ainda neste mês
Publicado em 10/09/2021 12h56 Atualizado em 14/09/2021 17h50
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Com a nova unidade, o HU-UFGD irá reestruturar o atendimento da unidade na linha materno-infantil em uma infraestrutura moderna que ofereça maior conforto e segurança aos usuários, colaboradores, alunos e professores
Lucas e Fabiana com a filha Dhaffiny, primeira criança a nascer no prédio da UMC.jpeg
Lucas e Fabiana com a filha Dhaffiny, primeira criança a nascer no prédio da UMC
Maria de Fátima e Ana Carla, da equipe de Enfermagem Obstétrica do HU-UFGD.jpeg
Maria de Fátima e Ana Carla, da equipe de Enfermagem Obstétrica do HU-UFGD
Tatiane e Jeferson com a filha Lívia, o primeiro bebê a nascer no CPN do HU-UFGD
Tatiane e Jeferson com a filha Lívia, o primeiro bebê a nascer no CPN do HU-UFGD

Lucas e Fabiana com a filha Dhaffiny, primeira criança a nascer no prédio da UMCDourados (MS) – Eram 7h de quinta-feira, 2 de setembro, quando o pronto atendimento ginecológico e obstétrico do Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados, vinculado à Rede Ebserh/MEC (HU-UFGD/Ebserh/MEC) abriu as portas do novo prédio, a Unidade da Mulher e da Criança (UMC), para atendimento ao público. E pouco depois das 7h, chegou Fabiana Parra, 23 anos de idade, com 41 semanas de gestação, e já em trabalho de parto. Assim, com 3,5 Kg e 50 cm, a menina Dhaffiny Saffira foi a primeira criança a nascer no novo prédio da maternidade do HU-UFGD.  

A mãe, Fabiana, havia passado por avaliação na quarta-feira, 1, ainda no prédio antigo, e foi orientada a retornar na quinta. “Foi uma surpresa vir para o novo prédio! E como ela já estava nascendo, nem deu tempo de chegar no quarto. Mas foi uma experiência boa”, relata Fabiana.  

Foi o segundo parto de Fabiana, que também é mãe de Enoque, um menino de 6 anos, igualmente nascido de parto normal na maternidade do HU-UFGD. “Aqui no prédio novo é tudo bem diferente, bem espaçoso, muito mais confortável”, comenta o pai, Lucas Parra, 23 anos, que foi o acompanhante em ambos os partos de Fabiana. 

Centro de Parto Normal 

Tatiane e Jeferson com a filha Lívia, o primeiro bebê a nascer no CPN do HU-UFGDE ainda na quinta-feira, 2, por volta das 15h, foi a vez de Tatiane Rodrigues, 21 anos de idade, com 40 semanas de gestação, trazer ao mundo a menina Lívia, que nasceu com 3,7 kg, estreando um dos quartos individuais de PPP (Pré-parto, Parto e Pós-parto) do novo Centro de Parto Normal (CPN) do HU-UFGD.  

Foi o primeiro parto de Tatiane, que classificou a experiência como muito satisfatória. Tatiane teve oportunidade de usar praticamente todos os equipamentos disponíveis no quarto, como a bola, o cavalinho, banho de chuveiro e imersão na banheira. O parto foi no leito, com a assistência da equipe de Enfermagem Obstétrica e a participação do pai da pequena Lívia, Jeferson Martins, 27 anos, como acompanhante. “Eu quero parabenizar a equipe, que foi muito acolhedora. Dá muito alívio, num momento assim, a gente encontrar pessoas com tanta empatia e com tanto afeto”, disse Tatiane. 

Realização 

Maria de Fátima e Ana Carla, da equipe de Enfermagem Obstétrica do HU-UFGD“Muita gente falava que isso era só um sonho, mas eu sempre acreditei que seria realidade e sempre esperei o melhor deste hospital. Se comparar o que temos agora com a realidade de dez anos atrás, a gente vê quantos passos importantes foram dados. Estou muito feliz e realizada!”. O relato, cheio de emoção, é da colaboradora Maria de Fátima Brito Alcântara, técnica em Enfermagem e doula, que tem mais de dez anos de experiência na assistência ao pré-parto, que também acompanhou Tatiane. 

Para a enfermeira obstetra Ana Carla Tamisari, as novas instalações da maternidade representam um salto de qualidade não apenas na assistência ao binômio mãe-bebê, mas também nas condições de trabalho e na estrutura de ensino. “Toda a equipe está muito feliz com a mudança para o novo prédio e especialmente com o Centro de Parto Normal. A nova estrutura permite que a Enfermagem Obstétrica tenha autonomia para trabalhar, além de oferecer privacidade e segurança para que a mulher permita a ação da sua fisiologia e seja de fato protagonista do parto. E no campo do ensino, também ganhamos muito, com a possibilidade de oferecer um novo olhar para a assistência ao parto, para cumprir a missão de formar profissionais com qualificação técnica e humana”, avalia.

Transferência

Com a nova unidade, o HU-UFGD irá reestruturar o atendimento da unidade na linha materno-infantil em uma infraestrutura moderna que ofereça maior conforto e segurança aos usuários, colaboradores, alunos e professoresOs serviços relacionados à Maternidade (Pronto Atendimento Ginecológico e Obstétrico, Centro Obstétrico e Alojamento Conjunto) começaram a ser transferidos para o novo prédio no início deste mês, construído especificamente para essa finalidade, mas temporariamente utilizado para acomodar os atendimentos de Covid-19. A transferência de todos os serviços da maternidade para o prédio da UMC deve estar concluída na segunda quinzena de setembro 

Com a nova unidade, o HU-UFGD irá reestruturar o atendimento da unidade na linha materno-infantil em uma infraestrutura moderna que ofereça maior conforto e segurança aos usuários, colaboradores, alunos e professores. O projeto propõe a implantação de 120 leitos de internação, 15 leitos de observação e cinco leitos de recuperação em uma edificação de mais de 10 mil m² de área construída e ampliação de urbanismo de 18 mil m². O investimento nesta etapa da obra foi de R$ 37,4 milhões.

Sobre a Rede Ebserh

Desde setembro de 2013, o HU-UFGD é vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). Ligada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 40 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência.

Vinculadas a universidades federais, essas unidades hospitalares têm características específicas: atendem pacientes do SUS, e, principalmente, apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas. Devido a essa natureza educacional, os hospitais universitários são campos de formação de profissionais de saúde.

Com isso, a Rede Ebserh atua de forma complementar ao SUS, não sendo responsável pela totalidade dos atendimentos de saúde das regiões em que os hospitais estão inseridos.

Com informações do HU-UFGD/Ebserh/MEC