IPHAN NO NOVO PAC

Iphan apoia restauração do terreiro Alaketu em Salvador com recursos do Novo PAC

O espaço é considerado um patrimônio cultural do país e foi fundado no século 17

Publicado em 28/05/2026 11:09
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Placa do terreiro.
Foto: Iphan.

O Ilê Maroialaji, conhecido historicamente como Terreiro do Alaketu, irá passar por um importante processo de revitalização. No dia 18 de maio, foi publicado no Diário Oficial do Estado da Bahia o resultado da licitação para a contratação da empresa especializada que elaborará os projetos de restauro do espaço, localizado no bairro do Matatu, em Salvador (BA). O terreiro foi reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como patrimônio nacional em 2005.

O projeto será viabilizada por meio de um Termo de Compromisso firmado entre o Iphan e a Secretaria de Cultura da Bahia (Secult-BA), com repasse R$ 350 mil do Iphan, oriundos do Novo PAC, para o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), órgão responsável por conduzir a licitação e a contratação da empresa.

Memória e tradição

O Alaketu ocupa uma área central da capital baiana e é um dos templos de culto de matriz africana mais antigos do Brasil. O terreiro foi fundado por Maria do Rosário, cujo nome original era Otampê Ojarô. Ao longo de sua história, o espaço passou pelo comando de cinco gerações de líderes espirituais. Sua liderança mais célebre foi Olga Francisca Régis, a Olga do Alaketu (1925-2005), quarta ialorixá a ocupar o trono, que esteve à frente do terreiro por 57 anos.

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Cultura, Artes, História e Esportes
Tags:Bahia
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