PATRIMÔNIO IMATERIAL

Contribua para o registro dos Cocos do Nordeste

População tem até o dia 25 de novembro para enviar contribuições sobre o bem cultural

Publicado em 26/10/2026 18:39
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Pessoas dançando durante manifestação cultural dos Cocos do Nordeste
Foto: dossiê de registro do bem/Iphan

Está aberta a consulta pública para que a sociedade se manifeste sobre a proposta de registro dos Cocos do Nordeste como Patrimônio Cultural do Brasil. Até o dia 25 de novembro de 2026, qualquer pessoa pode enviar sua opinião, sugestões ou informações sobre o bem cultural que pode ser inscrito no Livro de Registro das Formas de Expressão.   

Confira na integra o parecer técnico do Iphan sobre os Cocos do Nordeste. 

As manifestações podem ser enviadas por e-mail para conselho.consultivo@iphan.gov.br, por correspondência para o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural no endereço SEPS 702/902, Centro Empresarial Brasília 50, Bloco B, Torre Iphan, 5º Andar, Brasília-DF, CEP 70390-135, ou através do Protocolo Digital do Iphan disponível no site oficial do Instituto. Após o encerramento do prazo, todas as contribuições recebidas serão analisadas pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, órgão máximo de decisão do Iphan para o reconhecimento de bens culturais brasileiros. 

A consulta pública representa uma oportunidade para que a população, especialmente quem vive, pratica ou conhece de perto essa tradição, possa contribuir com informações, relatos e opiniões sobre o bem cultural, garantindo que o processo de reconhecimento passe pelas mãos da comunidade detentora.   

Cocos do Nordeste 

O pedido de Registro dos Cocos do Nordeste foi feito em 2011, apresentado pelo Coletivo de Cultura e Educação Meio do Mundo, entidade sem fins lucrativos sediada na Paraíba (PB). A expressão cultural tem raízes afro-brasileiras e indígenas e está associada às vivências comunitárias, ao trabalho, às festas populares e à transmissão de saberes entre gerações. 

Entre suas principais modalidades estão o Coco de Roda, o Coco de Umbigada, o Coco de Praia e o Coco de Embolada, que apresentam diferenças na dança, nos cantos e nas formas de participação comunitária. Além do caráter festivo, os Cocos expressam memórias, identidades e conhecimentos tradicionais, contribuindo para a preservação das heranças culturais afro-brasileiras e indígenas. 

Mais informações 
Assessoria de Comunicação Iphan - comunicacao@iphan.gov.br 
Anny Caroliny Rêgo - anny.duarte@iphan.gov.br 
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