Estrutura Curricular(veja também no portal antigo: Disciplinas, Turmas do Período, Grade Horária) | |||||
| Código | Nível | Disciplina | Créditos | Professor Responsável | Ementa |
| CFT 109 | Mestrado | Biometria Florestal | 4,0 | Adriano José Nogueira Lima, Daniel Magnabosco Marra | A Natureza da Estatística, organização de dados, Medidas Descritivas, Probabilidade, Distribuição Normal, Distribuição Amostral da Média, Estimativa da Média da População,Teste de Hipóteses para as Médias, Inferências concernentes às variâncias, Teste de qui-quadrado, Análise de Variância, Regressão e Correlação, Estatística não-paramétricas, Aplicações na silvicultura, manejo e no inventário florestal. |
| TOP ESP | Mestrado | Introdução a modelos de inteligência artificial e aprendizado de máquina na área de recursos florestais | 2,0 | Thales A. P. West | O programa da disciplina está estruturado em sete tópicos introdutórios: (1) introdução ao aprendizado de máquina; (2) introdução à programação em R; (3) introdução a modelos de regressão linear e não linear; (4) introdução a florestas aleatórias (“Random Forests”); (5) introdução a redes neurais artificiais; (6) introdução a máquinas de vetores de suporte (“Support Vector Machine”); e (7) introdução à validação de modelos. |
| Tópico Especial | Mestrado | Madeiras da Amazônia | 3,0 | Niro Higuchi, Adriano José Nogueira Lima, Bruno Oliva Gimenez | O mínimo de ecologia da Floresta Amazônica; Identificação macroscópica de Madeiras da Amazônia; Métodos destrutivos para qualificar madeira; Métodos não destritivos para qualificar madeiras da Amazônia; Proteção e controle de qualidade de madeira; Aproveitamento de madeira caída; Produtos que agregam valor as madeiras amazônicas; Comercialização de produtos de madeiras Amazônicas; Processamento mecânico em serraria fixa e portátil. |
| CFT 100 | Mestrado | Metodologia da Pesquisa Científica | 3,0 | Flávia Regina Capellotto Costa | 1) O que é Ciência, e o que não é. Conhecimento x ciência. O que é o método científico. Limites para o conhecimento da “verdade”. Universo de amostragem x inferência. 2) Hipóteses, predições, variáveis conceituais e operacionais. Diagramas de fluxo para ilustrar hipóteses. Gráficos de predição. 3) Estrutura de Projetos científicos. Da definição da pergunta e hipóteses à escrita de um projeto claro e executável. 4) Estrutura de Artigos científicos. Da definição da pergunta e hipóteses à escrita de um artigo claro e publicável. 5) Uso da bibliografia científica. Como buscar e como citar referências científicas. Como não citar referências científicas. 6) Ética na ciência. Fraudes, plágio. Uso de inteligência artificial. Discriminação no universo amostral, no universo de autores ou no universo dos beneficiários da ciência. Ética na gestão de projetos e publicações científicas. |
| CFT 104 | Mestrado | Mudanças Globais e a Amazônia | 4,0 | Philip Martin Fearnside | A Terra como sistema; o Homem como agente; mudança e variabilidade. Hipótese Gaia. Atmosfera, hidrosfera e biosfera; caracterização; inter-relações. Introdução aos sistemas; ciclos da matéria. Balanço global da energia e efeito de estufa. Isótopos estáveis em mudanças globais. Ciclos biogeoquímicos. Mudanças paleoclimáticas; as glaciações do Pleistocénico. Aquecimento global no presente e no futuro, e mudanças globais correlativas: clima e concentração futura do dióxido de carbono na atmosfera; consequências ambientais e económicas do aquecimento global; Participação da floresta Amazônica: fonte ou sumidouro? A depleção do ozono; mecanismos de controle. Pressões sobre a biodiversidade. |
| CFT 101 | Mestrado | Silvicultura Tropical | 4,0 | Paulo de Tarso Barbosa Sampaio, Marciel José Ferreira, Geângelo Petene Calvi | Recursos florestais madeireiros e não madeireiros. Seleção e melhoramento genético florestal. Produção de sementes florestais. Germinação de sementes e viveiros florestais. Técnicas e custos de produção de mudas. Crescimento e desenvolvimento de espécies florestais. Estabelecimentos florestais: monocultivo; policultivo; sistemas agroflorestais; e recuperação de áreas degradadas. Nutrição e adubação de espécies florestais. Fitossanidade florestal: pragas e enfermidades. |
| CFT 103 | Mestrado | Sistemas Agroflorestais | 4,0 | Luiz Augusto Gomes de Souza | Classificações dos sistemas agroflorestais para a Amazônia: importância, vantagens e desvantagens. Diagnóstico e delineamento agroflorestal: diferentes metodologias. Componentes: espécies frutíferas e florestais, leguminosas (biomassa e fixação de nitrogênio), espécies de cobertura, culturas de ciclo curto, animais domésticos. Características de crescimento, ciclo, critérios na escolha de componentes. Combinações de espécies: interação e sucessão das espécies, arranjos e espaçamentos. Pesquisa Agroflorestal: características especiais, pesquisa descritiva, levantamentos, participação do produtor, ensaios preliminares, ensaios sistemáticos, delineamento estatísticos. |
| CFT 116 | Mestrado | Solos da Amazônia | 4,0 | Newton Paulo de Souza Falcão | Conceito de Solo. Histórico da Pedologia. Fatores de Formação do Solo: ênfase nas relações solo-material de origem, solo-clima e solos-geomorfologia; as relações pedologia-estratigrafia-hidrologia. Processos de Intemperismo. Morfologia de solos em diferentes escalas de observação: macromorfologia, micromorfologia e nanomorfologia. O Perfil do Solo: nomenclatura dos horizontes, horizontes diagnósticos de superfície, horizontes diagnósticos de subsuperfície, outras características diagnósticas do solo, índices designativos. Formação do Perfil do Solo. Caracteres Morfológicos do Perfil do Solo. Principais Propriedades Físicas, Químicas e Mineralógicas do Solo. Pedogenese: processos pedogenéticos, tipos de formação do solo. Sistema de Classificação: classificação genético natural, conceitos básicos sobre o sistema compreensivo de classificação dos solos, classificações técnicas, modalidades de levantamento de solos. Características, processos específicos de formação e relação solos-paisagem de: Latossolos, Nitossolos, Luvissolos, Argissolos, Planossolos, Cambissolos, Espodossolos, Plintossolos, Gleissolos, Organiossolos, Vertissolos, Chernossolos e Neossolos. |
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