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RIO DE JANEIRO
Iphan promove atividades de educação patrimonial em escolas municipais do Rio
Foto: Ana Carla Pereira/Iphan
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) promoveu, de 13 a 27 de outubro, uma série de atividades de educação patrimonial em oito escolas municipais do Rio de Janeiro, em parceria com o projeto Experimente Cultura. A programação percorreu colégios das zonas Sul, Norte e Oeste da cidade.
A iniciativa envolveu alunos do ensino fundamental, de diferentes faixas etárias, em dinâmicas interativas que aproximaram o conceito de patrimônio cultural do cotidiano das crianças. Uma das atividades utilizou os óculos de realidade virtual do Experimente Cultura, que proporcionaram experiências imersivas em bens culturais tombados em nível federal, como o Museu Histórico Nacional, o Centro Cultural Banco do Brasil e a Biblioteca Nacional
Patrocinado pela Prefeitura do Rio, Experimente Cultura é um programa voltado à ampliação e democratização do acesso à cultura, com foco em estudantes de escolas públicas e jovens em situação de vulnerabilidade socioeconômica. A iniciativa promove visitas presenciais e virtuais a museus e espaços culturais, utilizando recursos como realidade virtual para proporcionar experiências imersivas.
Outra atividade promovida pelo Iphan nas escolas foi a dos objetos biográficos, em que cada aluno levou um item com significado pessoal ou familiar. A partir desses objetos, as turmas criaram um museu temporário na sala de aula, um espaço simbólico de partilha de histórias e afetos. Conduzida por técnicos do Instituto, a ação buscou mostrar que o patrimônio vai além dos monumentos e edificações históricas, estando também presente nas memórias, identidades e laços afetivos que cada pessoa constrói.
“Quando uma criança leva um objeto de família para a sala e o vê valorizado como parte de um pequeno museu, ela entende, na prática, que preservar é também cuidar da própria história”, avaliou a superintendente do Iphan no Rio de Janeiro, Patricia Wanzeller.
Durante as visitas, o entusiasmo das turmas foi evidente. As crianças fizeram perguntas, trocaram impressões e associaram o que viram nas experiências virtuais ao que levaram de casa, construindo uma percepção mais ampla e afetiva sobre o que deve ser preservado.
As atuações do Iphan e do projeto Experimente Cultura se complementaram ao mostrar às crianças que o patrimônio está intimamente ligado à memória, à identidade e ao pertencimento. Enquanto o projeto apresentou bens culturais que muitas ainda não conheciam, o Instituto se dedicou a ouvir e valorizar o que cada uma reconhece como parte do seu próprio patrimônio.
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