Conheça nossos heróis
ALMIRANTE TAMANDARÉ
O Almirante Joaquim Marques Lisboa, Marquês de Tamandaré, é o Patrono da Marinha do Brasil. Ele é figura presente e atuante em períodos críticos da história do País, como na guerra da Independência do Brasil. Ele se destacou de tal maneira que, com apenas 18 anos, foi nomeado, pela primeira vez, comandante de um navio. As qualidades do Almirante Tamandaré, comprovadas por suas ações bem-sucedidas, são exemplos, não somente para os bons marinheiros, mas para os brasileiros de todos os tempos. E relembrá-las é um exercício de patriotismo, inspiração e orgulho nacional.
DOM PEDRO I
"Independência ou morte!". Todos nós conhecemos essa frase que entrou na nossa memória como o grito da Independência, dado por Dom Pedro I às margens do Rio Ipiranga. Ele é um dos grandes nomes da história do Brasil. Imperador brasileiro por quase dez anos, era filho do rei de Portugal, Dom João VI. Mesmo herdeiro da dinastia Bragança, ele abriu mão do seu direito de ocupar o trono português para assumir o trono brasileiro. Por tudo isso, merece o nosso respeito e a nossa celebração.
DUQUE DE CAXIAS
Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, é o Patrono do Exército Brasileiro. Inclusive, no dia do seu nascimento, 25 de agosto, é comemorado o Dia do Soldado. Ele lutou bravamente na batalha da Independência do Brasil e sempre foi fiel à pátria e leal ao imperador Pedro I. Por sua habilidade para pacificar a cidade de Caxias/MA, foi apelidado de "Pacificador". Ele foi barão, conde, marquês, até que, após a vitória do Brasil na guerra do Paraguai, recebeu o título de Duque de Caxias. Foi ainda nomeado, por Dom Pedro II, para a presidência do Conselho de Ministros e assumiu também o Ministério da Guerra, um gabinete especial que serviria à Princesa Isabel na ausência do Imperador. Definitivamente, um homem que serve como exemplo de patriotismo e orgulha a nação.
IMPERATRIZ DONA LEOPOLDINA
A arquiduquesa Dona Carolina Josepha Leopoldina d’Áustria foi a nossa primeira Imperatriz. Ela chegou ao País em novembro de 1917 e, ainda na viagem para o Brasil, passou a assinar como “Maria Leopoldina”, em homenagem à nova pátria, já que foi informada que esse era um prenome popular por aqui. Ela, de fato, amava o Brasil e há quem diga que ela foi a principal articuladora do processo de Independência, que ela abraçou como sua causa. Foi conselheira política de Pedro I em importantes decisões e é também um grande exemplo de patriotismo e orgulho para as mulheres e para todo o Brasil.
JOSÉ BONIFÁCIO
José Bonifácio de Andrada e Silva foi um naturalista, estadista e poeta brasileiro presente desde o início no movimento da Independência. Ele foi presidente da junta governativa de São Paulo, em 1821, e posteriormente assessor e ministro de D. Pedro, juntamente com seu irmão Martim Francisco. Tornou-se o principal organizador da Independência do Brasil, com atuação destacada no processo constitucional. É conhecido como Patrono da Independência.
MARIA FILIPA
Maria Felipa nasceu em Itaparica e é descendente de africanos sudaneses. Ela fez história por sua coragem em combates contra os portugueses, como quando o grupo liderado por ela derrotou e queimou inúmeras embarcações, enfraquecendo o ataque português. Ela é uma heroína até hoje lembrada por sua determinação, liderança e por ter a liberdade e a Independência como conquistas a serem bravamente defendidas.
MARIA QUITÉRIA
Maria Quitéria foi a primeira mulher no Exército Brasileiro. Mas não foi fácil. A heroína da Independência passou-se por homem para entrar nas forças armadas. Apenas semanas depois sua identidade foi revelada. No entanto, por sua habilidade, inteligência e manejo com as armas em batalha, ela não foi desligada do Exército. Após ser descoberta, Quitéria trocou o uniforme masculino por saias e sua coragem serviu de exemplo para outras mulheres que, patriotas como ela, passaram a juntar-se às tropas e formaram um grupo comandado por ela. Maria Quitéria saiu dos padrões da sociedade da época para entrar para a história.