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Assistência social

Ministra Damares Alves participa de doação de máscaras em Criciúma (SC)

Foram entregues 300 máscaras de proteção à Nossa Casa, instituição que cuida de crianças e adolescentes
Publicado em 29/06/2020 17h38
Damares na Nossa Casa

Ministra Damares Alves esteve na instituição Nossa Casa no sábado (27) - Foto: reprodução Nossa Casa

Pessoas que vivem em situação de risco na instituição Nossa Casa, localizada em Criciúma (SC), receberam, nesse sábado (27), máscaras de proteção do Governo Federal. Ao todo, 300 unidades foram entregues à instituição, que contou com a participação da ministra do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves. 

As máscaras foram distribuídas entre os funcionários, crianças e adolescentes que vivem em situação de risco. A unidade de acolhimento oferece acomodações, alimentação, material pedagógico e atendimento psicológico a meninos e meninas que se encontram acolhidos por ordem judicial.

Na ocasião, a ministra elogiou o trabalho de transformação social que a Nossa Casa vem realizando desde que foi criada.

"É muito bonito ver que essa instituição realiza esse trabalho há 21 anos. Só de pensar que já existem crianças que passaram por aqui, foram acolhidas e hoje já estão adultas tendo uma nova oportunidade de vida", parabenizou.

Projetos sociais

Entre as principais ações da instituição, estão os projetos pintando o sete, o bazar beneficente, o nossa alimentação saudável, e o natação e saúde. Além desses, a Nossa Casa também promove o apadrinhamento afetivo que permite a convivência familiar e comunitária.

Ao pedir apoio para a manutenção desse projeto, a presidente da Nossa Casa, Jucelane Barbosa Marques, detalhou as regras e explicou como tudo é conduzido para a manutenção dos vínculos afetivos, sem que seja necessário haver adoção. Ela também sugeriu à ministra que esse tipo de ação seja tomado como um exemplo a ser implementando em outros lugares do País.

"Quando o poder público e a sociedade estão juntos em um projeto, nós colhemos muitos frutos. Dá sim pra tirar uma criança de uma situação de risco e propiciá-la uma condição melhor", concluiu.

 

Com informações do MMFDH